sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Primeira sensação

Gosto de ter sempre qualquer coisa que me mantenha atento.
Vamos lá ver como é que eu explico isto.
Algo que me faça fugir da rotina.
Qualquer coisa que transforme o dia em algo de diferente.
Uma forma de manter interessante esta vida.
A única que vamos ter!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Até já me cansa elogiar os meus jantares brilhantes!
Cada vez mais este união em redor da mesa, reforça a estrutura familiar, importante nos momentos difíceis que atravessamos.
Problemas que afligem uma grande maioria dos portugueses.
Uma classe média que cada vez mais sofre.

A boina de Saragoça

Hoje deixo-vos o meu pensamento do dia.
Chama-se Só de passagem.
Vale a pena ler e reflectir.

Conta-se que no século passado, um americano foi à cidade do Cairo no Egipto, como turista. Surgiu-lhe a oportunidade de aí visitar um famoso sábio e não a quis perder. Ficou, no entanto, muito surpreendido ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? Perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:
- E onde estão os seus...?
- Os meus?! Surpreendeu-se o turista.
- Mas estou aqui só de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio.
- A vida na Terra é somente uma passagem... Apesar disso, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem-se de ser felizes.


Até para a semana.
Cláudia Paulino

Ponto e vírgula

Dois pormenores.
Raramente publico escritos de outros retirados de blogues.
Sou leitor habitual do Corpo Dormente do Bruno Nogueira.
Depois das explicações, um post bem divertido retirado do referido sítio.

Hoje voltei a ter carro.
No dia trinta e um de dezembro espetei-me, à campeão, na traseira de um carro.
Não foi só espetar-me. Foi como se o meu carro quisesse entrar pelo outro, à força.
Partir o vidro e sentar-se no banco traseiro, à patrão.
Aparte: Foi à tarde, para não começarem já a pensar que sou um bêbado inconsciente que vai conduzir embriagado.
Ou melhor, sou.
Mas não foi o caso nesse dia.
Voltando à história: esbardalhei-me contra num carro, o que é logo uma boa maneira de acabar o ano.
Ou isso, ou espetar uma lapiseira na menina do olho.
Quando reparei no carro em que tinha batido, apercebi-me que era um carro daqueles que tomamos consciência que a brincadeira vai sair cara.
Porsche Panamera.
Pois claro, ia lá agora espetar-me contra uma Ape 50 da Piaggio.
Não senhor, se é para fazer as coisas, que seja com muita dignidade.
E assim foi.
Sai o condutor do carro. Vem ter comigo e diz o seguinte:
"Epá, oh Bruno, que chatice, eu ainda por cima gosto tanto de ti".
E eu "Desculpa lá, claro que fui culpado, isso nem há discussão".
Ele: "Não te preocupes com isso, ficas com o meu contacto e depois combinamos para assinar a declaração amigável, que aqui as pessoas ficam todas a olhar, e reconhecem-te a ti e a mim".
Pausa.
Eu: "Ok, então dá-me lá o teu contacto, se fazes favor".
Trocámos contactos.
Como eu ia ter com o Eduardo Madeira, pedi-lhe para ele me ir buscar, porque o meu carro ia ser rebocado para o oficina, tal era o estado do bichinho.
Já no carro do Eduardo: "epá, aconteceu uma coisa muita estranha. A pessoa em quem eu bati devia estar a gozar comigo, porque disse para tratarmos de tudo depois para as pessoas não ficarem ali a reconhecer-nos aos dois".
Eduardo: "Mas quem era?"
Eu: "Eu sei lá, era um Carlos que mora aqui na zona e tem um Porsche Panamera.
Eduardo: "Oh, então tu foste bater no Carlos Martins?!"
Eu: "Exacto, é o nome dele. O que é que ele faz?"
Eduardo: "Bruno, é jogador do Benfica".
Pausa.
Resumindo, eu tenho a cultura futebolística de uma garoupa.
E mesmo assim acho que a garoupa era menina para dizer "ei, olha quem é ele, o gajo do Benfica".
Isto tudo debaixo de água, portanto também não se ia perceber grande coisa.

Hoje voltei a ter carro. Um mês depois ficou pronto.
Está como novo, mas cheio de si.
Não esquecer que ele foi ao Panamera do Carlos Martins.

Primeira sensação

Na ressaca do jogo de ontem ressaltam dois ou três registos.
Que o autocarro do Benfica, já no regresso, voltou a ser apedrejado.
Que naquele campo nenhum árbitro consegue ser, rigorosamente, honesto.
Que continuam a chover objectos para dentro do campo.
E a culpa não morre solteira.
Pinto da Costa é o nome dela!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Mais uma folga nas idas a Sintra, permitiu juntar-nos à volta da TV.
Apesar de algumas dificuldades técnicas, fruto da crise, deu-nos um enorme gozo ver a facilidade como o Benfica derrotou o FC Porto.
Ainda falta metade da eliminatória, mas uma coisa já ficou bem clara.
Para se ganhar neste campo - com uma expulsão vergonhosa e um campo bem inclinado por este árbitro que já ofereceu dois pontos esta época aos azuis-e-brancos na Figueira da Foz - é necessário ter classe.
Desta vez nem o túnel serviu de desculpa aos batoteiros.
Carrega Benfica!

