terça-feira, 5 de março de 2019

New York, New York

Tavira


Uma de hoje

Grupos de extrema-direita unem esforços para as eleições europeias

As autoridades que monitorizam os grupos de risco, como os extremistas de direita, estão a notar um crescendo de atividade e aproximação de movimentos com discursos xenófobos com objetivo de entrar nas corridas eleitorais.

in DN

Números

Apenas um em cada quatro jovens é precário por opção própria

Estudo revela como os trabalhos precários se vão perpetuando e repetindo, cada vez mais, na vida dos jovens portugueses, muito mais que nos jovens do resto da Europa.

Mais de metade dos jovens portugueses têm um trabalho precário, muito mais do que no resto da Europa e não é porque querem.

A conclusão é de um estudo agora publicado em livro: "Retratos da precariedade: quotidianos e aspirações dos trabalhadores jovens", assinado por dois sociólogos do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa.

O estudo relata como é cada vez mais comum os jovens, mas também os trabalhadores mais velhos, sobretudo se forem mulheres, com baixas qualificações ou que sejam imigrantes, estarem no mercado de trabalho com contratos temporários.

Na União Europeia 32,5% dos jovens com menos de 30 anos tinham em 2017 um destes contratos temporários, número que em Portugal chega aos 52,1%.


O estudo foi sobretudo qualitativo, entrevistando 24 jovens licenciados e a trabalhar, permitindo mostrar, como salienta um dos autores, Renato Carmo, que esta precariedade não é uma opção.

Pelo contrário, os números mostram que, em Portugal, 73,2% dos jovens com contratos precários estão nessa situação de forma involuntária, porque não conseguem um contrato mais seguro, sem termo, enquanto na União Europeia essa realidade apenas atinge 40,3% dos jovens precários.

O estudo e as entrevistas aos jovens revelam aquilo a que os autores chamam "infindáveis trajetos de desigualdade", numa "circulação por vários tipos de atividades precárias" e numa precariedade que se vai "perpetuando" no tempo com empresas que recorrem cada vez mais ao trabalho temporário.

Os jovens enfrentam cada vez mais um mercado de trabalho com "estágios, bolsas consecutivas, contratos a termo, recibos verdes e afins", "num ciclo de incerteza que parece interminável".

Renato Carmo afirma que "começa a ser uma raridade encontrar um jovem com um contrato estável, sem termo, o que é preocupante não apenas para o próprio indivíduo mas também para a sociedade pois o país perde com o proliferar da precariedade num vasto conjunto de áreas e profissionais de diferentes gerações".

in TSF

Abba Mia!

Our Last Summer

 

Bohemian Mercury

Let Me Entertain You

 

Caderneta de Cromos

Cromo 53 - Bolinhas de sabão


Um olhar alentejano


Há dias ouvi alguém perguntar porque raio o Carnaval este ano é tão tarde?
Ora aí está uma questão que há tempos coloquei a uma amiga minha, ela explicou-me, mas já não me lembrava.
Fiz umas consultas e cá está a explicação começando pela Páscoa.
Já vão perceber porquê.
No ano de 325, durante o 1º Concílio de Niceia, os bispos da Igreja Católica definiram a data da comemoração da Páscoa.
A primeira Lua Cheia que ocorrer após o Equinócio da Primavera - dia em que o dia e noite têm a mesma duração - é a referência, sendo que o dia de Páscoa ocorre no domingo seguinte a essa Lua.
Dois fenómenos da natureza que não têm data fixa para acontecer, o mesmo acontecendo com esta data.
Então e o Carnaval?
A 3ª feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa, sendo que 7 dias antes é o Domingo de Ramos e e início da Semana Santa, logo o dia de Carnaval é o último dia antes do período da Quaresma, onde muitas igrejas cristãs têm a tradição de fazer jejum de carne.
Como o Carnaval não é uma festa cristã, a data não foi definida por religiosos, pelo que provavelmente esta tradição popular foi criada para que as pessoas pudessem comer carne antes do jejum de 40 dias.
Cá ficou a origem da data do Entrudo.

Aproveito para deixar a forma de cálculo da data da Páscoa, recorrendo a uma tabela simples.
Divida o ano que pretende saber por 19 e some 1 ao resto da divisão. O número obtido é o X da tabela. Se a data for um domingo, a Páscoa é no domingo seguinte
Exemplo para este ano: 2019/9=106, resto 5+1, X=6

À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Sensual


Imagens


Etapa 3 da volta aos Emirados Árabes Unidos, com o pelotão a passar no deserto, na ligação entre Al Ain e Jebel Hafeet.

