sexta-feira, 22 de março de 2019
No Reino da Águia
Ontem realizou-se a entrega dos Galardões Cosme Damião e o espetáculo, que também comemorou os 115 anos do Glorioso, teve vários momentos musicais.
Esta interpretação do Hino do Benfica pela voz da Marisa Liz, com o maestro Nuno Feist ao piano, arrepia qualquer benfiquista.
Um olhar alentejano
Quem me conhece mais de perto sabe que sou um defensor dos transportes públicos.
Sempre que posso, o carro fica à porta e utilizo o transporte coletivo.
Enquanto no ativo, como empregado por contra de outrém, foram muitos anos a utilizar os serviços da CP.
Se fizer um balanço desses tempos, apesar dos inevitáveis atrasos, dos que são evitáveis e as greves - que quase todo a gente faz - o custo/benefício é bastante agradável.
Mais recentemente, nesta terceira fase da minha vida, sempre que tal é viável, apanho boleia para Évora e lá vou no Intercidades até Lisboa e daí para onde necessitar, também de comboio ou noutro transporte.
Gosto deste serviço!
Carruagens cómodas, bancos confortáveis, facilidade na aquisição, possibilidade, também online, de alterar uma data e wifi free.
Aqui é que a porca torce o rabo!
Por exemplo, ligamos o portátil para escrever um texto do Tio Jorge.
Procuramos a rede da CP.
Cá está ela.
Bom, se não tivermos uma alternativa connosco, o texto já era.
Senhores da CP, é feio prometer o que não há ou não tem a qualidade necessária.
Wifi free, não existe, só mesmo fria, muito fria.
Um trocadilho parvo para terminar.
Sempre que posso, o carro fica à porta e utilizo o transporte coletivo.
Enquanto no ativo, como empregado por contra de outrém, foram muitos anos a utilizar os serviços da CP.
Se fizer um balanço desses tempos, apesar dos inevitáveis atrasos, dos que são evitáveis e as greves - que quase todo a gente faz - o custo/benefício é bastante agradável.
Mais recentemente, nesta terceira fase da minha vida, sempre que tal é viável, apanho boleia para Évora e lá vou no Intercidades até Lisboa e daí para onde necessitar, também de comboio ou noutro transporte.
Gosto deste serviço!
Carruagens cómodas, bancos confortáveis, facilidade na aquisição, possibilidade, também online, de alterar uma data e wifi free.
Aqui é que a porca torce o rabo!
Por exemplo, ligamos o portátil para escrever um texto do Tio Jorge.
Procuramos a rede da CP.
Cá está ela.
Bom, se não tivermos uma alternativa connosco, o texto já era.
Senhores da CP, é feio prometer o que não há ou não tem a qualidade necessária.
Wifi free, não existe, só mesmo fria, muito fria.
Um trocadilho parvo para terminar.
Imagens
Jurgen Klopp, treinador do Liverpool, durante o jogo com o Fullham, no Craven Cottage em Londres.
17/03/2019
quinta-feira, 21 de março de 2019
Outros Mundos d'A Bola
Continua o drama em Moçambique, com 30 portugueses por localizar na Beira, sendo que Portugal vai enviar dois C-130 com ajuda.
O antigo líder sérvio-bósnio Radovan Karadzic foi condenado pelo Tribunal de Haia a prisão perpétua, sem possibilidade de recurso. Karadzic tinha sido condenado a 40 anos em maio de 2016, recorreu, mas a pena foi agravada.
Muitos neozelandeses estão a entregar voluntariamente armas que tinham em casa, na sequência do recente atentado, com o executivo de Wellington a ponderar proibir a posse de caçadeiras e armas semiautomáticas.
Pelo segundo ano consecutivo a Finlândia foi considerada a nação com os cidadãos mais felizes, seguida da Dinamarca e Noruega. Neste ranking da ONU, Portugal ficou em 66º.
Vamos às rápidas. Em Itália um homem foi detido depois de sequestrar e incendiar um autocarro escolar, a companhia aérea angolana vai ser privatizada parcialmente, a professora que divulgou um exame de Português aos alunos foi demitida e Astana - capital do Cazaquistão - vai chamar-se Nursultan.
