Eu sei que temos que fazer sacrifícios na vida.
Sei que tenho que me dar por muito feliz por ter um bom emprego.
Também sei que há muito gente bem pior do que eu.
Mas que estou perfeitamente frustrado com o que faço, também é verdade.
E com o fim da licenciatura, pior ainda.
Hoje estou assim.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Após a fuga do Sol
Lá tenho que vir dar razão à Cláudia, mais uma vez.Eu acho que é da cor. Aqueles comboios verdes são uma chatice.
Primeiro temos que pensar onde vamos. Em baixo ou em cima? Onde haverá mais lugares?
Como se não bastasse, hoje, devem ter ligado o ar condicionado para o inverno, num daqueles dias em que está a nevar.
Eu tenho uma solução. Da próxima vez que fizerem uns comboios novos deixem a possibilidade de abrir as janelas, quando a climatização não funcionar.
Pelo menos ficamos com JTA (Janela Toda Aberta), salvação para não chegar encharcado em suor a qualquer sítio.
Bolas!
Cachas
Polémicas com a ASAE levam a mudança de lei (SIC).
Com 89 anos, morreu o escritor russo Alexandre Soljenitsyne, Nobel da Literatura em 1970 (Público).
17 mortos em quatro dias de Operação Estrada Segura (RTP).
Com 89 anos, morreu o escritor russo Alexandre Soljenitsyne, Nobel da Literatura em 1970 (Público).
17 mortos em quatro dias de Operação Estrada Segura (RTP).
Cachas Desportivas
Frederico Gil nos 100 melhores tenistas do mundo (Rádio Clube).
Sérgio Paulinho falha Jogos devido a problema de saúde (Mais Futebol).
Gil Vicente perde três pontos por aliciamento a jogadores do Olhanense (SOL).
Sérgio Paulinho falha Jogos devido a problema de saúde (Mais Futebol).
Gil Vicente perde três pontos por aliciamento a jogadores do Olhanense (SOL).
As freguesias de...ALANDROAL
Alandroal, Capelins, Juromenha, Santiago, São Brás dos Matos e Terena (São Pedro).
Primeira sensação
Noite de muito sonho. Trabalho, universidade e afins, fizeram parte do palco destas misteriosas histórias nocturnas.
Depois de uma visita ao vampiro, que por acaso estava de férias, tive que fazer a agulha para outro.
Mas gosto mais da Laura.
Depois de uma visita ao vampiro, que por acaso estava de férias, tive que fazer a agulha para outro.
Mas gosto mais da Laura.
domingo, 3 de agosto de 2008
Após a fuga do Sol
O dia correu com calmaria e mais um fim-de-semana está a terminar.A Princesa esteve mais queixosa, mas a coisa vai-se compôr.
Muito futebol na televisão - ainda estou a ver - com a alegria de ver Portugal enganar os brasileiros no futebol de praia.
Tempo para dar uma ajuda a um cão que por aqui anda meio perdido, cheio de sede, sofrendo com a canícula deste domingo.
Amanhã regressa a rotina dos dias de trabalho.
Ter memória
Sou, como já por várias vezes aqui o referi, leitor diário do jornal A Bola. Ao domingo leio com especial atenção A chama imensa de Ricardo Araújo Pereira, benfiquista, mas capaz de nos trazer à memória alguns factos, indesmentíveis, como os publicados hoje.
De seguida reproduzo a totalidade do artigo deste domingo.
Depois de lerem, podem ver o vídeo referido no texto.
Não pretendo gabar-me, mas a verdade é que percebi tudo sobre o futebol português no dia 21 de Setembro de 1994. Disputavam-se os últimos cinco minutos da segunda mão da final da Supertaça, no Estádio das Antas. Quem marcasse, ganhava. E o Benfica marcou. Custou um bocadinho, mas marcou.
