domingo, 15 de abril de 2007

Para uma menina

Como é domingo e o Sol está satisfeito connosco, aquecendo-nos a alma e o corpo, deixo mais uma canção.
Mas não é um tema qualquer. Pedro Barroso, ribatejano de Riachos, escreveu e lançou esta Menina dos Olhos de Água há mais de 25 anos.
Agora, aqui, vamos percorrendo a letra e a voz, com paisagens ribatejanas em fundo.
Espero que gostem.
Eu e a Célia adoramos este poema.
Marcou a nossa vida.

Uma prenda

Quem é que não gosta de receber uma prenda? Poucos, concerteza.
Por agora deixo uma, vinda directamente de Alcobaça, com a espectacular voz da Sónia Tavares.
Cantam quase sempre em inglês, mas desta vez para ser Fácil de Entender, brindam-nos com um tema na língua de Camões.
Ouçam e vejam, porque vale a pena.
The Gift.

sábado, 14 de abril de 2007

Vento nas "ventas"

...a cor é bem gira... A minha relação com os automóveis não é a clássica da população masculina e/ou feminina. O carro para mim é um meio de transporte, mais autónomo que outros, mas, geralmente, bem mais caro. Por isso, não são muitos importantes para mim.
Feita esta introdução, passo à minha história de hoje.
Tenho a sensação que um descapotável, é um must para a maioria dos apaixonados por este meio de locomoção. Não concordo.
Há horas atrás, quando baixava o vidro eléctrico do meu lado, ou seja, do condutor, o material desceu, mas...já não subiu.
Pronto, lá viemos de regresso a casa, de vidro escancarado, cabelos ao vento, estilo opcional ao ar condicionado, ou seja, JTA (Janela Toda Aberta).
E ainda há quem goste de descapotáveis!?

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Sexta-feira, dia treze

Para alguns os gatos pretos também são símbolo de azar Estas coisas da superstição são mesmo assim. Uns acreditam, outros nem por isso. Eu estou no segundo grupo.
Mas a sexta feira, dia treze, deixa alguns em transe.
Existem diversas lendas e explicações para esta fixação. Uma das mais faladas prende-se com a última ceia de Cristo, onde à mesa teriam estado 13 pessoas, com Jesus, de seguida, a ser morto a uma sexta-feira. Daí, ainda hoje se falar que este número, à roda de uma refeição, dá azar.
Cá para mim, se hoje me saísse um prémio no Euromilhões ainda ficava a gostar, cada vez mais, deste dia.
Divirtam-se no dia do azar.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Cozido sempre

Um belo prato de cozido Ainda não tinha por aqui falado de gastronomia. Mas alguma vez tinha que ser.
E, claro, para quem me conhece melhor, o primeiro avanço na matéria tinha que ser...cozido à portuguesa, o meu prato preferido.
Já o comi nos mais diversos locais, mas o que recordo com mais agrado, não por ter sido o mais saboroso, mas por ser o mais curioso, foi o que consumi nas Furnas, na ilha de S. Miguel, Açores.
Mais interessante do que comê-lo, foi assistir à sua confecção no fundo da terra, de frente a um enorme e delicioso lago.
Se puder vá lá.

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Sessenta e quatro degraus

Os degraus sem fim... Conscientemente entrei hoje pela última vez na Universidade Independente. Inconscientemente vou lá voltar para tratar das questões burocráticas, relacionadas com a possibilidade de ingressar noutra Instituição.
Recordo o primeiro dia em que cheguei à UnI. Parei o automóvel do lado de lá da Marechal Gomes da Costa. Para passar para a outra margem da avenida tinha uma passagem superior.
Olhei para ela e resolvi contar os degraus. Trinta e dois para subir, outros tantos para descer.
Quando cheguei ao lado de cá, parei. Pensei. Quando terminar o curso vou tentar quantificar os degraus que palmilhei.
Não me deixaram chegar ao fim, para já.
Os sessenta e quatro degraus continuam lá.

