quinta-feira, 4 de abril de 2019
Um olhar alentejano
Esta é uma situação que se repete, principalmente nos canais de informação.
Passarem uma notícia escrita ontem, que, geralmente, está desatualizada no dia seguinte.
Mas há exageros.
Há dias, Portugal discutia o apuramento para o Europeu de sub-17, em futebol.
Tratava-se de oito grupos, em que eram apurados os primeiros classificados e os sete melhores segundos, ou seja, apenas um segundo classificado ficava de fora.
No dia da última jornada, alguns grupos jogavam de manhã, sendo que o de Portugal era só à tarde.
Conhecidos os resultados dos grupos matinais, os jovens portugueses garantiram, antes de jogarem com a Rússia, a presença na fase final, notícia que foi transmitida pela RTP3 à hora de almoço.
À tarde a seleção nacional venceu os russos e garantiu, também, o 1º lugar do grupo.
No dia seguinte, à mesma hora e no mesmo canal, passou exatamente a mesma notícia, dizendo que mesmo sem jogar com a Rússia já estávamos apurados.
Não satisfeitos, às 5 da tarde ainda continuavam a dizer os mesmos disparates.
Pois é, o problema é que Portugal já tinha jogado no dia anterior.
Isto só tem um nome: incompetência!
Com a gravidade de acontecer num canal pago com os nossos impostos.
Passarem uma notícia escrita ontem, que, geralmente, está desatualizada no dia seguinte.
Mas há exageros.
Há dias, Portugal discutia o apuramento para o Europeu de sub-17, em futebol.
Tratava-se de oito grupos, em que eram apurados os primeiros classificados e os sete melhores segundos, ou seja, apenas um segundo classificado ficava de fora.
No dia da última jornada, alguns grupos jogavam de manhã, sendo que o de Portugal era só à tarde.
Conhecidos os resultados dos grupos matinais, os jovens portugueses garantiram, antes de jogarem com a Rússia, a presença na fase final, notícia que foi transmitida pela RTP3 à hora de almoço.
À tarde a seleção nacional venceu os russos e garantiu, também, o 1º lugar do grupo.
No dia seguinte, à mesma hora e no mesmo canal, passou exatamente a mesma notícia, dizendo que mesmo sem jogar com a Rússia já estávamos apurados.
Não satisfeitos, às 5 da tarde ainda continuavam a dizer os mesmos disparates.
Pois é, o problema é que Portugal já tinha jogado no dia anterior.
Isto só tem um nome: incompetência!
Com a gravidade de acontecer num canal pago com os nossos impostos.
À volta da Comercial
No Dia Internacional do Livro Infantil, as Manhãs recriaram, à sua maneira, quatro histórias infantis.
Carreguem no link e divirtam-se.
http://radiocomercial.iol.pt/artigo/10927/e-se-a-capuchinho-vermelho-tivesse-uma-start-up?fbclid=IwAR2vd2aX_jpCosd6ouKadhtpCe6sYqwXCI6GNYXoClYzwMpRVLbwYjzq0Dg
Carreguem no link e divirtam-se.
http://radiocomercial.iol.pt/artigo/10927/e-se-a-capuchinho-vermelho-tivesse-uma-start-up?fbclid=IwAR2vd2aX_jpCosd6ouKadhtpCe6sYqwXCI6GNYXoClYzwMpRVLbwYjzq0Dg
Imagens
Jogo da Liga norte-americana de baseball, entre os Arizona Diamondbacks e os Los Angeles Dodgers, no Dodger Stadium, Loa Angeles.
28/03/2019
quarta-feira, 3 de abril de 2019
No Reino da Águia
Jogo da 2ª mão das meias-finais da Taça de Portugal em Alvalade, depois de na Luz o Benfica ter vencido (2-1).
Começou melhor o Sporting, tentando a meia distância, mas sem acertar na baliza, equilibrou o Benfica, teve as melhores oportunidades, mas com pouca pontaria, numa primeira parte onde Gabriel saiu lesionado.
A segunda metade foi pior que a primeira, mas o Sporting conseguiu marcar e apurar-se para a final.
Hugo Miguel esteve péssimo no capítulo disciplinar, ficando por mostrar vermelho a Coates - ainda na primeira parte, agressão a Rafa - e Acuña.
