Habitualmente, em casa dos meus pais, o cozido à portuguesa fazia parte da ementa dos almoços de sábado.
Desde o falecimento do meu pai, há quase dois anos, que a Isilda se recusava a fazê-lo.
As recordações eram mais fortes...
Hoje o almoço foi cozido.
Obrigado mãe.
sábado, 10 de novembro de 2007
10 de Novembro
Há 94 anos, nasce, Álvaro Cunhal, advogado, escritor e político português, foi secretário-geral do Partido Comunista Português, entre 1961 e 1992.Morreu com 92 anos.
in O Leme
Zâmbia / Zimbabué
Hoje termina o desfile das bandeiras.
A partir de amanhã, seguindo o mesmo critério - ordenado pelos países, conforme o sítio da ONU - vamos ter um mapa por dia.
Há semanas atrás Portugal já deu o pontapé de saída, que pode recordar aqui.

A partir de amanhã, seguindo o mesmo critério - ordenado pelos países, conforme o sítio da ONU - vamos ter um mapa por dia.
Há semanas atrás Portugal já deu o pontapé de saída, que pode recordar aqui.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007
9 de Novembro
Há 119 anos, nasce Jean Monnet, político francês, visto por muitos como o arquitecto da União Europeia.Morreu com 90 anos.
in Wikipédia
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
8 de Novembro
Há 351 anos, nasce Edmond Halley, astrónomo e matemático britânico, foi o primeiro a descobrir um cometa periódico, que passou a ser chamado cometa Halley. Morreu com 85 anos.
in Wikipédia
A boina de Saragoça
Esta semana vou falar das minhas merecidas férias em terras lusas. Devo confessar que as saudades eram mesmo muitas e estava mesmo a precisar de uns miminhos da família para poder continuar a minha caminhada Erasmus. Para ser totalmente sincera, se soubesse o que sei hoje o destino do Erasmus seria diferente. Não é que não esteja a gostar, estou a adorar esta nova experiência mas a falta de pessoas e a pacatez desta cidade não tem nada a ver comigo, gosto de adrenalina, movimento, acção… enfim. Mas falando das férias, na 3ª feira (dia 30), por volta das 17:00 parava o autocarro na Gare do Oriente depois de uma viagem que começou em Saragoça às 03:45 da madrugada, e que foi mesmo muito cansativa.
À chegada uma bela surpresa, pois a minha mãe estava lá a espera do autocarro. Foi mesmo muito bom ter alguém para me receber depois de uma viagem tão comprida e nada melhor que a nossa mãe. A viagem para casa nos bonitos e pontuais comboios da CP pareceu uma eternidade, nunca mais chegava a nossa vez de sair.
Já em casa, fui surpreendida pela minha irmã que chorou a potes quando me viu. Esta era de todas a reacção que nunca pensei que ela tivesse. No dia seguinte fiz uma surpresa ao meu pai. Combinei com ele um encontro com um colega meu da faculdade, supostamente por causa de uns papéis e quem apareceu fui eu. Dava tudo para ter uma máquina fotográfica para registar o momento e a cara que ele fez quando me viu, mesmo à Tio Jorge.
Na quinta-feira foi o meu irmão. Adorei ver a cara de alegria dele a olhar para mim e confesso que já tinha saudades dos beijinhos que me esborracham as bochechas. Durante estes dias tive ainda oportunidade de estar com os meus colegas de faculdade, Tia Nela, Telmo, Vicky, Ricardo, Elidio, Nuno, Hélio fazem muita falta aqui por estas bandas, foi mesmo muito bom ter estado com eles, mesmo que tenha sido só por uns momentos. Depois de uns dias espectaculares chegou a altura de voltar ao frio, no domingo lá fui eu e a Cátia até à famosíssima Estação do Oriente, esperamos, esperamos, esperamos e nada. A Cátia soprava mas a verdade é que o autocarro não apareceu…. Que bom mais um dia em Portugal!
Tivemos de esperar ate às 15:00 para alguém nos dar uma explicação, mas o certo é que ninguém sabia de nada. Só conseguimos arranjar uma solução na 2ª feira e depois de alguns gritos e ameaças à mistura.
Às 21:15 estávamos no autocarro prontas para vir para a terra do frio e a despedida foi bem difícil, mas daqui a 45 dias estamos de volta outra vez.
Besos de Zaragoza.
Hasta Jueves.
Cláudia Paulino
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Olhar Jovem
Hoje o nosso destino é o Alentejo, mais propriamente Vila Viçosa, para mais um relato do Vilafranquense. Tudo normal, fomos almoçar a um restaurante de pequenas dimensões, mas muito bom. Seguidamente, fomos para o Estádio local. E não é que, para meu espanto, olho para o campo e só vejo areia. Perguntei para mim: “Onde está a relva?”
Afinal não havia nada de errado, era um terreno pelado e não relvado como estava acostumado a ver. Foi a primeira vez que observei um campo assim. A partir daí já não fui mais surpreendido.
