segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Desportivamente


Primeira sensação

Vamos lá ver como correu a sessão diurna do Happy Slam.
No lado feminino a russa Svetlana Kuznetsova venceu – meia surpresa – a dinamarquesa Caroline Wozniacki, a também russa, Victoria Azarenka esmagou – duplo 6/1 – a compatriota Elena Vesnina, e a jovem norte-americana Sloane Stephens – uma pequena surpresa nos quartos - eliminou a sérvia Bojana Jovanovski. Daqui a pouco começa o confronto entre Serena Williams e Maria Kilirenko.
No setor masculino - num encontro falado em francês - Jo-Wilfried Tsonga bateu Richard Gasquet, enquanto que o gaulês Jeremy Chardy – uma das surpresas deste Open – eliminou o italiano Andreas Seppi.
Por esta hora o britânico Andy Murray vence – dois sets a zero – o francês Gilles Simon, estando marcado para meio da manhã o duelo entre o suiço Roger Federer e o canadiano Milos Raonic.
Um jogo que promete muito!    

Uma bela voz feminina para começar a semana em beleza.
Emeli Sandé e o seu Heaven.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Após a fuga do Sol

Talvez seja por isto que gosto tanto de ténis!
Que jogo fabuloso.
Como escrevi de manhã, Wawrinka esteve a ganhar 5/2 no 2º set, mas Djokovic recuperou - de forma sensacional - e acabou por vencer por 7/5.
Venceu a terceiro por 6/4, e quando se esperava que resolvesse o encontro no 4º set, o suiço ressuscitou e venceu no tie-break.
A última partida foi inacreditável, com a vitória a sorrir ao sérvio por 12/10, após cinco horas em que as cachopas amarelas foram muito bem tratadas.
Um daqueles jogos - passe o lugar comum - em que nenhum merecia perder.

Se já gosto de ver o futebol inglês, com o nevão que vai caindo em Londres, ainda fica mais bonito.
Chelsea - Arsenal (2-1) e Tottenham - Manchester United (1-1) ainda foram melhores com o branco - caído do céu - a dominar.

Está na hora de ir descansar.
Está mais uma semana a chegar!

Desportivamente


Primeira sensação

Como era de prever, a chuva não nos deixou ir bater nas cachopas amarelas.
Aula anulada, jogo na Póvoa - que não joguei na semana passada pelo mesmo motivo - de novo adiado e o Ricardo também não deve jogar o Interclubes.
Não está fácil!

Foi uma ronda má para as meninas alemãs.
Angelique Kerber perdeu com a russa Ekaterina Markova, enquanto Julia Georges foi eliminada pela chinesa Na Li.
Também a sérvia Ana Ivanovic deixou Melbourne, derrotada pela polaca Agnieszka Radwanska, com Maria Sharapova a continuar o seu  passeio australiano, esmagando a belga Kirsten Flipkens.
Do lado masculino o espanhol David Ferrer venceu o japonês Kei Nishikori, Nicolas Almagro - outro espanhol - bateu Janko Tipsarevic - que desistiu no 2º set - e o checo Tomas Berdych derrotou o sul-africano Kevin Anderson.
Mas a grande surpresa pode estar para acontecer ainda hoje.
O nº 1 mundial, o sérvio Novak Djokovic, está a defrontar o suiço Stanislas Wawrinka que venceu o primeiro set por 6/1 e vence o 2º por 5/2.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Após a fuga do Sol

Foi um grande jogo em Melbourne, com um Bernard Tomic - motivadíssimo - jogando perante o seu público, mas que encontrou um Roger Federer em excelente momento, vencendo por 3-0.
A veterana Date-Krumm foi eliminada (0-2) pela sérvia Jovanovsky, mas mostrou que a idade - 42 anos - não é - obrigatoriamente - um obstáculo.

Hoje começou a CAN'2013.
Dois jogos, zero golos!
Importam-se de acertar na baliza?

Rosa Sensual


Primeira sensação

Os senhores da meteorologia não se enganaram.
Está um tempo péssimo.
Dizem que melhora para a tarde.
Bom para estar em casa!