Começou melhor o Sporting, tentando a meia distância, mas sem acertar na baliza, equilibrou o Benfica, teve as melhores oportunidades, mas com pouca pontaria, numa primeira parte onde Gabriel saiu lesionado.
A segunda metade foi pior que a primeira, mas o Sporting conseguiu marcar e apurar-se para a final.
Hugo Miguel esteve péssimo no capítulo disciplinar, ficando por mostrar vermelho a Coates - ainda na primeira parte, agressão a Rafa - e Acuña.
Pedalando por aí
74th Dwars door Vlaanderen - A travers la Flandre (1.UWT)
One day race » Roeselare › Waregem (182.8k)
One day race » Roeselare › Waregem (182.8k)
Outros Mundos d'A Bola
O avião da Força Aérea Portuguesa (FAP) que invadiu o espaço aéreo finlandês, "entrou inadvertidamente", segundo fonte da FAP. Provavelmente, o piloto estava distraído a olhar para o telemóvel.
A companhia aérea Emirates volta a recrutar em Portugal, para tripulação de bordo. Os interessados podem aparecer, desde que tenham um alcance de braço de 212 centímetros. Deve ser para chegarem com o copo ao passageiro que vai à janela.
Uma selfie histórica tirada em Skopje, com os primeiros-ministros da Grécia e da Macedónia do Norte.
A linha do Norte da CP vai ser modernizada no troço entre Ovar e Gaia.
Vamos olhar para as rápida, começando com música.
Milton Nascimento volta aos Coliseus e escoceses Primal Sceam vão ao NOS Alive
Quem não vai tão depressa ao Irão é humorista Diogo Faro, que foi deportado "por ser comediante".
O número de mortes em Moçambique aproxima-se das 600, sendo que os filhos do jornalista Jamal Khasshoggi, morto no consulado da Arábia Saudita em Istambul, estarão "a receber pagamentos mensais avultados ...", segundo o The Washington Post.
A companhia aérea Emirates volta a recrutar em Portugal, para tripulação de bordo. Os interessados podem aparecer, desde que tenham um alcance de braço de 212 centímetros. Deve ser para chegarem com o copo ao passageiro que vai à janela.
Uma selfie histórica tirada em Skopje, com os primeiros-ministros da Grécia e da Macedónia do Norte.
A linha do Norte da CP vai ser modernizada no troço entre Ovar e Gaia.
Vamos olhar para as rápida, começando com música.
Milton Nascimento volta aos Coliseus e escoceses Primal Sceam vão ao NOS Alive
Quem não vai tão depressa ao Irão é humorista Diogo Faro, que foi deportado "por ser comediante".
O número de mortes em Moçambique aproxima-se das 600, sendo que os filhos do jornalista Jamal Khasshoggi, morto no consulado da Arábia Saudita em Istambul, estarão "a receber pagamentos mensais avultados ...", segundo o The Washington Post.
Uma de hoje
Até ao fim do ano, Portugal vai quadruplicar os efetivos militares dedicados à ciberdefesa
Números
Seis anos depois, museu de Roma recupera tesouro avaliado em 3 milhões de euros
É
uma história rocambolesca, quase que uma novela policial. Envolve uma
suspeita russa e um ladrão, que no leito de morte, confiou à esposa a
parte mais preciosa do roubo. A verdade é que, seis anos depois do
roubo, as autoridades desconhecem quem o encomendou.
As "Joias Castellani", obras-primas da
ourivesaria, estão finalmente de volta à Sala della Fortuna, no Museu
Nacional Etrusco, em Roma. Um espólio que inclui brincos, pregadeiras,
anéis e colares avaliados em mais de três milhões de euros.
As jóias, em parte cópias de trabalhos etruscos, pertencem à coleção doada ao museu em 1919 pela família Castellani, ourives romanos do século XIX. Por ocasião do sexto aniversário do roubo, o museu e a policia italiana anunciam a conclusão da investigação e apresentam a última descoberta: um colar de ouro com esmeraldas, rubis e pérolas, que um dos ladrões entregou à esposa, pouco antes de morrer.
Parte das jóias, roubadas numa noite tempestuosa na véspera da Páscoa de 2013, já tinham sido recuperadas numa primeira fase da investigação. Agora, completa-se a coleção.
