terça-feira, 4 de junho de 2019

Um olhar alentejano

Este texto de hoje escrevi-o em 21 de março de 2010.

Fiquei impressionado com a violência das imagens.
Mães com miúdos pequenos, tentavam esconder-se da chuva de pedras.
Os poucos policias eram impotentes.
Os jornalistas procuravam resguardar-se daquela autêntica batalha campal, que durou toda a tarde.
Tudo isto aconteceu em Lisboa, em frente ao estádio do Sporting, segundo consta, numa batalha combinada pela internet, depois dos acontecimentos violentos ocorridos na capital espanhola, aquando do jogo da 1ª mão.
Como é que a polícia não conseguiu evitar os confrontos?
Não tem acesso à web?
Não há claques pacíficas, em nenhum clube, em todo o Mundo, pois trata-se de um caso de violência gratuita, transversal a toda a sociedade.
É nesta altura que os Eduardo Barroso, os Miguel Sousa Tavares e as Leonor Pinhão do nosso País deviam criticar duramente estes actos, independentemente da sua cor clubística, sem procurar sempre os culpados na casa do vizinho.

Mais uma situação, que infelizmente, se continua a repetir.
Relativamente ao nome dos comentadores que dei como exemplo, trocamos por outros, mas tudo é igual.

O disco no gelo

Acordar e ...

Levantar, tomar banho, narrar, narrar, narrar, narrar ...

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Antes de adormecer

No final de um dia de trabalho, com mais de 10 horas a linguarejar, fico com pouco para dizer.
Até domingo vai ser esta a rotina diária. 

Hoje partiu uma boa pessoa.
Agustina Bessa-Luís. 

As Cachopas Amarelas

Roland Garros - Dia 9

Um olhar alentejano

Hoje em dia as notícias chegam rápido ao nosso conhecimento, basta ter ativas as notificações, no telemóvel, de um serviço informativo.
Um dia destes uma delas não trazia boas notícias.
Um elétrico e um autocarro tinha batido na baixa de Lisboa, mas registaram-se apenas ferimentos ligeiros em alguns passageiros.
O destaque vai para o elétrico que era o 28.
Trata-se de uma das atrações turísticas mais famosas e procuradas na capital portuguesa.
O seu percurso tem início no Largo do Martim Moniz e termina no Largo dos Prazeres, em Campo de Ourique, passando por vários locais históricos, como a Graça, Largo das Portas do Sol, Sé, Chiado, Estrela ou o palácio de São Bento, uma viagem por colinas e ruas estreitas que demora aproximadamente uma hora.
Segundo a Carris, a média de passageiros nos últimos quatro anos foi de 4,6 milhões, sendo que eu e a Princesa contribuímos para esse número gordo.
Há perto de dois anos, em pleno verão, apanhámos o 28 no Martim Moniz, depois de uma hora à espera de lugar, para uma viagem em estilo sardinha em lata.
O passeio é muito interessante, mas deixo dois conselhos.
Apanhe o elétrico em Campo de Ourique e fuja da época alta.

Os cestos da NBA

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Dia quatro da Euro Winners a comecar às 8 da manhã.
Tenho a sensação que ainda dormia mais um bocado.
E ainda hoje é segunda.

domingo, 2 de junho de 2019

Antes de adormecer

Hoje sim, começou, para mim, o trabalho na Euro Winners Cup, que coincidiu com o arranque desta fase da prova.
Até domingo, doze horas diárias a contar o que se passa no estádio do Viveiro.
Vai ser muito extenuante, mas os comentários do Rui Delgado vêm ajudar muito.
Até o termómetro vai colaborar até domingo.  

Tenho saudades da minha Princesa.
Em 2020 vou pensar nisso!

