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sexta-feira, 3 de maio de 2019
Pedalando por aí
Outros Mundos d'A Bola
Nicolas Maduro desfilou nas ruas com militares e afirmou que o golpe de Juan Guaidó falhou.
Não podemos extraditá-lo?
Julian Assange foi ouvido perante um Tribunal em Londres, num caso que levará vários meses a ser avaliado.
Este não quer ser extraditado.
A Polícia Judiciária está a investigar uma possível fraude com fundos comunitários, desviados para a compra de bens de luxo.
Isto era extraditá-los!
Um congressista democrata ofereceu uma galinha de loiça ao procurador-geral William Barr, animal associado à cobardia nos Estados Unidos.
É extraditá-la, mais o Barr, para a Rússia.
Nas rápidas, os partidos da oposição garantiram a contagem integral do tempo de serviço dos professores, foi detetado um caso de Gripe A em Angola, o mais recente filme de Quentin Tarantino vai a concurso em Cannes e os presidentes de França e Itália reuniram-se para assinalar os 500 anos da morte de Leonardo da Vinci.
Não podemos extraditá-lo?
Julian Assange foi ouvido perante um Tribunal em Londres, num caso que levará vários meses a ser avaliado.
Este não quer ser extraditado.
A Polícia Judiciária está a investigar uma possível fraude com fundos comunitários, desviados para a compra de bens de luxo.
Isto era extraditá-los!
Um congressista democrata ofereceu uma galinha de loiça ao procurador-geral William Barr, animal associado à cobardia nos Estados Unidos.
É extraditá-la, mais o Barr, para a Rússia.
Nas rápidas, os partidos da oposição garantiram a contagem integral do tempo de serviço dos professores, foi detetado um caso de Gripe A em Angola, o mais recente filme de Quentin Tarantino vai a concurso em Cannes e os presidentes de França e Itália reuniram-se para assinalar os 500 anos da morte de Leonardo da Vinci.
Números
"Um golpe a oito mãos." PS acusa partidos de mentir para "boicotar" legislatura
Descongelamento
do tempo de serviço integral dos professores pode não ter efeitos já
este ano mas vai pesar no futuro, lembra Porfírio Silva.
Porfírio Silva acusa o Bloco de Esquerda, o PCP, o PSD e o CDS de protagonizarem um golpe "a oito mãos" contra o Governo ao aprovarem a contabilização integral do tempo de serviço dos professores, deixando os socialistas isolados nas votações no Parlamento.
"Só uma enorme pulsão para a mentira política permite a um líder partidário dizer que esta medida não aumenta a despesa", acusou o socialista no Fórum TSF , conduzido por Manuel Acácio.
O descongelamento de nove anos, quatro meses e dois dias reivindicados pelos professores representa 800 milhões por ano, "de forma permanente, ano após ano".
"Pode não ser já este ano, nem tanto no próximo ano, mas um Governo não toma decisões para o futuro apenas este ano."
Os socialistas, garante Porfírio Silva, recusam assumir um compromisso este ano e deixar que outros paguem a fatura.
O deputado lamenta ainda que o Bloco de Esquerda e o PCP tenham "desrespeitado" o acordo das esquerdas para "boicotar a legislatura" e "prejudicar o Governo".
"Um espetáculo de enorme irresponsabilidade" - é assim que o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, classifica o caso em entrevista à TSF , apelando aos partidos que reconsiderem a decisão.
Isto depois da aprovação, na especialidade, de uma alteração ao decreto do Governo, estipulando agora claramente que o tempo de serviço a recuperar são os nove anos, quatro meses e dois dias reivindicados pelos docentes.
Na comissão parlamentar de Educação e Ciência, uma nova redação do artigo 1.º do diploma foi aprovada com os votos do PSD e CDS e abstenção do PCP e do Bloco.
Ficou ainda acordado que os dois anos, nove meses e dois dias de tempo de serviço congelado aos professores - que o Governo queria devolver faseadamente - sejam pagos até 2020 e com efeitos retroativos a janeiro de 2019.
O Governo e o PS têm considerado que esta medida terá "pesado" impacto financeiro nas contas públicas, entre 600 e 800 milhões ao ano, apresentando também problemas de constitucionalidade. O líder parlamentar do PS, Carlos César, abriu mesmo a porta a uma eventual demissão do Governo.
O primeiro-ministro convocou de emergência os membros da coordenação política do Governo para uma reunião de trabalho esta sexta-feira, em São Bento, com a presença do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.
in TSF
Porfírio Silva acusa o Bloco de Esquerda, o PCP, o PSD e o CDS de protagonizarem um golpe "a oito mãos" contra o Governo ao aprovarem a contabilização integral do tempo de serviço dos professores, deixando os socialistas isolados nas votações no Parlamento.
