terça-feira, 15 de julho de 2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Boa Noite
Depois de um grande etapa - ontem - de Tiago Machado, hoje chegou a tristeza, antes do primeiro dia de descanso.
Uma queda atirou-o quase para fora da corrida e um trambolhão na geral.
Infelicidade também para Alberto Contador (Tinkoff) que caiu, fraturou a tíbia e viu-lhe fugir a hipótese de vencer o Tour.
Com os dois principais candidatos fora de prova, Vincenzo Nibali (Astana) tem a porta escancarada para a vitória.
Hoje venceu a etapa e recuperou a amarela.
Mas as notícias do lado português não foram todas más, com Rui Costa a subir dois lugares.
O Tour dos portugueses: 9º Rui Costa (Lampre) a 3'58''; 47º Tiago Machado (NetApp) a 44'12''; 73º Nélson Oliveira (Lampre) a 1h01''46''; 125º Sérgio Paulinho (Tinkoff) a 1h25'07''; 148º José Mendes (NetApp) a 1h41'15''.
Conforme prometido aqui está o balanço do Mundial feito pelo Tio Jorge, no formato A a Z.
Alemanha – Quando
dias antes do início do Mundial me perguntaram qual era o meu palpite para o
vencedor, apontei a mannschaft, não
por ser aquela que eu mais gostasse, mas porque – pondo o coração de parte - me
parecia a mais apetrechada.
Parece um paradoxo, mas numa prova que teve tantos golos, em
muitos jogos foram eles que mais se destacaram, como por exemplo Keylor Navas
(Costa Rica), Cláudio Bravo (Chile), David Ospina (Colômbia), Tim Howard
(Estados Unidos), Guillermo Ochoa (México), Thibault Courtois (Bélgica), Hugo
Lloris (França), Diego Benaglio (Suiça) ou Rais M´Bolhi (Argélia), mas para mim
o melhor foi o germânico Manuel Neuer.
James Rodriguez – Não
é normal o melhor jogador não ser da seleção vencedora, mas em minha opinião
este colombiano foi o jogador em destaque neste Mundial.
Uma queda atirou-o quase para fora da corrida e um trambolhão na geral.
Infelicidade também para Alberto Contador (Tinkoff) que caiu, fraturou a tíbia e viu-lhe fugir a hipótese de vencer o Tour.
Com os dois principais candidatos fora de prova, Vincenzo Nibali (Astana) tem a porta escancarada para a vitória.
Hoje venceu a etapa e recuperou a amarela.
Mas as notícias do lado português não foram todas más, com Rui Costa a subir dois lugares.
O Tour dos portugueses: 9º Rui Costa (Lampre) a 3'58''; 47º Tiago Machado (NetApp) a 44'12''; 73º Nélson Oliveira (Lampre) a 1h01''46''; 125º Sérgio Paulinho (Tinkoff) a 1h25'07''; 148º José Mendes (NetApp) a 1h41'15''.
Apesar da derrota de ontem na final em Bastad - frente a Pablo Cuevas - João Sousa atingiu a melhor classificação de sempre de um português no ranking ATP, chegando ao 35º lugar.
Conforme prometido aqui está o balanço do Mundial feito pelo Tio Jorge, no formato A a Z.
Alemanha – Quando
dias antes do início do Mundial me perguntaram qual era o meu palpite para o
vencedor, apontei a mannschaft, não
por ser aquela que eu mais gostasse, mas porque – pondo o coração de parte - me
parecia a mais apetrechada.
Foi a campeã do Mundo pela quarta vez com inteira justiça,
conseguido o que nenhuma seleção europeia tinha feito até ontem.
Vencer em território americano!
Brazuca - Foi a
bola do Mundial, e contrariamente a outras irmãs
suas, não mereceu críticas dos guarda-redes.
Mas lá que ela faz uns efeitos esquisitos, lá isso é
verdade!
Cristiano Ronaldo – O
Melhor do Mundo ficou aquém das
espetativas?
Verdade!
Disse que este era o nosso Ano e o seu contrário dias
depois?
Verdade!
Todos temos a noção que não estava nas melhores condições
físicas, mas quis dar o seu contributo.
