sexta-feira, 22 de março de 2019

Uma de hoje

Brexit: sete alternativas se deputados rejeitarem acordo de May

A primeira-ministra estará a considerar dar aos deputados várias opções de escolha, para indicarem qual a solução que preferem. União Europeia aceitou adiar o Brexit até 22 de maio se aprovarem o acordo na próxima semana. Caso contrário Londres terá de apresentar uma alternativa até dia 12 de abril.

 in DN

Números

Grupo TAP fez voo rasante em 2018. Do lucro a um prejuízo de 118 milhões de euros

O grupo TAP registou, em 2018, um prejuízo de 118 milhões de euros, valor que compara com um lucro de 21,2 milhões de euros registado no ano anterior, foi hoje anunciado.

"Tivemos um prejuízo líquido consolidado de 118 milhões de euros [...]. Os resultados vão além do prejuízo, já que a empresa não causa impacto somente através do seu resultado financeiro", disse o presidente da Comissão Executiva da TAP, Antonoaldo Neves, que falava aos jornalistas, em Lisboa.

Por sua vez, a receita do grupo passou de 2.978 milhões de euros em 2017 para 3.251 milhões de euros em 2018, traduzindo-se num aumento de 273 milhões de euros, mais 9,1% face ao período homólogo.

"O ano de 2018 foi difícil para a TAP quer em termos operacionais, quer em termos económicos e financeiros, mas foi um ano que não comprometeu o nosso futuro. Um ano que nos permitiu continuar a criar raízes para que o plano estratégico possa ser implementado como previsto", indicou, por sua vez, o presidente do Conselho de Administração da TAP, Miguel Frasquilho.

Os prejuízos da TAP ficam a dever-se, em larga medida, à contratação de pilotos e ao aumento do preço do combustível. Na apresentação de resultados da empresa, o administrador com o pelouro financeiro, Raffael Alves, explicou a subida dos custos com o abastecimento dos aviões: "32% a mais de preço no combustível significa 168 milhões de euros a mais de custo para a empresa, somente por conta do preço".

Raffael Alves explicou ainda outro factor que pesou nas contas de 2018: um investimento na contratação de muitos pilotos.

"Contratámos 252 pilotos, parte disso para acautelar aquela falta que existia no final de 2017, de 122 pilotos. A formação de um piloto demora algo entre seis meses e um ano e meio. Esses pilotos que foram contratados ao longo do ano passado alguns deles foram largados no final do ano passado e outros estão sendo largados agora. Por isso, é que a nossa performance em 2019 está a ser muito melhor do que nos anos anteriores."

Miguel Frasquilho, presidente não executivo da TAP, garante que estes prejuízos acontecem porque a transportadora decidiu manter em curso um plano de investimento cujo objetivo é garantir que no futuro não existam resultados negativos desta dimensão.

"Foi difícil, foi desafiante. Em termos de resultados, não correu como tinha sido previsto, por motivos exógenos e por motivos endógenos. Foi um ano em que a TAP não comprometeu o seu futuro. Pelo contrário, preparámos o futuro. A TAP optou por não crucificar a execição do seu plano estratégico, plano de transformação que está em curso desde 2016. Escolheu manter o conjunto de investimentos previstos e que ajudarão aque, em termos de resultados, 2018 não se repita."

in TSF

Abba Mia!

Waterloo


No Reino da Águia


Ontem realizou-se a entrega dos Galardões Cosme Damião e o espetáculo, que também comemorou os 115 anos do Glorioso, teve vários momentos musicais.
Esta interpretação do Hino do Benfica pela voz da Marisa Liz, com o maestro Nuno Feist ao piano, arrepia qualquer benfiquista.

Frio, mas bom

In My Place


Caderneta de Cromos

Cromo 70 - Viciados nos Clássicos


Um olhar alentejano

Quem me conhece mais de perto sabe que sou um defensor dos transportes públicos.
Sempre que posso, o carro fica à porta e utilizo o transporte coletivo.
Enquanto no ativo, como empregado por contra de outrém, foram muitos anos a utilizar os serviços da CP.
Se fizer um balanço desses tempos, apesar dos inevitáveis atrasos, dos que são evitáveis e as greves - que quase todo a gente faz - o custo/benefício é bastante agradável.
Mais recentemente, nesta terceira fase da minha vida, sempre que tal é viável, apanho boleia para Évora e lá vou no Intercidades até Lisboa e daí para onde necessitar, também de comboio ou noutro transporte.
Gosto deste serviço!
Carruagens cómodas, bancos confortáveis, facilidade na aquisição, possibilidade, também online, de alterar uma data e wifi free
Aqui é que a porca torce o rabo!
Por exemplo, ligamos o portátil para escrever um texto do Tio Jorge.
Procuramos a rede da CP.
Cá está ela.
Bom, se não tivermos uma alternativa connosco, o texto já era.
Senhores da CP, é feio prometer o que não há ou não tem a qualidade necessária.
Wifi free, não existe, só mesmo fria, muito fria.
Um trocadilho parvo para terminar.

À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Mixórdia Alves Fernandes

Ativista anti-vacinação


Sensual


Imagens


Jurgen Klopp, treinador do Liverpool, durante o jogo com o Fullham, no Craven Cottage em Londres.

