segunda-feira, 1 de julho de 2019

Top of Comercial

1º Two of Us
Louis Tomlinson
2º ME!
Taylor Swift, Brendon Urie
3º Bad Guy
Billie Eilish

Araújo e Zambujo com Azeitonas

Dança Menina Dança / O Que Estás A Fazer Pá?

Outros Mundos d'A Bola

Pela primeira vez um presidente norte-americano, em exercício, pisou solo da Coreia do Norte, com Donald Trump e Kim Jong-Un a celebrarem o momento com um aperto de mão.
Conhecendo os dois, um dia destes também apertam o pescoço um ao outro.

O presidente angolano João Lourenço afirmou que não é um salvador e que "Roma e Pavia não se fizeram num dia".
Só faltou dizer que tapar os buracos da família de Eduardo dos Santos demora o seu tempo.

Palácio Nacional de Mafra e Santuário do Bom Jesus do Monte, em Braga, são candidatos à classificação de Património Mundial, resultados que vão ser conhecidos a 5 de julho, em Baku.
Mafraaaa, Bragaaaa!

Uma foto notícia triste, com um dos muitos cemitérios no Iémen onde estão os cem mil mortos dos conflitos no país, sendo que 7.500 são crianças.

Nas rápidas de hoje, uma consultora britânica prevê para este ano recessão de 2,2% para Moçambique, terminou ontem o prazo para entrega da declaração do IRS de 2018, um cordão humano em Viana do Castelo apelou à saída pacífica dos moradores do prédio Coutinho e António Guterres alertou que para que "não há tempo a perder".

A bela da Selfie

Uma de hoje

"Cenário de destruição." Manifestantes invadem sede do Governo de Hong Kong

A polícia não conseguiu conter a raiva dos manifestantes, que após várias horas, conseguiram entrar na sede do Conselho Legislativo. Há vidros, portas e quadros partidos e já foi ativado o "alerta vermelho".
in TSF

Números

Aquecimento global pode custar 80 milhões de empregos até 2030

A Organização Internacional do Trabalho antevê que daqui a 11 anos se percam 2,2% do total de horas de trabalho, devido às altas temperaturas e ao aumento do "stress térmico".

O aquecimento global e o respetivo impacto nos níveis de produtividade em diversos setores da atividade económica, como a agricultura ou a indústria, poderá levar à perda de 80 milhões de empregos até 2030, alertou esta segunda-feira a ONU.

Num relatório divulgado esta segunda-feira, a Organização Internacional do Trabalho (OIT, agência da ONU especializada em questões relacionadas com o trabalho) antevê que nessa data, ou seja, daqui a 11 anos, 2,2% do total de horas de trabalho no mundo inteiro possam ser dadas como perdidas por causa das altas temperaturas sentidas e ao consequente aumento do "stress térmico".

O impacto do "stress térmico" será maior no Sudeste Asiático e na África Ocidental, onde cerca de 5% das horas de trabalho poderão ser encaradas então como pouco produtivas, acrescentou o mesmo relatório intitulado "Trabalhar num planeta mais quente: o impacto do stress térmico na produtividade do trabalho e do trabalho decente".

Em termos totais, e à escala mundial, as perdas económicas poderão chegar até aos 2,4 biliões de dólares (2,1 biliões de euros).

"É aproximadamente o equivalente à economia do Reino Unido", afirmou Catherine Saget, coautora do relatório, em declarações à imprensa e citada pelas agências internacionais.

Segundo explicou a OIT, o "stress térmico" ocorre quando são registados níveis altos de calor aos quais os corpos das pessoas não conseguem tolerar sem sofrer qualquer tipo de dano fisiológico. Por exemplo, precisou a agência da ONU, quando ocorrem temperaturas superiores aos 35 graus Celsius com uma forte humidade.

"O impacto do 'stress térmico' na produtividade do trabalho é uma consequência grave das alterações climáticas", afirmou Catherine Saget.
 
"Podemos esperar que as desigualdades aumentem entre os países de alto rendimento e os países de baixo rendimento, que as condições laborais se deteriorem para os mais vulneráveis, bem como aumentem os deslocamentos de populações", advertiu a especialista.

Os setores de atividade mais expostos a este fenómeno são a agricultura, que emprega 940 milhões de pessoas no mundo inteiro e deve representar 60% das horas de trabalho perdidas até 2030, e a construção civil, com uma perda de produtividade na ordem dos 19%.

Apesar das regiões do Sudeste Asiático e da África Ocidental serem previsivelmente as mais afetadas com vagas de calor, Nicolas Maitre, economista da OIT, realçou que a Europa também não será poupada.

"Devemos esperar mais e mais períodos como aquele que ocorreu recentemente, cada vez mais frequentes e cada vez mais intensos", declarou Nicolas Maitre.

Na última semana, uma vaga de calor afetou vários países europeus, como Espanha, França, Itália ou Alemanha, com o registo de temperaturas recorde superiores a 45 graus Celsius, como ocorreu no território francês, e de cerca de uma dezena de mortos.

De forma a prevenir os riscos do "stress térmico", a OIT encoraja "a criação de infraestruturas adequadas e melhores sistemas de alerta precoce durante os episódios de calor muito intenso".

Os apelos para reforçar a ação climática a nível mundial são constantes, nomeadamente ao nível das Nações Unidas, a fim de alcançar o objetivo do Acordo de Paris, nomeadamente os esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais.

in TSF

A Febre de Sábado á Noite

Manhattan Skyline

Eu não gosto da TVI, mas gosto do RAP

Oficialmente de férias.
Regressa em setembro.

A Guerra dos Tronos

U Bono

I'II Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight

Outras Câmaras Escuras


O Amílcar na Comercial

Porque lavamos o toalhão de banho?

Um olhar alentejano

Continuo à volta de histórias ocorridas naqueles dias em que tive na Nazaré.
Trata-se de um hábito que tenho há muitos anos, influenciado por aquele que, na minha opinião, foi o melhor narrador que eu ouvi: Jorge Perestrelo.
Assumo que algumas das expressões que por vezes uso, ele também usava, mas por respeito ao seu enorme trabalho, acho que ninguém usa o seu "Ripa na Rapaqueca".
Não me recordo se ele também gostava de batizar a bola, mas eu gosto.
Entre a redondinha no futebol, até à pretinha no hóquei em patins, desta vez lembrei-me de chamar bochechuda à bola, de futebol de praia, uma alcunha que nem é original para uma bola.
Enquanto só transmitimos para a plataforma Nazaré Beach Events o Rui não me disse nada, mas quando soubemos que o íamos fazer para a Eleven Sports, ele pediu-me para eu não chamar bochechuda à Sunset, o seu nome oficial.
Consegui conter-me, mais ficou prometido que se o Sporting de Braga vencesse - a única equipa portuguesa que podia vencer a competição - eu soltava-a.
Prometido é devido.
No último golo dos arsenalistas, o sexto golo sem resposta com que venceram os polacos, quando Bê Martins marcou, soltou-se uma bochechuda orgulhosa da vitória de uma equipa portuguesa, tricampeã europeia.

Quem faz anos hoje?

Marisa Monte - 52 anos

A Minha Câmara Escura


Mixórdia Ribeiro

Contra a Natura

Sensual


Imagens

Jogo entre os Sydney Swans e os Gold Coast Suns, no Sydney Cricket Ground.

29/06/2019

A Bochechuda na Areia

Divisão Nacional - Zona Norte
Divisão Nacional - Zona Centro
Divisão Nacional - Zona Sul

Acordar e ...

Hoje vou dar mais um passo na Operação Oriola.
Se tudo correr bem, será um dos mais importantes.