Mostrar mensagens com a etiqueta picos ouriço. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta picos ouriço. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Os picos do Ouriço

Esta semana, no Tio Jorge, os últimos picos do Ouriço. O Ouriço reforma as ideias e introduz, a partir da próxima semana, a rubrica "Arte & Companhia", um passeio semanal à Arte nas suas variadas formas. Pintura, Escultura e Arquitectura vão entrar pelas quintas-feiras do Tio Jorge.

Ouriço

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Os picos do Ouriço

Cá está, entrou Junho, começa a cheirar a Verão e a praia e a protector solar e banhos de fim de dia. E como nós nunca estamos contentes com nada, no fim de Agosto começamos a ter saudades do frio e da roupa de Inverno. Somos criaturas difíceis de perceber, pois somos...

Ouriço

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Os picos do Ouriço

A coisa mais irritante disto de se ser mãe é a falta de instruções, mesmo para quem, como eu, nunca lê as instruções de coisa alguma. Quando nascem, não percebemos como é que aquilo se cala, quando crescem e chateiam, não têm botão de pause (e sim, eles chateiam e eu sou "chateável", não sou imaculada como algumas mães que conheço), quando dizem coisas giras, não têm rewind e quando estão absolutamente insuportáveis, não têm forward. Têm a chamada vontade própria (mesmo quando são bestiais de educar) e para essa não há botões possíveis.

Ouriço

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Os picos do Ouriço

Hoje: o dia em que acaba a quarta temporada da minha série, da qual, evidentemente, já aqui falei, Grey´s Anatomy. Significa isto que o meu turkey, ou seja, a minha ressaca, vai durar até Setembro / Outubro, altura em que as novas temporadas entram em força. O consolo é que os dois protagonistas, ao que parece, se juntam de vez. Os Picos regressam ao tema por altura do início da quinta temporada, se até lá o dono deste blog ainda estiver pelos ajustes com este Ouriço.

Ouriço

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Os picos do Ouriço

Porque o italiano é uma língua maravilhosa, porque o Paolo Conti tem uma voz maravilhosa, porque esta música faz abanar pézinhos e cabecinhas
e porque sim.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Os picos do Ouriço

Crisis: Nome do primeiro estádio da doença, para os gregos antigos. Crisis. O Mundo está em crisis, está doente há algum tempo e revela, hoje e nos tempos que se aproximam, os últimos sintomas. O que custa é assistir a isto. Viver isto. A geração acima viveu a Guerra Colonial, viveu o Estado Novo. Eles viveram as vissitudes ditatoriais da América do Sul. A geração anterior, nunca imaginou sobreviver à Segunda Guerra Mundial ou ao Holocausto mas a ainda interior também nunca imaginou sobreviver à Revolução Russa ou à Primeira Guerra Mundial. Terão os outros imaginado sobreviver a Mao? E aqueles? Julgaram possível superar o estado económico do país no princípio do século? Com certeza que não. E não só do século XX se faz isto do relato histórico. Do relato humano. É esse o lado mais fascinante da História. Sobrevive. Ela e nós. Os que a vivem. Sobreviver é a palavra de ordem. Para que os nossos filhos e netos contem a nossa História. E a deles também.

Ouriço

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Os picos do Ouriço

É uma fase do ano tramada. Há quem se queixe da rentrée escolar, do Natal, da Páscoa e do calor do Verão. Estão certíssimos. Tudo fases enjoativas, cansativas e boas para duas coisas: gastar dinheiro e engordar mas nada me afecta mais os picos do que os meses de Maio e Abril. Estamos vulneráveis. Ficamos doentes. Aparecem coisas sinistras como pneumonias, gripes, viroses, fungos e outras pestilências. Estamos cansados de trabalho mas também dos ares da Primavera. Junte-se o facto de não sabermos o que vestir, ora chove ora faz sol. O ar pesa. Respirar cansa. Para alguns, é a pior época de trabalho. Venha o Verão, venham férias, venham as manhãs frescas e os finais de dia de brisa. Venham as sardinhas. Venha Junho.

Ouriço

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Os picos do Ouriço

Hoje, apenas um apontamento para enaltecer o novo Governo espanhol, cheio de mulheres e a fotografia que fez capa de um Diário de Notícias desta semana: a Ministra da Defesa, Carme Chacón, grávida, a passar revista às tropas. Isso sim, é um sinal de civismo, de evolução.

Ouriço

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Os picos do Ouriço

Em blog de benfiquista ferrenho, não resisto à provocação de aqui afirmar que sou uma cronista verde e branca. Isso. Sportinguista por convicção e por influência familiar. No entanto, provocações à parte, visto que o que aqui une cronista e blogger é mesmo o signo, saliento que não sou fanática por futebol, nem por desporto. Sou uma desportista falhada, que detesta ginástica, ginásios, saunas, banhos turcos, balneários, cabelos a secar, calor, etc. Gosto mesmo é de andar a pé, coisa que, ultimamente, faço muito menos do que devia e para a qual não é preciso ter Clube. Tio Jorge, manda-me passear por trazer aqui o verdinho. De preferência, a pé!

