sábado, 9 de março de 2019
Um olhar alentejano
Há cerca de um ano fiz o seu trajeto.
Acompanhei, para a ARIC, o 1º Grande Prémio Estrada Nacional 2, que infelizmente este ano não se realiza.
Esta magnífica estrada que liga Chaves a Faro, ao longo dos seus 738 quilómetros, serviu de inspiração a Mónica Faísca, antiga praticante de atletismo e natação.
Em 2016 criou um grupo no Facebook chamado A Fuga Rosa, para perceber se havia muitas mulheres na sua zona - Algarve - que gostassem de andar de bicicleta.
Os pedidos foram aparecendo e agora são mais de 1200.
Aproveitando o Dia da Mulher, resolveram inventar uma prova para colocar o ciclismo feminino no mapa e comemorar o 3º aniversário da Fuga Rosa.
Chamaram-lhe Fugas em Fuga, 12 mulheres que partiram de Chaves às 6 da manhã do dia 8 de março, fizeram os primeiros 20 quilómetros em conjunto, sendo que depois em pares, tipo estafeta, foram percorrendo a Nacional 2, tendo chegado hoje a Faro, sempre com alguém a pedalar em regime non-stop.
Receberam imensos incentivos pelo caminho, sendo que para além de pedalarem à vez, também conduziram os carros de apoio.
A tática foi "quem pedalou, só voltou a fazê-lo 100 quilómetros depois, entretanto dorme 2 horas e meia e vai depois para o volante", havendo ainda tempo para se alimentarem e hidratarem.
A nossa Route 66 merece estas iniciativas e as Mulheres também.
Parabéns à Fuga Rosa.
Acompanhei, para a ARIC, o 1º Grande Prémio Estrada Nacional 2, que infelizmente este ano não se realiza.
Esta magnífica estrada que liga Chaves a Faro, ao longo dos seus 738 quilómetros, serviu de inspiração a Mónica Faísca, antiga praticante de atletismo e natação.
Em 2016 criou um grupo no Facebook chamado A Fuga Rosa, para perceber se havia muitas mulheres na sua zona - Algarve - que gostassem de andar de bicicleta.
Os pedidos foram aparecendo e agora são mais de 1200.
Aproveitando o Dia da Mulher, resolveram inventar uma prova para colocar o ciclismo feminino no mapa e comemorar o 3º aniversário da Fuga Rosa.
Chamaram-lhe Fugas em Fuga, 12 mulheres que partiram de Chaves às 6 da manhã do dia 8 de março, fizeram os primeiros 20 quilómetros em conjunto, sendo que depois em pares, tipo estafeta, foram percorrendo a Nacional 2, tendo chegado hoje a Faro, sempre com alguém a pedalar em regime non-stop.
Receberam imensos incentivos pelo caminho, sendo que para além de pedalarem à vez, também conduziram os carros de apoio.
A tática foi "quem pedalou, só voltou a fazê-lo 100 quilómetros depois, entretanto dorme 2 horas e meia e vai depois para o volante", havendo ainda tempo para se alimentarem e hidratarem.
A nossa Route 66 merece estas iniciativas e as Mulheres também.
Parabéns à Fuga Rosa.
Imagens
Jogo da Liga dos Campeões entre o Paris Saint-Germain e o Manchester United, no Parque dos Príncipes, Paris.
6/03/2019
sexta-feira, 8 de março de 2019
Talento aos Pontapés
Então os artistas portugueses não têm direito a aparecer no Tio Jorge?
Claro que sim!
Utilizando, também, só músicas tocadas ao vivo, começo com Xutos & Pontapés.
Conta-me Histórias
Claro que sim!
Utilizando, também, só músicas tocadas ao vivo, começo com Xutos & Pontapés.
Conta-me Histórias
New York, New York
Em semana de Carnaval, com o Vasco Palmeirim, Vera Fernandes e Ricardo Araújo Pereira de férias, não tivemos um novo New York.
Assim, vou recuperar a última localidade que faltava, sendo que a partir de agora este espaço só voltará, há 6ª feira, com a estreia de uma nova localidade.
Mirandela
Assim, vou recuperar a última localidade que faltava, sendo que a partir de agora este espaço só voltará, há 6ª feira, com a estreia de uma nova localidade.
Mirandela
Números
Benfica diz em tribunal que divulgação de e-mails prejudicou negócio de 85 milhões
A
informação foi explicada pelo diretor para a área comercial
internacional do Benfica. Bernardo Carvalho associa falhas no negócio na
China à divulgação de informação interna por parte de blogs e pelo
diretor de comunicação do FC Porto.
