sábado, 4 de maio de 2019
No Reino da Águia
Antepenúltima jornada da Liga, com a receção do Benfica ao Portimonense.
Os visitantes fizeram uma excelente primeira parte, criando três boas oportunidades, com os encarnados a terem uma excelente chance por Seferovic.
A segunda parte ainda foi melhor porque teve golos e muitos. Os algarvios adiantaram-se no marcador, mas a última meia hora do Benfica trouxe cinco golos para Rafa (2), Seferovic (2) e Jonas.
Mas uma segunda parte de luxo dos encarnados, que ficam a quatro pontos do título.
Pedalando por aí
73rd Tour de Romandie (2.UWT)
Stage 4 » Lucens › Torgon (107.6k)
GERAL
5th Tour de Yorkshire (2.HC)
Stage 3 » Bridlington › Scarborough (132k)
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62nd Vuelta Asturias Julio Alvarez Mendo (2.1)
Stage 2 » Soto de Ribera › Cangas del Narcea (171.1k)
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Outros Mundos d'A Bola
Os nove anos, quatro meses e dois dias dos professores podem levar à queda do governo, anunciou António Costa, caso a lei seja aprovado no Parlamento.
Os quatro partidos da oposição constituíram uma maioria negativa e mantém as posições, com o PCP a dizer que não cede a chantagens, o BE a dizer que é uma precipitação, CDS fala em irresponsabilidade e PSD diz que é um golpe de teatro.
Os que os quatro partidos não disseram é onde vão buscar o dinheiro para pagar aos professores.
Nas telegráficas de hoje sabemos que nos Estados Unidos, pela primeira vez, foi transportado um rim para transplante por um drone, morreu Peter Mayhem, ator que interpretou Chewbacca na Guerra das Estrelas, as Nações Unidas anunciaram medidas para fazer face às denúncias de abusos sexuais em Moçambique, 12 anos depois a polícia britânica mantém aberta a investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann, continua a instabilidade na República Democrática do Congo, a polícia brasileira levou a cabo uma grande operação para cumprir ordens judiciais de prisão e o Banco de Cabo Verde aprovou a aquisição das ações da Caixa Económica de Cabo Verde.
Os quatro partidos da oposição constituíram uma maioria negativa e mantém as posições, com o PCP a dizer que não cede a chantagens, o BE a dizer que é uma precipitação, CDS fala em irresponsabilidade e PSD diz que é um golpe de teatro.
Os que os quatro partidos não disseram é onde vão buscar o dinheiro para pagar aos professores.
Nas telegráficas de hoje sabemos que nos Estados Unidos, pela primeira vez, foi transportado um rim para transplante por um drone, morreu Peter Mayhem, ator que interpretou Chewbacca na Guerra das Estrelas, as Nações Unidas anunciaram medidas para fazer face às denúncias de abusos sexuais em Moçambique, 12 anos depois a polícia britânica mantém aberta a investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann, continua a instabilidade na República Democrática do Congo, a polícia brasileira levou a cabo uma grande operação para cumprir ordens judiciais de prisão e o Banco de Cabo Verde aprovou a aquisição das ações da Caixa Económica de Cabo Verde.
Números
Futuro do Governo vota-se daqui a 15 dias. Como 24 horas mudaram (quase) tudo
Um
dia, todos os partidos - menos o PS - formaram uma coligação para votar
a favor da proposta que está a fazer tremer as fundações do Governo.
O dia 3 de maio fica marcado como aquele em que António Costa ameaçou demitir-se caso o Parlamento aprove, em votação global final, o diploma que prevê a devolução de nove anos, quatro meses e dois dias de carreira aos professores.
Quase 24 horas antes, começava o problema que instalou uma 'crise política' em Portugal. Na comissão parlamentar de Educação e Ciência, todos os partidos, à exceção do PS, que votou contra, aprovavam uma nova redação do artigo 1.º do diploma.
Esta nova redação é clara: o tempo de serviço a recuperar para os professores são os nove anos, quatro meses e dois dias reivindicados pelos docentes.