Ouriço

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Os picos do Ouriço

Começam. Elas correm para os ginásios. Onde quer que estejam, bebem em frenesim garrafas de luso com fibras e ananás e mais não sei quê. Dedicam-se com o corpo mas também com a alma, a regimes de perda de 8 kg em 4 dias. Sofrem. Ganham mau feitio. Emagrecem. Mal, claro. Porque depois, na praia, engolem magnuns e cornettos. E engordam. Esquecem-se que a alimentação saudável deve ser uma constante. Ajuda a prevenir doenças. Ajuda a fazer com que o corpinho (e a alma) se sintam bem. Esquecem-se que o rim não aguenta excesso de água. Observem. Começa agora a febre da garrafinha em punho. Glup. Glup.

Ouriço

quinta-feira, 27 de março de 2008

Os picos do Ouriço

Com o que se viu na dita escola com a dita professora e a dita aluna, atormenta-se o meu espírito com algumas coisas. Primeira: alguém contrapõe as escolas privadas às públicas? Pois. No meu tempo, o oficial era bom. Hoje, começo seriamente a duvidar. Segunda: eu lá tive que ouvir muitas vezes que a minha geração era "rasca". Passou-se muito com RGA´s e Específicas e Aferições. Rasca? Nunca foi. Hoje, está provado e mais que provado. Terceira: é que nas escolas privadas, os alunos ainda não perdem estribeiras do RESPEITO pelos professores (lá chegaremos?) e o curioso é que nunca assisti, no meu tempo (o tal da geração "rasca") a nada parecido e mudei muito de escola, ao longo da minha escolaridade. Quarta: talvez seja mais útil culpar a falta da chamada educação básica, essa, que é dada em casa, pelos pais. Falha? Pois falha. Porque os pais, a família, não são protegidos por leis laborais e sociais que permitam tempo de qualidade para a educação. Porque há 100.000 famílias com o cabelo em pé com dificuldades de pagamentos ao banco. Porque isto está tudo virado do avesso. Está "rasca", pois está.

Ouriço

quinta-feira, 20 de março de 2008

Os picos do Ouriço

Um das coisas mais inquietantes do português é o seu estado de espírito. Quando perguntamos a um português "como está", muito raramente se obtém uma resposta linear como um "bem obrigado". É um caso raro. A pergunta imposta faz-se sempre acompanhar por um "vamos andando", "mais ou menos", "sabe como é, umas coisas hoje, outras amanhã" ou o característico "assim, assim". A coisa, com o decorrer dos anos e as mudanças no estado socio-político-económico nacional, torna-se exasperante. Cansa. A explicação está na estóica alma lusa, habituada a sofrer, habituada à bravura inefável dos ancestrais marinheiros, resistentes ao sal, ao mar e ao escorbuto. Está no fado do desgraçadinho, da saudade e do culto da doentia ciumeira, que consequentemente leva ao mal de amor, ao engano, ao "ai valha-me Deus que amor não me enganas". Está no saudosismo. Está no fomos grandes e já não somos. Está na crítica fácil e corriqueira. Aqui mais do que em qualquer outro factor. Faz-se bem? Critica-se. Faz-se mal? Critica-se também. Tem cão? Vai preso. Não tem cão?? Homessa, vai preso também. Aqui reside a essência do mal nacional. Critica e medo de mudança. Quando vamos ao Brasil, por exemplo, está sempre tudo bem. Têm Lula, têm sol, têm fome - têm muita fome -, têm corrupção, têm miséria, têm miséria aos montes, foram ouro, foram colonizados décadas a fio, foram escravizados décadas a fio. No entanto, para eles, está "tudo jóia", "beleza", "tudo em cima". Porquê? Porque Deus concedeu-lhes o dom da vida. Só. Simplesmente. E eles vivem a alegria de estarem vivos. Só. Simplesmente. Com um qualquer "chope", sorriem e agradecem a vida.

Ouriço

quinta-feira, 13 de março de 2008

Os picos do Ouriço

Hoje, o tema é televisão. Num contexto televisivo dominado por séries americanas, muitas delas, diga-se, de grande qualidade, vale a pena lembrar que, de quando em vez, o que é nacional é bom. Explico. Sigo um conjunto assinalável de séries, que inclui, House, Grey´Anatomy, Brothers and Sisters, Moonlight, Prison Break, entre outras. Não vejo novelas portuguesas, e por estas entenda-se as da Tvi, que considero o culto daquela ficção que não interessa. E porquê comparar séries americanas a novelas? De facto, são incomparáveis. A não ser no factor do entretenimento e do vício para quem as segue. A diferença está na qualidade. As séries americanas sabem ser muito boas, tanto que geram uma indústria que por sua vez gera milhões. Devo no entanto partilhar a minha satisfação com a chegada, no passado fim-de-semana, da nova versão (porque me irrita a palavra remake) da Vila Faia. Ora aí está uma coisa bem feita. Com a vantagem de nos remeter para a infância. A nova Vila Faia transmite uma sensação de saudosismo, traz saudades de um Ruy de Carvalho ou um Nicolau Breyner mas compensa com as prestações de Virgílio Castelo ou Albano Jerónimo (alguém me disse uma vez que não há actores bonitos em Portugal, imagine-se). Distrai. Entretém. E afinal, em americano ou em português é para isso que serve a televisão.

Ouriço