“O homem certo”
#2/01/2023#
“Até a neblina em Oriola é bonita”, exclamou o Esperto.
“Correto e afirmativo. Mas a temperatura baixou bastante, hoje a máxima não passa dos 13º”.
“Quem era aquele senhor que veio com o Eduardo?”.
“É o Zé Gonçalves, um amigo dele que veio cá passar esta data festiva”.
“E hoje foi a vez do Luís se baldar”.
“Pois foi, não pode ser sempre o Eduardo”.
Até logo.
O primeiro dia do ano foi como é habitual.
Comer o que sobrou da passagem de ano e ver filmes, além de futebol.
Um canal transmitiu doze horas da saga do Harry Potter e eu aderi.
Sou fã!
Até amanhã.
Era um assunto de que queria falar ontem, mas depois passou-me.
Há anos que é uma tradição, criada pelo nosso gosto pelo bicho.
Gostamos muito de sapateira e do seu recheio.
Anualmente, a 31 de dezembro, lá faço o aproveitamento do interior da carcaça, sendo que esta tinha muitas ovas, essencial para fazer um bom patê, que leva maionese, pickles bem picadinhos, umas gotas de Tabasco e cerveja.
Barrado numas tostas é muito bom!
Pelo menos nós gostamos.
Até logo.
Ora cá estamos nós no Ano 2023.
Os habituais desejos à meia-noite com um excelente fogo de artifício na nossa aldeia, em dois pontos diferentes.
Muito galhofa, música e boa disposição nos primeiros minutos deste ano bebé, com direito a levantar – depois de os patudos irem à rua – perto das 11 da manhã.
Até logo.
E pronto, o 2022 está a chegar ao fim.
A convite do nosso afilhado Eduardo, será por lá, também ele numa extrema habitacional – como nós - que vamos receber o Novo Ano, com copos cheios, boa companhia e muita gargalhada.
Para terminar este percurso de 365 dias, uma referência para infelicidades dentro das quatro linhas.
Na sexta-feira o Liverpool venceu na casa do Everton, esteve a perder, mas conseguiu dar a volta ao marcador com dois... autogolos.
É verdade, dia azarado do internacional belga Wout Faes, mas que não foi a primeiro a consegui-lo na Premier League.
Um bis na baliza errada já aconteceu a Jamie Carragher (Man United, 1999), Michael Proctor (Sunderland, 2003) e Jonathan Walkers (Stoke, 2013).
É caso para dizer que deviam ter ficado em casa.
Até amanhã, já em 2023.
Está confirmado.
Cristiano Ronaldo assinou pelos sauditas do Al Nassr, apesar de ele ter dito que as notícias que corriam durante o Mundial eram mentira.
Porquê, perguntarão muitos, mas a resposta é fácil.
Primeiro, nenhum clube de Liga dos Campeões o quis ou teve capacidade para lhe pagar o que ele pretendia.
Segundo, em final de carreira, vai arrecadar mais uns trocos, para a Georgina lhe oferecer mais uma bomba quando ele fizer anos.
Só espero que essa ostentação não seja do conhecimento público.
Até logo.