quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Moura - Beja

15 de Novembro

Há 154 anos, morre a Rainha D. Maria II. Teve uma infância despreocupada e feliz, mas cedo se preparou para ser rainha, ainda sem saber que o seu reinado seria um dos mais terríveis períodos da nossa História.
Tinha 34 anos

in O Leme

Angola

A boina de Saragoça

Esta semana fomos surpreendidas por um convite por parte de um professor, a quem carinhosamente chamamos de Quadrado, pois o seu verdadeiro nome é José Maria Cuadrat.
Claro está que o professor não percebe nada de português e nem sequer sabe o que significa quadrado em português, porque se percebesse estávamos as quatro reprovadas.
Bem, mas falando do convite, temos uma professora aqui na faculdade que no próximo mês vai a Lisboa, mais concretamente a um tribunal, defender uma tese e como tal precisa de perceber o mínimo da língua de Camões.
Por isso, como este ano estão aqui na faculdade quatro portuguesas estupendas, foi-nos pedido que déssemos uma mãozinha à professora, relativamente ao português.
À partida parece uma tarefa um pouco difícil, tendo em conta que o som do português e do espanhol é bem diferente. A nossa língua tem palavras muito abertas e o espanhol não, mas, relativamente à escrita, parece ser mais acessível, visto que a professora consegue perceber perfeitamente um texto escrito em português.
Assim sendo, o desafio está aceite e começamos hoje.
Vamos ver os milagres que conseguimos fazer durante um mês.
Besos de Zaragoza.
Hasta Jueves.

Cláudia Paulino

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Mértola - Beja

14 de Novembro

Há 168 anos, nasce Joaquim Guilherme Gomes Coelho, médico e escritor português. Utilizou vários pseudónimos, sendo Júlio Dinis o principal e o que o tornou mais conhecido.
Morreu com 31 anos.

in Wikipédia

Andorra

Olhar Jovem

Esta semana vou interromper os relatos. Sim, já sei que estavam à espera de mais uma viagem radiofónica, mas aconteceu algo que vou ter de falar: o concerto dos Da Weasel.
Foi uma experiência nova, já que nunca tinha assistido a um espectáculo no Pavilhão Atlântico. Aquilo é bem grande e estava cheio, a abarrotar! Mas antes de falar mais propriamente do concerto, tenho de relatar o que aconteceu anteriormente.
Fui ao concerto com um colega do hóquei, o Rui, que levou a namorada, a Mariana, a Catarina, a irmã, dois amigos, o Sebastião e o Gonçalo e ainda uma amiga, a Zizi.
Eles sofreram muito. Estiveram na fila para entrar desde as três da tarde, apesar das portas só abrirem às 20 horas e o concerto começar às 10 da noite!
Eu cheguei às seis, por causa do jogo e pareceu-me já muito tempo, imagino para eles! Deu para tudo: comer, jogar às cartas, conversar, etc. Parecia que nunca mais começava!
Quando o concerto começou, o palco estava coberto com uns panos pretos pendurados, que caíram após a entrada dos Da Weasel.
Grande entrada! Depois, as músicas são fantásticas! E ver ao vivo é diferente do que ouvir sossegado em casa no mp3. Ali sentem-se as músicas, vibramos com os braços no ar.
Foi fabuloso!
Mas, no final do concerto, tive de acartar com as consequências, estava todo roto e cheio de sede!
Quero repetir e quando os Da Weasel vierem a um local aqui perto, estarei lá!
Eu e o Ruizinho!

