quinta-feira, 23 de maio de 2019
Acordar e ...
Há dores que não acompanham toda a vida.
Esta já está comigo há anos.
Vai e vem, conforme me sento.
Mas acho que ela agora apaixonou-se por mim e não me quer largar.
Esta já está comigo há anos.
Vai e vem, conforme me sento.
Mas acho que ela agora apaixonou-se por mim e não me quer largar.
quarta-feira, 22 de maio de 2019
Outros Mundos d'A Bola
As previsões para o verão em Portugal, apontam para máximas de 43 graus e durante vários dias consecutivos.
É melhor ir comprando umas jolas, antes que esgotem.
Nos Estados Unidos, uma empregada que foi despedida por deixar uma criança almoçar sem pagar, recebeu um convite do chef espanhol José Andrés para trabalhar no World Central Kintchen.
Chupem!
Outro chef, o britânico Jamie Oliver, o seu império está à beira da falência, deixando em risco 1300 postos de trabalho.
Falem com o José Andrés.
Na foto notícia foi recuperado a 1ª edição do livro The White Owl, que tinha sido requisitado na biblioteca de Gweedore em 1937.
Será que ainda se consegue ler?
As rápidas de hoje começam o anuncio do fim de Os Diabos na Cruz, 20 milhões de norte-americanos viram o fim da Guerra dos Tronos, uma blogger chinesa foi condenada a quatro anos de prisão por divulgar "cenas lascivas de sexo homossexual" e as vencedoras de um campeonato de squash nas Astúrias receberam como prémio, entre outros, um vibrador.
É melhor ir comprando umas jolas, antes que esgotem.
Nos Estados Unidos, uma empregada que foi despedida por deixar uma criança almoçar sem pagar, recebeu um convite do chef espanhol José Andrés para trabalhar no World Central Kintchen.
Chupem!
Outro chef, o britânico Jamie Oliver, o seu império está à beira da falência, deixando em risco 1300 postos de trabalho.
Falem com o José Andrés.
Na foto notícia foi recuperado a 1ª edição do livro The White Owl, que tinha sido requisitado na biblioteca de Gweedore em 1937.
Será que ainda se consegue ler?
As rápidas de hoje começam o anuncio do fim de Os Diabos na Cruz, 20 milhões de norte-americanos viram o fim da Guerra dos Tronos, uma blogger chinesa foi condenada a quatro anos de prisão por divulgar "cenas lascivas de sexo homossexual" e as vencedoras de um campeonato de squash nas Astúrias receberam como prémio, entre outros, um vibrador.
Números
"O meu marido foi um dano colateral." Viúva processa a Boeing por 276 milhões de euros
O
marido de Nadege Dubois-Seex morreu no acidente com o Boeing 737 Max
das Linhas Aéreas da Etiópia. O processo alega que a empresa
norte-americana agiu de forma imprudente e com consciente desrespeito
pela segurança dos passageiros.
Nadege Dubois-Seex ainda se emociona a falar do marido que morreu em março, quando o avião das linhas aéreas etíopes se despenhou minutos depois de levantar voo. Ela está também zangada porque acredita que a vida do marido, Jonathan, e a de todos os que seguiam a bordo do Boeing 737 podia ter sido poupada. Para isso bastava que a companhia aeronáutica norte-americana não tivesse desvalorizado o acidente com o avião da Lyon Air, na Indonésia, uns meses antes.
O
advogado da família, Nomaan Husain, referiu que as provas demonstram
claramente que a Boeing agiu de forma imprudente. "A Boeing estava
ciente dos problemas com o avião, com o software MCAS, e recentemente
soubemos que eles conheciam os problemas com o simulador usado nos
treinos dos pilotos. Pedimos ao júri, depois de considerar todas as
provas, depois de analisar a ação imprudente e intencional da Boeing,
que conceda uma indemnização mínima de 276 milhões de euros."
A verba pedida representa um dia da receita bruta que a Boeing fez o ano passado.
A Boeing admitiu no último sábado que teve que corrigir falhas no simulador de voo usado para treinar pilotos no 737 Max. A empresa aeroespacial não divulgou, no entanto, quando ou como é que essas falhas foram descobertas. A atuação da companhia em todo este processo tem-lhe valido inúmeras criticas. O porta-voz da Boeing recusou-se, para já, a comentar este processo judicial mas relembrou que a companhia tem colaborado com as investigações dos acidentes.
"A vida do meu marido foi tirada conscientemente e até de bom grado", acusou Nadege Dubois-Seex, visivelmente emocionada. Ouvida pelos jornalistas, esta viúva acrescentou que "a Boeing agiu com cinismo. O meu marido foi um dano colateral de um sistema, de uma estratégia de negócios."