terça-feira, 10 de abril de 2007

Falta de respeito

O fim pode estar para breve Não fiquei surprendido com a decisão de Mariano Gago. Aliás penso que não havia outra solução, depois das tropelias que os donos da UnI produziram ao longo deste último mês.
Nos poucos minutos que demoro de casa à estação da CP, aproveito para ouvir as últimas na rádio. Hoje, claro que a notícia era a Independente.
Pensei que não ía ouvir nada de novo. Mas enganei-me.
Falava Lúcio Pimentel à TSF, ele que aparece agora a dizer ser o representante da SIDES SA, sociedade proprietária da UnI. É aquele senhor, com cara de santo, que há duas semanas atrás foi apanhado pelas câmaras da televisão a fugir de dois agentes da PJ e depois veio dizer que: "apenas tinha ido almoçar".
Mas, adiante. Dizia ele que estava indignado com os motivos que o Ministro evocara para a decisão tomada. Que as aulas tem decorrido com normalidade (apesar de desde 26/02/07 eu não ter tido uma aula digna desse nome) e que, espante-se, ser normal no ensino superior, no início dos semestre aparecer mais de que um professor para dar uma disciplina!?
Belisquei-me...não, já estava acordado e imaginei a cena.

Primeira aula de uma qualquer disciplina, dois professores na sala olhando os alunos. Apresentam as suas credenciais. Cada um tem apenas um minuto para mostrar o que vale. De forma democrática os discentes fazem uma votação, por voto secreto, para escolherem o docente da cadeira. Depois da contagem, o escolhido é levado em ombros, até à Reitoria, para se ficar a saber quem foi o eleito.

Parem de gozar connosco. Podemos não ter aulas mas exigimos respeito.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Voar

Não podemos deixar de voar
Dei comigo a pensar, logo pela manhã no caminho para o trabalho, no anúncio que o Ministro do Ensino Superior, Mariano Gago, vai fazer logo às 18h00, que bem provavelmente alterará o futuro de umas largas centenas de pessoas, alunos da Universidade Independente, eu inclusive.
Já há uns dias atrás emiti a minha opinião sobre o tema (leia aqui), e não altero nem uma vírgula à minha convicção da altura.
Regresso ao meu caminho matinal. No alcatrão da estrada um pombo empurra com destreza um pedaço de pão para cima do passeio, para depois começar a depenicá-lo, já no passeio, onde se encontra mais seguro.
Mais à frente, um gato jaz morto, provavelmente atingido por um automóvel.
O contraste entre a luta pela vida, pela sobrevivência e a hora final.
O fim da UnI pode ser hoje, mas é importante que todos nós, alunos daquela Instituição, não nos deixemos abater, seguindo o exemplo do pombo que por esta hora estará a voar algures por aí.

domingo, 8 de abril de 2007

Coelho da Páscoa

Um simpático coelhinho da Páscoa Apesar de se tratarem de épocas em que se celebram datas de cariz religioso, são os símbolos não relacionados com as causas de Deus que atraem os mais pequenos.
Mais pequenos e não só, pois gosto muito de alguns, principalmente do Coelho da Páscoa.
A tradição terá sido trazida das Américas por imigrantes alemães, no início do século dezoito, segundo a qual o simpático animal visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas tinham que encontrar na manhã de Páscoa.
O coelho, tanto no significado judeu quanto no cristão, relaciona-se com a esperança de uma vida nova, a renovação e a fertilidade, pois o facto de se reproduzir em grandes ninhadas e rapidamente, traduz-se num símbolo de festa.
Eu gosto muito de coelhos e por isso tenho um que faz parte da família.

sábado, 7 de abril de 2007

Os sete magníficos

Um dos candidatos, o Castelo de Almourol Confesso que desde da eleição de Salazar como o "maior português de sempre", fiquei mais desconfiado sobre estas votações, feitas por telefone ou outro meio, sempre propício a adulteração de resultados.
Há pouco ouvia na rádio uma reportagem sobre o Castelo de Almourol. Este monumento situado no Ribatejo, no concelho de Vila Nova da Barquinha, é um dos 21 finalistas que até dia sete de Julho vão estar a escrutínio, altura em que se vai saber quais as sete maravilhas de Portugal e também do Mundo, em cerimónia a decorrer no Estádio da Luz.
Para saber quais são os monumentos candidatos, clique aqui e saiba tudo e aproveite para votar no seu preferido.
Esperemos que os resultados não sejam tão polémicos como foi a escolha dos "Grandes Portugueses".

sexta-feira, 6 de abril de 2007

O maior

O título até pode dar a entender que vamos falar do José Mourinho, mas não. O Special One não é o protagonista deste momento.
Neste caso trata-se de o maior, mas da aldeia dele.
Mais um excelente boneco do Gato.

