Na época passada o Vilafranquense perdeu em Loures (2-1) e foi eliminado na 1ª eliminatória da Taça de Portugal.
Os sortilégios do sorteio da 2ª eliminatória - vários clubes que perderam podiam ser repescados - deram uma segunda oportunidade aos ribatejanos que a aproveitaram ... e de que maneira.
Venceram o Vilaverdense (1-0), o Vitória Sernache (0-1), o Paços de Ferreira (1-0) e só caíram (1-0) a 15 de dezembro em Guimarães, nos oitavos de final.
Este ano a história repetiu-se, até agora.
Eliminado (1-2) pelo Mafra no Cevadeiro, o Vilafranquense voltou a ser bafejado pela sorte das bolinhas.
De novo repescado no sorteio realizado hoje, vai encontrar uma equipa da 2ª Liga, o Penafiel, dia 24 de setembro em Vila Franca de Xira.
Será que vai ter um percurso brilhante como na época passada?
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
domingo, 10 de setembro de 2017
Em direto
Não está fácil a caminhada inicial do Vilafranquense, no seu segundo Campeonato de Portugal!
Duas jornadas no Cevadeiro, dois confrontos com os primodivisionários de Lisboa e Santarém.
Depois do nulo no arranque, hoje tinha o Coruchense pela frente.
Para complicar, sofrer um golo aos 2 minutos, não ajudou nada.
A equipa ficou intranquila, empatou, mas antes do descanso sofreu o segundo golo.
A segunda metade foi de sentido único, com o antigo quartel da Marinha em fundo.
Uma bomba de David - ele que já tinha marcado de penalty - concretizou o resultado final.
No final Filipe Coelho estava zangado.
Cáustico, explicou que empataram porque “fomos incompetentes”.
Não vai ser fácil a semana de trabalho que aí vem!
Duas jornadas no Cevadeiro, dois confrontos com os primodivisionários de Lisboa e Santarém.
Depois do nulo no arranque, hoje tinha o Coruchense pela frente.
Para complicar, sofrer um golo aos 2 minutos, não ajudou nada.
A equipa ficou intranquila, empatou, mas antes do descanso sofreu o segundo golo.
A segunda metade foi de sentido único, com o antigo quartel da Marinha em fundo.
Uma bomba de David - ele que já tinha marcado de penalty - concretizou o resultado final.
No final Filipe Coelho estava zangado.
Cáustico, explicou que empataram porque “fomos incompetentes”.
Não vai ser fácil a semana de trabalho que aí vem!
Adeus Alberto
Hoje é o dia da despedida de Alberto Contador.
Tratava-se de um ciclista inconformado.
Na sua última Vuelta, ele atacou em todas a etapas de montanha, depois de ter tido um problema de saúde, logo no início da prova, que o afastou da possibilidade de ganhar a sua derradeira competição.
Ontem conseguiu vencer no alto do l’Angliru, uma das subidas mais difíceis do Mundo.
Venceu o Tour em 2007 e 2009, o Giro em 2008 e 2015 e a Vuelta em 2008, 2012 e 2014.
Com Alberto as provas tinham outro encanto.
Vamos ter saudades dele!
Tratava-se de um ciclista inconformado.
Na sua última Vuelta, ele atacou em todas a etapas de montanha, depois de ter tido um problema de saúde, logo no início da prova, que o afastou da possibilidade de ganhar a sua derradeira competição.
Ontem conseguiu vencer no alto do l’Angliru, uma das subidas mais difíceis do Mundo.
Venceu o Tour em 2007 e 2009, o Giro em 2008 e 2015 e a Vuelta em 2008, 2012 e 2014.
Com Alberto as provas tinham outro encanto.
Vamos ter saudades dele!
sábado, 9 de setembro de 2017
VAR
Eu fui daqueles que coloquei muitas dúvidas sobre a utilização do vídeo árbitro (VAR).
Concordo que em várias situações ajuda a corrigir erros da arbitragem, mas o problema é que essas decisões são efetuados por seres humanos.
Vejam o exemplo do jogo de ontem.
Como o Benfica venceu, fruto de uma decisão do VAR, de imediato os diretores de comunicação de Sporting e FC Porto vieram criticar de forma veemente, pondo em causa tudo e todos.
Já se percebeu que o VAR é excelente quando nos beneficia, mas não é útil quando isso acontece a terceiros.