26/02/2019

O disco no gelo


Os cestos da NBA


segunda-feira, 4 de março de 2019

New York, New York

Caldas da Rainha


Uma de hoje

Juiz adia início da instrução do ataque à Academia de Alcochete

Fonte do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Barreiro confirmou à TSF que a sessão que iria acontecer esta quarta-feira será adiada.

 in TSF

Números

Já tinha por aqui passado com outra nome.
A ideia é a mesma, um número que justifica uma notícia.
Uma por dia.

Lisboa "rasga" 700 passes sociais. Títulos começam a ser vendidos a 26 de março

O novo tarifário dos passes da Área Metropolitana de Lisboa começa a ser vendido no dia 26 de março.

 Os passes vão-se chamar Navegante Metropolitano e o Navegante de cada um dos 18 concelhos da região de Lisboa.

Já se sabia que o passe para toda a região vai custar 40 euros mas agora já está decidido que será válido mês a mês e não por 30 dias corridos como acontece hoje em dia.

Esta é já considerada a principal revolução no sistema de mobilidade e transportes desde que nasceu o Passe Social há 42 anos. É a Área Metropolitana de Lisboa que está a coordenar esta passagem para o novo "Navegante" sem dores de cabeça para os utentes porque "quando as pessoas vão carregar carregam já o novo título", explica o primeiro-secretário da Área Metropolitana de Lisboa, Carlos Humberto de Carvalho.

Ele adianta que os tradicionais meios de carregamento vão continuar a funcionar. "As pessoas vão ao Multibanco e carregam, vão à bilheteira e carregam é neste sentido que estamos a trabalhar para que esta transição se faça com a mínima conflitualidade possível".

A única questão pendente tem a ver com a transição do título de transporte para as pessoas que compram em março e terminam o passe a meio de abril. "Já temos solução apontada mas queremos validá-la em definitivo. Está a solução encontrada queremos só confirmar que ela é possível mas para o mês de transição para as pessoas que compram em março e terminam a meio de abril haverá uma solução", explica o primeiro-secretário da AML.

Ou seja, "se foram dois dias apenas é preferível comprarem dois dias de bilhetes ocasionais, se o passe terminar a 15 ou a 10 se calhar vale mais continuar a comprar porque é nossa ideia que encontraremos uma solução para os restantes dias do mês de abril. Uma coisa é certa durante maio não há títulos de transporte válidos que não sejam os novos títulos", defende Carlos Humberto de Carvalho.

Por outro lado a AML faz um apelo a quem ainda não tem o cartão Lisboa Viva. "o cartão está estabelecido que leva 10 dias a ser criado e assim não podem comprar o passe no dia 1 porque só têm o cartão no dia 10. Para quem tem cartão é automático." E é a OTLIS vai continuar a fazer os cartões Lisboa Viva.

De 770 para 70 passes

Com o novo modelo de redução tarifária para 30 e 40 euros nos transportes na Região de Lisboa não vão desaparecer todos os passes que existem. A Área Metropolitana vai manter 70 passes sociais que acabam por ser mais vantajosos para os utilizadores.

O primeiro-secretário da Área Metropolitana de Lisboa, Carlos Humberto de Carvalho explica a razia que vai ser feita.

"Nos passes bases temos 770 em funcionamento. Vamos reduzir no máximo dos máximos para 70, porquê? Os passes principais são o Metropolitano a 40 euros que dá para toda a região metropolitana de Lisboa e o passe municipal com o nome do respetivo concelho a 30 euros que dá para circular no respetivo concelho. Vai haver o passe 12 anos, que não tem custo, e serve para as crianças até atingirem os 13 anos. E estamos a estudar uma solução ou outra para acrescentar a estes cinco passes. Mas há os passes que hoje custam abaixo de 30 euros e os que custam entre 30 e 40 euros. Eu diria que a tendência é não fazer aumentos e estamos a ver esses passes um a um".

Por outro lado os descontos sociais, do passe 4-18 e sub23 vão ser mantidos na mesma proporção. "Essas categorias financiadas pelo Estado vão existir na mesma, o Estado vai financiar o que quer dizer que uma pessoa que tenha o sub 23 vai ter o desconto respetivo que tinha sobre o valor do passe anterior sobre o passe metropolitano terá o desconto sobre o valor dos passes metropolitano e municipal, o passe família não acrescenta outros descontos", adianta Carlos Humberto de Carvalho.

in TSF

Abba Mia!

Dancing Queen


Eu não gosto da TVI, mas gosto do RAP

O Ricardo Araújo Pereira (RAP) tem na TVI um programa bem disposto.
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 3 de março de 2019 (parte 1) | Gente que não sabe estar | TVI Player:

Gente Que Não Sabe Estar: 3 de março de 2019 (parte 2) | Gente que não sabe estar | TVI Player:

Bohemian Mercury

Death On Two Legs


Caderneta de Cromos

Cromo 52 - A folha de sinónimos do Cinema