Se no jogo com o Gana tivesse marcado os golos suficientes
para o apuramento, alguém o estava a esta hora a criticar?
Somos portugueses, amigos!
Sou daqueles que tenho dúvidas que tenha mordido no
Chiellini – se há jogador que merece uma trinca
é ele – mas que o uruguaio tem um desequilíbrio emocional, não tenho dúvidas.
Devia jogar sempre com um açaime!
Euros – Na nossa
moeda foram 2,2 milhões de euros.
Três milhões de dólares que chegaram para sossegar os
jogadores do Gana, antes do jogo com Portugal.
Até lhes deram beijinhos.
Nas notas, claro!
Faryd Mondragón – O
keeper colombiano passou a ser o
jogador mais velho a jogar num Mundial, depois de ter jogado no Brasil com 43
anos e três dias, destronando o camaronês Roger Milla que fez o jeito ao pé no
Mundial de 1994 - nos Estados Unidos – com 42 anos, um mês e oito dias.
Por falar em guarda-redes, eles tiveram em grande destaque
na prova.
Enorme na baliza, muito bem a jogar fora de área e com uma
eficiência tremenda, tornou fácil a arte de bem defender.
Golos – Foram muitos
durante toda a competição, igualando o número (171) conseguido no França’1998,
muito contribuindo os oito golos (1-7) na goleada história ocorrida nas
meias-finais entre o Brasil e a Alemanha.
Como nestas alturas todos querem eleger o melhor golo, mais
difícil se torna fruto da quantidade, mas também da qualidade de muitos deles.
Depois de uma pequena hesitação, escolho o primeiro golo da Austrália
frente à Holanda – na fase de grupos - da autoria de Tim Cahill.
Um que alinha no FC Porto – onde pouco jogou – sendo um dos
melhores da sua seleção - e outro que é o treinador.
Miguel Herrera – que tem a alcunha do piolho – é um espetáculo no banco.
Levou o América a campeão mexicano, sendo chamado para conduzir
a seleção azeteca ao Brasil.
Criticou Pedro Proença na hora da eliminação, mas o penalty decisivo demorou mais de uma
hora.
Indi – É habitual
dizermos que há portugueses um pouco por todo o lado.
Neste Mundial tivemos um internacional holandês que nasceu
no Barreiro há 22 anos.
Diz-se que pode rumar a Portugal, mas o mais curioso é a
diferença entre o seu nome desportivo e o registado.
Filho de mãe portuguesa e pai guineense, chama-se Rolando
Maximiliano Martins Indi.
Para os fãs da bola, my
name is Indi.
Bruno Martins Indi!
James Rodriguez – Não
é normal o melhor jogador não ser da seleção vencedora, mas em minha opinião
este colombiano foi o jogador em destaque neste Mundial.
Além de ter sido o melhor marcador – apesar de a sua seleção
ter caído nos quartos – produziu
futebol de enorme qualidade, mantendo sempre um nível elevado, sendo um dos principais
responsáveis pela excelente campanha dos cafetones.
Para mim El Bandido foi
o melhor!
Klose – Outro record batido no Brasil foi o de mais
golos marcados em fases finais de Mundiais por um jogador.
O avançado germânico de 36 anos chegou aos 16 golos –
ultrapassando o brasileiro Ronaldo, que tinha 15 – sendo que marcou cinco em
2002 e 2006, quatro em 2010 e mais dois este ano.
Fabuloso!
Neymar é o caso mais mediático, mas a entrada do francês
Matuidi sobre o nigeriano Onazi - que lhe provocou fratura de tíbia e perónio –
mostra como as arbitragens foram muitas condescendentes.
O suíço Massimo Buscacca – responsável máximo da arbitragem
na FIFA – já veio desmentir que os árbitros tivessem qualquer indicação para
serem brandos.
Mas para quem – como eu – viu quase todos os jogos, seguindo
as regras do jogo, ficaram dezenas de cartões amarelos e alguns vermelhos por
mostrar.
Se nos lembrarmos da expulsão de Pepe, seguindo o mesmo
rigor, muitos jogos não terminariam onze contra onze, o que raramente
aconteceu.