Não há paciência!
Há semanas, Luís Filipe Vieira disse que ia valer tudo para o Benfica não ser campeão.
Leiam o post que publiquei sobre o Veiga Trigo há dias.
Duas premonições certeiras.
Concordo que em várias situações ajuda a corrigir erros da arbitragem, mas o problema é que essas decisões são efetuados por seres humanos.
Vejam o exemplo do jogo de ontem.
Como o Benfica venceu, fruto de uma decisão do VAR, de imediato os diretores de comunicação de Sporting e FC Porto vieram criticar de forma veemente, pondo em causa tudo e todos.
Já se percebeu que o VAR é excelente quando nos beneficia, mas não é útil quando isso acontece a terceiros.
Não há paciência!
Há semanas, Luís Filipe Vieira disse que ia valer tudo para o Benfica não ser campeão.
Leiam o post que publiquei sobre o Veiga Trigo há dias.
Duas premonições certeiras.
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
E vão três!
Em 1997 fiz a minha primeira Volta a Portugal em bicicleta, na altura pela Rádio Iris.
Foi por acaso.
Uma doença do Hélio Justino - que regressou nos últimos dias - fez-me entrar na corrida ao terceiro dia em Abrantes, juntamente com o “Chefe” Nélson Lopes.
Em 24 horas tive que convencer a Princesa e o meu Gerente na CGD!
Por ter sido a primeira, foi a mais marcante.
Recordo-me de jogar matraquilhos com o atual patrão da W52, Adriano Quintanilha, sendo que no final da etapa da Senhora da Graça, regressámos a Mondim - eu e Nélson - no carro da Mapei, junto com o polaco Zenon Jaskula que venceu essa edição.
A boleia não foi fácil, pois, inicialmente, pensavam que queríamos uma lembrança - e chegaram dois bonés - mas depois perceberam que só precisávamos de transporte.
Dezanove anos depois regressei à Portuguesa, desta vez trabalhando para a ARIC.
Uma diferença enorme na maneira de trabalhar!
Se em 1997 tínhamos que andar sempre na cabeça da corrida, para podermos recolher toda a informação, o que nos obrigava a grandes correrias - logo eu que não gosto de velocidades - atualmente tudo mudou.
A net mudou o paradigma e a forma de trabalhar.
Em 2016 levámos duas viaturas, o Nuno Inácio seguia para a chegada, onde estava o estúdio na linha da meta, no camião da Comunicação Social, enquanto que eu e o António Barbio trabalhávamos na partida e depois juntavam-nos ao Nuno, onde eu fazia a chegada, junto aos ciclistas, o trabalho que me dá mais gozo.
Este edição ficou marcada pelo facto de eu ter embirrado que o apelido do António era Bárbio e não Barbio.
Tudo esclarecido, foram dias bem passados, onde em conjunto com a Rádio Gilão - o Luís Santos e o Jorge Nunes - fizemos belos convívios, nomeadamente ao jantar, num ano em que venceu Rui Vinhas (W52/FC Porto).
Este ano regressei pela ARIC.
Um ano com apenas um carro - na companhia do Miguel Guarda - o que nos obrigou a falhar chegadas.
Fiquei fechado no estúdio mais tempo do que gosto, mas o mais importante é que o trabalho decorreu bem e fizemos uma excelente equipa.
Destaque para os excelentes momentos gastronómicos, onde várias vezes tivemos a companhia do Jorge Nunes, que este ano esteve a solo.
O trabalho foi semelhante ao ano anterior, com um excelente convívio dentro do nosso camião/estúdio, com destaque para a equipa da Antena 1, composta pelo Pedro Ribeiro, Horácio Antunes e Juventino Ferreira.
Destaque, também, para a simpatia dos elementos da equipa de segurança, que sempre procuraram facilitar o nosso trabalho.
Como eu foi dizendo nos dias finais da prova “já estou farto disto”, mas duas semanas depois de terminar a Volta, já estamos a suspirar “ainda falta tanto para regressarmos à Portuguesa”.
Deixo algumas fotos destes últimos dois anos.


Foi por acaso.
Uma doença do Hélio Justino - que regressou nos últimos dias - fez-me entrar na corrida ao terceiro dia em Abrantes, juntamente com o “Chefe” Nélson Lopes.