O PS, por Porfírio Silva, não demorou a considerar que esta iniciativa colocava em causa "toda uma legislatura de recuperação de direitos e de rendimentos", acusando todos os outros partidos de "irresponsabilidade".
Além desta proposta, foi ainda aprovada uma outra, da autoria do PSD, que remete para o Orçamento de 2020 o impacto financeiro da reposição do tempo de serviço de 2 anos, 9 meses e 18 dias, com retroativos a 2019. O objetivo é que o Governo não possa invocar a lei travão, impedindo assim que esta iniciativa seja travada caso os custos da mesma ultrapassem os que estão previstos no Orçamento do Estado 2019.
Certo é que não existe, para já, qualquer calendário que defina quando - e em quantas fases - é recuperado este tempo de serviço.
A noite de quinta-feira acabava com António Costa a convocar, de emergência, os membros da coordenação política do Governo.
Na manhã de sexta-feira, às 10 horas, reuniam-se em São Bento o ministro das Finanças, Mário Centeno, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, o ministro do Trabalho e da Segurança Social, Vieira da Silva, a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro, o secretário de Estado da Presidência, Tiago Antunes e Ana Catarina Mendes, secretária-geral adjunta do PS, que substituiu Carlos César.
Enquanto São Bento definia o rumo a tomar, os partidos iam dando a conhecer as suas ideias. PCP e Bloco recusavam a existência de qualquer crise política e acusavam o PS de eleitoralismo, o CDS entendia que o Executivo estava encenar um golpe e desafiava-o a apresentar uma moção de confiança e o PSD acusava o Governo de estar "a brincar com coisas sérias".
Fora dos partidos, estava aberta a 'Caixa de Pandora': a CGTP e UGT anunciavam querer um tratamento igual ao dos professores para toda a função pública, na qual se incluem carreiras como, por exemplo, as dos polícias ou dos oficiais de justiça.
Da reunião saiu apenas uma fotografia. Costa seguia para a Belém, onde se reuniria com Marcelo Rebelo de Sousa. Depois desse encontro, sim, falaria ao país.
A expectativa aumentava: iria Costa apresentar a demissão? A resposta foi um "talvez" - não agora, mas talvez daqui a 15 dias.
"Entendi ser meu dever de lealdade institucional informar o Presidente da República e o presidente da Assembleia da República que a aprovação em votação final global desta iniciativa parlamentar forçará o Governo a apresentar a demissão", anunciava o primeiro-ministro, reagindo assim à aprovação da proposta que tinha acontecido quase 24 horas antes.
O primeiro-ministro justificava a sua posição com o argumento de que esta medida cria um "encargo adicional de pelo menos mais 340 milhões de euros entre este ano e próximo devido ao pagamento de retroativos relativos a 1 de janeiro de 2019" e que implicaria, necessariamente, um orçamento retificativo "que quebraria a regra da estabilidade e da boa gestão orçamental que tem vindo a ser cumprida desde 2016".
O alargamento desta medida às outras classes profissionais, que já o tinha exigido ao longo do dia, implicaria "um acréscimo da despesa certa e permanente de 800 milhões de euros em cada ano", acrescentou Costa.
Acabou o discurso, começaram as reações: o PCP anunciava que iria manter o sentido de voto e não iria ceder a "chantagens" do primeiro-ministro, também condenadas pelos Verdes, que refutavam a existência do impacto orçamental anunciado por António Costa.
Do Bloco de Esquerda chegava um aviso: Costa precipitara-se ao ameaçar com a demissão, criando instabilidade na solução política portuguesa.
O CDS seguia o mesmo tom, com Cristas a considerar que "António Costa está a provocar uma crise que não tem razão nenhuma de ser". Já o PSD partiu para o ataque, acusando o primeiro-ministro de mentir "deliberadamente" nas palavras que dirigiu ao país.
Entre as centrais sindicais, as palavras eram de apoio aos professores: a UGT lembrava que, agora, a bola está do lado da Assembleia da República, enquanto a CGTP rejeitava que resolver os problemas dos trabalhadores pudesse. de alguma forma, colocar em causa a sustentabilidade financeira do país.
