Será sempre um assunto fraturante.
A pena de morte.
Sempre que acontece algum bárbaro atentado como o ocorrido na Nova Zelândia, sinto-me tentado a apelar à velha expressão do olho por olho, dente por dente.
A certeza de que a vida humana é o valor mais importante da humanidade, parece-me indesmentível.
Os que são contra a pena capital utilizam esta máxima como principal argumento.
Mas será que merece viver quem, por um qualquer motivo, invade um espaço e chacina dezena e dezenas de pessoas?
Sempre que ocorrem estas horrendas matanças, recordo-me imediatamente da expressão do norueguês Anders Breivik quando era julgado em tribunal.
Tranquilidade absoluta e nem um pingo de arrependimento, culpado da morte de 77 pessoas em Oslo e na ilha de Utoya, que a única que fizeram de errado foi estar no local onde aquele louco desencadeou o seu ataque, totalmente preparado e levado a cabo com uma frieza monstruosa.
Não sou um defensor da pena de morte, mas em casos como estes, onde não existe nenhum tipo de atenuante, só a própria vida do assassino poderia minimizar a dor dos que se vem privados de familiares e amigos.
Sem compaixão!
terça-feira, 19 de março de 2019
segunda-feira, 18 de março de 2019
Números
Presidente moçambicano acredita que ciclone fez mais de mil mortos
O Presidente de Moçambique descreve o cenário como "um verdadeiro desastre humanitário de grandes proporções".
O Presidente de Moçambique sobrevoou o
país esta manhã para avaliar os estragos do ciclone Idai que destruiu
praticamente toda a cidade da Beira. Filipe Nyusi avança um possível
número de vítimas mortais amplamente superior ao que está formalmente
registado.
"Formalmente há registo acima de 84 óbitos, mas tudo indica que poderemos registar mais de mil óbitos."
Nyusi adiantou que mais de "cem mil pessoas correm perigo de vida", "as águas dos rios Pungue e Buzi transbordaram, fazendo desaparecer aldeias inteiras, isolando comunidades e veem-se, durante os sobrevoos, corpos a flutuar"
O chefe de Estado descreve o cenário como "um verdadeiro desastre humanitário de grandes proporções".
Filipe Nyusi avançou que o desastre deixou "grande parte da zona centro sem energia elétrica", sendo que "na cidade da Beira acima de 80% de postos não estão em condições". Para além disso, o clicone "deixou também sem abastecimento de água potável e comunicações, para além de ter afetado o funcionamento normal dos hospitais e escolas".
O governo sublinhou que está a fazer um esforço no sentido de "conseguir mobilizar alguns geradores, para apoiar a cidade da Beira, porque não é fácil fazer uma canalização imediata", lembrando que as estradas estão cortadas.
Quanto às operações de resgate, Nyusi afirmou que a prioridade é salvar o maior número de pessoas possível.
"As nossas forças de defesa e segurança estão no terreno com os meios marítimos e aéreos salvando vidas, em parceria com outras forças congéneres, com vista a assegurar a rápida assistência humanitária em bens alimentares e não alimentares, a água, energia e comunicações. O Governo mobilizou vários meios aéreos para ver se conseguimos reforçar, porque, de facto, a dimensão das pessoas que estão à espera deste apoio é muito grande e tem que ser feito em tempo recorde para ver se conseguimos salvar grande parte da vida destas pessoas."
in TSF
"Formalmente há registo acima de 84 óbitos, mas tudo indica que poderemos registar mais de mil óbitos."
Nyusi adiantou que mais de "cem mil pessoas correm perigo de vida", "as águas dos rios Pungue e Buzi transbordaram, fazendo desaparecer aldeias inteiras, isolando comunidades e veem-se, durante os sobrevoos, corpos a flutuar"
O chefe de Estado descreve o cenário como "um verdadeiro desastre humanitário de grandes proporções".