Em 24 horas tive que convencer a Princesa e o meu Gerente na CGD!
Por ter sido a primeira, foi a mais marcante.
Recordo-me de jogar matraquilhos com o atual patrão da W52, Adriano Quintanilha, sendo que no final da etapa da Senhora da Graça, regressámos a Mondim - eu e Nélson - no carro da Mapei, junto com o polaco Zenon Jaskula que venceu essa edição.
A boleia não foi fácil, pois, inicialmente, pensavam que queríamos uma lembrança - e chegaram dois bonés - mas depois perceberam que só precisávamos de transporte.
Dezanove anos depois regressei à Portuguesa, desta vez trabalhando para a ARIC.
Uma diferença enorme na maneira de trabalhar!
Se em 1997 tínhamos que andar sempre na cabeça da corrida, para podermos recolher toda a informação, o que nos obrigava a grandes correrias - logo eu que não gosto de velocidades - atualmente tudo mudou.
A net mudou o paradigma e a forma de trabalhar.
Em 2016 levámos duas viaturas, o Nuno Inácio seguia para a chegada, onde estava o estúdio na linha da meta, no camião da Comunicação Social, enquanto que eu e o António Barbio trabalhávamos na partida e depois juntavam-nos ao Nuno, onde eu fazia a chegada, junto aos ciclistas, o trabalho que me dá mais gozo.
Este edição ficou marcada pelo facto de eu ter embirrado que o apelido do António era Bárbio e não Barbio.
Tudo esclarecido, foram dias bem passados, onde em conjunto com a Rádio Gilão - o Luís Santos e o Jorge Nunes - fizemos belos convívios, nomeadamente ao jantar, num ano em que venceu Rui Vinhas (W52/FC Porto).
Este ano regressei pela ARIC.
Um ano com apenas um carro - na companhia do Miguel Guarda - o que nos obrigou a falhar chegadas.
Fiquei fechado no estúdio mais tempo do que gosto, mas o mais importante é que o trabalho decorreu bem e fizemos uma excelente equipa.
Destaque para os excelentes momentos gastronómicos, onde várias vezes tivemos a companhia do Jorge Nunes, que este ano esteve a solo.
O trabalho foi semelhante ao ano anterior, com um excelente convívio dentro do nosso camião/estúdio, com destaque para a equipa da Antena 1, composta pelo Pedro Ribeiro, Horácio Antunes e Juventino Ferreira.
Como eu foi dizendo nos dias finais da prova “já estou farto disto”, mas duas semanas depois de terminar a Volta, já estamos a suspirar “ainda falta tanto para regressarmos à Portuguesa”.
Deixo algumas fotos destes últimos dois anos.


quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Será que à terceira não foi de vez?
Há duas semanas que o meu joelho direito voltou a queixar-se.
Dores aquando da flexão, por vezes bem fortes.
Hoje regressei ao Dr Ricardo Varatojo, na CUF Descobertas.
Observação, vários exames radiológicos e quatro medicamentos a fazerem-me companhia no regresso.
Para já, será uma inflamação, mas a falta de cartilagem é o principal motivo das dores que vou sentindo.
Depois de três cirurgias, em janeiro/87, julho/11 e agosto/15 (foto ao lado), não me estava mesmo nada a apetecer contrariar o ditado popular.
Para já vou lá regressar a 21 de setembro para vermos como está evolução.
Ressonância magnética, fisioterapia ou uma nova facada, são as possibilidades.
Dores aquando da flexão, por vezes bem fortes.
Hoje regressei ao Dr Ricardo Varatojo, na CUF Descobertas.
Observação, vários exames radiológicos e quatro medicamentos a fazerem-me companhia no regresso.
Para já, será uma inflamação, mas a falta de cartilagem é o principal motivo das dores que vou sentindo.
Depois de três cirurgias, em janeiro/87, julho/11 e agosto/15 (foto ao lado), não me estava mesmo nada a apetecer contrariar o ditado popular.
Para já vou lá regressar a 21 de setembro para vermos como está evolução.
Ressonância magnética, fisioterapia ou uma nova facada, são as possibilidades.
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
E para algo totalmente novo ...
Gosto de todos os géneros de jornalismo.
Já fiz muita coisa, quase sempre em rádio, mas os jornais e a televisão também já fazem parte do meu curriculum.
