quarta-feira, 6 de março de 2019

Outros Mundos d'A Bola

Dia de Carnaval molhado estragou a festa, mas no Rio de Janeiro, como muito calor, acabou tudo ao estalo.
Por cá, em Sesimbra, Ovar, Estarreja, Buarcos e Mealhada os cortejos foram cancelados ou adiados para outra data, mas em Torres Vedras as matrafonas desfilaram sem medo do mau tempo.

Marcelo Rebelo de Sousa iniciou uma visita de quatro dias a Angola, que começou com a festa de aniversário do presidente angolano, João Lourenço. Antes, Marcelo furou o protocolo para espreitar o Carnaval local.

Nas rápidas de hoje temos o Prémio Pritzer - o Nobel da arquitetura - para o japonês Arata Isozaki, Rui Rui falou sobre Neto de Moura, a polícia britânica descobriu bombas em aeroportos e estação ferroviária, a não prisão de Guaidó valeu a detenção aos polícias em serviço no aeroporto e um preso esfaqueou dois guardas em Alençon, França.

New York, New York

Nelas


Uma de hoje

Costa sobre o Novo Banco: "Ficámos com um banco mau e um banco péssimo”

Primeiro-ministro contraria Presidente da República e defende que auditoria ao Novo Banco deve abranger a era Salgado.

in Publico

Números

O carro mais caro do mundo já foi vendido mas ainda não existe

Foi batizado de "La Voiture Noire" pela Bugatti e vendido, por 18,9 milhões de dólares (cerca de 17 milhões de euros), ao primeiro potencial comprador a quem foi mostrado, mas ainda não existe e só estará pronto daqui a dois anos e meio. É o carro novo mais caro de sempre, do qual será produzido apenas um exemplar.

Com um modelo de design apresentado, terça-feira, no Salão Automóvel de Genebra, na Suíça, o "La Voiture Noire" é a homenagem de Jean Bugatti ao modelo 57 Atlantic, um carro restrito da marca francesa produzido durante os anos 30. Segundo os responsáveis da marca, o modelo é equiparado a uma obra de arte, que valorizará nos próximos anos.
O problema agora está nas mãos dos engenheiros da Bugatti​​​​​​, que têm de concluir o carro equipado com um motor 8.0 de 16 cilindros com 1479 cavalos de potência.

in JN

Abba Mia!

Lay All Your Love On Me

 

Bohemian Mercury

Another One Bites The Dust

Caderneta de Cromos

Cromo 54 - Aulas ao sábado


Um olhar alentejano

Falou como se um jogador de futebol se tratasse, em circunstâncias idênticas.
Carlos do Carmo anunciou a sua retirada, antes de se andar a arrastar por esses palcos fora, conforme confessou.
"Há pessoas que têm uma grande capacidade de durar até aos 90 ou até aos 100 anos a cantar, mas não é esse o meu caso".
Faz este ano 80 anos, a 21 de dezembro.
Não sabia que é o um sagitariano como eu, com 20 anos, menos 9 dias a separarem-nos no calendário da vida.
Sempre admirei o seu trabalho - acho que só mesmo o Cavaco Silva é que não gosta dele - e não me esqueço do único espetáculo dele que vi ao vivo.
Foi no Aula Magna, auditório que fica integrado Reitoria da Universidade Clássica de Lisboa, onde recriou o espetáculo que tinha apresentado - no final dos anos 70 - no Olympia de Paris e que deu origem a um trabalho ao vivo.
Quem não consegue cantarolar Lisboa Menina e Moça, Os Putos, Gaivota ou Canoas do Tejo, entre muitos outros êxitos que vão ficar para sempre imortalizados na voz de Carlos do Carmo.
Dois concertos em novembro, nos coliseus de Lisboa e Porto e um novo disco são um ponto final de uma carreira com mais de 50 anos.
Uma música a fechar, em jeito de muito obrigado Carlos.





