Pois é!
Como é habitual nestas circunstâncias, como sempre dizemos, foram curtas.
Mais alguns dias, lá mais para a frente, mas agora é o regresso ao trabalho.
E brevemente, o regresso, também, à Universidade, deste vez à UAL.
domingo, 12 de agosto de 2007
domingo, 5 de agosto de 2007
Ponto e vírgula
Nestas férias a conta-gotas, vem aí a segunda fase.
Quatro ou cinco dias para mudar de ares e ver o meu Ricardo, de quem já tenho saudades.
Quando regressar, voltarão as Bandeiras e as Efémerides.
E o trabalho!
Quatro ou cinco dias para mudar de ares e ver o meu Ricardo, de quem já tenho saudades.
Quando regressar, voltarão as Bandeiras e as Efémerides.
E o trabalho!
Saragoça - 4º capítulo
Duas ideias para terminar esta passagem por Saragoça.Quando por cá tanto se fala de produtividade, detectei um bom exemplo por aqui. Um bar/restaurante com uma esplanada, com grande movimento, que tinha apenas três empregados: um ao balcão, um nas mesas, que também dava uma ajuda no serviço e um outro na cozinha. E apesar da forte afluência de público, a espera não era demasiada e a boa disposição prevalecia.
Se fosse por cá era preciso o dobro das unidades.
Por último, já que estamos a falar de locais gastronómicos, estes espanhóis são danados para os petiscos.
Principalmente à noite, aconchegam o estômago com pequenas refeições, onde se destacam o presunto, os enchidos e os ovos estrelados.
Por estas bandas as galinhas não devem ter descanso. Nem os porcos.
Saragoça - 3º capítulo
Uma das curiosidades que eu queria satisfazer, nesta visita a Saragoça, era conhecer e perceber o que era o Parque Del Tio Jorge.Pronto, agora já vi.
Estamos a falar de 160.000 metros quadrados de área ajardinada, situado na periferia da cidade, perto da zona onde se vai realizar a Expo-2008, na margem esquerda do Rio Ebro.
Está a beneficiar de obras há alguns meses, ficando numa zona, aparentemente, das mais pobres da urbe.
Um local bem agradável, que durante a Exposição Mundial, será palco de descanso nas imensas zonas relvadas.
Mas quem foi o Tio Jorge?Trata-se de um personagem da história de Saragoça.
Era um velho lavrador que em 1808 ajudou na defesa da cidade, frente à invasão francesa.
É considerado um exemplo de patriotismo na luta contra os invasores.
Deixo aqui um foto da estátua do homem que deu o nome ao Parque, que se encontra bastante degradada. Esta fica situada no interior do mesmo, havendo, apesar do processo de recuperação, diversas mostras de pinturas despropositadas, tirando a beleza a alguns locais.
Coisas que não acontecem só em Portugal.
sábado, 4 de agosto de 2007
Saragoça - 2º capítulo
Diversos contactos efectuámos, na tentativa de encontrar residência, para em Setembro acolher a Cláudia e as suas colegas.A maneira mais célere era recolher os números de telefone, espalhados pela cidade, principalmente na zona da Universidade de Saragoça, ligando para as possibilidades escarrapachadas nas muitas ofertas.
A principal barreira é a língua.
Se ao vivo o assunto se vai resolvendo, com gestos, entre fios a questão aumenta o grau de dificuldade.
A Cláudia saiu-se exemplarmente.
Calma, aproveitando um mês de espanhol, obtido de forma acelerada, resolveu todos os problemas resultantes da barreira linguística.
Fiquei baboso.
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
Saragoça - 1º capítulo
A incursão de 48 horas a Espanha, percorrendo perto de 2.000 quilómetros, deu-me a possibilidade de despistar algumas ideias formadas sobre os nuestros hermanos.Começo pela estrada, caminho bem longo para chegar à província de Aragão.