Há uns meses o Nuno Inácio - conheci-o no ciclismo, ainda andava de fraldas - lançou-me um novo desafio.
Colaborar em campanhas eleitorais, para as autárquicas de 1 de outubro.
Proposta aceite, este mês de setembro vai ser muito intenso.
Temos cinco candidatos a Câmaras Municipais, que por razões óbvias não posso dizer quem são.
Agora é trabalhar, por que faltam 21 dias para o ato eleitoral.
Já agora, aproveito para reafirmar.
Votem, por favor!
Já fiz muita coisa, quase sempre em rádio, mas os jornais e a televisão também já fazem parte do meu curriculum.
Há uns meses o Nuno Inácio - conheci-o no ciclismo, ainda andava de fraldas - lançou-me um novo desafio.
Colaborar em campanhas eleitorais, para as autárquicas de 1 de outubro.
Proposta aceite, este mês de setembro vai ser muito intenso.
Temos cinco candidatos a Câmaras Municipais, que por razões óbvias não posso dizer quem são.
Agora é trabalhar, por que faltam 21 dias para o ato eleitoral.
Já agora, aproveito para reafirmar.
Votem, por favor!
terça-feira, 5 de setembro de 2017
Açores é espetáculo
Os que me conhecem mais de perto, sabem da minha paixão pelos Açores.
Conheço o Pico, Terceira, Horta, São Jorge e São Miguel, todos elas com os seus encantos e belezas naturais.
Recentemente estive com a Princesa na capital açoreana das nove ilhas, visita que aumentou, ainda mais, o meu sentimento por aquele espaço situado no meio do Atlântico.
Como costumo dizer, por muito que expliquemos a beleza que vemos, só por perto percebemos o que significa, quando dizemos a alguém, sobre uma paisagem “É de tirar a respiração!”.
Deixo algumas fotos da ilha de São Miguel, aquando da última visita, em junho deste ano.




Conheço o Pico, Terceira, Horta, São Jorge e São Miguel, todos elas com os seus encantos e belezas naturais.
Recentemente estive com a Princesa na capital açoreana das nove ilhas, visita que aumentou, ainda mais, o meu sentimento por aquele espaço situado no meio do Atlântico.
Como costumo dizer, por muito que expliquemos a beleza que vemos, só por perto percebemos o que significa, quando dizemos a alguém, sobre uma paisagem “É de tirar a respiração!”.
Deixo algumas fotos da ilha de São Miguel, aquando da última visita, em junho deste ano.




segunda-feira, 4 de setembro de 2017
E a Rússia está mais perto
Está a chegar a hora das decisões!
Ontem Portugal venceu (0-1) - de forma sofrida - em Budapeste, mantendo-se na corrida direta ao apuramento, com um golo de André Silva.
Agora - só - é preciso ganhar em Andorra (7/10) e bater a Suíça (10/10) no Estádio da Luz.
Eu acredito!
Numa rápida espreitadela pelos outros, a Bélgica foi a primeira seleção europeia a garantir o apuramento - além da Rússia, país organizador - juntando-se ao Brasil, Japão, México e Irão.
Destaque para o surpreendente empate (0-0) do Luxemburgo em França, complicando as contas dos gauleses, com os suecos a morderem-lhe os calcanhares.
Ontem Portugal venceu (0-1) - de forma sofrida - em Budapeste, mantendo-se na corrida direta ao apuramento, com um golo de André Silva.
Agora - só - é preciso ganhar em Andorra (7/10) e bater a Suíça (10/10) no Estádio da Luz.
Eu acredito!
Numa rápida espreitadela pelos outros, a Bélgica foi a primeira seleção europeia a garantir o apuramento - além da Rússia, país organizador - juntando-se ao Brasil, Japão, México e Irão.
Destaque para o surpreendente empate (0-0) do Luxemburgo em França, complicando as contas dos gauleses, com os suecos a morderem-lhe os calcanhares.
Amigos e políticos
Há muitos anos recebi um convite para uma possível ligação a um partido.
Nem hesitei na resposta.
Um rotundo não!
Não gosto da forma como os políticos se movimentam, mas dou muito valor aqueles que trabalham para as populações que os rodeiam.
Vem isto a propósito das próximas eleições autárquicas.
Dois amigos meus vão concorrer, como candidatos a presidentes de Junta de Freguesia.