Num balanço rápido, quase sempre bem os árbitros auxiliares,
mas muitos maus – disciplinarmente – a maioria dos homens do apito.
Como confirmou Rizzoli na final de ontem!
É certo que a Argentina chegou à final, mas muito fruto do
seu coletivo e de uma enorme segurança defensiva, onde se destacaram Romero, Garay
e Mascherano.
O jogador do Barcelona ainda tentou ontem dar um ar da sua
graça, mas este não era o seu Mundial.
Escandalosamente, a FIFA elegeu-o como o melhor jogador da
prova!
Como é possível?
Neymar – Estava a
ser um dos melhores jogadores da prova – senão o melhor – quando o colombiano
Zuñiga se atravessou no seu caminho com uma entrada, no mínimo, imprudente.
Este podia ser o seu Mundial, mas como é muito jovem – 22
anos - outras oportunidades surgirão certamente.
Sim, porque o azar não está sempre num joelho colombiano.
Segundo rezam as crónicas o cabecilha da organização era um
inglês, diretor executivo de uma empresa – a Match Services - que tem um contrato de serviços com a FIFA, sendo
que os lucros da marosca são na ordem 70 milhões de euros.
A curiosidade é que esta empresa, pertencente a uma família
mexicana, tem outra ramificação – a Match
Hospitality – que tem como sócio minoritário Philippe Blater.
Diz-lhe alguma coisa o apelido?
O senhor é sobrinho do presidente da FIFA, mas dizem que não
está envolvido neste esquema.
Deve ser só uma mera coincidência!
Paulo Bento – Tenho esta convicção!
O português não foge à regra, só que desta vez as coisas
correram mal.
Nunca vai ser diferente, por isso acho que o Paulo deve
continuar, até porque outro qualquer – lembrem-se de Scolari – não seria muito
diferente.
Não nos podemos esquecer de repente das coisas boas para o
qual contribuiu.
Que miséria! – Esta
foi uma das expressões mais usadas pelos fãs da equipa das quinas enquanto
assistiam às exibições da equipa de todos
nós.
Uma das poucas que se podem reproduzir!
A lotaria dos penalties
enviou a laranja mecânica para casa
mais cedo – mereciam a final – e impossibilitou-o de se tornar no jogador do
Mundial.
Sabella – Um
treinador medroso – e pouco mais que medíocre - que só com muita sorte e
talento de alguns dos seus jogadores conseguiu chegar à final.
Vai sair da seleção e os que gostam de bom futebol
agradecem!
Treze horas – Do
lado do espetador – principalmente do europeu – é uma maravilha.
Mas à uma da tarde, com temperaturas sempre perto ou acima
dos 30 graus, é desumano.
A FIFA pensa em tudo menos nos atletas, exigindo grandes
espetáculos, sem lhes proporcionar as condições para tal.
Agora que o Qatar de aproxima, espero que estes Velhos do Restelo tenham aprendido alguma coisa.
Ouviste Blater?
Ouviste Platini?
Uruguai – Depois de ter caído apenas nas meias em 2010 – batida pela Holanda – e vencido a Copa América no ano
seguinte, todos aguardavam mais da Celeste,
mas o espírito canino de Suárez também não ajudou.


Vexame – Os
brasileiros estão destroçados, sendo que este adjetivo é um dos muitos que se podem
aplicar à derrota humilhante sofrida no Mineirão.
Vá lá que a coisa
ainda podia ter sido mais dolorosa se os argentinos se sagrassem campeões em
pleno Maracanã!
Todos atacaram Scolari!
O sargentão não é
nem melhor, nem pior de que a esmagadora maioria dos treinadores de seleção.
Aliás, acho-o muito parecido com o Paulo Bento, teimoso que
nem uma mula!
Só não percebo porque não se demitiu imediatamente após a
prestação vergonhosa da canarinha.
William Carvalho – Para
mim o maior erro de Paulo Bento.
Pelo que mostrou, sempre que foi chamado, era um dos
jogadores em melhor forma, mas a sua titularidade obrigava a deixar no banco um
dos indefetíveis do selecionador nacional.
Teimoso!