A postura dentro da jurisdição do alcatrão, fica a léguas do comportamento dos portugueses, respeitando os que conduzem, sem os nossos tiques do automobilismo, quer dentro da cidade, com a contribuição dos peões, quer nas vias rápidas, imensas e de borla, que me permitiram ir de Badajoz a Saragoça, pagando apenas 2,5 €!? Pois é, além de respeitarem as regras do trânsito, também pagam menos.
A viagem foi um exemplo de perfeição, o que para muito contribuiu a Catarina.
Nunca tinha utilizado um sistema de navegação, vulgo GPS, que nos possibilita uma viagem tranquila, sem o stress normal do desconhecimento dos locais de passagem, principalmente dentro da malha urbana, complicada por natureza, mas quase um passeio fruto da ajuda da sua voz esclarecedora.
Pois... e o nome nem foi inventado por mim, surge como a opção do nome da voz feminina do software na língua de Camões.
Já sou fã.
Dela e de Saragoça, ou de Zaragoza, como dizem e escrevem os nossos vizinhos do lado de lá.
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Ponto e vírgula
Regressei à pouco da terra de nuestros hermanos.
Cansando, apenas deixo aqui esta breve passagem.
Vários motivos de interesse, desta visita relâmpago, passarão por aqui em momento oportuno.
Desde o Parque del Tio Jorge, passando pelo civismo e educação, até à verificação da utilidade da Catarina, histórias desta passagem por Espanha.
Até já.
As férias continuam.
Cansando, apenas deixo aqui esta breve passagem.
Vários motivos de interesse, desta visita relâmpago, passarão por aqui em momento oportuno.
Desde o Parque del Tio Jorge, passando pelo civismo e educação, até à verificação da utilidade da Catarina, histórias desta passagem por Espanha.
Até já.
As férias continuam.
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Ponto e vírgula
Agora sim...as férias...pequenas, como é habitual.
Como prometido num post de ontem, vou tentar que a ausência seja curta.
Além disso, a perspectiva de conhecer o Parque del Tio Jorge, deixa-me com vontade de lá chegar.
Até já...
Como prometido num post de ontem, vou tentar que a ausência seja curta.
Além disso, a perspectiva de conhecer o Parque del Tio Jorge, deixa-me com vontade de lá chegar.
Até já...
30 de Julho
Eunice do Carmo Munoz nasceu na Amareleja, a 30 de Julho de 1928.Actriz de referência de teatro e considerada uma das melhores de todos os tempos em Portugal.
Com origens numa família de actores, estreou-se em 1941, na peça Vendaval, de Virgínia Vitorino, com a Companhia Rey Colaço/Robles Monteiro, sediada no Teatro Nacional D. Maria II. O seu talento é de imediato reconhecido e admirado por Palmira Bastos, Raúl de Carvalho, João Villaret ou pela própria Amélia Rey Colaço, o que lhe permite uma rápida integração na Companhia.
Termina o Conservatório, com 18 valores.
Populariza-se no palco do Teatro Variedades, com Vasco Santana e Mirita Casimiro na peça Chuva de Filhos, de Margaret Mayo.
Em 1946 dá-se a sua estreia no cinema, aparecendo no filme de Leitão de Barros, Camões.
Ao longo da sua enorme carreira, foram imensos os momentos de destaque. Dado o espaço ser limitado, vamos atá aos anos recentes.
Em 1991, celebram-se os seus 50 anos de Teatro, com uma exposição no Museu Nacional do Teatro, sendo condecorada, em cena aberta, no palco do Teatro Nacional, pelo Presidente da República, Mário Soares, quando envocava, de forma magistral, a figura de Estêvão Amarante, na revista-homenagem , de Filipe La Féria.
A Maçon (1997), escrito pela romancista Lídia Jorge propositadamente para Eunice e A Casa do Lago (2001), de Ernest Thompson, encenado por La Féria são duas das suas mais recentes participações nos palcos.