Na Castanheira do Ribatejo, o Pedro Castelo, e em Samora Correia, o Nélson Lopes.
Curiosamente, por forças políticas diferentes.
Os três temos um denominador comum.
Conhecemo-nos na Rádio.
No dia 1 de outubro é muito importante ir votar.
É fundamental!
Eu vou ficar a torcer por vocês, apesar de não poder votar em nenhum.
Carreguem Pedro e Nélson.
Nem hesitei na resposta.
Um rotundo não!
Não gosto da forma como os políticos se movimentam, mas dou muito valor aqueles que trabalham para as populações que os rodeiam.
Vem isto a propósito das próximas eleições autárquicas.
Dois amigos meus vão concorrer, como candidatos a presidentes de Junta de Freguesia.Na Castanheira do Ribatejo, o Pedro Castelo, e em Samora Correia, o Nélson Lopes.
Curiosamente, por forças políticas diferentes.
Os três temos um denominador comum.
Conhecemo-nos na Rádio.
No dia 1 de outubro é muito importante ir votar.
É fundamental!
Eu vou ficar a torcer por vocês, apesar de não poder votar em nenhum.
Carreguem Pedro e Nélson.
Pablo e Pizzi
Sempre tivemos animais, mas durante muitos anos a Princesa não queria cães.
Dizia ela, e bem, que é uma grande responsabilidade.
Mas depois de muitas insistências lá chegou o primeiro.
Escolhemos cuidadosamente a raça.
Um cão que não precisasse de muito exercício, até porque na altura a nossa disponibilidade não era muita.
Optámos pelo Basset Hound e fomos comprá-lo perto na Charneca da Caparica.
Queríamos um macho e ia chamar-se Pablo.
A 26 de janeiro de 2013 fomos lá e foi amor à primeira vista.
Agarrou-se ao pescoço da Célia e já não a largou.
E tinha uma curiosidade.
Nasceu a 12 de dezembro de 2012, uma data curiosa, coincidente com o meu aniversário.
Quatro anos depois, sentimos a necessidade de ter outro cão.
Vimos uma foto na net e ficámos encantados.
Sem raça definida - apelidado de rafeiro - parece ser um cruzamento de labrador com pastor alemão.
Contactos efetuados, fui ao Estoril para o trazer, a 17 de novembro de 2016, depois de ter nascido a 18 de agosto.
Sem raça definida - apelidado de rafeiro - parece ser um cruzamento de labrador com pastor alemão.
Contactos efetuados, fui ao Estoril para o trazer, a 17 de novembro de 2016, depois de ter nascido a 18 de agosto.
Nome escolhido pelo Ricardo - Pizzi - lá fui busca-lo, para algum tempo, à experiência, para ver como se relacionava com o Pablo.
Assim que o meti no carro, escondeu-se debaixo do banco do pendura e aí veio até casa.
Assim que o meti no carro, escondeu-se debaixo do banco do pendura e aí veio até casa.
Não gosta nada de ir à rua, sempre com medo das pessoas e dos carros, mas dentro de casa é um campeão, passando a vida atrás das orelhas do irmão mais velho.
São uma grande companhia e ajudam muito a estarmos sempre bem com a vida.
Têm uma coisa em comum: cada um deles destruiu um sofá!
domingo, 3 de setembro de 2017
Em direto
Vilafranquense e Mafra marcaram encontro no Cevadeiro.
Na última temporada, no Campeonato de Portugal, estas duas equipas defrontaram-se quatro vezes e ... quatro empates.
Numa tarde de calor, os mafrenses mataram o borrego e venceram (1-2).
As duas dúzias de apoiantes verde e amarelo, vibraram com o golo de Leandro, quase em cima do intervalo.
Na segunda metade, já perto dos 10 minutos finais, Luís Pinto fez um golo de placa, na transformação de um livre direto - como podem ver na foto - mas os forasteiros chegaram à 2ª eliminatória, quando o recém-entrado Alisson marcou aos 87’.
A festa foi dos homens do Oeste, e gritei os 3 primeiros golos da temporada, com um novo sublinhado “Ela olhou, viu e já lá está”!
Agora resta perceber se a repescagem, que foi amiga dos ribatejanos na época passada, volta a sê-lo, no sorteio que se realiza a 11 de setembro.