Primeira sensação

Apesar de um céu bem azul, a temperatura continua muito baixa.
Já tenho saudades dos meus calções.
Dos meus chinelos.
Das minhas t-shirts.
Bom, bom era estarmos sempre com o termómetro bem mais acima.
Isso é que era!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Acabámos o dia a ver o Benfica na competição europeia de basquetebol.
Altura para recordarmos excelentes equipas encarnadas nesta modalidade.
Mesmo os mais desatentos, quem não se recorda de um cinco com Carlos Lisboa - o melhor jogador de sempre - Pedro Miguel, Henrique Vieira - o actual treinador - Mike Plowden - já desaparecido - e Jean Jacques, além de outros grandes nomes, como por exemplo José Carlos Guimarães e Steve Rocha.
Grandes equipas para um grande desporto!

Rosa Sensual

Primeira sensação

Há por aí umas invenções, surgidas nas últimas décadas de que eu gosto.
E do Sol também!
Eu explico melhor.
Lá no alto do acampamento tem umas coisas chamados painéis solares.
Quando o astro-rei faz a sua aparição, ajuda-nos a poupar uns euros e dá-nos oportunidade de tomar banho de água quente, quando a caldeira se recusa – como é o caso – a fornecer aquilo que era suposto dar.
São as habituais independências cá do sítio!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Após a fuga do Sol

Último dia de Janeiro, que coincide com o fecho dos mercados europeus de futebol.
Sem grandes surpresas, por cá, destaque para as saídas, já previsíveis, de Liedson - para o Corinthians - e David Luiz - para o Chelsea - com os blues a comprarem, também, o internacional espanhol Fernando Torres ao Liverpool.
Uma coisa é certa.
Com estas duas transferências o futebol nacional ficou mais pobre!

Ponto e vírgula

Tenho acompanhado com interesse esta saga dos estatutos da Federação Portuguesa de Futebol.
Este sábado uma nova tentativa de aprovação caiu por terra, porque são necessários 75% dos votos.
Recebeu 70%, mas não chega!?
Está muito claro porque algumas associações – lideradas pelas do Porto e Braga – não querem uma alteração, consequência de uma lei aprovada na AR.
Porque não querem perder o poder.
Porque não querem deixar que o futebol português evolua.
Porque querem manter o compadrio e a sujidade, liderados, claro por Lourenço Pinto, advogado de de Pinto da Costa em vários processos, funcionando a AF Porto como braço-armado do FCP, desesperados com a perca da capacidade de manipular as estruturas do reino luso da bola.
Está na hora de correr com estes senhores!

Primeira sensação

Periodicamente vou até lá.
Ao sítio do Observatório Astronómico de Lisboa, que está integrado na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa desde de Março de 1995.
Mas porquê, perguntarão vocês, esta visita de tempos em tempos?
Para acertar o relógio.
Como fiz esta manhã.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Após a fuga do Sol

No acampamento acontecem destas coisas.
Depois do treino, encharcado, com as cachopas - em Melbourne ganhou o Djokovic, sem espinhas - a água quente fez greve.
Parece que lhe queriam tirar a capacidade de gerir a sua temperatura, pelo que ela fez greve.
Perante esta modernice, rumámos a casa da Berta, juntando o almoço ao banho.
O pior vai ser amanhã, se a contestação se mantiver.

Primeira sensação

Hoje é tudo pelas cachopas amarelas.
Eu explico.
Está sol, mas a estrada está molhada.
Mesmo assim, alvorada à hora habitual, pois se não houver ténis no campo, há na TV.
Porque daqui a pouco começa a final masculina na Austrália.
Murray ou Djokovic, quem vai ganhar?

sábado, 29 de janeiro de 2011

Após a fuga do Sol

Recorro várias vezes a ditados populares.
Quem tem filhos, tem cadilhos.
Hoje foi preciso olhar para o futuro.
Por vezes com muita intensidade, mas sempre com a preocupação da melhor opção.
No final ficámos com a sensação de que o futuro vai ser otimista.
Porque vamos todos fazer por isso!

Primeira sensação

Que bem que me soube este soninho!
A primeira coisa que faço ao levantar, no fim-de-semana, é abrir a janela da sala.
Lá está o lindo Tejo, com o Sol envergonhado, disputando com as nuvens a alternância do poder.
Para já não chove e em Melbourne a Kim Clijsters venceu a final feminina, batendo a chinesa Li Na, que às vezes também se chama Na Li.
Chinesices!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Após a fuga do Sol

Mais uma semana que termina.
Com problemas pelas bandas de Sintra, fazendo juz ao ditado que diz: casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
Esperemos que prevaleça a inteligência e bom senso, que muitas vezes ultrapassa a falta de dinheiro.
Assim o espero!

Rosa Sensual

Primeira sensação

Os obscenos ordenados dos gestores públicos vieram outra vez à baila, desta vez no Parlamento.
Como já o referi noutras oportunidades, nomeadamente em relação a jogadores de futebol, não me choca os valores que ganham - pois todos temos a ambição de disfrutar do melhor vencimento possível – mas sim as entidades que lhe pagam esses valores principescos.
Um exemplo: A TAP.
Sem colocar a causa a competência de Fernando Pinto, como é possível uma empresa pública, paga com os nossos impostos, que dá prejuízos astronómicos todos os anos, pagar um valor completamente chocante?
Será que ninguém tem coragem neste País para acabar com estas barbaridades?