Em 2006 representou pela primeira vez na casa a que deu nome, o Auditório Municipal Eunice Munoz, em Oeiras, com a peça Miss Daisy.
Um ano depois, co-protagoniza com Diogo Infante, Dúvida de John Patrick Shanley.
Eunice Munoz faz hoje 79 anos.
domingo, 29 de julho de 2007
Modernices [2]

No início da próxima semana, vou gozar umas merecidas férias.
A minha presença por aqui deverá ser interrompida, pois uma deslocação a Espanha, mais concretamente a Saragoça, deve impossibilitar os meus habituais posts.
Por causa desta deslocação relâmpago, pois a Cláudia vai lá instalar-se durante alguns meses, Erasmus exige, procurei adquirir essas vulgarizadas modernices, conhecidas por GPS.
Aproveitando a sugestão do Pai, tentei aliar o meu Palm ao TomTom.
Mas como comigo, normalmente, as coisas não batem certo, esta não fugiu à regra.
Por isso, substituição de última hora, e novo companheiro, perdão, companheira, de viagem, pois a voz é feminina.
Amanhã ainda estarei por aqui com normalidade, depois, até 13 de Agosto, sempre que a rede e a carteira me deixarem.
Boas férias para todos.
Ponto e vírgula
Volto às contas dos militantes do PSD, que podem votar nas próximas directas de 28 de Setembro.
Parece que são 30.000, segundo um dos candidatos.
Parece que só na Madeira, há 10.000.
Será por este motivo que Marques Mendes vai ao Chão da Lagoa?
Parece que são 30.000, segundo um dos candidatos.
Parece que só na Madeira, há 10.000.
Será por este motivo que Marques Mendes vai ao Chão da Lagoa?
29 de Julho
Vincent Willem van Gogh nasceu em Zundert, Holanda a 30 de Março de 1853.Pintor holandês, considerado o maior de todos os tempos desde Rembrandt, apesar de durante a sua vida ter sido marginalizado pela sociedade, sendo a sua vida considerada um malogro.
Falhou em todos os aspectos importantes para o seu mundo, na sua época. Foi incapaz de constituir uma família, incapaz de custear a sua própria subsistência, mesmo incapaz de manter contactos sociais. Acabou por sucumbir a uma doença mental.
A sua fama póstuma cresceu especialmente após a exibição de 71 das suas obras em Paris, a 17 de Março de 1901. Somente após a sua morte lhe reconheceram o seu talento. Com o conceito do gênio, o público, cujos valores durante toda a sua existência o haviam desprezado, encontrou apreço a ele e à obra.
A influência de Van Gogh no expressionismo, fauvismo e abstraccionismo foi notória e pode ser reconhecida em variadas frentes da arte do século XX. Foi mesmo pioneiro na ligação das tendências impressionistas com as aspirações modernistas.
Suicidou-se, com um tiro no peito, a 29 de Julho de 1890, há 117 anos.
sábado, 28 de julho de 2007
28 de Julho
Johann Sebastian Bach, nasceu Eisenach, Alemanha, a 21 de Março de 1685.Músico e compositor do período barroco da música erudita, foi também um organista notável, considerado um dos maiores e mais influentes compositores da história da música, apesar de ter sido pouco reconhecido na altura em que viveu.
Muitas das suas obras reflectem uma grande profundidade intelectual, uma expressão emocional impressionante e, sobretudo, um grande domínio técnico em grande parte responsável pelo fascínio que diversas gerações de músicos demonstraram pelo Pai Bach, especialmente depois de Felix Mendelssohn, que foi um dos responsáveis pela reabilitação da obra de Bach, até então bastante esquecida.
Era tido por todos como um virtuoso do órgão, talvez o melhor de que se tinha notícia. Como compositor, porém, era considerado como antiquado e sem criatividade. Outros compositores, como Haendel e Tellemann, apreciaram muito as suas obras.
Hayden, Mozart e Beethoven também tiveram grande apreço pelas obras de Bach.