Fórmula 1, ténis e afins
Vamos lá ver como explico isto!
Posso afirmar que gosto de todos os desportos.
Claro que o futebol é a minha modalidade preferida, mas há muitos outros que tenho muito interesse em ver.
Depois, para manter o entusiasmo, normalmente estou sempre a puxar por uma equipa.
Mas tenho uma admiração especial por aquelas que são individuais.
Entre estas, a fórmula 1 e o ténis, estão nas minhas preferidas.
Vamos por partes.
No automobolismo fui grande fã do brasileiro Nelson Piquet.
Quando ele abandonou, fiquei órfão de um piloto.
N nunca mais consegui ver um prova com a mesma emoção. Vejo sempre que posso as provas, mas não consigo torcer por ninguém.
No ténis ainda é pior, até porque também pratico.
Sou louco pelo Roger Federer.
Fico zangado quando ele perde, mas pior do que isso, ele está a chegar ao final da carreira.
Como vou sobreviver a este abandono?
Há muito que vou tentado eleger um para ter o meu apoio.
Mas ainda não consegui!
Posso afirmar que gosto de todos os desportos.
Claro que o futebol é a minha modalidade preferida, mas há muitos outros que tenho muito interesse em ver.
Depois, para manter o entusiasmo, normalmente estou sempre a puxar por uma equipa.
Mas tenho uma admiração especial por aquelas que são individuais.
Entre estas, a fórmula 1 e o ténis, estão nas minhas preferidas.Vamos por partes.
No automobolismo fui grande fã do brasileiro Nelson Piquet.
Quando ele abandonou, fiquei órfão de um piloto.
N nunca mais consegui ver um prova com a mesma emoção. Vejo sempre que posso as provas, mas não consigo torcer por ninguém.
No ténis ainda é pior, até porque também pratico.
Sou louco pelo Roger Federer.
Fico zangado quando ele perde, mas pior do que isso, ele está a chegar ao final da carreira.
Como vou sobreviver a este abandono?
Há muito que vou tentado eleger um para ter o meu apoio.
Mas ainda não consegui!
sábado, 2 de setembro de 2017
Ai as rotundas!
Confesso que cada vez mais me irrita conduzir.
Fico com a sensação de que há pessoas que andam ao volante, mas não fazem a mínima ideia do que andam a fazer.
Fazer sinal de mudança de direção, já é um hábito estranho, tipo “viste aquele gajo a fazer pisca-pisca, grande atrasado.”
E andar nas rotundas? Até fujo delas, pois nunca se sabe o que vai acontecer lá dentro.
Não vou dizer mais nada.
Só peço que leiam o artigo - se não der muito trabalho - e olhem para o boneco.
Se não perceberem vão à PSP/GNR e entreguem a carta!
No dia 1 de Janeiro de 2014 entraram em vigor as alterações propostas no Diário da República de 3 de setembro de 2013, que altera as regras de circulação nas rotundas:
Artigo 14.º - A
Rotundas
1 — Nas rotundas, o condutor deve adotar o seguinte comportamento:
- Entrar na rotunda após ceder a passagem aos veículos que nela circulam, qualquer que seja a via por onde o façam;
- Se pretender sair da rotunda na primeira via de saída, deve ocupar a via da direita;
- Se pretender sair da rotunda por qualquer das outras vias de saída, só deve ocupar a via de trânsito mais à direita após passar a via de saída imediatamente anterior àquela por onde pretende sair, aproximando-se progressivamente desta e mudando de via depois de tomadas as devidas precauções;
- Sem prejuízo do disposto nas alíneas anteriores, os condutores devem utilizar a via de trânsito mais conveniente ao seu destino.
2 — Os condutores de veículos de tração animal ou de animais, de velocípedes e de automóveis pesados, podem ocupar a via de trânsito mais à direita, sem prejuízo do dever de facultar a saída aos condutores que circulem nos termos da alínea c) do n.º 1.3 — Quem infringir o disposto nas alíneas b), c) e d) do n.º 1 e no n.º 2 é sancionado com coima de € 60 a € 300.
Joaquim Vieira e a paixão da rádio
Conhecemo-nos há mais de 20 anos.
Foi em Torres Vedras, durante um Troféu Joaquim Agostinho.
Um monstro da Rádio, que comecei por tratar por Senhor, mas rapidamente levei um arranque e mudei a forma de tratamento.