As condições para fazer o relato não eram as melhores. Não havia uma mesa, uma cadeira para o meu cota fazer o seu trabalho para a Íris FM. Então, arranjou-se uma opção secundária: havia uma espécie de cubículo junto do campo. Ele pôs-se em cima de um monte de tijolos e, observando por uma pequena janela (mas mesmo pequena!) lá fez o relato.
Nesse jogo também aconteceu algo que nunca me tinha sucedido. Depois de, no intervalo, ter ido ao bar para comer, como era habitual, na pequena viagem de volta, o jogo já se tinha reiniciado e quando estava a chegar ao pé do meu pai, a bola saiu do recinto de jogo. E não é que veio para perto do mim? Eu não hesitei e com a felicidade de um miúdo de 8 anos, devolvi a bola ao jogador do Vilafranquense!
Para a semana, deixo-vos aqui mais uma viagem.
Abraços e beijinhos para todos.
Ricardo Paulino
terça-feira, 6 de novembro de 2007
6 de Novembro
Há 351 anos, morre em Lisboa, D. João IV, primeiro rei da quarta dinastia portuguesa.Tinha 52 anos.
in O Leme
O Canto da Princesa
Confesso que não tinha tema para hoje.
Pensei e voltei a pensar. O que escrever para a minha “coluna” semanal do Tio Jorge? Sim porque neste blog tudo é muito profissional, como se fosse uma verdadeira redacção, entenda-se.
Os textos têm de ser entregues na véspera, para serem publicados após a meia-noite! Isto não se brinca em serviço cá em casa. No entanto a ausência de tema é complicado.
Os últimos dias têm sido um pouco agitados devido a situações anómalas relacionadas com o hóquei do Ricardo, por isso vou falar de coisas que gosto. Pode ser que assim arrebite e vá mais bem disposta para uma reunião que é daqui a pouco e não será muito agradável, digo eu.
Pois bem começo pelos relógios - Ouriço, sei que é algo que temos em comum - especialmente os da Swatch. A minha colecção já conta com uns quantos mas isso não me impede de namorar sempre mais algum.
Gosto de tulipas, as minhas flores preferidas, fazem-me lembrar o campo, a paz, os passarinhos a chilrearem e com isto chego a outra das minhas paixões, o Alentejo, mais o Alto do que o Baixo.
Tudo é feito com tempo, adoro o sotaque alentejano, o artesanato, a gastronomia, sei lá, acho que me identifico com quase tudo.
Em oposição à paz do campo também me conforta o barulho e a revolta do mar. Sou do signo Peixes e se há coisa que gosto, não é de ir para a praia, mas sim de ir ver-o-mar. Sentada a olhar, apenas a olhar...
Gosto muito de ser tia. Só tenho sobrinho há um ano e pouco e nunca pensei que o sangue falasse tão alto. É raro o dia em que não pense nele mas quando estou com o Tomás, sinto uma emoção tremenda. Esperei muito pelo rapaz pequeno mas valeu a pena, saiu melhor que a encomenda!
Fico por aqui. Certo é que há muito mais coisas que me satisfazem e dão muita alegria, mas fica para outro dia.
Célia Paulino
Pensei e voltei a pensar. O que escrever para a minha “coluna” semanal do Tio Jorge? Sim porque neste blog tudo é muito profissional, como se fosse uma verdadeira redacção, entenda-se.
Os textos têm de ser entregues na véspera, para serem publicados após a meia-noite! Isto não se brinca em serviço cá em casa. No entanto a ausência de tema é complicado.
Os últimos dias têm sido um pouco agitados devido a situações anómalas relacionadas com o hóquei do Ricardo, por isso vou falar de coisas que gosto. Pode ser que assim arrebite e vá mais bem disposta para uma reunião que é daqui a pouco e não será muito agradável, digo eu.
Pois bem começo pelos relógios - Ouriço, sei que é algo que temos em comum - especialmente os da Swatch. A minha colecção já conta com uns quantos mas isso não me impede de namorar sempre mais algum.
Gosto de tulipas, as minhas flores preferidas, fazem-me lembrar o campo, a paz, os passarinhos a chilrearem e com isto chego a outra das minhas paixões, o Alentejo, mais o Alto do que o Baixo.
Tudo é feito com tempo, adoro o sotaque alentejano, o artesanato, a gastronomia, sei lá, acho que me identifico com quase tudo.
Em oposição à paz do campo também me conforta o barulho e a revolta do mar. Sou do signo Peixes e se há coisa que gosto, não é de ir para a praia, mas sim de ir ver-o-mar. Sentada a olhar, apenas a olhar...
Gosto muito de ser tia. Só tenho sobrinho há um ano e pouco e nunca pensei que o sangue falasse tão alto. É raro o dia em que não pense nele mas quando estou com o Tomás, sinto uma emoção tremenda. Esperei muito pelo rapaz pequeno mas valeu a pena, saiu melhor que a encomenda!
Fico por aqui. Certo é que há muito mais coisas que me satisfazem e dão muita alegria, mas fica para outro dia.
Célia Paulino
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
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