Deixo apenas esta pergunta. Se toda a gente pode escrever livros (até o Macaco dos Superdragões escreveu um) porque é que a Carolina Salgado não pode?
Ela puder... podia, mas se falasse de culinária. Agora dizer mal do Pinto da Costa?
Que maldade.
Já não é a primeira vez, que aqui, refiro a minha paixão pela rádio. Durante perto de vinte anos, agora interrompidos pela minha incursão académica, foram muitas as horas de relatos de futebol e não só, estúdio e outras dentro do métier.
Confesso, que já poucas coisas me vão surpreendendo, nos dias que correm. A insensibilidade, a crise de valores, como escrevia há dias Jorge Monteiro, na sua Now Katrineta, a ausência de olharmos para o lado, para ajudar o nosso vizinho, todas estas constatações, já quase que me tornaram, também, alheio a alguns problemas.
Na ressaca de mais um desesperante resultado do meu Benfica, dei por mim a ler a apreciação individual do mexicano Kikin Fonseca, titular devido à ausência de Nuno Gomes, expulso em Alvalade, de forma estúpida e justa. Escreve Nuno Perestrelo (será família do saudoso Jorge?) no jornal A Bola "Fez uma daquelas exibições que levaram à invenção do «avançado de equipa». Prendeu os defesas adversários, sim. Criou oportunidades para os colegas marcarem, sim. Antigamente chamava-se a estes jogadores «ponta-de-lança-que-não-marca-golos». Teve uma ou duas boas ocasiões para decidir o jogo, mas faltou-lhe instinto de matador e chumbou no teste".
Ora cá estamos nós, a pairar sobre uma nova designação. É claro que andamos na Universidade para aprender, mas o Professor Bruno Júlio não nos dá descanso.
Estas espectaculares férias na Ilha do Pico estão a chegar ao fim. As malas já estão feitas, de fora apenas o necessário para os dois dias que nos restam. E claro tudo o que precisamos para a subida.
Regressamos a um tema suscitado pela disciplina, «culpada», por esta necessidade de blogar constantemente, de seu nome Comunicação On-line.
Não sou um apaixonado por poesia, da mesma forma que, apesar de lhe reconhecer o imenso talento, não sou leitor de Fernando Pessoa. Contudo há poemas e poemas. Este, que me chegou através de um amigo, é sobre ele, é sobre os nossos amigos. Sem mais palavras...
O dia D tinha chegado. Os mais de dois mil e trezentos metros de altitude, esperavam-nos por detrás de um manto de nuvens cinzentas. Antes de partirmos para o sopé da montanha, tempo para recordarmos alguns pontos indispensáveis numa visita à ilha do Pico.
As anedotas fazem parte do imaginário dos portugueses. Somos mesmo muito bons a criá-las. Tem o condão de nos alegrar o interior, contribuindo para o aparecimento de um sorriso, que teimava em se esconder. Aqui vai uma, bem engraçada, reflectindo um tema da moda.
Cedo conheceu as primeiras palavras, através do jornal A Bola, entre os dois e os três anos de idade. O gosto pela língua portuguesa foi aumentado. Mais tarde chegou a poesia. Fica aqui um exemplo, com a promessa de mais.
Portugal tem sido, nos últimos dias, assolado pelo mau tempo. Principalmente na última sexta-feira, de norte a sul, chuvas intensas, empurradas por fortes rajadas de vento, deixaram este nosso cantinho quase às avessas.