Apesar de ser um - já nessa altura - veterano das lides radiofónicas, tratava os mais novos de igual para igual, com uma enorme humildade e sempre disponível para ajudar, contrariamente a outras vedetas da Comunicação Social.
Durante vários anos trabalhámos lado a lado no Grande Prémio de Ciclismo de Torres Vedras e a cumplicidade foi aumentando.
Em Aveiro, no velhinho Mário Duarte, fui fazer um Beira-Mar - Alverca, levei a Célia comigo e ele lá estava.
Com o seu charme, logo cativou a Princesa, disponibilizando-se para qualquer coisa que necessitasse-mos.
Durante dez anos, o meu bichinho pela Rádio ficou guardado numa gaveta, altura em que concretizei a minha licenciatura em Ciência da Comunicação, pelo que tivemos todo este tempo sem nos vermos.
O ano passado regressei à Volta - 19 anos depois - e ele lá estava.
Com um grande abraço, foi assim que ele me recebeu.
No final da Portuguesa, despedimo-nos “até para o ano”, mas o Joaquim, pela primeira, falhou.
A equipa da Rádio Oeste - Fernando Gregório, Veiga Trigo e Teixeira Correia - prestou-lhe homenagem no Joaquim Agostinho deste ano, com a produção de um crachá que me vai acompanhar em todas as provas de ciclismo em que estiver presente.
Descansa em paz Joaquim!
Foi em Torres Vedras, durante um Troféu Joaquim Agostinho.
Um monstro da Rádio, que comecei por tratar por Senhor, mas rapidamente levei um arranque e mudei a forma de tratamento.
Apesar de ser um - já nessa altura - veterano das lides radiofónicas, tratava os mais novos de igual para igual, com uma enorme humildade e sempre disponível para ajudar, contrariamente a outras vedetas da Comunicação Social.
Durante vários anos trabalhámos lado a lado no Grande Prémio de Ciclismo de Torres Vedras e a cumplicidade foi aumentando.
Em Aveiro, no velhinho Mário Duarte, fui fazer um Beira-Mar - Alverca, levei a Célia comigo e ele lá estava.
Com o seu charme, logo cativou a Princesa, disponibilizando-se para qualquer coisa que necessitasse-mos.
Durante dez anos, o meu bichinho pela Rádio ficou guardado numa gaveta, altura em que concretizei a minha licenciatura em Ciência da Comunicação, pelo que tivemos todo este tempo sem nos vermos.O ano passado regressei à Volta - 19 anos depois - e ele lá estava.
Com um grande abraço, foi assim que ele me recebeu.
No final da Portuguesa, despedimo-nos “até para o ano”, mas o Joaquim, pela primeira, falhou.
A equipa da Rádio Oeste - Fernando Gregório, Veiga Trigo e Teixeira Correia - prestou-lhe homenagem no Joaquim Agostinho deste ano, com a produção de um crachá que me vai acompanhar em todas as provas de ciclismo em que estiver presente.
Descansa em paz Joaquim!
sexta-feira, 1 de setembro de 2017
Há árbitros assistentes e árbitros assistentes
Depois de no post anterior ter recordado uma conversa recente com Veiga Trigo, choquei com a recordação da conferência de imprensa de Jorge Jesus no final do Sporting - Estoril (2-1).
Os últimos minutos do jogo foram frenéticos!
O videoárbitro (VAR) anulou o 3-1 aos sportinguistas, repetindo a decisão, desta vez em prejuízo dos canarinhos, inviabilizando o empate a dois golos.
Duas excelentes decisões do VAR!
Vamos até à sala de imprensa e recordar algumas das declarações de Jorge Jesus.
Na ressaca das emoções finais, elogiou o VAR, mas descarregou em cima do árbitro assistente “Então não há responsabilidade do auxiliar que não viu? Tem de haver! Foi preciso o VAR para ver que estavam um metro fora de jogo?”.
O treinador do Sporting referia-se ao lance que anulou o golo do Estoril.
E o que foi anulado ao Sporting?
Sendo assim, não teria sido uma boa opção para Jesus ter-se abstido da crítica, ou optando por trazer à discussão a atuação dos bandeirinhas, referir que decidiram mal nestes dois lances?
Porque será que se torna tão difícil dizer menos disparates?