Também despertam bastante interesse as obras que compôs, baseando-se na forma dos concertos de Antonio Vivaldi, compositor e violinista italiano, seu contemporâneo.
Curiosamente ambos faleceram no mesmo dia, a 28 de Julho.
Vivaldi há 734 anos e Bach há 743 anos.
sexta-feira, 27 de julho de 2007
27 de Julho
António José de Almeida nasceu em Vale da Vinha, Penacova, em 27 de Julho de 1866, faz hoje 141 anos.Político republicano, foi o sexto presidente da República Portuguesa, entre 5 de Outubro de 1919 a 5 de Outubro de 1923.
Depois de terminar o curso, em 1895, foi para Angola e posteriormente estabeleceu-se em S. Tomé e Príncipe, onde exerceu medicina até 1903. Regressando a Lisboa nesse ano, foi para França onde estagiou em várias clínicas, regressando no ano seguinte, entrando mais tarde na política activa.
Os seus discursos inflamados fizeram dele um orador muito popular nos comícios republicanos.
Foi preso por ocasião da tentativa revolucionária de Janeiro de 1908, dias antes do assassinato do rei D. Carlos e do príncipe Luís Filipe. Posto em liberdade, continuou a sua acção demolidora pela palavra e pela pena, sobretudo enquanto director do jornal Alma Nacional.
Durante o seu mandato, como presidente da República, deu-se a Revolução de Outubro de 1922, em que foram assassinados, por opositores republicanos, o chefe do governo da altura, António Granjo, assim como Machado dos Santos e Carlos da Maia. N
Nomeou 16 governos durante o seu mandato.
Faleceu em Lisboa, a 31 de Outubro de 1929.
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Ponto e vírgula
Ricardo Quaresma e Simão Sabrosa têm várias coisas em comum.
Ambos começaram, em jovens, a jogar no Sporting.
Cedo sairam para Espanha, ambos para o Barcelona.
Nenhum dos dois triunfou e regressaram a Portugal. Simão para o Benfica e Ricardo para o FC Porto.
Para muitos, esta foi a principal diferença.
Dois óptimos profissionais.
Felicidades para os dois na próxima época.
Ambos começaram, em jovens, a jogar no Sporting.
Cedo sairam para Espanha, ambos para o Barcelona.
Nenhum dos dois triunfou e regressaram a Portugal. Simão para o Benfica e Ricardo para o FC Porto.
Para muitos, esta foi a principal diferença.
Dois óptimos profissionais.
Felicidades para os dois na próxima época.
26 de Julho
Stanley Kubrick nasceu em Nova Iorque, EUA, a 26 de Julho de 1928.Faz hoje 79 anos.
Foi considerado um dos cineastas mais importantes do século XX, responsável por uma obra polémica, mas que gozou de uma excelente recepção por parte da crítica.
Na sua infância, não era o que se podia chamar de um aluno exemplar. Raramente fazia as lições de casa e suas notas não eram das melhores.
Estreou-se como cineasta de curta-metragens aos 22 anos. Aos 25, obteve uma grande ajuda financeira de um tio farmacêutico para a produção de Fear and Desire (1953), a sua primeiro longa-metragem. Mas é a partir de The Killing (1956) que sua carreira começa a funcionar.
2001: A Space Odissey (1968) e A Clockwork Orange (1971), são talvez, os mais famosos fimes de Kubrick.
Recebeu várias nomeações para o Óscar como realizador, produtor e argumentista, mas, apenas ganhou um para os Melhores Efeitos Especiais, no filme 2001: A Space Odissey.
O seu último trabalho, Eyes Wide Shut (1999) após um longo período de ausência, demorou dois anos a filmar, tempo que o seu perfeccionismo achou necessário para a sua conclusão, mas não o suficiente para agradar à crítica e ao público.
Faleceu no dia 7 de março de 1999, em Hertfordshire, Inglaterra, não testemunhando a fria recepção que seu último trabalho obteve.
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