Lembro-me como se fosse hoje: Carlos Secretário, um especialista a fazer assistências para os adversários, isola de forma brilhante César Brito. César Brito remata para excelente defesa com as mãos de Baía, que se encontra dois metros fora da grande área. O árbitro, sr. Donato Ramos, observa rigorosamente a lei que se aplica em jogos no Estádio das Antas e manda seguir. Por sorte, a bola sobra para um jogador do Benfica chamada Amaral. Amaral chuta e José Carlos, defesa-central do FC Porto, introduz a bola na própria baliza. Golo.
Nisto, o árbitro auxiliar, que naquela altura ainda se chamava bandeirinha, levanta a dita. No momento em que o jogador do FC Porto marca o autogolo, há um jogador do Benfica, a uns 15 ou 20 metros de distância, que está em fora-de-jogo posicional.
Inteligentemente, Baía tinha saído da grande área para defender com as mãos o remate de César Brito, deixando depois este último em posição irregular. Golo anulado. Quem não acreditar ou estiver esquecido, pode refrescar a memória aqui: http://www.youtube. com/watch?v=QXu7kU-BHFY.
Como é evidente, fiquei esclarecido. Quando rebentou o escândalo dos quinhentinhos do Guímaro, nem um minuto de atenção dediquei ao assunto. Quando Carlos José Amorim Calheiros (conhecido no mundo do futebol como Carlos Calheiros e no mundo das agências de viagens como José Amorim) foi de férias para o Brasil com a viagem paga pelo FC Porto, tudo comprovado por facturas, encolhi os ombros. O clube da organização e do rigor, tinha pago por engano, uma viagem a um árbitro. E daí? Quem nunca pagou uma viagem a um árbitro por lapso que atire a primeira pedra. Acontece-me pelos menos uma vez por mês.
Quando li as escutas sobre a «fruta para dormir» e os «rebuçadinhos para a noite», nem pensei duas vezes. E quando Pinto da Costa confessou que recebeu um árbitro em casa na véspera de um jogo limitei-me a bocejar.
É por isso que tenho grande dificuldade em compreender os receios do adeptos do FC Porto. Quando se soube que o parecer de Freitas do Amaral considerava válidas as deliberações do CJ, Guilherme Aguiar declarou à comunicação social que, embora ainda não tivesse lido o parecer, mesmo assim já o achava fantasioso. Aqui está uma proeza difícil, mesmo para um jurista experimentado.
O FC Porto emitiu um comunicado informando que, afinal, o prof. Freitas do Amaral não era o exemplo de credibilidade e competência que, duas semanas antes, eles tinham garantido que era. Para quê darem-se a este ridículo?
Amigos, se não aconteceu nada depois do golo do Amaral, dos quinhentinhos, do José Pratas a bater o recorde dos 100 metros à frente do Fernando Couto em Coimbra, do Calheiros, da fruta para dormir e do serviço de árbitros ao domicílio, não é um parecer de Direito Administrativo que vos vai tramar.
Nada temam. Têm tempo para ler os documentos antes de o comentarem. E depois podem dizer: «Sim senhor, gostei muito de ler o parecer, a história é empolgante, e tal, mas agora vou arquivá-lo aqui no caixote do lixo, ao lado desta factura em nome de José Amorim».
Mais cedo ou mais tarde, é lá que ele vai parar.
Quando li este texto, recordei-me de que tinha conhecido o tal bandeirinha que aparece no vídeo, algum tempo após o jogo.
Nessa altura, quando me foi apresentado, sabendo que eu era benfiquista, logo veio a confirmação: « Este foi o fiscal-de-linha que anulou o golo ao Amaral. Então os lampiões queriam levar a taça?».
Pode ser que um dia a justiça chegue.
De seguida reproduzo a totalidade do artigo deste domingo.
Depois de lerem, podem ver o vídeo referido no texto.