Xherdan Shaqiri – Este
suíço de nome arrevesado – que até deu jeito para aqui – foi o motor da equipa
helvética, contribuindo para a chegada aos oitavos,
onde apenas caiu nos últimos segundos do prolongamento.
Uma curiosidade.
Nasceu no mesmo dia da Cláudia.
Yaya Toure – Foi
o capitão da Costa do Marfim – com Drogba no banco – uma das seleções que
desiludiram neste Mundial.
O médio do Manchester City bem tentou empurrar a equipa, mas
este não era o ano dos elefantes.
Zero – Foram os
pontos que conquistaram Austrália, Camarões e Honduras na fase de grupos.
Surpresa só talvez os africanos.
Hora de começar a pensar no Rússia’2018.
Bom Dia
Então e agora?
O que vemos à tarde e à noite na televisão?
O que discutimos no trabalho e no café?
É verdade, o Mundial acabou.
Logo à noite trago o rescaldo de A a Z.
No dia de França - da Tomada da Bastilha - vamos ter uma jornada muito complicada no Tour, que segundo a organização "É a mais dura etapa de media montanha da história".
Cento e sessenta e um quilómetros e meio entre Mulhouse e La Planche des Belles Filles, com quatro contagens de primeira - a última coincidente com a meta - duas de segunda e uma de terceira.
O francês Tony Gallopin (Lotto) parte com a camisola amarela, mas acredito que vai despi-la no final do dia.
Em Alcobendas, Espanha, começa hoje a 51ª edição do Campeonato da Europa de hóquei em patins.
O professor Luís Sénica escolheu os guarda-redes André Girão (Valongo) e Jorge Correia (Juventude Viana) e os jogadores de campo Hélder Nunes, Jorge Silva e Ricardo Barreiros (FC Porto), Valter Neves, João Rodrigues e Diogo Rafael (Benfica), Luís Viana (Juventude Viana) e Gonçalo Alves (Oliveirense).
Além de Portugal e do país organizador, estão presentes as seleções da Itália, Suiça, Alemanha e França.
Os Ursos iniciam a sua participação amanhã defrontando os franceses (19:00), sendo que todos os jogos da nossa equipa serão transmitidos na RTP2.
Esta noite, para além da Cerimónia de Abertura, apenas se realiza o Espanha - Alemanha.
Saltamos para o J e regressamos às miúdas giras.
É britânica, tem 26 anos e chama-se Jessica Ellen Cornish.
Conhecida por Jessie J, lançou o seu primeiro álbum em 2011 que batizou de Who You Are.
Deste trabalho escolhi quatro temas que vão passar por aqui esta semana.
Começo com Domino.
Faltam 129 segundas-feiras.
O que vemos à tarde e à noite na televisão?
O que discutimos no trabalho e no café?
É verdade, o Mundial acabou.
Logo à noite trago o rescaldo de A a Z.
No dia de França - da Tomada da Bastilha - vamos ter uma jornada muito complicada no Tour, que segundo a organização "É a mais dura etapa de media montanha da história".
Cento e sessenta e um quilómetros e meio entre Mulhouse e La Planche des Belles Filles, com quatro contagens de primeira - a última coincidente com a meta - duas de segunda e uma de terceira.
O francês Tony Gallopin (Lotto) parte com a camisola amarela, mas acredito que vai despi-la no final do dia.
Em Alcobendas, Espanha, começa hoje a 51ª edição do Campeonato da Europa de hóquei em patins.O professor Luís Sénica escolheu os guarda-redes André Girão (Valongo) e Jorge Correia (Juventude Viana) e os jogadores de campo Hélder Nunes, Jorge Silva e Ricardo Barreiros (FC Porto), Valter Neves, João Rodrigues e Diogo Rafael (Benfica), Luís Viana (Juventude Viana) e Gonçalo Alves (Oliveirense).
Além de Portugal e do país organizador, estão presentes as seleções da Itália, Suiça, Alemanha e França.
Os Ursos iniciam a sua participação amanhã defrontando os franceses (19:00), sendo que todos os jogos da nossa equipa serão transmitidos na RTP2.
Esta noite, para além da Cerimónia de Abertura, apenas se realiza o Espanha - Alemanha.