17/03/2019

O disco no gelo

 

Os cestos da NBA

quinta-feira, 21 de março de 2019

Pedalando por aí

37th Volta ao Alentejo (2.2)
Stage 2  »  Mértola  ›  Odemira   (182.8k)

GERAL

Talento aos Pontapés

Se Não Tens Abrigo

Outros Mundos d'A Bola

Continua o drama em Moçambique, com 30 portugueses por localizar na Beira, sendo que Portugal vai enviar dois C-130 com ajuda.

O antigo líder sérvio-bósnio Radovan Karadzic foi condenado pelo Tribunal de Haia a prisão perpétua, sem possibilidade de recurso. Karadzic tinha sido condenado a 40 anos em maio de 2016, recorreu, mas a pena foi agravada.

Muitos neozelandeses estão a entregar voluntariamente armas que tinham em casa, na sequência do recente atentado, com o executivo de Wellington a ponderar proibir a posse de caçadeiras e armas semiautomáticas.

Pelo segundo ano consecutivo a Finlândia foi considerada a nação com os cidadãos mais felizes, seguida da Dinamarca e Noruega. Neste ranking da ONU, Portugal ficou em 66º.

Vamos às rápidas. Em Itália um homem foi detido depois de sequestrar e incendiar um autocarro escolar, a companhia aérea angolana vai ser privatizada parcialmente, a professora que divulgou um exame de Português aos alunos foi demitida e Astana - capital do Cazaquistão - vai chamar-se Nursultan.

Uma de hoje

Ex-presidente Michel Temer foi detido

Ex-presidente foi detido ao abrigo da investigação da Lava Jato. Depois de Lula da Silva, este é o segundo ex-presidente preso por corrupção no Brasil.
 
 in DN

Números

Mais de um milhão de britânicos entopem site de petições do governo a pedir revogação do Artigo 50

Mais de um milhão de pessoas assinaram, desde esta quarta-feira à noite, a petição para impedir a saída do Reino Unido da União Europeia. Procura é tanta, que o site chegou a estar offline.

A petição que apela à revogação do Artigo 50º, que prevê a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), estava esta quinta-feira de manhã a registar um aumento significativo no número de signatários, de tal forma que o site do governo britânico chegou a ficar indisponível, segundo o jornal The Guardian. Desde esta quarta-feira à noite, a petição recebe cerca de 1500 assinaturas por minuto. Já conta com mais de um milhão de subscritores.

"O governo alega repetidamente que sair da União Europeia é a 'vontade do povo'. Precisamos acabar com esta alegação ao mostrar a força do apoio público agora para ficar na União Europeia. Um voto do povo [segundo referendo pode não acontecer - por isso votem agora", diz o texto da petição, criado por Margaret Anne Georgiadou.

A autora disse à BBC que criou a petição porque se sentia "frustrada" por enquanto crítica do Brexit ter sido "silenciada e ignorada" durante tanto tempo. "Por isso acho que agora é como a rutura de uma barragem", já que os britânicos sentem que é a última oportunidade.

O artigo 50 do Tratado de Lisboa, em vigor desde 1 de dezembro de 2009, prevê a possibilidade de qualquer Estado sair de forma voluntária e unilateral da União Europeia.

Em  dezembro, o Tribunal Europeu de Justiça decidiu que o Reino Unido pode unilateralmente revogar o artigo 50, sem o consentimento dos restantes 27, ao contrário do que acontece com o pedido de extensão do prazo que exige o consenso de todos. A primeira-ministra Theresa May pediu uma extensão de três meses do prazo.

"Em manutenção", informava uma mensagem colocada no site desde as desde as 9:00. Ao utilizador era pedido: "tente novamente mais tarde". Pelas 12.00, o site já parecia estar operacional, mas as falhas ainda eram constantes.

"O site de petições está a passar por dificuldades técnicas, estamos a trabalhar para as corrigir urgentemente. [Estas dificuldades] foram causadas por uma sobrecarga do sistema", tinha dito ao The Guardian um porta-voz da Câmara dos Comuns.

Segundo o site, o Parlamento britânico tem que considerar a debate todas as petições que conseguem mais de 100 mil assinaturas. Já o governo responde a todas as petições que conseguem mais de dez mil assinaturas.

O chefe da diplomacia britânica, Jeremy Hunt, disse à rádio BBC 4, que revogar o Artigo 50º é possível mas "altamente improvável".

Em Bruxelas, Jeremy Corbyn, líder do Labour, foi questionado, de forma insistente, pelos jornalistas, sobre este tema. E recusou descartar a hipótese de revogação do Artigo 50º, noticiou o jornal britânico The Independent. O dirigente trabalhista declarou apenas: "Isso são apenas hipóteses. Neste momento estamos preocupados em construir uma maioria para ter uma solução de acordo e é nisso que estamos a trabalhar agora (...) Achamos que o que nós propomos pode ser aprovado no Parlamento britânico, acreditamos que somos capazes de construir uma maioria que consiga prevenir uma saída desordenada e todo o caos que daí surja".

A petição estava a recolher mais assinaturas em zonas onde existe uma forte campanha anti-Brexit, segundo Tom Forth, membro do Instituto Leeds. A petição é apoiada por figuras públicas como Hugh Grant, Jennifer Saunders e Brian Cox, com vários deputados do Parlamento britânico a pedirem também aos seus eleitores que a assinassem.

Esta não é a primeira vez que uma petição contra o Brexit reúne muitas assinaturas. Antes do referendo, em 2016, mais de quatro milhões de pessoas pediram ao Governo que fizesse uma segunda consulta à população caso menos de 60% dos eleitores votasse a favor da saída do Reino Unido da UE.

in DN

Abba Mia!

One Of Us