No Open da Austrália caiu - durante a nossa noite - Juan Martin Del Potro. O argentino foi derrotado (2-3) pelo francês Jeremy Chardy, enquanto que nos restantes jogos prevaleceu a lógica.
Por esta hora, Roger Federer vence (2-0) o australiano Bernard Tomic está a ser um belíssimo jogo - numa altura em que começa o 3º set.
Quem também está a jogar é a veterana japonesa - que acompanho com curiosidade - Kimiko Date-Krumm, que perdeu no 1º set com a desconhecida sérvia Bojana Jovanovski.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Após a fuga do Sol

Vai permanecendo a lógica no Happy Slam.
Os principais candidatos continuam a ganhar e hoje Maria Sharapova, embrulhou, com facilidade, a mana Venus.
O calor de Melbourne não nos tem dado grandes surpresas.

Fiquei com pena do Jardim - o do BCP, não o da Madeira - que vai ter que pagar um milhão de euros.
Coitado!

Outro desgraçado é o honestíssimo banqueiro Ricardo Salgado.
Teve que retificar a declaração do IRS ... três vezes!
Parece que se tinha esquecido de declarar oito milhões e meio de euros.
Uma coisa perfeitamente normal!

Estou a ver uma reportagem na RTP.
O lobby da advocacia no parlamento.
Transversal a todas as bancadas.
E depois querem que acreditemos nesta escumalha!

Rosa Sensual


Ponto e vírgula

Numa altura em que não temos grandes motivos para sorrir - coisas da crise - nada como ler este texto do Ricardo Araújo Pereira.
De levar às lágrimas!

Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros.

Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja.
Diz-se «Iqueia» ou «I quê à»? E é «o» IKEA ou «a» IKEA»?
São ambiguidades que me deixam indisposto. Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no «I quê à», quando, para eles, é evidente que estou na «Iqueia».
As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais.
Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos.
Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos.
Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora.
Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada.
O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias. É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.
Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes.
A equipa que trouxe a primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira.
Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto. Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria. Mas como sou eu, aborrece-me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno. Que fazer então? Cada cliente terá o seu modo de reagir. O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um
rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro.
E os suecos que montem tudo, se quiserem receber.
E já agora sobre o IKEA:
Uma senhora vai ao Ikea comprar um armário novo. Para que lhe saia mais barato, compra um em kit. Ao chegar a casa, monta-o e fica perfeito.
Nesse momento passa o comboio (ela mora junto à estação de comboios) e o armário desmonta-se todo.
Monta novamente o armário. E este volta a cair com o passar do comboio. À terceira tentativa falhada, telefona para a Ikea e exige a presença de um técnico.
O técnico chega, monta o armário e, quando passa o comboio, desmonta-se todo. O técnico monta novamente o armário, passa outro comboio e, armário novamente desmontado. Então, o técnico tem uma brilhante ideia:
Escute, minha senhora, eu vou montar novamente o armário, meto-me lá dentro e espero que passe o comboio para ver porque é que o armário se estás desmontar. E assim fez.
Nisto o marido entra no quarto e diz: 
- Querida, que armário tão bonito! - e abre a porta. Ao ver o técnico da Ikea pergunta:
- O que é que você faz aí?
Este responde: - Estou quase tentado a dizer-lhe que vim comer a sua mulher. Porque, se lhe digo que estou à espera do comboio, não vai acreditar.

Primeira sensação

Ontem na noite/manhã de Lisboa, em oposição ao sol e calor de Melbourne, passou-me a derrota da checa Petra Kvitova – 8ª favorita - às mãos da esquerdina britânica Laura Robson.
Durante esta madrugada temos a eliminação (2-3) do espanhol Fernando Verdasco, derrotado pelo sul-africano Kevin Anderson, e a vitória (2-1) da russa Ekaterina Makarova sobre a irritante francesa Marion Bartoli.
Por esta hora jogam Venus Williams e Maria Sharapova.
Um jogo que promete.

Conhecidos os semi-finalistas da Taça de Portugal, resta fazer uma pergunta.
Porque 77 dias entre as duas mãos?
Se querem que esta prova mantenha a sua dignidade acabem com este disparate.
Já para o ano, se fazem favor!

Numa semana com alguns duetos, terminamos com mais um, também em português.
Quase Perfeito com os Donna Maria e Paulo de Carvalho.  

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Após a fuga do Sol

Dia dois dos quartos da Taça de Portugal.
O Belenenses bateu (1-4) o Arouca, encontrando o Guimarães nas meias-finais.
Em Coimbra o Glorioso foi muito forte - um verdadeiro banho de bola - goleando (0-4) a Académica,  tendo já marcado o encontro com o Paços de Ferreira.
A antecâmara da final - em duas mãos - vai acontecer a 30 de janeiro e a 17 de Abril.  

