quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Após a fuga do Sol

A sonda Messenger começou a transmitir para a Terra as primeiras fotografias da sua aproximação ao planeta Mercúrio que mostram com detalhe a sua superfície agreste.
A nave espacial atingiu o seu maior ponto de aproximação ao planeta na segunda-feira, tendo fotografado uma zona cheia de crateras iluminadas pelo Sol, que já tinha sido captada pelas pelas câmaras da sonda Mariner 10 há mais de três décadas, tendo sido a maior cratera baptizada com o nome de "Vivaldi", em homenagem ao compositor italiano.
A sonda Messenger, lançada a partir do Centro Espacial Kennedy no dia 3 de Agosto de 2004, já percorreu 7.900 milhões de quilómetros, encontrando-se, apenas, a meio da sua longa e sinuosa viagem.

in Sic Online

Love of My Life

Ao chegar ao comboio com destino à UAL - tenho mais uma frequência às 21 horas, por isso não fui trabalhar - apeteceu-me ouvir música.
Normalmente aproveito este espaço tranquilo para ler: o jornal, um livro ou alguns apontamentos da universidade.
Hoje virei-me para a música. Liguei o telemóvel e a primeira música sai automática.
Love of my life dos Queen... e como eu gosto deste tema.
Cheguei à UAL e foi a correr ao You Tube para poder partilhá-la com vocês.

Páginas de fora

El Mundo, publicado em Madrid, Espanha.

Penso, logo...

"A Cidadania é a oportunidade de fazermos a diferença no sítio a que pertencemos."

(Charles Handy)

Estremoz - Évora

17 de Janeiro

Há 13 anos, morreu o escritor Miguel Torga, nome literário do médico Adolfo Correia da Rocha. Proposto várias vezes para o Prémio Nobel da Literatura, a sua vasta obra abrange a poesia, o romance, o teatro, o conto, as crónicas de viagem e as memórias. Entre os seus textos mais conhecidos estão Os Bichos (1940), Odes (1946) e os 16 volumes do seu Diário, abrangendo o período entre 1941 e 1993. Ganhou o Prémio Internacional de Poesia (1977), o Prémio Montaigne (1981) e o prémio Luís de Camões (1989).
Tinha 87 anos.

in O Leme

Gana

A boina de Saragoça

Esta semana resolvi fazer algo diferente.
Como estamos em época de exames, não temos tido muitas aventuras, agora é altura de estudar. Por isso vou falar-vos de um dos trabalhos que estou a fazer, com a Cátia, para a cadeira de Estudo Geográfico do Meio Ambiente.
O tema desenvolvido foi na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente que se realizou no Rio de Janeiro no ano de 1992.
Regra estabelecida no início, a apresentação oral do trabalho era obrigatória.
O pânico instalou-se, detesto falar em público, fico nervosa e não consigo dizer nada de jeito, só custa começar, mas até ai os nervos dão cabo de tudo.
Para quem não sabe esta conferência ficou marcada pela ideia de Desenvolvimento Sustentável, muito falado nos dias de hoje, e foram também assinados os protocolos de Quioto, conhecido mundialmente, e o protocolo de Montreal. Esta conferência foi também marcada pela criação de um Plano de acção mundial para promover o desenvolvimento sustentável que ficou com o nome de Agenda 21 e um Convénio sobre a Biodiversidade que tinha como objectivo principal a conservação da biodiversidade e um uso sustentável dos seus recursos.
O dia da apresentação chegou, os nervos já faziam as suas vítimas, não gosto de falar em público, fico com o coração acelerado. Entrei na sala e pensei para comigo: “vai correr tudo bem”. O professor pergunta quem quer ser o primeiro, levantei-me da cadeira e disse: “Nosotras vamos en primero!”.
Decidimos por mútuo acordo que a primeira a falar seria eu. Estava tão nervosa que até a voz saltava, mas tudo correu bem.
Acabada a apresentação, chegaram as perguntas, onde, obviamente as opiniões foram bem distintas. Enquanto o professor defendeu que a Conferência foi muito importante e ainda hoje tem a sua importância, nos dissemos que teve importância na altura mas que hoje em dia ninguém quer sabe, pois se assim fosse todos respeitavam o Protocolo de Quioto, ao invés de cada vez poluírem mais.
Opiniões distintas numa sala de aula... um ponto a favor das alunas portuguesas que conseguiram argumentar e expôr o seu ponto de vista.
A Catarina e a Ana também tiveram uma intervenção nesta aula com outros temas também bem interessantes.
A Catarina falou da Energia Nuclear, um tema bastante polémico e a Ana da Agricultura Biológica, um tema que poderá vir a ter um grande futuro.
Besos de Zaragoza.
Hasta Jueves.