O diretor do Benfica para a área
comercial internacional, Bernardo Carvalho, associou esta sexta-feira em
tribunal a divulgação de e-mails internos do clube ao falhanço de um
negócio na China que renderia aos 'encarnados' 85 milhões de euros em 20
anos.
Tratava-se um negócio de licenciamento da marca Benfica e "as coisas falharam" a partir do momento em que os e-mails foram divulgados, disse Bernardo Carvalho, que falava perante o juiz Paulo Duarte Teixeira, do Tribunal Central Cível do Porto, no segundo dia de julgamento da ação em que o clube lisboeta reclama 17,7 milhões de indemnização a empresas e figuras do universo do FC Porto pela divulgação de e-mails internos benfiquistas.
Também chamado a depor hoje, o presidente da Assembleia Geral 'encarnada', Luís Nazaré, destacou o "grande sentimento de devassa" sentido pelos sócios.
Num julgamento iniciado na quinta-feira, o primeiro testemunho foi o do diretor de comunicação do Benfica, Luís Bernardo, para quem o FC Porto quis associar os 'encarnados' a um "polvo como o Apito Dourado", ao divulgar e-mails internos do clube lisboeta.
O diretor de comunicação disse que a divulgação dos e-mails confidenciais, "de forma programada", obedeceu a uma "estratégia de desgaste" do Benfica, apoiada numa divulgação no Porto Canal, "sem contraditório", de e-mails "truncados e descontextualizados".
Também na quinta-feira, o atual treinador do Benfica B, Renato Paiva, disse que a divulgação de alguns e-mails com "informação privilegiada" sobre aspetos técnicos "fragilizou a coesão do balneário".
Já o diretor comercial e de marketing do Benfica, Miguel Bento, disse, entre outras alusões a prejuízos alegadamente causados ao modelo de negócios pela difusão dos e-mails confidenciais, que "deixou de ser feito" um negócio "de 500 mil euros, para três ou cinco anos", com empresa de serviços.
No processo em que é autora, a Sociedade Anónima Desportiva Sport Lisboa e Benfica -- Futebol corresponsabiliza por "danos de imagem" causados pela divulgação dos emails a homóloga do FC Porto, o presidente da SAD e do clube, Pinto da Costa, os administradores Fernando Gomes e Adelino Caldeira e o diretor de comunicação, Francisco J. Marques, além da FCP Média, empresa detentora da estação televisiva Porto Canal.
O Benfica alega que a divulgação dos emails lhe afetou a credibilidade, prejudicando os seus interesses comerciais e chegando a provocar a queda de cotação das ações da Sociedade Anónima Desportiva.
Já o FC Porto invoca que se limitou a divulgar informação de interesse público e alega que o correio eletrónico divulgado revela práticas deturpadoras da verdade desportiva.
Numa audiência prévia realizada em 20 de novembro do ano passado, em que se fixou o valor da causa, foi também admitida a reconvenção deduzida pela ré, pedindo uma indemnização cujo valor não foi divulgado.
O julgamento prossegue nos dias 28 e 29 de março. Na manhã do primeiro destes dias serão ouvidas ainda testemunhas do Benfica, segundo fonte oficial do clube, seguindo-se as arroladas pelo FC Porto.
in TSF
Tratava-se um negócio de licenciamento da marca Benfica e "as coisas falharam" a partir do momento em que os e-mails foram divulgados, disse Bernardo Carvalho, que falava perante o juiz Paulo Duarte Teixeira, do Tribunal Central Cível do Porto, no segundo dia de julgamento da ação em que o clube lisboeta reclama 17,7 milhões de indemnização a empresas e figuras do universo do FC Porto pela divulgação de e-mails internos benfiquistas.
Também chamado a depor hoje, o presidente da Assembleia Geral 'encarnada', Luís Nazaré, destacou o "grande sentimento de devassa" sentido pelos sócios.
Num julgamento iniciado na quinta-feira, o primeiro testemunho foi o do diretor de comunicação do Benfica, Luís Bernardo, para quem o FC Porto quis associar os 'encarnados' a um "polvo como o Apito Dourado", ao divulgar e-mails internos do clube lisboeta.
O diretor de comunicação disse que a divulgação dos e-mails confidenciais, "de forma programada", obedeceu a uma "estratégia de desgaste" do Benfica, apoiada numa divulgação no Porto Canal, "sem contraditório", de e-mails "truncados e descontextualizados".