Sem post

A Casa dos Bicos Nem sempre é fácil inventar assunto para aqui deixar. Há largos meses que todos os dias chega assunto ao Tio Jorge.
Ontem, quinta-feira santa, é o dia em que os bancários, além de outros, não trabalham da parte da tarde. Normalmente é ocasião para um almoço alargado, em tempo e conversa.
O repasto aconteceu na Baixa pombalina, junto à Casa dos Bicos, com um dia bem agradável e com imensos turistas. O problema é que o almoço prolongou-se até ao jantar, com futebol à mistura e com o regresso a casa já hoje.
Por isso não houve post.
Mas hoje há.

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Futuro

Este pode ser o meu horizonte da reforma O espaço da hora de almoço, nos dias de trabalho, é sagrado e raramente abdico dele. Actualmente com um grupo fixo de colegas, falamos e re-falamos de quase tudo.
Hoje a conversa resvalou para lá do que conseguimos controlar. O futuro e com ele a imaginação...

Manhã cedo já estou levantado, com o sol a aquecer as janelas do quarto. O verão alentejano é muito quente, mas o horizonte espera pela minha intervenção.
Levanto-me, ligo a televisão e o PC para saber as últimas notícias. A Célia ainda dorme, mas por pouco tempo, pois a temperatura empurra-nos para fora da cama.
Logo tenho que ir à vila. Os netos, David e Rita, vem aproveitar as férias escolares para estarem connosco, chegando no comboio das 10h25.
A nossa quintinha alentejana é simples mas contém tudo o que precisamos. Lá fora o quintal mantêm-me ocupado grande parte do tempo. O restante é para ler e ver cinema, que não consegui enquanto estava na vida activa. Agora reformado...


Não sei como ele será...apenas sei como gostava que ele fosse.

terça-feira, 3 de abril de 2007

Modas

As modas dominam esta geração. Há modas para tudo, roupas, perfumes, penteados, cores, carros, casas, etc.
Por isso, há algum tempo a esta parte, mais concretamente desde a edição do best-seller de Dan Brown, O Código da Vinci, apareceram umas resmas de livros a tratar os assuntos da Igreja, das ciladas mais ou menos armadas aos Papas, do lado negro do Vaticano e o diabo a sete.
Vou começar a ler O Último Papa de Luis Miguel Rocha, que aborda a possível conspiração para a morte de João Paulo I. Esta obra teve origem em documentos inéditos, entre eles um diário onde, supostamente, é desvendado o terceiro segredo de Fátima.
O mais intrigante, a ser verdade, é que o autor diz que foi vítima de roubo do seu computador portátil, onde estava a versão final do livro e não roubaram mais nada da sua casa.
Realidade ou marketing promocional, fica a pergunta.
Certo é que a história já vendeu mais de 200.000 exemplares, só em Portugal, tendo sido traduzido em cinco línguas.
Bem, agora vou ler o livro.

segunda-feira, 2 de abril de 2007

Adeus amigos [1]

O dia de ontem era propício às habituais mentiras do 1º de Abril.
Também o Tio Jorge não quis fugir à tradição e cá deixou a sua peta.
Simples, sem grandes pretensiosismos, provavelmente alguns até ficaram contentes.
Mas, para os outros, é claro que vou continuar a postar.
Até já.

domingo, 1 de abril de 2007

Adeus amigos

Pois é, algum dia tinha que ser.
Desde 17 de Outubro que retinha neste local as minhas histórias, opiniões, musicas e boa disposição.
Cansei-me.
Não há mais posts.
Adeus amigos.

sexta-feira, 30 de março de 2007

Crónica divertida

Uma selecção do outro mundo Um momento de boa disposição com o futebol como pano de fundo. Uma crónica bem humorada do Portugal-Bélgica.
Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.

