sexta-feira, 28 de junho de 2019
Outros Mundos d'A Bola
O Governo anunciou mais 45 milhões de euros e mais pessoal, integrado num novo Plano Estratégico do Setor Ferroviário.
Porque demorou tanto tempo?
Um avião falhou uma aterragem de emergência na Sibéria e embateu num edifício, fazendo dois mortos, os dois pilotos a bordo.
Um ato corajoso que salvou os restantes 43 passageiros.
Um juiz foi reformado compulsivamente pelo Conselho Superior da Magistratura, na sequência de um caso de violência doméstica.
Um estúpido!
Dois atentados em Tunes, capital da Tunísia, provocaram três mortos, não tinham sido reivindicados, mas foram-no posteriormente pelo Estado Islâmico.
Assassinos!
Na foto notícia vemos a montagem da estrutura que vai acolher, nas ilhas Canárias em Espanha, o Cirque do Soleil.
As rápidas começam com música, com Cristina Branco, Camané, The Gift e The Cure confirmados nos NOS Alive, um grande incêndio está a devastar a Catalunha, o antigo secretário de Estado, Paulo Campos, foi ouvido como testemunha na Operação Marquês e a temperatura em Madrid ultrapassou os 40 graus.
Porque demorou tanto tempo?
Um avião falhou uma aterragem de emergência na Sibéria e embateu num edifício, fazendo dois mortos, os dois pilotos a bordo.
Um ato corajoso que salvou os restantes 43 passageiros.
Um juiz foi reformado compulsivamente pelo Conselho Superior da Magistratura, na sequência de um caso de violência doméstica.
Um estúpido!
Dois atentados em Tunes, capital da Tunísia, provocaram três mortos, não tinham sido reivindicados, mas foram-no posteriormente pelo Estado Islâmico.
Assassinos!
Na foto notícia vemos a montagem da estrutura que vai acolher, nas ilhas Canárias em Espanha, o Cirque do Soleil.
As rápidas começam com música, com Cristina Branco, Camané, The Gift e The Cure confirmados nos NOS Alive, um grande incêndio está a devastar a Catalunha, o antigo secretário de Estado, Paulo Campos, foi ouvido como testemunha na Operação Marquês e a temperatura em Madrid ultrapassou os 40 graus.
Números
Militares vão pagar 60 milhões de renda pelo uso de quartéis e bases
Medida, que foi congelada durante o período da troika (2012), começa a ser aplicada a partir do orçamento de 2019.
As Forças Armadas vão começar a pagar rendas pelo uso dos edifícios que ocupam e que, em 2019, terão um teto máximo de 60 milhões de euros.
A informação consta do decreto de execução orçamental publicado esta sexta-feira em Diário da República e resulta da "aplicação do Princípio da Onerosidade aos imóveis afetos à prossecução das atividades operacionais das Forças Armadas".
Esse princípio, aprovado em 2007, foi regulamentado em 2012 - mas a sua aplicação às Forças Armadas ficou congelada num período de fortes restrições orçamentais na Defesa associadas à crise financeira do país e à presença da troika.
O DN perguntou ao Ministério da Defesa se o orçamento do setor para 2019 contempla verbas para esse efeito, mas ainda não obteve resposta.
O que também fica por saber é se foi feita alguma avaliação aos edifícios em uso - base naval de Lisboa (Alfeite), Academia Militar e Comando das Forças Terrestres (Amadora), base aérea de Monte Real (Leiria), entre muitos outros - para definir o valor das rendas a pagar pelos militares.
O princípio da onerosidade diz que "o espaço ocupado nos bens imóveis do Estado deve ser avaliado e sujeito a contrapartida", a qual "pode assumir a forma de compensação financeira a pagar pelo serviço ou organismo utilizador".
Esta medida surge numa altura em que continua por aprovar a revisão da Lei de Infraestruturas Militares (LIM) aprovada em 2015, que lista o conjunto de imóveis da Defesa já sem uso militar para rentabilizar (venda, arrendamento, permuta ou parcerias, entre outras modalidades).
A primeira dessas leis foi aprovada em 2008 e abrangia dezenas de edifícios, incluindo o do Estado-Maior General das Forças Armadas onde também está instalado o Ministério da Defesa.
Mas, a exemplo da primeira tentativa de alienação de imóveis militares feita no início dos anos 1990 com o então ministro Fernando Nogueira, as regras do mercado - com a Defesa numa posição vulnerável (a precisar de dinheiro) e os potenciais compradores a oferecerem valores considerados irrisórios - acabaram por dificultar esse processo.
O próprio Estado - através das câmaras municipais ou da empresa Estamo - acabou por ser o principal comprador dos edifícios militares que acabaram por ser alienados e segundo valores de mercado, desde logo por contemplarem o uso futuro de ocupação dos respetivos solos, conforme fontes ouvidas então pelo DN.
in DN
As Forças Armadas vão começar a pagar rendas pelo uso dos edifícios que ocupam e que, em 2019, terão um teto máximo de 60 milhões de euros.
A informação consta do decreto de execução orçamental publicado esta sexta-feira em Diário da República e resulta da "aplicação do Princípio da Onerosidade aos imóveis afetos à prossecução das atividades operacionais das Forças Armadas".
Esse princípio, aprovado em 2007, foi regulamentado em 2012 - mas a sua aplicação às Forças Armadas ficou congelada num período de fortes restrições orçamentais na Defesa associadas à crise financeira do país e à presença da troika.