Cláudia Paulino

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Após a fuga do Sol

A Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia prepara-se para poupar 700 mil euros por ano na factura de electricidade. Como?
Através da instalação de 400 reguladores de fluxo de energia na infra-estrutura de iluminação pública, um investimento total de 2,5 milhões de euros.
E os ganhos não se reflectem apenas na conta de electricidade, uma vez que, com esta poupança, reduzem-se também as emissões de CO2 provocadas pela produção de electricidade em 1400 toneladas anuais. O dinheiro poupado pela autarquia será, por sua vez, investido num novo fundo, que será criado com o objectivo de promover a utilização racional de energia e sustentabilidade.

in Público

Páginas de fora

Hoy, publicado em Bogotá, Colômbia.

Penso, logo...

"Só achamos que as outras pessoas têm bom senso quando são da nossa opinião."

(La Rochefoucauld)

Borba - Évora

16 de Janeiro

Há 70 anos, nasce Jô Soares, humorista, escritor e apresentador brasileiro.

in Wikipédia

Alemanha

Olhar jovem

Vou começar esta semana a falar-vos da minha “carreira” no hóquei em patins.
Tudo começou aos 5 anos, quando não conseguia estar parado em casa e os meus pais pensaram numa ideia brilhante: pôr-me a patinar, no Pavilhão Municipal de Alverca.
Ao início a birra era grande porque não conseguia manter-me em pé durante cinco segundos. Então quando era para andar de costas, ui, era uma desgraça. Mas com o tempo, lá consegui aprender a patinar razoavelmente.
O meu primeiro jogo foi em Alenquer, ao serviço do Alverca. Joguei alguns minutos e quando cheguei ao balneário, virei-me para o treinador e disse: “Quero ser guarda-redes!”
Apanhei todos de surpresa, até os meus pais.
Mais uma fase de aprendizagem, agora o básico do guarda-redes.
A estreia aconteceu na Parede, frente ao Paço de Arcos. Entrei a poucos minutos do fim e nunca mais me esqueço da minha primeira defesa.
Como naquela altura só sabia a posição de cócoras, era como estava. O jogador rematou, a bola veio direito ao capacete e com tanta força, que caí de rabo no chão!
Como o Alverca era uma equipa mais fraca, raros os títulos que ganhávamos. Mas o que eu me lembro melhor foi um ganho em Beja, num torneio local. Recordo-me que ganhámos ao Parede e Paço de Arcos, que na altura eram os “supra-sumo” do escalão de Infantis B. Esta vitória vai ficar recordada para sempre.
Ainda neste clube, venci alguns troféus individuais. Durante três anos seguidos fui eleito o Melhor Guarda-redes do torneio de Alverca e na minha estreia, ganhei o troféu de Jogador Mais Jovem, apenas com 6 anos.
Na primeira época como Infantil A, mudei para o Sporting, a convite do João Baltazar, que tinha sido o meu treinador no ano anterior, e o melhor que conseguimos foi a final na Taça APL, perdendo com o Sintra.
Bem, mas o texto de hoje já vai longo, para a semana conto o resto.
Beijinhos e abraços para todos.
Até para a semana.

Ricardo Paulino

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Após a fuga do Sol

Hoje o dia já vai longo e as novidades foram poucas.
Bem, sempre havia a Assembleia-Geral do BCP, onde Santos Ferreira e a sua lista ganharam "de goleada" à de Miguel Cadilhe. Perto de 98% dos votos, mas nem foi surpresa.
Quem não conseguiu a eleição para Comissão de Remunerações foi Joe Berardo, que teve 50,03% de votos contra. Foi tipo uma bola no poste.
Vamos ver se agora, durante uns tempos, temos sossego sobre notícias do Banco Comercial Português, que aproveitando a embalagem do post do Branco e Azul, também é uma boa feira de vaidades.

Ponto e vírgula

Aproveitando o tema de hoje da Célia, recorro a um mail que tenho recebido várias vezes.
Trata-se da reprodução das duas primeiras alíneas do Artigo 4º da Lei nº 37/2007, conhecida como a Lei Anti-Tabaco.
Diz assim o número 1 do referido artigo:

É proibido fumar:
a) Nos locais onde estejam instalados órgão de soberania, serviços e organismos da Administração Pública e pessoas colectivas públicas;
b) Nos locais de trabalho;
...


Hoje calha-me a mim desmontar esta “brincadeira”.
No mesmo artigo, que vai até a alínea ab), deixo mais alguns exemplos de outras proibições:

e) Nos lares e outras instituições que acolham pessoas idosas ou com deficiência ou incapacidade;
...
h) Nos centros de formação profissional;
...
t) Nos aeroportos, nas estações ferroviárias, nas estações rodoviárias de passageiros e nas gares marítimas e fluviais
...


Aqui também se trabalha.
Chama-se a isto, como gostam de dizer os políticos, descontextualizar.

Páginas de fora

The West Australian, publicado em Perth, Austrália.

Penso, logo...

"Deus quer, o homem sonha, a obra nasce."

(Fernando Pessoa)

Arraiolos - Évora