Também na quinta-feira, o atual treinador do Benfica B, Renato Paiva, disse que a divulgação de alguns e-mails com "informação privilegiada" sobre aspetos técnicos "fragilizou a coesão do balneário".
Já o diretor comercial e de marketing do Benfica, Miguel Bento, disse, entre outras alusões a prejuízos alegadamente causados ao modelo de negócios pela difusão dos e-mails confidenciais, que "deixou de ser feito" um negócio "de 500 mil euros, para três ou cinco anos", com empresa de serviços.
No processo em que é autora, a Sociedade Anónima Desportiva Sport Lisboa e Benfica -- Futebol corresponsabiliza por "danos de imagem" causados pela divulgação dos emails a homóloga do FC Porto, o presidente da SAD e do clube, Pinto da Costa, os administradores Fernando Gomes e Adelino Caldeira e o diretor de comunicação, Francisco J. Marques, além da FCP Média, empresa detentora da estação televisiva Porto Canal.
O Benfica alega que a divulgação dos emails lhe afetou a credibilidade, prejudicando os seus interesses comerciais e chegando a provocar a queda de cotação das ações da Sociedade Anónima Desportiva.
Já o FC Porto invoca que se limitou a divulgar informação de interesse público e alega que o correio eletrónico divulgado revela práticas deturpadoras da verdade desportiva.
Numa audiência prévia realizada em 20 de novembro do ano passado, em que se fixou o valor da causa, foi também admitida a reconvenção deduzida pela ré, pedindo uma indemnização cujo valor não foi divulgado.
O julgamento prossegue nos dias 28 e 29 de março. Na manhã do primeiro destes dias serão ouvidas ainda testemunhas do Benfica, segundo fonte oficial do clube, seguindo-se as arroladas pelo FC Porto.
in TSF
Um olhar alentejano
Há quem diga que só se vive uma vez.
Na sequência desta convicção, surge a ideia que há coisas que não podem deixar de se fazer, nem que seja um ato isolado.
Por isso vou fazer uma afirmação que me pode custar caro.
O juiz Neto de Moura é palerma!
Agora já está, não posso voltar atrás.
Falando mais a sério.
O polémico juiz desembargador Joaquim Neto de Moura, magistrado do Tribunal da Relação do Porto, quer processar jornalistas, humoristas e políticos que, na esfera pública, criticaram as suas decisões judiciais.
Será que ele acha que está a cima de crítica?
Não tenho conhecimentos jurídicos para colocar em causa a correção das suas decisões, mas dizer em acórdãos que uma normal discussão já está a ser tratada como violência, quando o agressor rebentou um tímpano à companheira com vários murros, ou desvalorizar a violação de uma mulher por dois homens, dando como exemplo o apedrejamento de mulheres adúlteras, como é ordenado na Bíblia, parece-me uma falta de inteligência.
Claro que Neto de Moura se pós a jeito.
Como não consegue ter protagonismo pela sua competência - talvez gostasse de aparecer como Ivo Rosa ou Carlos Alexandre - vai escrevendo umas parvoíces.
Mas bem mais grave do que isso, é que está a colocar em perigo vidas humanas.
Na sequência desta convicção, surge a ideia que há coisas que não podem deixar de se fazer, nem que seja um ato isolado.
Por isso vou fazer uma afirmação que me pode custar caro.
O juiz Neto de Moura é palerma!
Agora já está, não posso voltar atrás.
Falando mais a sério.
O polémico juiz desembargador Joaquim Neto de Moura, magistrado do Tribunal da Relação do Porto, quer processar jornalistas, humoristas e políticos que, na esfera pública, criticaram as suas decisões judiciais.
Será que ele acha que está a cima de crítica?
Não tenho conhecimentos jurídicos para colocar em causa a correção das suas decisões, mas dizer em acórdãos que uma normal discussão já está a ser tratada como violência, quando o agressor rebentou um tímpano à companheira com vários murros, ou desvalorizar a violação de uma mulher por dois homens, dando como exemplo o apedrejamento de mulheres adúlteras, como é ordenado na Bíblia, parece-me uma falta de inteligência.
Claro que Neto de Moura se pós a jeito.
Como não consegue ter protagonismo pela sua competência - talvez gostasse de aparecer como Ivo Rosa ou Carlos Alexandre - vai escrevendo umas parvoíces.
Mas bem mais grave do que isso, é que está a colocar em perigo vidas humanas.
Imagens
Julián Quiñones (Tigres) a ficar dentro da baliza durante o jogo Tigres - Pachuca, no Universitario Stadium, em Monterrey, México.
2/03/2019
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