domingo, 6 de janeiro de 2019

No Reino da Águia


Depois da saída de Rui Vitória, o Benfica recebeu o Rio Ave na Luz, com Bruno Lage - treinador da equipa B - a liderar a equipa técnica das águias.
Primeira parte muito movimentada, melhor o Benfica nos primeiros minutos, mas os vilacondenses reagiram bem e em dois remates à baliza marcaram ... duas vezes.
Os encarnados não se deixaram abater e chegaram ao empate, com Seferovic a marcar e a assistir João Félix.
Na segunda parte o Rio Ave continuou perigoso, mas o Benfica conseguiu dar a volta ao resultado com Seferovic e João Félix a bisarem na partida.
Vitória justa, extremamente valorizada para a exibição da equipa de Daniel Ramos, que também se estreou como treinador da equipa da sua terra.

Uma de hoje


Casamentos são negócio de 800 milhões de euros em Portugal

Os portugueses casam menos, mas gastam mais. É uma tendência que começou há uns anos e veio para ficar. A justificar o fenómeno está o facto de o preço médio ter aumentado. Há de tudo, para todos os gostos e carteiras. Se quer, por exemplo, um pedido de casamento extravagante, pode fazê-lo na Lua, a partir de 2022, por 125 milhões de euros

in jornal i

Um olhar alentejano

Faz parte das notícias nesta altura do ano.
As previsões para 2019.
David Montaigne é autor de livros de profecias e acredita que o Mundo vai acabar este ano, mais concretamente no dia 28 de dezembro.
Segundo Montaigne o planeta Terra vai mudar de posição e a civilização será extinta.
Esta é quarta vez que ele prevê o fim do Mundo, mas agora garante que desta é que é.
Por falar em profecias, não era preciso nenhuma para adivinhar que levar Mário Machado, fundador do grupo de skinheads Hammerskins e atual líder do movimento de extrema-direita Nova Ordem Social, a um programa de televisão ia dar confusão.
Ele esteve no programa de Manuel Luís Goucha na TVI, Você na TV, sobre o tema "Acha que precisamos de um novo Salazar?", com direito a inquérito na página oficial do animador televisivo no Facebook.
Goucha já veio dizer que não foi ele que escolheu o convidado, sendo que o ministro da Defesa, João Cravinho, comparou a TVI aos incendiários "não é muito diferente de quem ateia incêndios pelo prazer de ver as labaredas".
Profecias e audiências, não acham que não devia valer tudo?


O autor de livros de profecias, David Montaigne, acredita que o mundo vai acabar e será em dezembro de 2019. Montaigne justifica que a civilização será erradicada porque o planeta Terra vai mudar de posição, provocando desastres naturais. Depois de já ter previsto quatro vezes que o mundo ia acabar, o autor de livros de profecias garante que 2019 será mesmo o último ano da humanidade na Terra. Na publicação de Montaigne, incluída na nova obra: "Tempos difíceis para 2019: o fim do calendário Maia e a contagem regressiva para o Dia do Julgamento", constam várias teorias sobre o alinhamento das estrelas, que deverá acontecer dia 28 de Dezembro, uma semana após a alteração na Terra (21 de dezembro) e que corresponderá ao dia do ‘julgamento’.

Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/previsao-aponta-fim-do-mundo-para-2019?Ref=DET_Recomendadas_pb
O autor de livros de profecias, David Montaigne, acredita que o mundo vai acabar e será em dezembro de 2019. Montaigne justifica que a civilização será erradicada porque o planeta Terra vai mudar de posição, provocando desastres naturais. Depois de já ter previsto quatro vezes que o mundo ia acabar, o autor de livros de profecias garante que 2019 será mesmo o último ano da humanidade na Terra. Na publicação de Montaigne, incluída na nova obra: "Tempos difíceis para 2019: o fim do calendário Maia e a contagem regressiva para o Dia do Julgamento", constam várias teorias sobre o alinhamento das estrelas, que deverá acontecer dia 28 de Dezembro, uma semana após a alteração na Terra (21 de dezembro) e que corresponderá ao dia do ‘julgamento’.

Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/previsao-aponta-fim-do-mundo-para-2019?Ref=DET_Recomendadas_pb
O autor de livros de profecias, David Montaigne, acredita que o mundo vai acabar e será em dezembro de 2019. Montaigne justifica que a civilização será erradicada porque o planeta Terra vai mudar de posição, provocando desastres naturais. Depois de já ter previsto quatro vezes que o mundo ia acabar, o autor de livros de profecias garante que 2019 será mesmo o último ano da humanidade na Terra. Na publicação de Montaigne, incluída na nova obra: "Tempos difíceis para 2019: o fim do calendário Maia e a contagem regressiva para o Dia do Julgamento", constam várias teorias sobre o alinhamento das estrelas, que deverá acontecer dia 28 de Dezembro, uma semana após a alteração na Terra (21 de dezembro) e que corresponderá ao dia do ‘julgamento’.

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Jogo da Taça de Inglaterra, entre o Gillingham e o Cardiff City, no estádio Priestfield in Gillingham.

5/01/2019

Os cestos da NBA

 
 
 
 

sábado, 5 de janeiro de 2019

Uma de hoje

Comissão da Transparência: 1000 dias sem aprovar um único diploma

Lobbying, Estatuto dos Deputados, regime das incompatibilidades dos políticos e dirigentes administrativos e enriquecimento injustificado marcam passo no parlamento. Com 19 projectos de lei em cima da mesa e muitas questões sensíveis para decidir em causa própria, os deputados preparam agora um sprint final para terem tudo aprovado até final de Março.

  

in Publico

Um olhar alentejano

O ténis é uma das modalidades que me agarra em frente à televisão.
Durante alguns anos fui jogando - a um nível baixo - mas a minha coluna mandou-me parar à cerca de um ano.
Sou um fã de Roger Federer, da sua classe e categoria dentro e fora do court.
Atualmente nº 3 mundial, com 37 anos, bateu mais um record, sendo o primeiro tenista da história a permanecer mil semanas consecutivas nos primeiros 100 do ranking, no qual entrou em setembro de 1999.
Muitos são os feitos que Federer tem registado ao longo da sua carreira.
Recordistas de títulos do Grand Slam com 20 vitórias, de entre as 99 que já conquistou em torneios ATP.
Record de 310 semanas como número um mundial, entre 2004 e 2018.
Conseguiu fazer o Grand Slam de carreira, após vencer na terra batida de Roland Garros em 2009, à semelhança de Andre Agassi, Rafael Nadal, Novak Djokovic e Rod Laver, mas é o único a vencer 3 dos 4 torneios do Grand Slam no mesmo ano.
Já estou com saudades de Roger Federer, ainda ele não deixou de jogar.

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O Metricon Stadium onde se realizou o jogo da Liga Australiana de criquete, entre os Melbourne Stars e os Sydney Thunder.

5/01/2019

Os cestos da NBA

 
 
 
 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Uma de hoje

Ministro da Defesa acusa TVI de falta de noção após entrevista a Mário Machado

O Ministro da Defesa, João Cravinho, comparou a TVI aos incendiários, reagindo à polémica presença de Mário Machado no programa "Você na TV", na quinta-feira.


 in JN

Um olhar alentejano

A Maternidade Alfredo da Costa (MAC) é um local que me diz muito.
Foi lá que eu nasci, acho que nunca mais lá entrei, mas mantenho o carinho por aquela unidade hospitalar.
Durante a greve dos enfermeiros, na altura do Natal, a MAC voltou à ribalta por causa da falta de um anestesista e dos que trabalhavam por 500€ à hora.
Mentira disse o bastonário da Ordem dos Médicos, verdade disse a Ministra da Saúde e foi mesma verídica a proposta.
Mas voltemos ao assunto que me trouxe de regresso à minha origem.
Assunção Cristas, líder do CDS, depressa pediu uma visita à MAC, para lá criticar o Governo de António Costa por não serem dadas condições para a maternidade funcionar como devia ser.
Há coisas curiosas.
Foi o governo que esta senhora integrava que quis fechar a MAC.
Foi um grupo de cidadãos que interpôs uma previdência cautelar que evitou o fecho da MAC.
Onde estava o seu nível de preocupação com a MAC nessa altura?
Compreendo que Cristas não tenha precisado da MAC para ter os seus quatros filhos, mas podia ao menos ter um pingo de vergonha e guardar as lágrimas de crocodilo para aqueles que não têm memória.