Ricardo Paulino

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Ferreira do Alentejo - Beja

13 de Novembro

Há 547 anos, morre o Infante D. Henrique, impulsionador dos descobrimentos portugueses. Também conhecido por Infante de Sagres, era o terceiro filho do Rei D. João I - fundador da Dinastia de Avis - e de Dona Filipa de Lencastre.
Tinha 66 anos.

in O Leme

Argélia

O Canto da Princesa

A propósito de uma conversa de hoje, passada no emprego, dei por mim a pensar como seria giro ter um cão.
Quem me conhece sabe que sempre defendi que ter um destes animais devia ser engraçado, mas uma chatice completa, começando pelo trabalho que dão, passando pela responsabilidade e acabando na prisão a que nos forçam.
O meu primeiro bicho de estimação foi um canário, oferecido pelo meu vizinho do andar de cima. Era muito pequena e lembro-me bem do dia em que fomos dar com ele no fundo da gaiola, já sem vida. Tivemos outros pássaros em casa, mas aquele era o que me enchia as medidas, cantava que só visto e por isso foi baptizado com o nome de um fadista famoso da altura, o Fernando Farinha.
O Tio Jorge já apresentou os nossos bichos de estimação, todos arranjados pelos homens cá da casa, em substituição de um cão.
A caturra é engraçada, mas diz-me pouco, assim como o esquilo que, na minha opinião, tem algo de irritante.
O menino dos meus olhos é mesmo o Bunny. Tinha um mês quando veio e passados alguns dias começou a perder muito pêlo. O veterinário chegou a dizer que não acreditava que o mesmo voltasse a crescer.
A hipótese encontrada foi dar-lhe banho uma vez por semana e esfregá-lo todos os dias com dois tipos de líquidos, durante umas largas semanas.
Pois bem o pêlo nasceu, o que devia ter e o que não devia. A dedicação da dona fez com que ficasse mais bonito do que já era!
Como costumo dizer, é parecido com um cão, só que melhor.
Vejamos. Deixa fazer festas, sem morder, come pouco, só faz as necessidades na gaiola e não ladra. É um querido. Está bem, temos de ter cuidado com os fios, pois roê-los é o seu passatempo preferido.
Passei a compreender as pessoas que adoram os seus animais e têm grandes desgostos quando os perdem. Nem quero pensar quando isso acontecer.
Quanto ao cão, um pedido feito incessantemente pelos senhores, não passa de uma hipótese remota. Mas confesso, gosto de ouvir a Andreia a falar do Sebastião e a Teresa da Laica, um cão e uma cadela de raça Labrador que é uma espécie com que simpatizo, parecem-me carinhosos, amigos e meio trapalhões.
Para quem gosta destes cães, deixo uma proposta de leitura: Marley & Eu: A vida e o amor do pior cão do mundo.
Vai fazê-los rir, sorrir e chorar também. Uma história a não perder!

Célia Paulino

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Encontro imediato

Este é o João Ferreira No trajecto para a UAL, usando os transportes públicos, tive um encontro imediato com... um árbitro de futebol!
Já sei que nesta altura do texto, meia dúzia de leitores - pouco mais dos que me leêm diariamente - estarão a perguntar: "Mas encontrar um árbitro numa paragem de autocarro é alguma coisa de importante?".
Claro que não é... se não fosse o João Ferreira!
A mesma meia dúzia, volta a encolher os ombros: "E então?"
Bem, vocês andam distraídos.
Este árbitro, ontem à noite assinalou uma grande penalidade contra o FC Porto, no último minuto, originando o empate dos líderes da Liga.
Alguém se lembra dum penaltie marcado contra os azuis-e-brancos nos últimos tempos? E no derradeiro minuto?
Habitualmente é ao contrário.
Olhei para ele de soslaio. Deu-me vontade de lhe pedir um autográfo, género: "Você é o meu ídolo!"
Mas quando já estava a tirar a caneta, lembrei-me: "Ah..., é verdade, quem assinalou a falta foi o árbitro assistente".
Já nem fui naquele autocarro.

Cuba - Beja

12 de Novembro

Há 16 anos, no cemitério de Santa Cruz, em Dili, tropas indonésias que ocupavam indevidamente o território de Timor-Leste, dispararam indiscriminadamente contra civis, durante uma homenagem fúnebre a um jovem abatido por elementos daquelas forças. Dezenas de pessoas morreram neste ataque. As imagens deste massacre, ao serem apresentadas nas televisões de todo o mundo, sensibilizaram a comunidade internacional para a dramática situação do povo timorense e contribuíram decisivamente para o processo de independência daquele território.

in O Leme

Albânia