Um pequeno esclarecimento em relação ao título deste post.
Eu tenho um sistema de apoio ao acordar: chama-se Pizzi.
sexta-feira, 3 de maio de 2019
quinta-feira, 2 de maio de 2019
Pedalando por aí
73rd Tour de Romandie (2.UWT)
Stage 2 » Le Locle › Morges (174.4k)
GERAL
5th Tour de Yorkshire (2.HC)
Stage 1 » Doncaster › Selby (182.5k)
Stage 2 » Le Locle › Morges (174.4k)
GERAL
5th Tour de Yorkshire (2.HC)
Stage 1 » Doncaster › Selby (182.5k)
Outros Mundos d'A Bola
No discurso do 1º de Maio, o líder da CGTP, Arménio Carlos, defendeu que o ordenado mínimo nacional deve ser de 850 euros.
Não será muito?
Julian Assange foi condenado, pelo tribunal de Southwark, a 50 semanas de prisão por ter andado fugido das autoridades.
Não foi muito?
O FBI quer apanhar o hacker mais procurado do mundo, oferecendo 2,6 milhões de euros por informações sobre o seu paradeiro.
Não será muito?
Centenas de manifestantes foram detidos pela polícia francesa durante a manifestação do 1º de Maio.
Não foram muitos?
Maha Vajiralongkorn vai ser coroado com o rei da Tailândia e anunciou a nomeação de Suthida, a quarta mulher, como a rainha.
Não serão muitas?
Não será muito?
Julian Assange foi condenado, pelo tribunal de Southwark, a 50 semanas de prisão por ter andado fugido das autoridades.
Não foi muito?
O FBI quer apanhar o hacker mais procurado do mundo, oferecendo 2,6 milhões de euros por informações sobre o seu paradeiro.
Não será muito?
Centenas de manifestantes foram detidos pela polícia francesa durante a manifestação do 1º de Maio.
Não foram muitos?
Maha Vajiralongkorn vai ser coroado com o rei da Tailândia e anunciou a nomeação de Suthida, a quarta mulher, como a rainha.
Não serão muitas?
Números
Sindicalistas da PSP tiveram mais 6.500 dispensas em 2018 do que no ano anterior
Atualmente, existem 18 sindicatos na PSP e 3.680 delegados e dirigentes sindicais, num universo de quase 21 mil agentes.
in TSF
Os delegados e dirigentes sindicais da
PSP tiveram direito a mais 6.500 dias de dispensa para atividade
sindical no ano passado, quando comparado com o que aconteceu em 2017.
Os dados, avançados pelo jornal Público, são da própria Polícia de
Segurança Pública e refletem o aumento do número de sindicatos.
Hoje, a PSP tem 18 sindicatos, mas já há mais um caminho. E com mais um sindicato vai também aumentar o número de delegados e dirigentes sindicais na PSP. Atualmente, são 3.680 num universo de quase 21 mil agentes.
Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia, considera que este número de sindicatos é excessivo.
Em declarações ao jornal Público, o dirigente sindical sublinha que a quantidade de sindicatos que existe acaba por descredibilizar o movimento sindical no seio da instituição. E justifica com um exemplo: as dispensas a que os representantes dos sindicatos têm direito (quatro por mês) são muitas vezes usadas para outros fins que não para o desempenho da atividade sindical.
No ano passado, o número de dias de dispensa dos diferentes dirigentes chegou aos 42 mil e 500, mais 6.500 do que no ano anterior. Números que deverão ter os dias contados, assim seja aprovada a proposta de lei que está no Parlamento de regulação do exercício da liberdade sindical na PSP.
O diploma vem limitar o número de dispensas a que os dirigentes têm direito e exige um número mínimo de associados, mil por sindicato. Só as organizações que cumpram este requisito terão capacidade negocial.
Paulo Rodrigues estima que assim que a nova lei seja aprovada só quatro ou cinco dos 18 sindicatos passarão a ser interlocutores junto da tutela.