Filipe Nyusi avançou que o desastre deixou "grande parte da zona centro sem energia elétrica", sendo que "na cidade da Beira acima de 80% de postos não estão em condições". Para além disso, o clicone "deixou também sem abastecimento de água potável e comunicações, para além de ter afetado o funcionamento normal dos hospitais e escolas".
O governo sublinhou que está a fazer um esforço no sentido de "conseguir mobilizar alguns geradores, para apoiar a cidade da Beira, porque não é fácil fazer uma canalização imediata", lembrando que as estradas estão cortadas.
Quanto às operações de resgate, Nyusi afirmou que a prioridade é salvar o maior número de pessoas possível.
"As nossas forças de defesa e segurança estão no terreno com os meios marítimos e aéreos salvando vidas, em parceria com outras forças congéneres, com vista a assegurar a rápida assistência humanitária em bens alimentares e não alimentares, a água, energia e comunicações. O Governo mobilizou vários meios aéreos para ver se conseguimos reforçar, porque, de facto, a dimensão das pessoas que estão à espera deste apoio é muito grande e tem que ser feito em tempo recorde para ver se conseguimos salvar grande parte da vida destas pessoas."
in TSF
Eu não gosto da TVI, mas gosto do RAP
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois links abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 17 de março de 2019 (parte 1) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Gente Que Não Sabe Estar: 17 de março de 2019 (parte 2) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Um olhar alentejano
Há 27 anos estava em Porto de Mós.
Agora estou em Viana do Alentejo e o Ricardo está a ficar velhote.
Mais um aniversário do meu pretinho, como lhe chamo com muito carinho.
Como ele é um pouco distraído, vou lembrar-lhe algumas coisas que aconteceram a 18 de março.
Em 1959 - no mesmo ano que eu nasci - nasceu a atriz e cantora norte-americana Irene Cara, vinte anos depois nasce Adam Lavine, cantor norte-americano, em 1981 foi a vez do nascimento do ciclista suiço Fabian Cancellara e um ano depois nasceu o antigo jogador de futebol português Pedro Mantorras.
Na Nigéria festeja-se o dia das Mães e há dois anos morreu o cantor Chuck Berry, músico norte-americano.
Nesse dia, numa altura em que faltam 288 dias para terminar o ano, bósnios e croatas festejam o acordo de Washington, assinado em 1994 e que encerrou a guerra entre a República Croata da Herzeg-Bósnia e a República da Bósnia e Herzegovina, estabelecendo a Federação da Bósnia e Herzegovina.
Como só tinhas dois anos não te deves lembrar desta data, mas por esta altura já sabias os nomes de muitos guarda-redes de futebol, uma mania que começou cedo.
Parabéns Ricardo!
Agora estou em Viana do Alentejo e o Ricardo está a ficar velhote.
Mais um aniversário do meu pretinho, como lhe chamo com muito carinho.
Como ele é um pouco distraído, vou lembrar-lhe algumas coisas que aconteceram a 18 de março.
Em 1959 - no mesmo ano que eu nasci - nasceu a atriz e cantora norte-americana Irene Cara, vinte anos depois nasce Adam Lavine, cantor norte-americano, em 1981 foi a vez do nascimento do ciclista suiço Fabian Cancellara e um ano depois nasceu o antigo jogador de futebol português Pedro Mantorras.
Na Nigéria festeja-se o dia das Mães e há dois anos morreu o cantor Chuck Berry, músico norte-americano.
Nesse dia, numa altura em que faltam 288 dias para terminar o ano, bósnios e croatas festejam o acordo de Washington, assinado em 1994 e que encerrou a guerra entre a República Croata da Herzeg-Bósnia e a República da Bósnia e Herzegovina, estabelecendo a Federação da Bósnia e Herzegovina.
Como só tinhas dois anos não te deves lembrar desta data, mas por esta altura já sabias os nomes de muitos guarda-redes de futebol, uma mania que começou cedo.
Parabéns Ricardo!
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