O DN perguntou ao Ministério da Defesa se o orçamento do setor para 2019 contempla verbas para esse efeito, mas ainda não obteve resposta.
O que também fica por saber é se foi feita alguma avaliação aos edifícios em uso - base naval de Lisboa (Alfeite), Academia Militar e Comando das Forças Terrestres (Amadora), base aérea de Monte Real (Leiria), entre muitos outros - para definir o valor das rendas a pagar pelos militares.
O princípio da onerosidade diz que "o espaço ocupado nos bens imóveis do Estado deve ser avaliado e sujeito a contrapartida", a qual "pode assumir a forma de compensação financeira a pagar pelo serviço ou organismo utilizador".
Esta medida surge numa altura em que continua por aprovar a revisão da Lei de Infraestruturas Militares (LIM) aprovada em 2015, que lista o conjunto de imóveis da Defesa já sem uso militar para rentabilizar (venda, arrendamento, permuta ou parcerias, entre outras modalidades).
A primeira dessas leis foi aprovada em 2008 e abrangia dezenas de edifícios, incluindo o do Estado-Maior General das Forças Armadas onde também está instalado o Ministério da Defesa.
Mas, a exemplo da primeira tentativa de alienação de imóveis militares feita no início dos anos 1990 com o então ministro Fernando Nogueira, as regras do mercado - com a Defesa numa posição vulnerável (a precisar de dinheiro) e os potenciais compradores a oferecerem valores considerados irrisórios - acabaram por dificultar esse processo.
O próprio Estado - através das câmaras municipais ou da empresa Estamo - acabou por ser o principal comprador dos edifícios militares que acabaram por ser alienados e segundo valores de mercado, desde logo por contemplarem o uso futuro de ocupação dos respetivos solos, conforme fontes ouvidas então pelo DN.
in DN
Um olhar alentejano
Acho que não podia começar este texto de outra maneira que não assim.
"Chapéus há muitos seu palerma!"
Esta frase foi imortalizada por Vasco Santana no filme A Canção de Lisboa, realizado por Cottinelli Telmo em 1933.
Um chapéu igual ao que se refere Vasco Santana nesta película não coloquei, mas dos de pala, tenho e já tive uma catrefa deles.
Continuo com duas perguntas.
Qual o motivo porque comecei a usá-los?
E não tenho mais porquê?
A primeira questão fica sem resposta, pois não me recordo porque motivo o comecei a utilizar, e não foi por causa do sol na moleirinha.
A segunda é fácil: por esse País fora, incluindo Açores e Madeira já por lá ficou uma recordação minha, com pala.
Nos dias de hoje já faz parte da minha imagem, quando estou em reportagens desportivas.
Seja no ciclismo, hóquei em patins, futebol de praia, andebol de praia ou futebol, o apetrecho lá está presente.
E quando me esqueço de o levar, peço um ao Ricardo, ou aumento o número dos que tenho.
Os últimos dois foram comprados no aeroporto Humberto Delgado - antes de uma ida ao Pico - e na Nazaré.
Já posso começar a perder mais uns!
"Chapéus há muitos seu palerma!"
Esta frase foi imortalizada por Vasco Santana no filme A Canção de Lisboa, realizado por Cottinelli Telmo em 1933.
Um chapéu igual ao que se refere Vasco Santana nesta película não coloquei, mas dos de pala, tenho e já tive uma catrefa deles.
Continuo com duas perguntas.
Qual o motivo porque comecei a usá-los?
E não tenho mais porquê?
A primeira questão fica sem resposta, pois não me recordo porque motivo o comecei a utilizar, e não foi por causa do sol na moleirinha.
A segunda é fácil: por esse País fora, incluindo Açores e Madeira já por lá ficou uma recordação minha, com pala.
Nos dias de hoje já faz parte da minha imagem, quando estou em reportagens desportivas.
Seja no ciclismo, hóquei em patins, futebol de praia, andebol de praia ou futebol, o apetrecho lá está presente.
E quando me esqueço de o levar, peço um ao Ricardo, ou aumento o número dos que tenho.
Os últimos dois foram comprados no aeroporto Humberto Delgado - antes de uma ida ao Pico - e na Nazaré.
Já posso começar a perder mais uns!
Acordar e ...
Eu estava com o Ricardo.
Primeiro estávamos num comboio e não tínhamos comprado bilhete.
Depois queríamos comprar os acessos aos autocarros da Carris, mas as máquinas estavam muito altas.
As coisas parvas que eu sonho
Primeiro estávamos num comboio e não tínhamos comprado bilhete.
Depois queríamos comprar os acessos aos autocarros da Carris, mas as máquinas estavam muito altas.
As coisas parvas que eu sonho
quinta-feira, 27 de junho de 2019
Antes de adormecer
Um esclarecimento em relação à vampiragem desta manhã.
Afinal não estão de férias, é mesmo o relógio que está preguiçoso.
Fica o esclarecimento.
Desta vez o ouro fugiu a Fernando Pimenta.
Repetiu a prata em Minsk, desta na prova de K1 5.000 metros.
Mais um passo em frente - depois de muitos atrás - na Operação Oriola.
Parece que já faltou mais.
Afinal não estão de férias, é mesmo o relógio que está preguiçoso.
Fica o esclarecimento.
Desta vez o ouro fugiu a Fernando Pimenta.
Repetiu a prata em Minsk, desta na prova de K1 5.000 metros.
Mais um passo em frente - depois de muitos atrás - na Operação Oriola.
Parece que já faltou mais.
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