É a 15 de maio que a Assembleia da República decide, através da votação do diploma afeto à recuperação do tempo de carreira dos professores, a continuidade do Governo chefiado por António Costa. Até lá, o texto final ainda será apresentado e revisto pelos partidos.
Para já, nenhum partido deu sinais de qualquer recuo na sua posição, o que significaria a aprovação do diploma e consequente queda do Executivo.
in TSF
O dia 3 de maio fica marcado como aquele em que António Costa ameaçou demitir-se caso o Parlamento aprove, em votação global final, o diploma que prevê a devolução de nove anos, quatro meses e dois dias de carreira aos professores.
Quase 24 horas antes, começava o problema que instalou uma 'crise política' em Portugal. Na comissão parlamentar de Educação e Ciência, todos os partidos, à exceção do PS, que votou contra, aprovavam uma nova redação do artigo 1.º do diploma.
Esta nova redação é clara: o tempo de serviço a recuperar para os professores são os nove anos, quatro meses e dois dias reivindicados pelos docentes.
O PS, por Porfírio Silva, não demorou a considerar que esta iniciativa colocava em causa "toda uma legislatura de recuperação de direitos e de rendimentos", acusando todos os outros partidos de "irresponsabilidade".
Além desta proposta, foi ainda aprovada uma outra, da autoria do PSD, que remete para o Orçamento de 2020 o impacto financeiro da reposição do tempo de serviço de 2 anos, 9 meses e 18 dias, com retroativos a 2019. O objetivo é que o Governo não possa invocar a lei travão, impedindo assim que esta iniciativa seja travada caso os custos da mesma ultrapassem os que estão previstos no Orçamento do Estado 2019.
Certo é que não existe, para já, qualquer calendário que defina quando - e em quantas fases - é recuperado este tempo de serviço.
A noite de quinta-feira acabava com António Costa a convocar, de emergência, os membros da coordenação política do Governo.
Na manhã de sexta-feira, às 10 horas, reuniam-se em São Bento o ministro das Finanças, Mário Centeno, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, o ministro do Trabalho e da Segurança Social, Vieira da Silva, a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro, o secretário de Estado da Presidência, Tiago Antunes e Ana Catarina Mendes, secretária-geral adjunta do PS, que substituiu Carlos César.
Enquanto São Bento definia o rumo a tomar, os partidos iam dando a conhecer as suas ideias. PCP e Bloco recusavam a existência de qualquer crise política e acusavam o PS de eleitoralismo, o CDS entendia que o Executivo estava encenar um golpe e desafiava-o a apresentar uma moção de confiança e o PSD acusava o Governo de estar "a brincar com coisas sérias".
Fora dos partidos, estava aberta a 'Caixa de Pandora': a CGTP e UGT anunciavam querer um tratamento igual ao dos professores para toda a função pública, na qual se incluem carreiras como, por exemplo, as dos polícias ou dos oficiais de justiça.
Da reunião saiu apenas uma fotografia. Costa seguia para a Belém, onde se reuniria com Marcelo Rebelo de Sousa. Depois desse encontro, sim, falaria ao país.
A expectativa aumentava: iria Costa apresentar a demissão? A resposta foi um "talvez" - não agora, mas talvez daqui a 15 dias.
"Entendi ser meu dever de lealdade institucional informar o Presidente da República e o presidente da Assembleia da República que a aprovação em votação final global desta iniciativa parlamentar forçará o Governo a apresentar a demissão", anunciava o primeiro-ministro, reagindo assim à aprovação da proposta que tinha acontecido quase 24 horas antes.
O primeiro-ministro justificava a sua posição com o argumento de que esta medida cria um "encargo adicional de pelo menos mais 340 milhões de euros entre este ano e próximo devido ao pagamento de retroativos relativos a 1 de janeiro de 2019" e que implicaria, necessariamente, um orçamento retificativo "que quebraria a regra da estabilidade e da boa gestão orçamental que tem vindo a ser cumprida desde 2016".
O alargamento desta medida às outras classes profissionais, que já o tinha exigido ao longo do dia, implicaria "um acréscimo da despesa certa e permanente de 800 milhões de euros em cada ano", acrescentou Costa.
