terça-feira, 5 de março de 2019
Um olhar alentejano
Há dias ouvi alguém perguntar porque raio o Carnaval este ano é tão tarde?
Ora aí está uma questão que há tempos coloquei a uma amiga minha, ela explicou-me, mas já não me lembrava.
Fiz umas consultas e cá está a explicação começando pela Páscoa.
Já vão perceber porquê.
No ano de 325, durante o 1º Concílio de Niceia, os bispos da Igreja Católica definiram a data da comemoração da Páscoa.
A primeira Lua Cheia que ocorrer após o Equinócio da Primavera - dia em que o dia e noite têm a mesma duração - é a referência, sendo que o dia de Páscoa ocorre no domingo seguinte a essa Lua.
Dois fenómenos da natureza que não têm data fixa para acontecer, o mesmo acontecendo com esta data.
Então e o Carnaval?
A 3ª feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa, sendo que 7 dias antes é o Domingo de Ramos e e início da Semana Santa, logo o dia de Carnaval é o último dia antes do período da Quaresma, onde muitas igrejas cristãs têm a tradição de fazer jejum de carne.
Como o Carnaval não é uma festa cristã, a data não foi definida por religiosos, pelo que provavelmente esta tradição popular foi criada para que as pessoas pudessem comer carne antes do jejum de 40 dias.
Cá ficou a origem da data do Entrudo.
Aproveito para deixar a forma de cálculo da data da Páscoa, recorrendo a uma tabela simples.
Divida o ano que pretende saber por 19 e some 1 ao resto da divisão. O número obtido é o X da tabela. Se a data for um domingo, a Páscoa é no domingo seguinte
Exemplo para este ano: 2019/9=106, resto 5+1, X=6
Imagens
Etapa 3 da volta aos Emirados Árabes Unidos, com o pelotão a passar no deserto, na ligação entre Al Ain e Jebel Hafeet.
26/02/2019
segunda-feira, 4 de março de 2019
Números
Já tinha por aqui passado com outra nome.
A ideia é a mesma, um número que justifica uma notícia.
Uma por dia.
A ideia é a mesma, um número que justifica uma notícia.
Uma por dia.
Lisboa "rasga" 700 passes sociais. Títulos começam a ser vendidos a 26 de março
O novo tarifário dos passes da Área Metropolitana de Lisboa começa a ser vendido no dia 26 de março.
Os passes vão-se chamar Navegante Metropolitano e o Navegante de cada um dos 18 concelhos da região de Lisboa.
Os passes vão-se chamar Navegante Metropolitano e o Navegante de cada um dos 18 concelhos da região de Lisboa.
Já
se sabia que o passe para toda a região vai custar 40 euros mas agora
já está decidido que será válido mês a mês e não por 30 dias corridos
como acontece hoje em dia.
Esta é já considerada a principal revolução no sistema de mobilidade e transportes desde que nasceu o Passe Social há 42 anos. É a Área Metropolitana de Lisboa que está a coordenar esta passagem para o novo "Navegante" sem dores de cabeça para os utentes porque "quando as pessoas vão carregar carregam já o novo título", explica o primeiro-secretário da Área Metropolitana de Lisboa, Carlos Humberto de Carvalho.
Ele adianta que os tradicionais meios de carregamento vão continuar a funcionar. "As pessoas vão ao Multibanco e carregam, vão à bilheteira e carregam é neste sentido que estamos a trabalhar para que esta transição se faça com a mínima conflitualidade possível".
A única questão pendente tem a ver com a transição do título de transporte para as pessoas que compram em março e terminam o passe a meio de abril. "Já temos solução apontada mas queremos validá-la em definitivo. Está a solução encontrada queremos só confirmar que ela é possível mas para o mês de transição para as pessoas que compram em março e terminam a meio de abril haverá uma solução", explica o primeiro-secretário da AML.
Ou seja, "se foram dois dias apenas é preferível comprarem dois dias de bilhetes ocasionais, se o passe terminar a 15 ou a 10 se calhar vale mais continuar a comprar porque é nossa ideia que encontraremos uma solução para os restantes dias do mês de abril. Uma coisa é certa durante maio não há títulos de transporte válidos que não sejam os novos títulos", defende Carlos Humberto de Carvalho.
Por outro lado a AML faz um apelo a quem ainda não tem o cartão Lisboa Viva. "o cartão está estabelecido que leva 10 dias a ser criado e assim não podem comprar o passe no dia 1 porque só têm o cartão no dia 10. Para quem tem cartão é automático." E é a OTLIS vai continuar a fazer os cartões Lisboa Viva.
De 770 para 70 passes
Com o novo modelo de redução tarifária para 30 e 40 euros nos transportes na Região de Lisboa não vão desaparecer todos os passes que existem. A Área Metropolitana vai manter 70 passes sociais que acabam por ser mais vantajosos para os utilizadores.
O primeiro-secretário da Área Metropolitana de Lisboa, Carlos Humberto de Carvalho explica a razia que vai ser feita.
"Nos passes bases temos 770 em funcionamento. Vamos reduzir no máximo dos máximos para 70, porquê? Os passes principais são o Metropolitano a 40 euros que dá para toda a região metropolitana de Lisboa e o passe municipal com o nome do respetivo concelho a 30 euros que dá para circular no respetivo concelho. Vai haver o passe 12 anos, que não tem custo, e serve para as crianças até atingirem os 13 anos. E estamos a estudar uma solução ou outra para acrescentar a estes cinco passes. Mas há os passes que hoje custam abaixo de 30 euros e os que custam entre 30 e 40 euros. Eu diria que a tendência é não fazer aumentos e estamos a ver esses passes um a um".