0'- Moutinho acalma Ricardo, assegura que os assobios em Alvalade são mesmo para o hino belga.
1'- Quaresma finta meia equipa belga.
3'- Ronaldo finta a outra metade da equipa belga.
7'- Quaresma remata.
9'- Ronaldo remata.
14'- Quaresma remata de trivela para grande defesa do fala-barato.
20'- Ronaldo faz uma pedalada e remata para grande defesa do fala-barato.
27'- Quaresma finta a metade da equipa belga que ainda não tinha humilhado.
36'- Ronaldo vira-se para o banco e reclama com Scolari.
39'- João Moutinho faz andar o carrossel, os belgas já estão tontos.
41'- Ronaldo, zangado, continua a reclamar com o banco português.
42'- Scolari enche o saco e explica pela milésima vez a Cristiano que não vai nada atirar outra bola para o relvado, Ronaldo tem mesmo que partilhar aquela com Quaresma.
44'- Ronaldo sofre falta para grande penalidade. Nuno Gomes penteia-se, pensa que, finalmente, vai tocar na bola. Azar, o penalty não é assinalado. Ronaldo tenta explicar ao árbitro o que se sucedeu, mas da maneira que fala inglês o árbitro só tinha uma solução, a amostragem do cartão amarelo.
45'- Fim da primeira parte. Os jogadores recolhem aos balneários.

Passados 5' minutos alguém da Federação Portuguesa de Futebol volta ao campo porque deram pela falta de João Moutinho que ainda corria de um lado para o outro do campo. Tentam explicar-lhe que pode parar uns minutos para descansar. João Moutinho recusa e mantêm-se em campo.

46'- Início da 2ª parte. O árbitro apita e pára o jogo. Manda Cristiano chutar a bola para fora de campo, a que está em jogo é a que está nos pés de Quaresma.
46'- Ronaldo amua.
49' - Um tal de Tiago faz um cruzamento, Nuno Gomes, isolado, falha. A maior parte dos espectadores no estádio interroga-se sobre quem saiu ao intervalo para entrar Nuno Gomes, mas depois de algumas conversas apercebem-se que ele, afinal, entrou a titular.
53'- Grita-se golo nas bancadas! Ricardo, imediatamente começa a gritar com os seus companheiros da defesa dizendo que não pode fazer tudo sózinho e que a culpa não é dele. Jorge Andrade diz-lhe que o golo foi de Portugal e que estão a ganhar. Ricardo desculpa-se e diz que não sabia quem era o gajo de cabelo comprido que festejava, pensava que era um belga. Um a zero.
55'- Quaresma tira um coelho da cartola e faz uma chapelada ao guarda-redes belga. Ronaldo, ainda amuado, corre e encosta a bola para a baliza. Grita : "É meu, é meu". É golo de Portugal! Dois a zero.
58'- O jogo pára para a equipa médica assistir um jogador belga. Scolari grita com Moutinho, diz-lhe que pode parar de correr, Moutinho recusa e faz uma recuperação de bola ao apanha-bolas.
65'- Os belgas falham uma oportunidade de golo, de baliza aberta. Algures na frente de ataque de Portugal ouve-se uma voz : "Vêem, não sou só eu!".
67'- O treinador belga grita para dentro de campo : "Attention à la trivèle!". Os jogadores perguntam "Quoi?!"
68'- Goooooooooooooooooooooooooloooooooooooooooo de Quaresma. Três a zero.
69'- O árbitro apita 3 vezes e dá por encerrado o jogo. O público assobia, os belgas começam a sair acelerados em direcção ao balneário, as luzes do estádio apagam-se. A FPF queixa-se e pergunta o que se passa. O árbitro explica que depois do golo do cigano não suporta mais ver aquela humilhação, até ele - que é grego e viu a humilhação que passámos na final do Euro 2004 - diz que é desumano o que estão a fazer com os belgas. Scolari diz que se pode encontrar um compromisso. Promete deixar
Hugo Almeida no banco, Nuno Gomes os 90' que mete Fernando Meira a trinco e Hugo
Viana a número 10 para equilibrar o jogo. O árbitro diz que bastava deixar Nuno Gomes os 90' mas, realmente, assim até os belgas tinham hipótese de marcar. O jogo recomeça.
73'- Entretanto já tinha entrado Nani para o lugar de Quaresma. Os belgas perguntam que mal fizeram a Deus.
75'- Golo! Ronaldo faz o bailinho da madeira e diz ao fala-barato para ir buscá-la ao fundo das redes. Quatro a zero.
76'- O árbitro avisa que se não pararem com isso o jogo acaba mesmo.
77'- Scolari, assustado, mete Meira.
78'- Só para ter a certeza, de seguida entra o Hugo Viana.
81'- Como resposta a Meira, os belgas metem Van Damme, pelo menos na pancada não perdem.
90'- O jogo termina. Scolari pede a Petit para ir buscar o Moutinho que
continuava a correr atrás dos apanha-bolas.