Saltamos para o J e regressamos às miúdas giras.
É britânica, tem 26 anos e chama-se Jessica Ellen Cornish.
Conhecida por Jessie J, lançou o seu primeiro álbum em 2011 que batizou de Who You Are.
Deste trabalho escolhi quatro temas que vão passar por aqui esta semana.
Começo com Domino.
Faltam 129 segundas-feiras.
domingo, 13 de julho de 2014
Boa Noite
Final do Mundial, com os onzes inicias a não surpreenderem e com o filme - escrito na hora - no Tio Jorge.
A única duvida era a utilização de Di Maria, mas joga Enzo Pérez, enquanto do lado germânico, Kramer - à última da hora - substitui Khedira.
A Alemanha disputa a sua oitava final, contra a quinta da Argentina.
Primeiros quinze minutos de grande equilíbrio, com as balizas sossegadas.
A primeira grande oportunidade foi desperdiçada por Higuaín (20') - brinde de Kroos - que falhou na cara de Neuer.
Em cima da meia-hora outra contrariedade para a mannschaft, com Kramer a ser substituído por Schürrle.
Mesmo nos últimos segundos da primeira parte Höwedes atirou ao poste na sequência de um canto.
Ao intervalo um empate justo, mas que merecia golos.
No reatamento Lavezzi saiu para entrar Aguero e Messi falhou um golo (47') que não costuma desperdiçar, mas para além deste lance, até aos sessenta minutos, a bola esteve longe das redes.
O cansaço foi marcando pontos e tirando um remate de Kroos ao lado, pouco mais aconteceu.
Os bancos mexeram, entrando Gago para o lugar de Enzo - antes Higuaín tinha dado o lugar a Palacio - na mesma altura que nos alemães Klose - despediu-se dos Mundiais - deu o seu lugar a Götze, mas nenhum deles conseguiu evitar o prolongamento.
O período extra agravou o que já se sentia no final do tempo regulamentar.
A Alemanha com mais posse de bola, procurado evitar os penalties, mas com Palacio quase a marcar.
Até que aos 113 minutos Schürrle assistiu Götze que fez um grande golo.
Özil ainda deu lugar a Mertesacker, mas confirmou-se que a tradição ainda é o que era.
O futebol são 11 contra 11 e no fim ganha a Alemanha.
Amanhã - no Boa Noite - chega o balanço deste Mundial no formato de A a Z.
A chuva sueca atrasou muito a final do Torneio de Bastad e João Sousa nunca entrou verdadeiramente no jogo.
Perdeu (2/6 e 1/6) para Pablo Cuevas que foi sempre melhor.
Dia feliz para o ciclismo português esta tarde no Tour, no dia dos Tony's.
Tiago Machado (NetApp) integrou a fuga do dia - onde também estava Sérgio Paulinho (Tinkoff) que foi 15º - terminou na 10ª posição e está em terceiro na geral.
A etapa foi ganha pelo alemão - mais um - Tony Martin (Omega), que chegou isolado, depois de ter deixado cedo o grupo inicial, com a amarela a mudar para o corpo do francês Tony Gallopin (Lotto), que também fazia parte desta escapada vitoriosa.
O Tour dos portugueses: 3º Tiago Machado (NetApp) a 2'40''; 11º Rui Costa (Lampre) a 4'26''; 85º Nélson Oliveira (Lampre) a 47'13''; 113º Sérgio Paulinho (Tinkoff) a 55'46''; 148º José Mendes (NetApp) a 1h12'22''.
A única duvida era a utilização de Di Maria, mas joga Enzo Pérez, enquanto do lado germânico, Kramer - à última da hora - substitui Khedira.
A Alemanha disputa a sua oitava final, contra a quinta da Argentina.
Primeiros quinze minutos de grande equilíbrio, com as balizas sossegadas.
A primeira grande oportunidade foi desperdiçada por Higuaín (20') - brinde de Kroos - que falhou na cara de Neuer.Em cima da meia-hora outra contrariedade para a mannschaft, com Kramer a ser substituído por Schürrle.
Mesmo nos últimos segundos da primeira parte Höwedes atirou ao poste na sequência de um canto.