Miguel Red Bull

GP de Itália
GERAL

As Cachopas Amarelas

Roland Garros - Dia 8

Pedalando por aí

102nd Giro d'Italia (2.UWT)
Stage 21 (ITT)  »  Verona  ›  Verona   (17k)
GERAL FINAL
Tour of Norway (2.HC)
Stage 6  »  Gran  ›  Hønefoss   (175.1k)
GERAL FINAL

Um olhar alentejano

Tudo começou quando fui operado ao joelho em 2011.
Oito semanas sem puder colocar a perna esquerda no chão, deram-me tempo para engendrar umas competições com o Ricardo.
Foram muitas a que criei, em várias modalidades desportivas, mas hoje vou só falar das de ciclismo, mais concretamente da Volta a Itália que termina hoje.
Este nosso jogo têm vindo a evoluir, mas resumidamente funciona assim.
Quando é conhecida a lista dos participantes, cada um de nós - a Célia, recentemente, também começou a jogar, só no ciclismo - escolhe dois ciclistas de cada equipa, sendo que se houver desistências, podem ser substituídos enquanto existirem companheiros de equipa.
Em cada etapa vamos somando as classificações dos atletas - o 1º soma um ponto, o 60º soma sessenta - e vamos deduzindo pontos, por exemplo, para o vencedor da etapa, para os detentores de camisolas e no final também bonificam os 10 primeiros.
O somatório das classificações diárias, menos os pontos de bónus resultam num resultado final, sendo que o objetivo é fazer o menor número de pontos possíveis.
Nesta altura ainda não sei quem venceu o nosso Giro em 2019, mas se se mantiver a tendência vai vencer o Ricardo, que depois de ralhar nas cinco primeiras etapas, ganha quase sempre com um enorme vantagem.
Uma grande vigarice.

O disco no gelo

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O horário de início do dia vai alterando.
No dia 3 arrancamos às 8 da manhã.
Vamos lá!

sábado, 1 de junho de 2019

Antes de adormecer

Não é, só, pela morte de José Antonio Reyes que levanto esta questão, mas também é.
Já alguém contabilizou, quantas pessoas não teriam morrido se os automóveis não pudessem ultrapassar os 120 kms/h?

Dia de final da Liga dos Campeões, com uma vitória, justa, do Liverpool, mas com tantos comentários parvos por aí. 

Ainda não foi o dia 1, para mim, da Nazaré.

As Cachopas Amarelas

Roland Garros - Dia 7
 

Pedalando por aí

102nd Giro d'Italia (2.UWT)
Stage 20  »  Feltre  ›  Croce D’Aune-Monte Avena   (194k)
 GERAL FINAL
Tour of Norway (2.HC)
Stage 5  »  Skien  ›  Drammen   (159.7k)
GERAL FINAL

Um olhar alentejano

Quando passei a andar pelas ruas do centro histórico de Viana do Alentejo, fiz uma das coisas que faço sempre quando estou em locais novos.
Olhar para os nomes dos locais por onde passo, a designada toponímia, e encontrei alguns familiares, como exemplo Teófilo Braga e João de Deus.
Recorri a um texto de Rui Passos Rocha, no Observador, para trazer algumas curiosidades sobre o assunto.
Existem no país 276 mil artérias com 82 mil nomes diferentes, mais de metade das artérias são ruas e a da Igreja é a mais comum com 1611 presenças.
No top 10 da toponímia, a seguir à Igreja, temos 25 de Abril, Santo António, 1º de Maio, Liberdade, São Pedro, São João, 5 de Outubro, Capela e Luís de Camões
Em média, há três artérias por quilómetro quadrado em Portugal.
Os nomes delas quase nunca se repetem: apenas 2% das designações estão presentes 20 ou mais vezes na toponímia nacional, mas essas poucas designações preenchem quase 1/3 das artérias de todo o país.
Para terminarmos, se procurarmos perceber quem dos nossos descobridores lidera, Vasco da Gama está na frente seguido do Infante Dom Henrique e Bartolomeu Dias.

Acordar e ...

Vamos ver como vai ser o dia de hoje.
A dúvida é: nove jogos narrados com entusiasmo ou mais 24 horas a ver futebol de praia?