Não pretendo gabar-me, mas a verdade é que percebi tudo sobre o futebol português no dia 21 de Setembro de 1994. Disputavam-se os últimos cinco minutos da segunda mão da final da Supertaça, no Estádio das Antas. Quem marcasse, ganhava. E o Benfica marcou. Custou um bocadinho, mas marcou.
Lembro-me como se fosse hoje: Carlos Secretário, um especialista a fazer assistências para os adversários, isola de forma brilhante César Brito. César Brito remata para excelente defesa com as mãos de Baía, que se encontra dois metros fora da grande área. O árbitro, sr. Donato Ramos, observa rigorosamente a lei que se aplica em jogos no Estádio das Antas e manda seguir. Por sorte, a bola sobra para um jogador do Benfica chamada Amaral. Amaral chuta e José Carlos, defesa-central do FC Porto, introduz a bola na própria baliza. Golo.
Nisto, o árbitro auxiliar, que naquela altura ainda se chamava bandeirinha, levanta a dita. No momento em que o jogador do FC Porto marca o autogolo, há um jogador do Benfica, a uns 15 ou 20 metros de distância, que está em fora-de-jogo posicional.
Inteligentemente, Baía tinha saído da grande área para defender com as mãos o remate de César Brito, deixando depois este último em posição irregular. Golo anulado. Quem não acreditar ou estiver esquecido, pode refrescar a memória aqui: http://www.youtube. com/watch?v=QXu7kU-BHFY.
Como é evidente, fiquei esclarecido. Quando rebentou o escândalo dos quinhentinhos do Guímaro, nem um minuto de atenção dediquei ao assunto. Quando Carlos José Amorim Calheiros (conhecido no mundo do futebol como Carlos Calheiros e no mundo das agências de viagens como José Amorim) foi de férias para o Brasil com a viagem paga pelo FC Porto, tudo comprovado por facturas, encolhi os ombros. O clube da organização e do rigor, tinha pago por engano, uma viagem a um árbitro. E daí? Quem nunca pagou uma viagem a um árbitro por lapso que atire a primeira pedra. Acontece-me pelos menos uma vez por mês.
Quando li as escutas sobre a «fruta para dormir» e os «rebuçadinhos para a noite», nem pensei duas vezes. E quando Pinto da Costa confessou que recebeu um árbitro em casa na véspera de um jogo limitei-me a bocejar.
É por isso que tenho grande dificuldade em compreender os receios do adeptos do FC Porto. Quando se soube que o parecer de Freitas do Amaral considerava válidas as deliberações do CJ, Guilherme Aguiar declarou à comunicação social que, embora ainda não tivesse lido o parecer, mesmo assim já o achava fantasioso. Aqui está uma proeza difícil, mesmo para um jurista experimentado.
O FC Porto emitiu um comunicado informando que, afinal, o prof. Freitas do Amaral não era o exemplo de credibilidade e competência que, duas semanas antes, eles tinham garantido que era. Para quê darem-se a este ridículo?
Amigos, se não aconteceu nada depois do golo do Amaral, dos quinhentinhos, do José Pratas a bater o recorde dos 100 metros à frente do Fernando Couto em Coimbra, do Calheiros, da fruta para dormir e do serviço de árbitros ao domicílio, não é um parecer de Direito Administrativo que vos vai tramar.
Nada temam. Têm tempo para ler os documentos antes de o comentarem. E depois podem dizer: «Sim senhor, gostei muito de ler o parecer, a história é empolgante, e tal, mas agora vou arquivá-lo aqui no caixote do lixo, ao lado desta factura em nome de José Amorim».
Mais cedo ou mais tarde, é lá que ele vai parar.
Quando li este texto, recordei-me de que tinha conhecido o tal bandeirinha que aparece no vídeo, algum tempo após o jogo.
Nessa altura, quando me foi apresentado, sabendo que eu era benfiquista, logo veio a confirmação: « Este foi o fiscal-de-linha que anulou o golo ao Amaral. Então os lampiões queriam levar a taça?».