Ao intervalo um empate justo, mas que merecia golos.
No reatamento Lavezzi saiu para entrar Aguero e Messi falhou um golo (47') que não costuma desperdiçar, mas para além deste lance, até aos sessenta minutos, a bola esteve longe das redes.
O cansaço foi marcando pontos e tirando um remate de Kroos ao lado, pouco mais aconteceu.
Os bancos mexeram, entrando Gago para o lugar de Enzo - antes Higuaín tinha dado o lugar a Palacio - na mesma altura que nos alemães Klose - despediu-se dos Mundiais - deu o seu lugar a Götze, mas nenhum deles conseguiu evitar o prolongamento.
O período extra agravou o que já se sentia no final do tempo regulamentar.
A Alemanha com mais posse de bola, procurado evitar os penalties, mas com Palacio quase a marcar.
Até que aos 113 minutos Schürrle assistiu Götze que fez um grande golo.
Özil ainda deu lugar a Mertesacker, mas confirmou-se que a tradição ainda é o que era.
O futebol são 11 contra 11 e no fim ganha a Alemanha.
Amanhã - no Boa Noite - chega o balanço deste Mundial no formato de A a Z.
A chuva sueca atrasou muito a final do Torneio de Bastad e João Sousa nunca entrou verdadeiramente no jogo.
Perdeu (2/6 e 1/6) para Pablo Cuevas que foi sempre melhor.
Dia feliz para o ciclismo português esta tarde no Tour, no dia dos Tony's.
Tiago Machado (NetApp) integrou a fuga do dia - onde também estava Sérgio Paulinho (Tinkoff) que foi 15º - terminou na 10ª posição e está em terceiro na geral.
A etapa foi ganha pelo alemão - mais um - Tony Martin (Omega), que chegou isolado, depois de ter deixado cedo o grupo inicial, com a amarela a mudar para o corpo do francês Tony Gallopin (Lotto), que também fazia parte desta escapada vitoriosa.
O Tour dos portugueses: 3º Tiago Machado (NetApp) a 2'40''; 11º Rui Costa (Lampre) a 4'26''; 85º Nélson Oliveira (Lampre) a 47'13''; 113º Sérgio Paulinho (Tinkoff) a 55'46''; 148º José Mendes (NetApp) a 1h12'22''.
Terminou o Troféu Joaquim Agostinho com a vitória a sorrir ao espanhol Délio Fernandez da equipa portuguesa OFM-Quinta da Lixa, sendo que a derradeira etapa foi ganha pelo checo Karel Hnik (Ettix).
Nas outras classificações o espanhol Jordi Simon (Team Ecuador) ficou com a camisola dos pontos, o seu compatriota Alberto Gallego (Rádio Popular) foi o primeiro na montanha, Raul Alarcón (Louletano-Dunas Douradas) - outro espanhol - venceu as metas volantes e o russo Kirill Sveshnikov (Lokosphinx) venceu a classificação da juventude, sendo que a equipa 4-72 Colômbia ganhou coletivamente.
Bom Dia
Depois dos torneios das Alverquíadas, regressam as aulas na UJA.
Lá estarei às nove da manhã para bater nas cachopas amarelas.
Depois, com o Ricardo ainda por fora, vamos ter a Cláudia a almoçar no principado.
E chegou o dia da grande final!
No Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (20:00), Alemanha e Argentina vão lutar pelo mais cobiçado troféu.
Temos os germânicos à procura do tetra e argentinos a quererem fazer o tri.
Acredito que no fim os alemães vão ser a primeira seleção europeia a vencer na América.
A nona etapa do Tour vai fazer a primeira grande seleção.
Seis contagens de montanha - uma de primeira, duas de segunda e três de terceira categoria - para os cento e setenta quilómetros que vão ligar Gérardmer a Mulhouse, com Vincenzo Nibali (Astana), confortavelmente, de amarelo.
Última etapa do Troféu Joaquim Agostinho - a etapa rainha da prova - que vai ter início em São Martinho do Porto e termina, cento e sessenta e quatro quilómetros depois, no Parque Eólico da Carvoeira, uma contagem de segunda categoria.