As coisas começam a aquecer em Melbourne - em sentido figurado, pois as temperaturas têm rondado os 40 graus - mas poucas têm sido as surpresas.
Os candidatos estão todos na luta!

A boina de Saragoça


Amanhã mais uma aventura.
Uma ida ao veterinário com o Migalhas que não vai ser nada fácil.
Para me tentar ajudar, tenho a minha mana Inês, pois este bichinho é um desassossego que só pode viajar em sítios fechados, pois é de enlouquecer quem tentar viajar com ele ao colo.
Na última vez as coisas não correram nada bem, pois nem na hora da consulta teve sossegado.
Vamos ver como corre amanhã.
Além disso tenho que aproveitar para desvendar o sexo do bichinho, pois a primeira vez que foi ao veterinário disseram que era um coelho, mas a verdade é que ainda não se vislumbra o sexo do bicho e repentinamente surgiram-lhe duas maminhas.
Será que o meu Migalhas afinal é uma Migalhas?
Talvez seja por isso que a Manchas não gosta dele, provavelmente, por ciúmes.
Amanhã saberemos.

Até para a semana.

Cláudia Paulino 

Desportivamente


Primeira sensação

Um pequeno pormenor que faz toda a diferença.
Deixar a chave das gavetas em casa.
Nem rato, nem café, nem agrafador, nada.
Um desatino.
Vou partir para o plano de contingência!

Como era esperado João Sousa perdeu com Andy Murray.
O tenista vimaranense deu a luta possível, com o número três mundial a vencer pelos parciais de 6/2, 6/2 e 6/4.
Numa altura em que Federer começou a jogar com Davydenko, fiquem a saber que a veterana japonesa continua a vencer.
Desta vez a vítima de Kimiko Date-Krumm foi a israelita Shahar Peer.

Mais um dueto, desta vez luso-espanhol.
Pablo Alborán e Carminho com Perdóname.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Após a fuga do Sol

Quartos-de-final da Taça de Portugal em duas sessões.
Hoje o Paços de Ferreira bateu (2-1) o Gil Vicente, enquanto no derby minhoto o Vitória venceu o Braga pelo mesmo resultado, num jogo que foi resolvido no prolongamento, após um empate a um golo no fim dos noventa minutos.
Amanhã temos os restantes encontros.
Académica-Benfica e Arouca-Belenenses.

Na Austrália não se registaram mais surpresas no resto da ronda, quando estamos a poucas horas do - desequilibrado - confronto entre João Sousa e Andy Murray.

Desportivamente


Primeira sensação

Foi por muito pouco!
Maria João Koehler perdeu com Jekena Jankovic na 2ª ronda do Open da Austrália.
Forte no 1º set – vencendo por 6/2 – esteve a ganhar por 4/3 no 2º - com um break a favor - mas permitiu a recuperação da sérvia, perdendo no tie-break por 5/7.
No set decisivo veio ao de cima a maior experiência de Jankovic, vencendo por 6/2.
Excelente prestação da jovem portuguesa de apenas 20 anos, tornando-se na primeira jogadora nacional a vencer uma ronda do quadro principal de Melbourne, igualando Michelle Larcher de Brito que conseguiu igual feito - em 2009 - em Wimbledon e em Flushing Meadows.
Pelo caminho ficou a esperança de um triunfo australiano no setor feminino.
Samantha Stosur foi derrotada (4/6, 6/1 e 5/7) pela chinesa Jie Zheng. 

Ontem à noite dei-lhe um like no FB e vi o vídeo.
Agora apeteceu-me repetir.
O dueto de João Só com Lúcia Moniz e a Sorte Grande

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Após a fuga do Sol

Eu nasci no tempo da PIDE.
Onde os jornalistas eram uns malfeitores.
Vejam isto.
Passos Coelho patrocinou uma conferência sobre a reforma do Estado, cujo obetivo era ouvir a sociedade civil.
A sua organizadora, Sofia Galvão - antiga dirigente do PSD - informou no início que não era possível recolher som, nem imagem das declarações dos intervenientes.
Acrescentou que os os jornalistas tinham conhecimento destas regras, facto que se veio a perceber que era mentira.
Os meus receios estão a confirmar-se.
Um governo de direita liberal, com um presidente em conluio, só podia dar nisto.
O regresso a um passado salazarento.

Como é normal vão surgindo surpresas em Melbourne.
A derrota da italiana Sara Errani, perante a espanhola Carla Suarez Navarro é uma delas.