Os dois acidentes com o modelo 737 Max causaram a morte de 346 pessoas.
in TSF
Nadege Dubois-Seex ainda se emociona a falar do marido que morreu em março, quando o avião das linhas aéreas etíopes se despenhou minutos depois de levantar voo. Ela está também zangada porque acredita que a vida do marido, Jonathan, e a de todos os que seguiam a bordo do Boeing 737 podia ter sido poupada. Para isso bastava que a companhia aeronáutica norte-americana não tivesse desvalorizado o acidente com o avião da Lyon Air, na Indonésia, uns meses antes.
Nadege decidiu
por isso processar a Boeing num tribunal de Chicago, a cidade onde fica a
sede da empresa. Numa conferência de imprensa em Paris esta
terça-feira, defendeu que "foi uma tragédia que, por definição, poderia
ter sido evitada, porque já tinha acontecido cinco meses antes. Como é
que eles conseguiram ficar surdos a essa advertência?"
Jonathan
Seex tinha dupla nacionalidade, sueca e queniana, e era CEO do grupo de
restaurantes e hotéis Tamarind, criado pelo pai no Quénia.
O
processo judicial alega que o projeto do Boeing 737 Max foi mal
concebido e que a empresa conseguiu luz verde para a produção porque
houve pouca supervisão por parte dos reguladores. É ainda defendido que a
companhia escondeu os problemas e se recusou a interditar o modelo, uma
decisão que acabou por ser tomada pelas autoridades em todo o mundo.
A verba pedida representa um dia da receita bruta que a Boeing fez o ano passado.
A Boeing admitiu no último sábado que teve que corrigir falhas no simulador de voo usado para treinar pilotos no 737 Max. A empresa aeroespacial não divulgou, no entanto, quando ou como é que essas falhas foram descobertas. A atuação da companhia em todo este processo tem-lhe valido inúmeras criticas. O porta-voz da Boeing recusou-se, para já, a comentar este processo judicial mas relembrou que a companhia tem colaborado com as investigações dos acidentes.
"A vida do meu marido foi tirada conscientemente e até de bom grado", acusou Nadege Dubois-Seex, visivelmente emocionada. Ouvida pelos jornalistas, esta viúva acrescentou que "a Boeing agiu com cinismo. O meu marido foi um dano colateral de um sistema, de uma estratégia de negócios."
Os dois acidentes com o modelo 737 Max causaram a morte de 346 pessoas.
in TSF
Caderneta de Cromos
Foram muito mais de mil, mas por aqui passaram alguns que consegui recuperar.
Hoje chega o último e amanhã mais qualquer coisa para nos rirmos.
Cromo 131 - Elogios e castigos da infância
Hoje chega o último e amanhã mais qualquer coisa para nos rirmos.
Cromo 131 - Elogios e castigos da infância
Um olhar alentejano
Foram conhecidas algumas alterações às Leis do Futebol, que entram em vigor a 1 de junho.
Para não chamarmos nomes feios aos árbitros, por desconhecimento, vou trazer aqui algumas das mais significativas.
Comecemos pelo início do jogo. A equipa que vencer o sorteio escolhe campo ou bola, enquanto que, atualmente, escolhe campo e a outra inicia o jogo.
Quando é necessário reatar o jogo com uma bola ao solo, se a bola estiver numa das áreas essa reposição será feita para o guarda-redes, nos outros casos será efetuada para um jogador da última equipa que tocou na bola, sendo que todos os jogadores têm que estar a uma distância mínima de 4 metros.
Outra alteração tem a ver quando a bola embate num elemento da equipa de arbitragem. Se daí resultar uma perda de bola de uma equipa para a outra, o início de um ataque prometedor ou uma jogada de golo, o jogo será interrompido de imediato e reatado com uma bola ao solo.
Para terminar fique a saber que o guarda-redes não pode marcar golo na baliza adversária com as mãos, sendo que passa a ser falta o toque com a mão/braço, mesmo que fortuito ou acidental, que resulte diretamente em golo ou que origine uma clara oportunidade de golo na baliza adversária.
Amanhã trarei mais alterações.
Para não chamarmos nomes feios aos árbitros, por desconhecimento, vou trazer aqui algumas das mais significativas.
Comecemos pelo início do jogo. A equipa que vencer o sorteio escolhe campo ou bola, enquanto que, atualmente, escolhe campo e a outra inicia o jogo.
Quando é necessário reatar o jogo com uma bola ao solo, se a bola estiver numa das áreas essa reposição será feita para o guarda-redes, nos outros casos será efetuada para um jogador da última equipa que tocou na bola, sendo que todos os jogadores têm que estar a uma distância mínima de 4 metros.
Outra alteração tem a ver quando a bola embate num elemento da equipa de arbitragem. Se daí resultar uma perda de bola de uma equipa para a outra, o início de um ataque prometedor ou uma jogada de golo, o jogo será interrompido de imediato e reatado com uma bola ao solo.
Para terminar fique a saber que o guarda-redes não pode marcar golo na baliza adversária com as mãos, sendo que passa a ser falta o toque com a mão/braço, mesmo que fortuito ou acidental, que resulte diretamente em golo ou que origine uma clara oportunidade de golo na baliza adversária.
Amanhã trarei mais alterações.
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