Délio Fernandez (OFM-Quinta da Lixa) vai tentar manter a amarela.
À uma da tarde João Sousa vai tentar conquistar o seu segundo troféu da carreira.
Para isso tem que bater o uruguaio Pablo Cuevas na final do Torneio de Bastad, na Suécia.
Descobri este rodapé de domingo, ontem na Comercial, quando vinha do ténis.
o britânico Sam Smith esteve presente no NOS Alive e tem esta tema espetacular, aqui em dueto com a norte-americana Mary J. Blije.
Stay With Me.
Lá estarei às nove da manhã para bater nas cachopas amarelas.
Depois, com o Ricardo ainda por fora, vamos ter a Cláudia a almoçar no principado.
E chegou o dia da grande final!
No Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (20:00), Alemanha e Argentina vão lutar pelo mais cobiçado troféu.
Temos os germânicos à procura do tetra e argentinos a quererem fazer o tri.
Acredito que no fim os alemães vão ser a primeira seleção europeia a vencer na América.
A nona etapa do Tour vai fazer a primeira grande seleção.
Seis contagens de montanha - uma de primeira, duas de segunda e três de terceira categoria - para os cento e setenta quilómetros que vão ligar Gérardmer a Mulhouse, com Vincenzo Nibali (Astana), confortavelmente, de amarelo.
Última etapa do Troféu Joaquim Agostinho - a etapa rainha da prova - que vai ter início em São Martinho do Porto e termina, cento e sessenta e quatro quilómetros depois, no Parque Eólico da Carvoeira, uma contagem de segunda categoria.
Délio Fernandez (OFM-Quinta da Lixa) vai tentar manter a amarela.
À uma da tarde João Sousa vai tentar conquistar o seu segundo troféu da carreira.
Para isso tem que bater o uruguaio Pablo Cuevas na final do Torneio de Bastad, na Suécia.
Descobri este rodapé de domingo, ontem na Comercial, quando vinha do ténis.
o britânico Sam Smith esteve presente no NOS Alive e tem esta tema espetacular, aqui em dueto com a norte-americana Mary J. Blije.
Stay With Me.
sábado, 12 de julho de 2014
Boa Noite
Nesta luta pelo terceiro lugar o Brasil continua de costas voltadas para a sorte.
Independentemente de estar a jogar pouco, sofrer dois golos desta maneira não é fácil.
O primeiro - de Van Persie - foi na transformação de um penalty resultante de uma falta fora da área, sendo que o segundo - marcado por Blind - começou com o fora-de-jogo que ficou por marcar.
Na segunda parte os brasileiros tentaram mais qualquer coisa, mas nunca conseguiram lá chegar e acabou por ser a Holanda marcar - nos descontos - por Wijnaldum.
A laranja mecânica conquistou o lugar mais baixo do pódium e a canarinha entrou definitivamente em depressão.
Eu sei que sou fraquinho.
Que jogo muito pouco.
Mas caraças, também podia ter um bocadinho de sorte!
Perdi por duplo 6/2, um resultado bem enganador.
João Sousa venceu (3/6, 6/ e 6/4) hoje o argentino Carlos Berlocq no torneio de Bastad na Suécia - em terra batida - conseguindo a segunda final da carreira.
Amanhã - às 13 horas - no jogo decisivo o português vai defrontar o uruguaio Pablo Cuevas.
Já agora expliquem ao João Adelino Faria - RTP - que o homem não é argentino!
Só chove em França e os ciclistas do Tour têm muitas razões de queixa.
Debaixo de um verdadeiro temporal, o francês Biel Kadri (AG2R) integrou a fuga do dia, sobreviveu ao ataque final dos favoritos e venceu a etapa.
Vincenzo Nibali (Astana) manteve a amarela, com Rui Costa a subir três lugares - entrou no top10 - enquanto Tiago Machado subiu duas posições e entrou no top20.
Independentemente de estar a jogar pouco, sofrer dois golos desta maneira não é fácil.
O primeiro - de Van Persie - foi na transformação de um penalty resultante de uma falta fora da área, sendo que o segundo - marcado por Blind - começou com o fora-de-jogo que ficou por marcar.