Hoje, a PSP tem 18 sindicatos, mas já há mais um caminho. E com mais um sindicato vai também aumentar o número de delegados e dirigentes sindicais na PSP. Atualmente, são 3.680 num universo de quase 21 mil agentes.
Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia, considera que este número de sindicatos é excessivo.
Em declarações ao jornal Público, o dirigente sindical sublinha que a quantidade de sindicatos que existe acaba por descredibilizar o movimento sindical no seio da instituição. E justifica com um exemplo: as dispensas a que os representantes dos sindicatos têm direito (quatro por mês) são muitas vezes usadas para outros fins que não para o desempenho da atividade sindical.
No ano passado, o número de dias de dispensa dos diferentes dirigentes chegou aos 42 mil e 500, mais 6.500 do que no ano anterior. Números que deverão ter os dias contados, assim seja aprovada a proposta de lei que está no Parlamento de regulação do exercício da liberdade sindical na PSP.
O diploma vem limitar o número de dispensas a que os dirigentes têm direito e exige um número mínimo de associados, mil por sindicato. Só as organizações que cumpram este requisito terão capacidade negocial.
Paulo Rodrigues estima que assim que a nova lei seja aprovada só quatro ou cinco dos 18 sindicatos passarão a ser interlocutores junto da tutela.
in TSF
Um olhar alentejano
Tomei-lhe o gosto e continuo no campo dos feriados.
Como temos conversa esticada, vamos dividir isto em dois capítulos.
Vou olhar para evolução dos feriados em Portugal, após a implantação da República em 5 de outubro de 1910.
Uma semana após a revolução acabaram os feriados religiosos e ficaram apenas 5 dias de folga nacional: 1º de janeiro, 31 de janeiro (data da revolta republicana do Porto), o 5 de outubro, 1º de dezembro (única celebração civil vinda da monarquia, aceite pelos republicanos) e o dia de Natal.
O mesmo decreto permitia aos municípios escolherem um dia para as celebrações locais, origem dos feriados municipais.
Ou seja, com a chegada da República, reduzem-se a cinco os feriados nacionais.
Mas esta austeridade durou pouco e, lentamente, foram-se acrescentando dias de ócio, até aos atuais 13 (6 civis e 7 religiosos).
Em 1912 foi criado o 3 de maio para celebrar a descoberta do Brasil, em 1929, já sob a ditadura que levaria ao Estado Novo, o feriado municipal de Lisboa passa a nacional, nascendo o 10 de junho, que começou como Dia de Camões e Portugal, passou para Dia de Camões, de Portugal e da Raça em 1944, e desde 1978 é o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.
Amanhã há mais.
Como temos conversa esticada, vamos dividir isto em dois capítulos.
Vou olhar para evolução dos feriados em Portugal, após a implantação da República em 5 de outubro de 1910.
Uma semana após a revolução acabaram os feriados religiosos e ficaram apenas 5 dias de folga nacional: 1º de janeiro, 31 de janeiro (data da revolta republicana do Porto), o 5 de outubro, 1º de dezembro (única celebração civil vinda da monarquia, aceite pelos republicanos) e o dia de Natal.
O mesmo decreto permitia aos municípios escolherem um dia para as celebrações locais, origem dos feriados municipais.
Ou seja, com a chegada da República, reduzem-se a cinco os feriados nacionais.
Mas esta austeridade durou pouco e, lentamente, foram-se acrescentando dias de ócio, até aos atuais 13 (6 civis e 7 religiosos).
Em 1912 foi criado o 3 de maio para celebrar a descoberta do Brasil, em 1929, já sob a ditadura que levaria ao Estado Novo, o feriado municipal de Lisboa passa a nacional, nascendo o 10 de junho, que começou como Dia de Camões e Portugal, passou para Dia de Camões, de Portugal e da Raça em 1944, e desde 1978 é o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.
Amanhã há mais.
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