quarta-feira, 6 de março de 2019
Imagens
Jogo da Liga norte-americana entre os Portland Timbers e os Colorado Rapids, no Dick's Sporting Goods Park, Colorado.
2/03/2019
terça-feira, 5 de março de 2019
Outros Mundos d'A Bola
Um Carnaval negro com vários desaparecimentos.
A socialite Jô Caneças, com 66 anos não resistiu a um cancro no pâncreas, o ator Luke Perry, aos 52 anos, morreu após um AVC, ele que ficou conhecido no mundo do cinema com a participação em Febre em Beverly Hills, Keith Flint, vocalista dos The Prodigy suicidou-se ao 49 anos, num altura em que a banda se preparava para a primeira digressão norte-americana numa década.
Mas nem tudo são desgraças, assim pensam e agem os sete milhões milhões de pessoas que assistem ao Carnaval no Rio de Janeiro, milhão e meio de turistas, que participam na maior festa a céu aberto do mundo.
Depois de dez dias por vários países da América Latina, Juan Guiadó regressou à Venezuela. Apesar do risco de ser detido, tal não aconteceu.
O Papa Francisco anunciou que os arquivos de Pio XII serão abertos em março do próximo ano.
Um pontificado que atravessou a II Guerra Mundial, considerado por uns brando para a Alemanha e por outros que salvou muitos judeus em segredo.
A socialite Jô Caneças, com 66 anos não resistiu a um cancro no pâncreas, o ator Luke Perry, aos 52 anos, morreu após um AVC, ele que ficou conhecido no mundo do cinema com a participação em Febre em Beverly Hills, Keith Flint, vocalista dos The Prodigy suicidou-se ao 49 anos, num altura em que a banda se preparava para a primeira digressão norte-americana numa década.
Mas nem tudo são desgraças, assim pensam e agem os sete milhões milhões de pessoas que assistem ao Carnaval no Rio de Janeiro, milhão e meio de turistas, que participam na maior festa a céu aberto do mundo.
Depois de dez dias por vários países da América Latina, Juan Guiadó regressou à Venezuela. Apesar do risco de ser detido, tal não aconteceu.
O Papa Francisco anunciou que os arquivos de Pio XII serão abertos em março do próximo ano.
Um pontificado que atravessou a II Guerra Mundial, considerado por uns brando para a Alemanha e por outros que salvou muitos judeus em segredo.
Números
Apenas um em cada quatro jovens é precário por opção própria
Estudo
revela como os trabalhos precários se vão perpetuando e repetindo, cada
vez mais, na vida dos jovens portugueses, muito mais que nos jovens do
resto da Europa.
Mais de metade dos jovens portugueses têm um trabalho precário, muito mais do que no resto da Europa e não é porque querem.
A conclusão é de um estudo agora publicado em livro: "Retratos da precariedade: quotidianos e aspirações dos trabalhadores jovens", assinado por dois sociólogos do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa.
O estudo relata como é cada vez mais comum os jovens, mas também os trabalhadores mais velhos, sobretudo se forem mulheres, com baixas qualificações ou que sejam imigrantes, estarem no mercado de trabalho com contratos temporários.
Na União Europeia 32,5% dos jovens com menos de 30 anos tinham em 2017 um destes contratos temporários, número que em Portugal chega aos 52,1%.
O estudo foi sobretudo qualitativo, entrevistando 24 jovens licenciados e a trabalhar, permitindo mostrar, como salienta um dos autores, Renato Carmo, que esta precariedade não é uma opção.
Pelo contrário, os números mostram que, em Portugal, 73,2% dos jovens com contratos precários estão nessa situação de forma involuntária, porque não conseguem um contrato mais seguro, sem termo, enquanto na União Europeia essa realidade apenas atinge 40,3% dos jovens precários.
O estudo e as entrevistas aos jovens revelam aquilo a que os autores chamam "infindáveis trajetos de desigualdade", numa "circulação por vários tipos de atividades precárias" e numa precariedade que se vai "perpetuando" no tempo com empresas que recorrem cada vez mais ao trabalho temporário.