Na segunda parte os brasileiros tentaram mais qualquer coisa, mas nunca conseguiram lá chegar e acabou por ser a Holanda marcar - nos descontos - por Wijnaldum.
A laranja mecânica conquistou o lugar mais baixo do pódium e a canarinha entrou definitivamente em depressão.Eu sei que sou fraquinho.
Que jogo muito pouco.
Mas caraças, também podia ter um bocadinho de sorte!
Perdi por duplo 6/2, um resultado bem enganador.
João Sousa venceu (3/6, 6/ e 6/4) hoje o argentino Carlos Berlocq no torneio de Bastad na Suécia - em terra batida - conseguindo a segunda final da carreira.
Amanhã - às 13 horas - no jogo decisivo o português vai defrontar o uruguaio Pablo Cuevas.
Já agora expliquem ao João Adelino Faria - RTP - que o homem não é argentino!
Só chove em França e os ciclistas do Tour têm muitas razões de queixa.
Debaixo de um verdadeiro temporal, o francês Biel Kadri (AG2R) integrou a fuga do dia, sobreviveu ao ataque final dos favoritos e venceu a etapa.
Vincenzo Nibali (Astana) manteve a amarela, com Rui Costa a subir três lugares - entrou no top10 - enquanto Tiago Machado subiu duas posições e entrou no top20.
O Tour dos portugueses: 8º Rui Costa (Lampre) a 2'52''; 20º
Tiago Machado (NetApp) a 6'08''; 85º Nélson Oliveira (Lampre) a 45'39''; 110º Sérgio Paulinho (Tinkoff) a 59'23''; 130º José Mendes
(NetApp) a 1h10'48''.
O russo Kirill Sveshnikov (Lokosphinx) venceu ao sprint a segunda etapa do Troféu Joaquim Agostinho, com o espanhol Délio Fernandez (OFM-Quinta da Lixa) a manter a liderança.
Bom Dia
Digamos que é aquele jogo que ninguém quer jogar.
Esta noite (21:00) Brasil e Holanda vão discutir quem será o terceiro classificado do Mundial.
Os holandeses já disseram que este jogo não devia existir, mas estou convencido que vão vencer a partida que se joga no Estádio Nacional em Brasília.
Logo à tarde (18:00) tenho mais um jogo do campeonato do CAD, que com o calor que está hoje vai ser bem complicado.
Começam a surgir mais dificuldades no Tour.
Ligação entre Tomblaine e Gérardmer La Mouseleine, cento e sessenta e um quilómetros onde nos últimos vinte vão surgir duas contagens de segunda e uma terceira, esta coincidente com a meta final.
Vincenzo Nibali (Astana) continua na frente.
No Troféu Joaquim Agostinho, com Délio Fernandez (OFM-Quinta da Lixa) de amarelo, corre-se a segunda etapa entre Atouguia da Baleia e Torres Vedras, com os ciclistas a percorrerem por sete vezes o tradicional circuito torriense.
Regressam os Coldplay a este rodapé de fim de semana.
Mais um tema do último trabalho Ghost Stories, desta vez Magic.
Esta noite (21:00) Brasil e Holanda vão discutir quem será o terceiro classificado do Mundial.
Os holandeses já disseram que este jogo não devia existir, mas estou convencido que vão vencer a partida que se joga no Estádio Nacional em Brasília.Logo à tarde (18:00) tenho mais um jogo do campeonato do CAD, que com o calor que está hoje vai ser bem complicado.
Começam a surgir mais dificuldades no Tour.
Ligação entre Tomblaine e Gérardmer La Mouseleine, cento e sessenta e um quilómetros onde nos últimos vinte vão surgir duas contagens de segunda e uma terceira, esta coincidente com a meta final.
Vincenzo Nibali (Astana) continua na frente.
No Troféu Joaquim Agostinho, com Délio Fernandez (OFM-Quinta da Lixa) de amarelo, corre-se a segunda etapa entre Atouguia da Baleia e Torres Vedras, com os ciclistas a percorrerem por sete vezes o tradicional circuito torriense.
Regressam os Coldplay a este rodapé de fim de semana.
Mais um tema do último trabalho Ghost Stories, desta vez Magic.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
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