Acabou o discurso, começaram as reações: o PCP anunciava que iria manter o sentido de voto e não iria ceder a "chantagens" do primeiro-ministro, também condenadas pelos Verdes, que refutavam a existência do impacto orçamental anunciado por António Costa.
Do Bloco de Esquerda chegava um aviso: Costa precipitara-se ao ameaçar com a demissão, criando instabilidade na solução política portuguesa.
O CDS seguia o mesmo tom, com Cristas a considerar que "António Costa está a provocar uma crise que não tem razão nenhuma de ser". Já o PSD partiu para o ataque, acusando o primeiro-ministro de mentir "deliberadamente" nas palavras que dirigiu ao país.
Entre as centrais sindicais, as palavras eram de apoio aos professores: a UGT lembrava que, agora, a bola está do lado da Assembleia da República, enquanto a CGTP rejeitava que resolver os problemas dos trabalhadores pudesse. de alguma forma, colocar em causa a sustentabilidade financeira do país.
É a 15 de maio que a Assembleia da República decide, através da votação do diploma afeto à recuperação do tempo de carreira dos professores, a continuidade do Governo chefiado por António Costa. Até lá, o texto final ainda será apresentado e revisto pelos partidos.
Para já, nenhum partido deu sinais de qualquer recuo na sua posição, o que significaria a aprovação do diploma e consequente queda do Executivo.
in TSF
Um olhar alentejano
Tenho ouvido e lido com muita atenção o que se diz e escreve sobre o - vou chamar-lhe assim - caso Rui Pinto.
Vamos aos factos.
Aproveitando os seus talentos para espiar computadores alheios, conseguiu um conjunto de informações ligadas ao mundo do futebol.
Segundo ele diz, era só porque é louco por futebol e irrita-se com muita coisa que anda por aí.
Afirmou também que nunca quis ganhar dinheiro com os elementos que roubou.
Obviamente que provas obtidas desta forma não podem ser utilizadas em tribunal, mas há pessoas que acham que estes elementos poderiam ser utilizadas para cobrar impostos a pessoas que fugiram a eles.
Claro que sou contra a quem foge às suas obrigações tributárias, mas não pode ser desta forma que se penaliza quem não cumpre.
Parece uma espécie de brigadas populares que querem fazer justiça pelas suas próprias mãos, não querendo saber das autoridades e tribunais.
O polícia deve fazer, de forma legal, ou seja autorizado por um tribunal, o mesmo que fez Rui Pinto.
Ou será que não existem nas autoridades pessoas com essas qualidades?
Vamos aos factos.
Aproveitando os seus talentos para espiar computadores alheios, conseguiu um conjunto de informações ligadas ao mundo do futebol.
Segundo ele diz, era só porque é louco por futebol e irrita-se com muita coisa que anda por aí.
Afirmou também que nunca quis ganhar dinheiro com os elementos que roubou.
Obviamente que provas obtidas desta forma não podem ser utilizadas em tribunal, mas há pessoas que acham que estes elementos poderiam ser utilizadas para cobrar impostos a pessoas que fugiram a eles.
Claro que sou contra a quem foge às suas obrigações tributárias, mas não pode ser desta forma que se penaliza quem não cumpre.
Parece uma espécie de brigadas populares que querem fazer justiça pelas suas próprias mãos, não querendo saber das autoridades e tribunais.
O polícia deve fazer, de forma legal, ou seja autorizado por um tribunal, o mesmo que fez Rui Pinto.
Ou será que não existem nas autoridades pessoas com essas qualidades?
Mixórdia Alves Fernandes
Terminou ontem a série Alves Fernandes da Mixórdia de Temáticas.
Um dia destes há mais.
Especial PBX
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Imagens
O mexicano Fernando Ortiz Rubio durante o Memorial Hermann IRONMAN North American Championship Texas.
27/04/2019
27/04/2019
Acordei e ...
Aeroporto Humberto Delgado, 6 da manhã. Controlo de bagagens efetuado. Agora é esperar que as condições meteorológicas me deixem aterrar no Pico.
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