O antigo líder sérvio-bósnio Radovan Karadzic foi condenado pelo Tribunal de Haia a prisão perpétua, sem possibilidade de recurso. Karadzic tinha sido condenado a 40 anos em maio de 2016, recorreu, mas a pena foi agravada.
Muitos neozelandeses estão a entregar voluntariamente armas que tinham em casa, na sequência do recente atentado, com o executivo de Wellington a ponderar proibir a posse de caçadeiras e armas semiautomáticas.
Pelo segundo ano consecutivo a Finlândia foi considerada a nação com os cidadãos mais felizes, seguida da Dinamarca e Noruega. Neste ranking da ONU, Portugal ficou em 66º.
Vamos às rápidas. Em Itália um homem foi detido depois de sequestrar e incendiar um autocarro escolar, a companhia aérea angolana vai ser privatizada parcialmente, a professora que divulgou um exame de Português aos alunos foi demitida e Astana - capital do Cazaquistão - vai chamar-se Nursultan.
Números
Mais de um milhão de britânicos entopem site de petições do governo a pedir revogação do Artigo 50
Mais
de um milhão de pessoas assinaram, desde esta quarta-feira à noite, a
petição para impedir a saída do Reino Unido da União Europeia. Procura é
tanta, que o site chegou a estar offline.
A petição que apela à revogação do Artigo 50º, que prevê a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), estava esta quinta-feira de manhã a registar um aumento significativo no número de signatários, de tal forma que o site do governo britânico chegou a ficar indisponível, segundo o jornal The Guardian. Desde esta quarta-feira à noite, a petição recebe cerca de 1500 assinaturas por minuto. Já conta com mais de um milhão de subscritores.
"O governo alega repetidamente que sair da União Europeia é a 'vontade do povo'. Precisamos acabar com esta alegação ao mostrar a força do apoio público agora para ficar na União Europeia. Um voto do povo [segundo referendo pode não acontecer - por isso votem agora", diz o texto da petição, criado por Margaret Anne Georgiadou.
A autora disse à BBC que criou a petição porque se sentia "frustrada" por enquanto crítica do Brexit ter sido "silenciada e ignorada" durante tanto tempo. "Por isso acho que agora é como a rutura de uma barragem", já que os britânicos sentem que é a última oportunidade.
O artigo 50 do Tratado de Lisboa, em vigor desde 1 de dezembro de 2009, prevê a possibilidade de qualquer Estado sair de forma voluntária e unilateral da União Europeia.
Em dezembro, o Tribunal Europeu de Justiça decidiu que o Reino Unido pode unilateralmente revogar o artigo 50, sem o consentimento dos restantes 27, ao contrário do que acontece com o pedido de extensão do prazo que exige o consenso de todos. A primeira-ministra Theresa May pediu uma extensão de três meses do prazo.
"Em manutenção", informava uma mensagem colocada no site desde as desde as 9:00. Ao utilizador era pedido: "tente novamente mais tarde". Pelas 12.00, o site já parecia estar operacional, mas as falhas ainda eram constantes.
"O site de petições está a passar por dificuldades técnicas, estamos a trabalhar para as corrigir urgentemente. [Estas dificuldades] foram causadas por uma sobrecarga do sistema", tinha dito ao The Guardian um porta-voz da Câmara dos Comuns.
Segundo o site, o Parlamento britânico tem que considerar a debate todas as petições que conseguem mais de 100 mil assinaturas. Já o governo responde a todas as petições que conseguem mais de dez mil assinaturas.
O chefe da diplomacia britânica, Jeremy Hunt, disse à rádio BBC 4, que revogar o Artigo 50º é possível mas "altamente improvável".
Em Bruxelas, Jeremy Corbyn, líder do Labour, foi questionado, de forma insistente, pelos jornalistas, sobre este tema. E recusou descartar a hipótese de revogação do Artigo 50º, noticiou o jornal britânico The Independent. O dirigente trabalhista declarou apenas: "Isso são apenas hipóteses. Neste momento estamos preocupados em construir uma maioria para ter uma solução de acordo e é nisso que estamos a trabalhar agora (...) Achamos que o que nós propomos pode ser aprovado no Parlamento britânico, acreditamos que somos capazes de construir uma maioria que consiga prevenir uma saída desordenada e todo o caos que daí surja".
