"A praga"
sexta-feira, 24 de abril de 2020
A MEIO DA JORNADA
As previsões dão chuva para a tarde de hoje, mas por esta hora - perto das 14 horas - está um sol magnífico.
Máxima de 25º para o distrito de Évora.
Não tem nada a ver, mas acho que podíamos criar uma unidade de medida, para declarações estúpidas sobre o Covid-19.
Já tenho um acrónimo para o nome desta unidade.
EAT.
Estupidez Acima de Trump.
Máxima de 25º para o distrito de Évora.
Não tem nada a ver, mas acho que podíamos criar uma unidade de medida, para declarações estúpidas sobre o Covid-19.
Já tenho um acrónimo para o nome desta unidade.
EAT.
Estupidez Acima de Trump.
ACORDAR E ...
Durante a caminhada desta manhã, fui ouvindo a Comercial, como aliás faço sempre.
Quando eu pensava que o presidente norte-americano já não me podia surpreender, imaginem o que ele sugeriu.
Dado que o desinfetante elimina o vírus do Covid-19, podia-se injectar esse produto nos doentes!
Ou é da quarentena ou o Trump está cada vez mais estúpido.
Quando eu pensava que o presidente norte-americano já não me podia surpreender, imaginem o que ele sugeriu.
Dado que o desinfetante elimina o vírus do Covid-19, podia-se injectar esse produto nos doentes!
Ou é da quarentena ou o Trump está cada vez mais estúpido.
quinta-feira, 23 de abril de 2020
ANTES DE ADORMECER
Trata-se de uma explicação com mais de 30 anos.
Um jornalista nunca deve utilizar palavras caras, pois nunca sabemos quem nos está ouvir, nem o seu nível cultural.
Foi o enorme Adelino Gomes que o disse e nunca mais me esqueci.
Nos dias que correm, o vulgar é perfeitamente o contrário, ou seja, os jornalistas usarem expressões que parecem vindas duma leitura marrona do dicionário português.
Um exemplo de há pouco.
Falava na SIC Notícias Ricardo Costa sobre o Conselho Europeu desta tarde.
Logo no início disse que o que faltava era a "tecnicalidade".
Não teria sido mais fácil dizer as condições técnicas do acordo?
Querem outra da mesma autoria?
"Frugalidade" para falar na qualidade de poupar.
Não é por dizer palavrões que somos melhores jornalistas, mas às vezes parece que alguns pensam que sim.
Até amanhã.
Um jornalista nunca deve utilizar palavras caras, pois nunca sabemos quem nos está ouvir, nem o seu nível cultural.
Foi o enorme Adelino Gomes que o disse e nunca mais me esqueci.
Nos dias que correm, o vulgar é perfeitamente o contrário, ou seja, os jornalistas usarem expressões que parecem vindas duma leitura marrona do dicionário português.
Um exemplo de há pouco.
Falava na SIC Notícias Ricardo Costa sobre o Conselho Europeu desta tarde.
Logo no início disse que o que faltava era a "tecnicalidade".
Não teria sido mais fácil dizer as condições técnicas do acordo?
Querem outra da mesma autoria?
"Frugalidade" para falar na qualidade de poupar.
Não é por dizer palavrões que somos melhores jornalistas, mas às vezes parece que alguns pensam que sim.
Até amanhã.
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