Embora o processo ainda esteja a decorrer, como informou a procuradora do Ministério Público romano, a investigação pode finalmente ser concluída. "Este é um daqueles casos em que, se eu detalhasse seis anos de investigação, ninguém ficaria entediado", disse Tiziana Cugini, responsável pelo caso. "É complicado, cheio de reviravoltas", acrescentou.
Antes da meia-noite de 30 de março de 2013, três homens encapuzados e equipados com machados e granadas de fumo entraram no museu através do jardim, "lançando o pânico", lembrou Ezio Belloni, um dos seguranças de serviço naquela noite. "Honestamente, foi terrível ver a destruição", disse o segurança.
Convencidos de que o roubo foi encomendado, os investigadores centraram as suas atenções numa mulher russa que tinha manifestado grande interesse pela coleção. Massimo Maresca, ex-comandante da policia italiana, revela que a suspeita confessara a antiquários que estava "disposta a pagar qualquer preço pela coleção".
A mulher chegou a ser detida no aeroporto Fiumicino de Roma, a caminho da Rússia, após o roubo, e a polícia encontrou fotografias da coleção, bem como das câmaras de segurança na sala que abrigava a exposição e das saídas do museu, no seu telemóvel. Mas nunca houve provas suficientes para prender a suspeita russa, que acabou por ser autorizada a viajar.
Os investigadores concluíram que os perpetradores não eram ladrões especializados em arte, "mas ladrões comuns que lidavam com roubos e tráfico de droga". Os criminosos tentaram vender os artefactos no mercado negro, mas "essas tentativas não foram bem-sucedidas", afirma a procuradora Cugini. Os investigadores continuam a acreditar que os ladrões trabalhavam em nome de alguém que encomendou o assalto, mas não sabem ao certo quem está por trás do roubo.
A partir de 3 de maio, as "Joias Castellani" voltam a percorrer Itália, mas desta vez de forma oficial, numa exposição itinerante.
in TSF
As jóias, em parte cópias de trabalhos etruscos, pertencem à coleção doada ao museu em 1919 pela família Castellani, ourives romanos do século XIX. Por ocasião do sexto aniversário do roubo, o museu e a policia italiana anunciam a conclusão da investigação e apresentam a última descoberta: um colar de ouro com esmeraldas, rubis e pérolas, que um dos ladrões entregou à esposa, pouco antes de morrer.
Parte das jóias, roubadas numa noite tempestuosa na véspera da Páscoa de 2013, já tinham sido recuperadas numa primeira fase da investigação. Agora, completa-se a coleção.
Embora o processo ainda esteja a decorrer, como informou a procuradora do Ministério Público romano, a investigação pode finalmente ser concluída. "Este é um daqueles casos em que, se eu detalhasse seis anos de investigação, ninguém ficaria entediado", disse Tiziana Cugini, responsável pelo caso. "É complicado, cheio de reviravoltas", acrescentou.
Antes da meia-noite de 30 de março de 2013, três homens encapuzados e equipados com machados e granadas de fumo entraram no museu através do jardim, "lançando o pânico", lembrou Ezio Belloni, um dos seguranças de serviço naquela noite. "Honestamente, foi terrível ver a destruição", disse o segurança.
Convencidos de que o roubo foi encomendado, os investigadores centraram as suas atenções numa mulher russa que tinha manifestado grande interesse pela coleção. Massimo Maresca, ex-comandante da policia italiana, revela que a suspeita confessara a antiquários que estava "disposta a pagar qualquer preço pela coleção".
A mulher chegou a ser detida no aeroporto Fiumicino de Roma, a caminho da Rússia, após o roubo, e a polícia encontrou fotografias da coleção, bem como das câmaras de segurança na sala que abrigava a exposição e das saídas do museu, no seu telemóvel. Mas nunca houve provas suficientes para prender a suspeita russa, que acabou por ser autorizada a viajar.
Os investigadores concluíram que os perpetradores não eram ladrões especializados em arte, "mas ladrões comuns que lidavam com roubos e tráfico de droga". Os criminosos tentaram vender os artefactos no mercado negro, mas "essas tentativas não foram bem-sucedidas", afirma a procuradora Cugini. Os investigadores continuam a acreditar que os ladrões trabalhavam em nome de alguém que encomendou o assalto, mas não sabem ao certo quem está por trás do roubo.
A partir de 3 de maio, as "Joias Castellani" voltam a percorrer Itália, mas desta vez de forma oficial, numa exposição itinerante.
in TSF
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