Pode ser que um dia a justiça chegue.
Cachas Desportivas
O finlandês Heikki Kovalainen (McLaren-Mercedes) conquistou hoje a primeira vitória na Fórmula 1, ao vencer o Grande Prémio da Hungria, 11.ª prova do Mundial, disputada no circuito de Hugaroring (A Bola).
Portugal conquista Mundialito de futebol de praia após vitória (5-4) sobre o Brasil nas areias de Portimão (Record).
Rafael Nadal adiou a subida ao primeiro lugar do ranking ATP ao sair derrotado hoje no confronto com Novak Djokovic nas meias-finais do Masters de Cincinnati (A Bola).
Portugal conquista Mundialito de futebol de praia após vitória (5-4) sobre o Brasil nas areias de Portimão (Record).
Rafael Nadal adiou a subida ao primeiro lugar do ranking ATP ao sair derrotado hoje no confronto com Novak Djokovic nas meias-finais do Masters de Cincinnati (A Bola).
Agenda Setting
Em tempo de férias para os políticos, deve ser muito aborrecido ter que as interromper, mesmo que por vontade própria.Ora foi isso que fez o nosso Presidente da República.
Estas coisas da política são muitos complicadas, pelo que vou analisar esta opção do Senhor Silva - como lhe chamava até há pouco tempo Alberto João Jardim - na óptica, não do utilizador, mas do comentador de sofá.
Vamos lá ver como as coisas se passaram. Cavaco recebeu o novo estatuto dos Açores, vindo da Assembleia da República (AR), aprovado por unanimidade, coisa rara nesta legislatura.
Analisou-o muito bem - digo eu - e como lhe surgiram dúvidas da constitucionalidade de alguns artigos, remete-o ao Tribunal Constitucional (TC). Então nessa altura Cavaco Silva não se apercebeu dos problemas que veio agora - interrompendo as férias, recordo - suscitar, com cara de poucos amigos e zangado por lhe irem tirar poderes?
O diploma foi chumbado pelo TC e vai voltar à AR. E se não tivesse sido devolvido? Ele ia ficar calado?
Em linguagem futebolística, esta declaração presidencial parece aqueles golos depois da hora e contra a corrente do jogo.
As freguesias de... AGUIAR DA BEIRA
Aguiar da Beira, Carapito, Cortiçada, Coruche, Dornelas, Eirado, Forninhos, Gradiz, Pena Verde, Pinheiro, Sequeiros, Souto de Aguiar da Beira e Valverde.
Primeira sensação
Muita preguiça, muita molenguice, neste domingo sem agenda.
Postar, sacar os últimos ficheiros do computador velho, ler e ver televisão, já me parece muita coisa.
Com umas louras pelo meio, claro.
Postar, sacar os últimos ficheiros do computador velho, ler e ver televisão, já me parece muita coisa.
Com umas louras pelo meio, claro.
sábado, 2 de agosto de 2008
Após a fuga do Sol
Bem fresquinho de manhã na zona Oeste, com o Sol a aparecer pela hora de almoço.Animação obrigatória com a presença do Tomás. Os mais pequenos trazem sempre algo de novo. Excitação, irreverência e a máxima atenção para quem vai fazer dois anos dentro de dias.
Regresso a casa, para um resto de descanso... bem descansado.
Bem... à hora em que estou a escrever o Benfica perde com o PSG, ao intervalo.
Nada de anormal quando joga o Nuno Gomes.
Espero uma segunda parte bem melhor.
Cachas
Mc Cain acusa Obama de usar a cartada racista (DN).
Jackpot de 39 milhões de euros no próximo concurso do Euromilhões (RTP).
Sondagem entre portugueses é a favor da construção de uma central nuclear em Portugal (RR).
Jackpot de 39 milhões de euros no próximo concurso do Euromilhões (RTP).
Sondagem entre portugueses é a favor da construção de uma central nuclear em Portugal (RR).
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