quinta-feira, 29 de março de 2007

Fim

O final pode estar perto Ontem por motivos pessoais não me desloquei à Universidadade Independente, para tentar ter aulas. Já perto do final da noite tive oportunidade de assistir, via TV, às degradantes imagens do arrombamento da porta da Reitoria, efectuada por um aluno.
Tenho dificuldade em classificá-lo assim, pois estou a ofender quem lá anda para tirar um Curso, com os naturais sacrifícios daí decorrentes. Aquele selvagem deveria ser expulso da UnI.
Mas é compreensível, só assim é que os incompetentes podem ter alguns segundos de fama televisiva.
Aliás o argumento para tal atitude, que seria uma forma de reivindicar a passagem de certificados de habilitações para possibilitar as transferências de alguns alunos, cai pela base, sabendo-se que o prazo para as inscrições já terminou há algum tempo, e apenas uma decisão governamental poderá, penso eu, desbloquear esta situação, caso se dê o encerramento da UnI.
Hoje quando me deslocava para o trabalho, dei por mim a ponderar sobre tudo isto que tem acontecido na minha Universidade. Deixei de acreditar.
É verdade, não acredito que possa haver futuro que sobreviva a tanta desonestidade e selvajaria.
Vou continuar a ir lá. Até quando não sei.
Mas nada vai ser como dantes.

quarta-feira, 28 de março de 2007

"Amor, Escárnio e Maldizer"

Quase três anos depois de "Re-Definições", os Da Weasel lançam no próximo dia 2 de Abril "Amor, Escárnio e Maldizer". Simultaneamente o site do grupo de Pac e Compª, "Da Weasel Sessions" dá lugar a um novo espaço oficial na Net.
Como aperitivo deixo o vídeo "Dialectos da Ternura", que entre 21 e 27 de Março passou em exclusivo na MTV.

terça-feira, 27 de março de 2007

À moda antiga

O palco do grande jogo Vou-me colocar na pele de adepto de futebol identificado com o Benfica, que tem um espaço para emitir opinião.
Assim, apesar de não escrever artigos no jornal A Bola, tento ficar em pé de igualdade com Miguel Sousa Tavares, que hoje reafirma, na sua crónica semanal que: "não sou isento clubísticamente".
Aqui já somos diferentes. Eu tento ser, se é que na nossa vida o conseguimos totalmente. Mas pelo menos tento.
Deixando já aqui bem claro, que é a última vez que vou utilizar os disparates do MST, para encontrar tema de conversa, leio e releio uma frase deste confesso e enviesado comentador azul-e-branco, referindo-se a Quaresma: "tenho um mau pressentimento que ele não vai acabar em jogo".
Qual Professor Chibanga do Gato Fedorento, ele já vai fazendo previsões para o Benfica-Porto do próximo domingo. Procurando condicionar adversários e árbitro, ao bom estilo de José Maria Pedroto, em vésperas de viagem à Luz, Tavares procura incendiar o ambiente que se quer e deseja de grande fair-play.
Se algum adepto, comentador ou dirigente do Benfica, afirmasse que estava com medo que o Simão não terminasse o jogo com os portistas, gostaria de saber o que diria o MST. Tombaria a Torre dos Clerígos, em confronto com o Carmo e a Trindade.
Apesar de referir constantemente que gosta muito de futebol, Tavares gosta é do seu umbigo e dos disparates que diz e escreve.
Ele merece que o Benfica ganhe com grande limpeza.