Por outro lado os descontos sociais, do passe 4-18 e sub23 vão ser mantidos na mesma proporção. "Essas categorias financiadas pelo Estado vão existir na mesma, o Estado vai financiar o que quer dizer que uma pessoa que tenha o sub 23 vai ter o desconto respetivo que tinha sobre o valor do passe anterior sobre o passe metropolitano terá o desconto sobre o valor dos passes metropolitano e municipal, o passe família não acrescenta outros descontos", adianta Carlos Humberto de Carvalho.
in TSF
Esta é já considerada a principal revolução no sistema de mobilidade e transportes desde que nasceu o Passe Social há 42 anos. É a Área Metropolitana de Lisboa que está a coordenar esta passagem para o novo "Navegante" sem dores de cabeça para os utentes porque "quando as pessoas vão carregar carregam já o novo título", explica o primeiro-secretário da Área Metropolitana de Lisboa, Carlos Humberto de Carvalho.
Ele adianta que os tradicionais meios de carregamento vão continuar a funcionar. "As pessoas vão ao Multibanco e carregam, vão à bilheteira e carregam é neste sentido que estamos a trabalhar para que esta transição se faça com a mínima conflitualidade possível".
A única questão pendente tem a ver com a transição do título de transporte para as pessoas que compram em março e terminam o passe a meio de abril. "Já temos solução apontada mas queremos validá-la em definitivo. Está a solução encontrada queremos só confirmar que ela é possível mas para o mês de transição para as pessoas que compram em março e terminam a meio de abril haverá uma solução", explica o primeiro-secretário da AML.
Ou seja, "se foram dois dias apenas é preferível comprarem dois dias de bilhetes ocasionais, se o passe terminar a 15 ou a 10 se calhar vale mais continuar a comprar porque é nossa ideia que encontraremos uma solução para os restantes dias do mês de abril. Uma coisa é certa durante maio não há títulos de transporte válidos que não sejam os novos títulos", defende Carlos Humberto de Carvalho.
Por outro lado a AML faz um apelo a quem ainda não tem o cartão Lisboa Viva. "o cartão está estabelecido que leva 10 dias a ser criado e assim não podem comprar o passe no dia 1 porque só têm o cartão no dia 10. Para quem tem cartão é automático." E é a OTLIS vai continuar a fazer os cartões Lisboa Viva.
De 770 para 70 passes
Com o novo modelo de redução tarifária para 30 e 40 euros nos transportes na Região de Lisboa não vão desaparecer todos os passes que existem. A Área Metropolitana vai manter 70 passes sociais que acabam por ser mais vantajosos para os utilizadores.
O primeiro-secretário da Área Metropolitana de Lisboa, Carlos Humberto de Carvalho explica a razia que vai ser feita.
"Nos passes bases temos 770 em funcionamento. Vamos reduzir no máximo dos máximos para 70, porquê? Os passes principais são o Metropolitano a 40 euros que dá para toda a região metropolitana de Lisboa e o passe municipal com o nome do respetivo concelho a 30 euros que dá para circular no respetivo concelho. Vai haver o passe 12 anos, que não tem custo, e serve para as crianças até atingirem os 13 anos. E estamos a estudar uma solução ou outra para acrescentar a estes cinco passes. Mas há os passes que hoje custam abaixo de 30 euros e os que custam entre 30 e 40 euros. Eu diria que a tendência é não fazer aumentos e estamos a ver esses passes um a um".
Por outro lado os descontos sociais, do passe 4-18 e sub23 vão ser mantidos na mesma proporção. "Essas categorias financiadas pelo Estado vão existir na mesma, o Estado vai financiar o que quer dizer que uma pessoa que tenha o sub 23 vai ter o desconto respetivo que tinha sobre o valor do passe anterior sobre o passe metropolitano terá o desconto sobre o valor dos passes metropolitano e municipal, o passe família não acrescenta outros descontos", adianta Carlos Humberto de Carvalho.
in TSF
Eu não gosto da TVI, mas gosto do RAP
O Ricardo Araújo Pereira (RAP) tem na TVI um programa bem disposto.
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 3 de março de 2019 (parte 1) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Gente Que Não Sabe Estar: 3 de março de 2019 (parte 2) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 3 de março de 2019 (parte 1) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Gente Que Não Sabe Estar: 3 de março de 2019 (parte 2) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Um olhar alentejano
E os de quatro patas não ficam atrás.
O primeiro a chegar foi o Pablo, um basset hound com umas grandes orelhas e com um enorme gosto por dormir.
Chegou no inverno e cedo a Princesa lhe arranjou um cobertor "porque ele tinha frio".
Eu disse-lhe que não era preciso, mas ela insistiu.
O tempo foi passando e - como dorme no nosso quarto - ele começou a acordar-nos de noite para o taparmos, duas ou três vezes, dependia se ele se mexia mais ou menos.Depois chegou o Pizzi, quase quatro anos mais tarde, apanhado na rua.
Um rafeiro medroso, que também chegou na época do frio e logo ganhou um cobertor, com direito a dormir ao pé do mano.
Ainda no outro dia comentava que ainda bem que ele não tinha o hábito do irmão mais velho.
Destapava-se de noite, mas não chateava ninguém.
Porque é que eu não estive calado?
Há dias que o panorama se alterou.
O Pizzi já ultrapassou o Pablo no ranking para ver quem pede para se tapar mais vezes durante a noite.
Será que ainda falta muito para guardarmos os cobertores?
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