A petição estava a recolher mais assinaturas em zonas onde existe uma forte campanha anti-Brexit, segundo Tom Forth, membro do Instituto Leeds. A petição é apoiada por figuras públicas como Hugh Grant, Jennifer Saunders e Brian Cox, com vários deputados do Parlamento britânico a pedirem também aos seus eleitores que a assinassem.
Esta não é a primeira vez que uma petição contra o Brexit reúne muitas assinaturas. Antes do referendo, em 2016, mais de quatro milhões de pessoas pediram ao Governo que fizesse uma segunda consulta à população caso menos de 60% dos eleitores votasse a favor da saída do Reino Unido da UE.
in DN
A petição que apela à revogação do Artigo 50º, que prevê a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), estava esta quinta-feira de manhã a registar um aumento significativo no número de signatários, de tal forma que o site do governo britânico chegou a ficar indisponível, segundo o jornal The Guardian. Desde esta quarta-feira à noite, a petição recebe cerca de 1500 assinaturas por minuto. Já conta com mais de um milhão de subscritores.
"O governo alega repetidamente que sair da União Europeia é a 'vontade do povo'. Precisamos acabar com esta alegação ao mostrar a força do apoio público agora para ficar na União Europeia. Um voto do povo [segundo referendo pode não acontecer - por isso votem agora", diz o texto da petição, criado por Margaret Anne Georgiadou.
A autora disse à BBC que criou a petição porque se sentia "frustrada" por enquanto crítica do Brexit ter sido "silenciada e ignorada" durante tanto tempo. "Por isso acho que agora é como a rutura de uma barragem", já que os britânicos sentem que é a última oportunidade.
O artigo 50 do Tratado de Lisboa, em vigor desde 1 de dezembro de 2009, prevê a possibilidade de qualquer Estado sair de forma voluntária e unilateral da União Europeia.
Em dezembro, o Tribunal Europeu de Justiça decidiu que o Reino Unido pode unilateralmente revogar o artigo 50, sem o consentimento dos restantes 27, ao contrário do que acontece com o pedido de extensão do prazo que exige o consenso de todos. A primeira-ministra Theresa May pediu uma extensão de três meses do prazo.
"Em manutenção", informava uma mensagem colocada no site desde as desde as 9:00. Ao utilizador era pedido: "tente novamente mais tarde". Pelas 12.00, o site já parecia estar operacional, mas as falhas ainda eram constantes.
"O site de petições está a passar por dificuldades técnicas, estamos a trabalhar para as corrigir urgentemente. [Estas dificuldades] foram causadas por uma sobrecarga do sistema", tinha dito ao The Guardian um porta-voz da Câmara dos Comuns.
Segundo o site, o Parlamento britânico tem que considerar a debate todas as petições que conseguem mais de 100 mil assinaturas. Já o governo responde a todas as petições que conseguem mais de dez mil assinaturas.
O chefe da diplomacia britânica, Jeremy Hunt, disse à rádio BBC 4, que revogar o Artigo 50º é possível mas "altamente improvável".
Em Bruxelas, Jeremy Corbyn, líder do Labour, foi questionado, de forma insistente, pelos jornalistas, sobre este tema. E recusou descartar a hipótese de revogação do Artigo 50º, noticiou o jornal britânico The Independent. O dirigente trabalhista declarou apenas: "Isso são apenas hipóteses. Neste momento estamos preocupados em construir uma maioria para ter uma solução de acordo e é nisso que estamos a trabalhar agora (...) Achamos que o que nós propomos pode ser aprovado no Parlamento britânico, acreditamos que somos capazes de construir uma maioria que consiga prevenir uma saída desordenada e todo o caos que daí surja".
A petição estava a recolher mais assinaturas em zonas onde existe uma forte campanha anti-Brexit, segundo Tom Forth, membro do Instituto Leeds. A petição é apoiada por figuras públicas como Hugh Grant, Jennifer Saunders e Brian Cox, com vários deputados do Parlamento britânico a pedirem também aos seus eleitores que a assinassem.
Esta não é a primeira vez que uma petição contra o Brexit reúne muitas assinaturas. Antes do referendo, em 2016, mais de quatro milhões de pessoas pediram ao Governo que fizesse uma segunda consulta à população caso menos de 60% dos eleitores votasse a favor da saída do Reino Unido da UE.
in DN
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