Os jovens enfrentam cada vez mais um mercado de trabalho com "estágios, bolsas consecutivas, contratos a termo, recibos verdes e afins", "num ciclo de incerteza que parece interminável".
Renato Carmo afirma que "começa a ser uma raridade encontrar um jovem com um contrato estável, sem termo, o que é preocupante não apenas para o próprio indivíduo mas também para a sociedade pois o país perde com o proliferar da precariedade num vasto conjunto de áreas e profissionais de diferentes gerações".
A conclusão é de um estudo agora publicado em livro: "Retratos da precariedade: quotidianos e aspirações dos trabalhadores jovens", assinado por dois sociólogos do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa.
O estudo relata como é cada vez mais comum os jovens, mas também os trabalhadores mais velhos, sobretudo se forem mulheres, com baixas qualificações ou que sejam imigrantes, estarem no mercado de trabalho com contratos temporários.
Na União Europeia 32,5% dos jovens com menos de 30 anos tinham em 2017 um destes contratos temporários, número que em Portugal chega aos 52,1%.
O estudo foi sobretudo qualitativo, entrevistando 24 jovens licenciados e a trabalhar, permitindo mostrar, como salienta um dos autores, Renato Carmo, que esta precariedade não é uma opção.
Pelo contrário, os números mostram que, em Portugal, 73,2% dos jovens com contratos precários estão nessa situação de forma involuntária, porque não conseguem um contrato mais seguro, sem termo, enquanto na União Europeia essa realidade apenas atinge 40,3% dos jovens precários.
O estudo e as entrevistas aos jovens revelam aquilo a que os autores chamam "infindáveis trajetos de desigualdade", numa "circulação por vários tipos de atividades precárias" e numa precariedade que se vai "perpetuando" no tempo com empresas que recorrem cada vez mais ao trabalho temporário.
Os jovens enfrentam cada vez mais um mercado de trabalho com "estágios, bolsas consecutivas, contratos a termo, recibos verdes e afins", "num ciclo de incerteza que parece interminável".
Renato Carmo afirma que "começa a ser uma raridade encontrar um jovem com um contrato estável, sem termo, o que é preocupante não apenas para o próprio indivíduo mas também para a sociedade pois o país perde com o proliferar da precariedade num vasto conjunto de áreas e profissionais de diferentes gerações".
in TSF
Um olhar alentejano
Há dias ouvi alguém perguntar porque raio o Carnaval este ano é tão tarde?
Ora aí está uma questão que há tempos coloquei a uma amiga minha, ela explicou-me, mas já não me lembrava.
Fiz umas consultas e cá está a explicação começando pela Páscoa.
Já vão perceber porquê.
No ano de 325, durante o 1º Concílio de Niceia, os bispos da Igreja Católica definiram a data da comemoração da Páscoa.
A primeira Lua Cheia que ocorrer após o Equinócio da Primavera - dia em que o dia e noite têm a mesma duração - é a referência, sendo que o dia de Páscoa ocorre no domingo seguinte a essa Lua.
Dois fenómenos da natureza que não têm data fixa para acontecer, o mesmo acontecendo com esta data.
Então e o Carnaval?
A 3ª feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa, sendo que 7 dias antes é o Domingo de Ramos e e início da Semana Santa, logo o dia de Carnaval é o último dia antes do período da Quaresma, onde muitas igrejas cristãs têm a tradição de fazer jejum de carne.
Como o Carnaval não é uma festa cristã, a data não foi definida por religiosos, pelo que provavelmente esta tradição popular foi criada para que as pessoas pudessem comer carne antes do jejum de 40 dias.
Cá ficou a origem da data do Entrudo.
Aproveito para deixar a forma de cálculo da data da Páscoa, recorrendo a uma tabela simples.
Divida o ano que pretende saber por 19 e some 1 ao resto da divisão. O número obtido é o X da tabela. Se a data for um domingo, a Páscoa é no domingo seguinte
Exemplo para este ano: 2019/9=106, resto 5+1, X=6
Imagens
Etapa 3 da volta aos Emirados Árabes Unidos, com o pelotão a passar no deserto, na ligação entre Al Ain e Jebel Hafeet.
26/02/2019
segunda-feira, 4 de março de 2019
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