sexta-feira, 12 de janeiro de 2024
Alvorada do Avô
“Ainda há uns meses a água tapava a estrada neste sítio”, constatou o ESPERTO.
“Pois era, tivemos várias semanas sem pudermos ir ao STOP”.
“Agora ela está bem longe”.
“Qualquer dia ela estará de volta”.
Até logo.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2024
O Avô em Ceroulas
“O Europeu de andebol começou ontem na Alemanha, mas Portugal só se estreou hoje”, afirmou o ESPERTO.
“E correu muito bem com uma vitória (31-24) sobre a Grécia, fundamental para o apuramento para a fase seguinte”.
“Hoje no ESPERTO d’A BOLA começo com uma pergunta para ti. Sabes quantos pares de irmão estão neste Europeu?”.
“Bolas, já pareces o AMAGADINHO! Portugal tem um, o Martim e o Kiko Costa, mas para vires com essa pergunta devem haver mais. Talvez sete”.
“Por acaso são onze, contando com a dupla portuguesa”.
“Tantos!?”
“Verdade. No grupo de Portugal todas as seleções têm manos, os Landin (Dinamarca), Papazoglou (Grécia) e Patzel (Chéquia). Além destes temos os Karabatic (França), Dujshebaev (Espanha), Buric (Bósnia), Ilic (Sérvia) e Versteijnen (Países Baixos).
“Que grande irmandade”, ri-me eu.
“Agora é ganhar à Chéquia (sábado, 17:00) e garantir já o apuramento para a fase decisiva”.
Mais nada!”.
Até amanhã.
O Digestivo do Avô
“Tu que gostas muito de andebol estás muito atento ao Europeu”, afirmou o ESPERTO.
“Claro que sim, até porque Portugal está na prova, procurando, principalmente, o passaporte para os Jogos Olímpicos”.
“Mas temos alguma baixas importantes”.
“Verdade, mas como dizem habitualmente os treinadores, resulta numa oportunidade para outros jogadores. Se conseguirmos o apuramento para Paris’24, passam a ser a segunda seleção – além do futebol – a marcar presença na prova”.
“Era bonito, mas para já vamos lá vencer a Grécia (17:00) mais logo”.
“Vamos lá a eles Heróis do Mar”.
Até logo.
Alvorada do Avô
“Bolas, hoje não se via quase nada”, exclamou o ESPERTO.
“Verdade, um nevoeiro quase cerrado”.
“Até deixámos de ver o Eduardo e o Trovão”.
“Acho que foi mais ao contrário”, ri-me eu. “Vamos despachar-nos que tenho que ir a Viana comprar comer para os cães”.
“Vamos a isso”.
Até logo.
quarta-feira, 10 de janeiro de 2024
O Avô em Ceroulas
“Já era para ter falado nisto no ESPERTO d’A BOLA de ontem, mas um ano de Roberto Martínez por cá adiou o tema para hoje”, explicou ele.
“E vais falar de quê?”.
“De Fórmula 1 e dos motivos para a escolha dos números que os pilotos usam nos seus carros”.
“Gosto do tema!”.
“Até 2021 o campeão não era obrigado a usar o #1, mas este ano Max Verstappen vai usá-lo pela terceira temporada consecutiva, por ser uma exigência. O neerlandês já confirmou que quando deixar de o ser vai regressar ao #33, número que escolheu em 2015, pois ele queria o #3, mas era de Ricciardo, sendo que optou pelo duplo #3 para ter o dobro da sorte”.
“E foi uma excelente escolha, a ver pelas vitórias que conseguiu”.
“Sem dúvida. Vamos lá conhecer os motivos dos outros pilotos.
#2 Logan Sargeant: O preferido era #3, – já sabemos porque não deu – e escolheu este porque foi o seu na Fórmula Renault;
#3 Daniel Ricciardo: Grande fã de Dale Earnhardt que corria com o #3, piloto da NASCAR que faleceu em 2001 nas 500 Milhas de Daytona;
#4 Lando Norris: Sem história, apenas porque combina com a hashtag #L4ndo;
#10 Pierre Gasly: Fácil, fã de Zinedine Zidane, 10 da seleção gaulesa;
#11 Sergio Pérez: Mexicano, outro adepto de futebol, do América e do chileno Ivan Zamorano e ficou com o número dele;
#14 Fernando Alonso: Em julho de 1999 sagrou-se campeão mundial de kart com este número, que nunca mais largou;
#16 Charles Leclerc: Queria o #7 que era de Raikkonen, fez uma equação simples, pois 1 mais 6 são 7;
#18 Lance Stroll: Supersticioso, fez a estreia na F1 com 18 anos;
“20 Kevin Magnussen: Conquistou o título na Fórmula Renault 3.5 em 2013 com ele;
#22 Yuki Tsunoda: O nipónico queria o #11, que era de Pérez, pelo que ficou pelo dobro;
#23 Alexander Albon: Fã de Valentino Rossi, no kart correu com o #46, mas na F1 ficou pela metade;
#24 Zhou Guanyu: A homenagem do piloto chinês a Kobe Bryant, imortalizado com o #24 dos Lakers;
#27 Nico Hulkenberg: Nasceu a 19 de agosto e a soma deles (19+8) resultou no seu número;
#31 Esteban Ocon: No seu primeiro título de kart eram os seus dígitos;
#44 Lewis Hamilton: Era o número da matrícula do carro do Pai quando começou no kart, nunca quis o #1 nos sete títulos mundiais que venceu porque não era obrigatório;
#55 Carlos Sainz: Preferia o #5 – que já era de Vettel – mas como o S no seu primeiro nome, assim como o do seu apelido são semelhantes ao 5, resultou no 55;
#63 George Russel: O irmão fazia kart com este número, tornando-se no número da família;
#77 Valtteri Bottas: Mais um que queria o #7, mas aproveitou o 77 para a sua recente marca de produtos Bo77as;
#81 Oscar Piastri: Depois de vários números, chegou este que saltou da F4 britânica”.
“Até estou cansado!”, ri-me eu. “Que venha a temporada de 2024”.
Oitavos de final da Taça de Portugal na Luz, começaram melhor os arsenalistas com um golo às três tabelas, jogo sempre com ritmo alto, com os encarnados a darem a volta ao marcador – Rafa e Arthur Cabral – na parte final da primeira parte.
No arranque da segunda metade, com a mesma solução – Zalazar - mas com mais qualidade, o SC Braga chegou ao empate, Aursnes colocou o Benfica de novo da frente – grande assistência de Cabral – um golo que decidiu uma eliminatória que merecia um prolongamento.
Até amanhã.











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