Nem a cor das camisolas serve de desculpa!
Em direto
Como prometi nesta reentrada, não vou ter espaços habituais, nem calendarizados.
Mas como continuo apaixonado pela comunicação, criei este Em direto para trazer as novidades de cada uma das minhas narrações.
Estórias, locais e fotos, vão passar por aqui.
Também pode ouvir tudo em direto na Rádio Voz de Alenquer, por exemplo em www.radioalenquer.pt.
Mas como continuo apaixonado pela comunicação, criei este Em direto para trazer as novidades de cada uma das minhas narrações.
Estórias, locais e fotos, vão passar por aqui.
Também pode ouvir tudo em direto na Rádio Voz de Alenquer, por exemplo em www.radioalenquer.pt.
Veiga Trigo e o VAR
Os mais novos não se recordam de quem foi Veiga Trigo.
Andou na arbitragem durante 28 anos, foi polémico - qual o árbitro que não foi - e não tem saudades desses tempos.
Há uns anos conheci-o no ciclismo.
Sempre gostou da modalidade, sendo que este alentejano de Beja, arrumou o apito e pegou no microfone.
Este ano encontrámo-nos, mais uma vez, na Volta a Portugal em bicicleta.
Com o videoárbitro (VAR) em alta, não podia perder oportunidade de ouvir a sua opinião sobre este novo sistema.
Lado a lado, perguntei-lhe a sua opinião. “Só falo no fim do ano!”
Estranhei e expliquei-lhe que era uma conversa particular, nada para passar na rádio.
Reforçou “Só falo no fim da época”.
À segunda percebi e insisti “Mas não acredita no sistema?”.
“Amigo, vão mudar as queixas. Em vez de desconfiarem do árbitro de campo, vão pôr em causa o videoárbitro”.
Não é que o Veiga já começou a ter razão!
Andou na arbitragem durante 28 anos, foi polémico - qual o árbitro que não foi - e não tem saudades desses tempos.
Há uns anos conheci-o no ciclismo.
Sempre gostou da modalidade, sendo que este alentejano de Beja, arrumou o apito e pegou no microfone.
Este ano encontrámo-nos, mais uma vez, na Volta a Portugal em bicicleta.
Com o videoárbitro (VAR) em alta, não podia perder oportunidade de ouvir a sua opinião sobre este novo sistema.
Lado a lado, perguntei-lhe a sua opinião. “Só falo no fim do ano!”
Estranhei e expliquei-lhe que era uma conversa particular, nada para passar na rádio.
Reforçou “Só falo no fim da época”.
À segunda percebi e insisti “Mas não acredita no sistema?”.
“Amigo, vão mudar as queixas. Em vez de desconfiarem do árbitro de campo, vão pôr em causa o videoárbitro”.
Não é que o Veiga já começou a ter razão!
29 anos
Antes de almoço sai do trabalho, para ir almoçar, mas antes passei pela Rádio 2000.
O objetivo era ir buscar uma cassete com o hino do FC Alverca, que festeja o seu aniversário nesta data.
No estúdio 1 decorria a emissão do Jornal Meia Uma.
Foi a primeira vez que te vi.
Trocámos um olhar, cumprimentamo-nos à distância e segui para casa, onde fazia uma intervenção desportiva nesse Jornal, entre duas garfadas.
Nessa altura ainda não sabia, mas foi o primeiro dia do resto das nossas vidas.
De regresso
A ideia emergiu no sábado.
No dia do aniversário do Tomás - o meu sobrinho que há 11 anos oficializou o título deste espaço - surgiu-me uma súbita vontade de reativar o Tio Jorge.
Algumas horas de reflexão e decidi voltar.
Não com aquela intensidade que me roubava muitas horas, mas escrevendo sempre que me apetecer.
Como disse quando encerrei o blog há 23 meses, vou inventar, brincar e opinar.
Sempre com respeito por todos!
No dia do aniversário do Tomás - o meu sobrinho que há 11 anos oficializou o título deste espaço - surgiu-me uma súbita vontade de reativar o Tio Jorge.
Algumas horas de reflexão e decidi voltar.
Não com aquela intensidade que me roubava muitas horas, mas escrevendo sempre que me apetecer.
Como disse quando encerrei o blog há 23 meses, vou inventar, brincar e opinar.
Sempre com respeito por todos!
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