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Jogo entre os Toronto Maple Leafs e os Minnesota Wild, no Scotiabank Arena, Toronto, Canadá.

3/01/2019

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Uma de hoje

Portugal a tremer de frio neste início do ano

Todo Portugal Continental vai registar descida de temperaturas


in DN

Um olhar alentejano

Acho que já o disse uma vez.
Não votei em Marcelo Rebelo de Sousa, mas acho que tem feito um excelente trabalho, principalmente no seu estilo apaziguador e agregador de diferenças.
Por ele ter estas características, não estranhei a sua presença na tomada de posse de Jair Bolsonaro como presidente brasileiro.
Mas não concordei.
Apesar de não ser determinante, além do presidente português, o único país europeu representado foi a Hungria, pelo seu primeiro-ministro Viktor Orbán, líder de um partido nacionalista e conservador, conhecido por atitudes xenófobas e racistas.
Argumentou Marcelo que o Brasil é um País amigo e aliado, pertencente à CPLP.
Se tivermos um amigo, que vimos a descobrir que tem posições marcadamente racistas, xenófobas, machistas, homofóbicas e contra os direitos humanos, além de ser assumidamente preconceituoso, vamos mantê-lo ao nosso lado?
Percebo que Marcelo Rebelo de Sousa queira dar o benefício da dúvida a Bolsonaro, esperando para ver como vai ser a prestação do governo brasileiro, mas podia ter esperado para ver em Lisboa, poupando uma deslocação a Brasília.

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O suiço Roger Federer durante o jogo da Taça Hopman com o grego Stefanos Tsitsipas, na RAC Arena em Perth, Austrália.

3/01/2019

Os cestos da NBA

 
 
 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

No Reino da Águia


Arranque do Benfica em 2019 com uma deslocação a Portimão.
Primeira metade com as equipas muito encaixadas e pura felicidade do Portimonense, conseguindo marcar dois golos sem rematar nenhuma vez à baliza, dois autogolos de Rúben Dias e Jardel.
A segunda parte foi melhor, com um Benfica mais perigoso, até o árbitro ter inventado a expulsão de Jonas.
Continua a ser muito fácil expulsar jogadores encarnados.

Uma de hoje

Oito mortos, quase mil acidentes e 311 detidos com excesso de álcool no Ano Novo

Houve quase mil acidentes desde a última sexta-feira e mais de 300 pessoas foram detidas com excesso de álcool no sangue.

  
in TSF

Um olhar alentejano

O final do ano terminou com mais umas greves, curiosamente todas de três dias consecutivos
Mas antes de falarmos nas áreas que foram mais reivindicativas quando o 2018 dava as últimas, vamos olhar para o calendário.
O Governo deu tolerância de ponto a 24 e 31 de dezembro, duas segundas-feiras, terça foi dia de Natal e os últimos dias de trabalho do ano eram de 26 a 28, para os funcionários do Estado.
Ora aqui está uma boa oportunidade pensaram alguns sindicatos dos trabalhadores dos Registos e Notariado, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e das Finanças.
Depois de olharem para o calendário resolveram paralisar nos tais três dias que atrás referi.
Ou seja, o dia 21 foi o último em que trabalharam no ano passado.
Eu sei que a esmagadora maioria das greves não são pagas, mas estamos a falar de carreiras que mesmo sem receberem três dias, dá perfeitamente para fazer um reveillon mais alargado e quiçá mais distante.
Para mim uma greve que utiliza estas artimanhas temporais não tem a mínima credibilidade e o motivo da greve cai do alto do descaramento.
Estão a reivindicar o quê? 

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A suiça Wendy Holdener durante a Taça de Ski Alpino, Oslo, Noruega.

1/01/2019