"Só uma enorme pulsão para a mentira política permite a um líder partidário dizer que esta medida não aumenta a despesa", acusou o socialista no Fórum TSF , conduzido por Manuel Acácio.
O descongelamento de nove anos, quatro meses e dois dias reivindicados pelos professores representa 800 milhões por ano, "de forma permanente, ano após ano".
"Pode não ser já este ano, nem tanto no próximo ano, mas um Governo não toma decisões para o futuro apenas este ano."
Os socialistas, garante Porfírio Silva, recusam assumir um compromisso este ano e deixar que outros paguem a fatura.
O deputado lamenta ainda que o Bloco de Esquerda e o PCP tenham "desrespeitado" o acordo das esquerdas para "boicotar a legislatura" e "prejudicar o Governo".
"Um espetáculo de enorme irresponsabilidade" - é assim que o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, classifica o caso em entrevista à TSF , apelando aos partidos que reconsiderem a decisão.
Isto depois da aprovação, na especialidade, de uma alteração ao decreto do Governo, estipulando agora claramente que o tempo de serviço a recuperar são os nove anos, quatro meses e dois dias reivindicados pelos docentes.
Na comissão parlamentar de Educação e Ciência, uma nova redação do artigo 1.º do diploma foi aprovada com os votos do PSD e CDS e abstenção do PCP e do Bloco.
Ficou ainda acordado que os dois anos, nove meses e dois dias de tempo de serviço congelado aos professores - que o Governo queria devolver faseadamente - sejam pagos até 2020 e com efeitos retroativos a janeiro de 2019.
O Governo e o PS têm considerado que esta medida terá "pesado" impacto financeiro nas contas públicas, entre 600 e 800 milhões ao ano, apresentando também problemas de constitucionalidade. O líder parlamentar do PS, Carlos César, abriu mesmo a porta a uma eventual demissão do Governo.
O primeiro-ministro convocou de emergência os membros da coordenação política do Governo para uma reunião de trabalho esta sexta-feira, em São Bento, com a presença do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.
in TSF
Um olhar alentejano
Regressemos aos feriados em Portugal.
O Estado Novo demorou décadas a mexer nos feriados, em particular a recuperar os religiosos, e só o faz depois da assinatura da Concordata com a Santa Sé, em 1940, e o Ano Santo de 1951.
Em 1952, Salazar acaba com o 31 de janeiro e o 3 de maio e junta três festas católicas à Imaculada Conceição (8 de dezembro), ao Natal e ao 1º de dezembro, assim nascendo os feriados do Corpo de Deus (móvel), 15 de Agosto (Assunção de Nossa Senhora) e o Dia de Todos os Santos a 1 de novembro.
Os responsáveis pelo 25 de Abril de 1974 foram ainda mais rápidos do que os primeiros republicanos e, dois dias depois da Revolução dos Cravos, a data já era feriado, assim como o 1º de maio, o Dia do Trabalhador.
A democracia fez nascer mais dois feriados nacionais religiosos: a 6ª feira Santa (em 1976) e o domingo de Páscoa, em 2003.
Recentemente - em 2013 - à boleia da austeridade, Passos Coelho suspendeu o Corpo de Deus, 1º de novembro, 5 de outubro e 1º de dezembro, mas três anos depois, António Costa, reativou os feriados suspensos.
Temos então 6 feriados civis, 7 religiosos e 1 municipal.
Aproveite-os bem!
O Estado Novo demorou décadas a mexer nos feriados, em particular a recuperar os religiosos, e só o faz depois da assinatura da Concordata com a Santa Sé, em 1940, e o Ano Santo de 1951.
Em 1952, Salazar acaba com o 31 de janeiro e o 3 de maio e junta três festas católicas à Imaculada Conceição (8 de dezembro), ao Natal e ao 1º de dezembro, assim nascendo os feriados do Corpo de Deus (móvel), 15 de Agosto (Assunção de Nossa Senhora) e o Dia de Todos os Santos a 1 de novembro.
Os responsáveis pelo 25 de Abril de 1974 foram ainda mais rápidos do que os primeiros republicanos e, dois dias depois da Revolução dos Cravos, a data já era feriado, assim como o 1º de maio, o Dia do Trabalhador.
A democracia fez nascer mais dois feriados nacionais religiosos: a 6ª feira Santa (em 1976) e o domingo de Páscoa, em 2003.
Recentemente - em 2013 - à boleia da austeridade, Passos Coelho suspendeu o Corpo de Deus, 1º de novembro, 5 de outubro e 1º de dezembro, mas três anos depois, António Costa, reativou os feriados suspensos.
Temos então 6 feriados civis, 7 religiosos e 1 municipal.
Aproveite-os bem!
Imagens
Jarrod Dyson dos Arizona Diamondbacks durante um jogo de baseball com os Pittsburgh Pirates, em Pittsburgh, Pennsylvania.
23/04/2019
23/04/2019
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