quinta-feira, 8 de março de 2018

A Minha Camara Escura


Toupeira

Nunca se falou tanto deste bicho.
Aliás, no hóquei em patins, quando um jogador vai a patinar e cai sozinho sem ninguém por perto, dizia-se e diz-se que tinha sido uma toupeira.
Mas este bicho é diferente!
Nesta altura da minha vida, considero-me jornalista.
Durante o dia de ontem acompanhei a emissão - como é habitual - da SIC Notícias.
O processo e-toupeira dominou, quase, toda a emissão.
O mediático arguido Paulo Gonçalves, foi acusado de quatro crimes de violação do segredo de justiça e um de corrupção ativa.
Por diversas vezes os jornalistas desta televisão referiram situações que estão na investigação - referindo que tiveram acesso ao processo - ou seja em segredo de justiça.
Como tiveram acesso a elas?
Não foi violação do segredo de justiça?
E quem lhes forneceu a informação, foi a troco de quê?
Assistir aos programas da Júlia Pinheiro em direto?
Cachecóis da SIC autografados pelo Pinto Balsemão?
Nos outros órgãos de Comunicação Social a situação é idêntica.
Porque não são constituídos, também, arguidos os responsáveis dessas violações do - pobre - segredo de justiça?
O desabafo de tristeza de quem acha que o jornalismo é uma missão nobre e onde não devia valer tudo.

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terça-feira, 6 de março de 2018

Os da Casa


Investigue-se ... com memória

O título é inequívoco.
Se há suspeitas, investigue-se, como disse Rui Vitória na última sexta-feira, sobre o caso do pagamento do FC Porto ao Estoril, aparentemente justificado por uma dúvida antiga.
Hoje o dia está marcado pela detenção de Paulo Gonçalves, acessor jurídico do Benfica.
Durante os meses que já dura os casos dos e-mails, mantive-me em silêncio, esperando que seja feita a instigação e perceber quem infringiu as regras.
Já se ouvem várias vozes - mais exaltadas - a pedirem a descida de divisão do Benfica e a perca de títulos conquistados dentro das quatro linhas, sendo que até ao momento não existe nenhuma prova que justifique tal decisão.
Portistas e sportinguistas são os mais nervosos.
Só um pequeno regresso ao passado.
No Apito Dourado - onde Pinto da Costa fugiu para Espanha para não ser preso - ficou provado que o FC Porto deveria ter sido punido de forma severa.
Não se ouviu uma palavra do Sporting e nada aconteceu.
No caso Pereira Cristovão, onde ficou provado que tentou comprar um árbitro assistente, nada aconteceu na vertente desportiva e os azuis-e-brancos ficaram em silêncio.
No caso que agora faz as notícias do dia a dia, espero que se faça justiça e que sejam penalizados os infratores.
Sejam eles que forem!

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domingo, 4 de março de 2018

Em direto


Num dia de muita chuva - e com o terreno muito pesado - jogou-se no Cevadeiro a liderança da série D do Campeonato de Portugal.
O Vilafranquense fez trinta minutos iniciais fortíssimos, marcou por Izata (19'), Luís Pinto acertou por duas vezes nos ferro, baralhou por completo a defesa do Mafra, mais viu os forasteiros empatar quase em cima do intervalo, no único remate que fez à baliza na primeira parte.
A segunda metade foi diferente, maior equilíbrio, poucas ocasiões de golo e uma decisão polémica de José Rodrigues, árbitro da partida.
Não consegui perceber a justiça - ou não - da marcação da grande penalidade, mas a facilidade com que saíram os cartões vermelhos na sequência do lance - para João Freitas e Anta - mostram a falta de
uma qualidade que define a diferença entre um bom e um mau árbitro: o bom senso.
Num jogo com esta carga emocional, entre as duas melhores equipas da série, ficamos sempre tristes quando o principal protagonista é o árbitro.
Tenho esta opinião formada há alguma tempo.
Quando se dirige um jogo longe da bola, dificilmente se acerta muitas vezes.

Muito obrigado ao Mauro Courage e ao Vítor Neno que me cederam as fotos.

Os da Casa


sexta-feira, 2 de março de 2018

Raio dos Computadores!

Parece-me que nesta altura o PC está como eu.
A recuperar de um problema de saúde, mas a caminho da estabilização.
Um abraço para apoio da Apple - grande Joel Cunha - que tem sido incansável e extremamente profissional.

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47 anos

Para quem gosta do nosso aniversário, como nós, este é sempre um dia de festa.
A Princesa chegou aos 47 anos, num dia de chuva, mas feliz para nós.
Amo-te muito Amor!