À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Sensual


Imagens


Jogo da Liga norte-americana entre os Portland Timbers e os Colorado Rapids, no Dick's Sporting Goods Park, Colorado.

2/03/2019

O disco no gelo


Os cestos da NBA


terça-feira, 5 de março de 2019

Outros Mundos d'A Bola

Um Carnaval negro com vários desaparecimentos.
A socialite Jô Caneças, com 66 anos não resistiu a um cancro no pâncreas, o ator Luke Perry, aos 52 anos, morreu após um AVC, ele que ficou conhecido no mundo do cinema com a participação em Febre em Beverly Hills, Keith Flint, vocalista dos The Prodigy suicidou-se ao 49 anos, num altura em que a banda se preparava para a primeira digressão norte-americana numa década.

Mas nem tudo são desgraças, assim pensam e agem os sete milhões milhões de pessoas que assistem ao Carnaval no Rio de Janeiro, milhão e meio de turistas, que participam na maior festa a céu aberto do mundo.

Depois de dez dias por vários países da América Latina, Juan Guiadó regressou à Venezuela. Apesar do risco de ser detido, tal não aconteceu.

O Papa Francisco anunciou que os arquivos de Pio XII serão abertos em março do próximo ano.
Um pontificado que atravessou a II Guerra Mundial, considerado por uns brando para a Alemanha e por outros que salvou muitos judeus em segredo.

New York, New York

Tavira


Uma de hoje

Grupos de extrema-direita unem esforços para as eleições europeias

As autoridades que monitorizam os grupos de risco, como os extremistas de direita, estão a notar um crescendo de atividade e aproximação de movimentos com discursos xenófobos com objetivo de entrar nas corridas eleitorais.

in DN

Números

Apenas um em cada quatro jovens é precário por opção própria

Estudo revela como os trabalhos precários se vão perpetuando e repetindo, cada vez mais, na vida dos jovens portugueses, muito mais que nos jovens do resto da Europa.

Mais de metade dos jovens portugueses têm um trabalho precário, muito mais do que no resto da Europa e não é porque querem.

A conclusão é de um estudo agora publicado em livro: "Retratos da precariedade: quotidianos e aspirações dos trabalhadores jovens", assinado por dois sociólogos do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa.

O estudo relata como é cada vez mais comum os jovens, mas também os trabalhadores mais velhos, sobretudo se forem mulheres, com baixas qualificações ou que sejam imigrantes, estarem no mercado de trabalho com contratos temporários.

Na União Europeia 32,5% dos jovens com menos de 30 anos tinham em 2017 um destes contratos temporários, número que em Portugal chega aos 52,1%.


O estudo foi sobretudo qualitativo, entrevistando 24 jovens licenciados e a trabalhar, permitindo mostrar, como salienta um dos autores, Renato Carmo, que esta precariedade não é uma opção.

Pelo contrário, os números mostram que, em Portugal, 73,2% dos jovens com contratos precários estão nessa situação de forma involuntária, porque não conseguem um contrato mais seguro, sem termo, enquanto na União Europeia essa realidade apenas atinge 40,3% dos jovens precários.

O estudo e as entrevistas aos jovens revelam aquilo a que os autores chamam "infindáveis trajetos de desigualdade", numa "circulação por vários tipos de atividades precárias" e numa precariedade que se vai "perpetuando" no tempo com empresas que recorrem cada vez mais ao trabalho temporário.

Os jovens enfrentam cada vez mais um mercado de trabalho com "estágios, bolsas consecutivas, contratos a termo, recibos verdes e afins", "num ciclo de incerteza que parece interminável".

Renato Carmo afirma que "começa a ser uma raridade encontrar um jovem com um contrato estável, sem termo, o que é preocupante não apenas para o próprio indivíduo mas também para a sociedade pois o país perde com o proliferar da precariedade num vasto conjunto de áreas e profissionais de diferentes gerações".

in TSF