sábado, 13 de outubro de 2018
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Um olhar alentejano
Por estes dias o nome do Major Vasco Brazão, antigo porta-voz da polícia Judiciária Militar (PJM) anda na berlinda.
Como chefe da equipa da PJM que investigou o furto de Tancos, foi constituído arguido e nessa condição revelou no Tribunal de Instrução Criminal que o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, tinha conhecimento da encenação montada para a recuperação do armamento roubado.
No dia seguinte, em Bruxelas, Azeredo Lopes chamou os jornalistas para "desmentir categoricamente" ter sido informado do plano idealizado pela PJM.
Esta semana foi conhecido que o Major Brazão subalugava um apartamento propriedade das Forças Armadas, numa plataforma de alojamento local, casa que estava arrendada pelo Instituto de Ação Social das Forças Armadas ao seu filho, Vasco Brazão.
O Major já reconheceu que, como o filho não utilizava o apartamento, alugava-o a amigos estrangeiros.
Se no primeiro caso é obvio que ainda muito está por saber, este segundo facto revela um lado pouco honesto do Major.
Será que também é mentiroso?
Como chefe da equipa da PJM que investigou o furto de Tancos, foi constituído arguido e nessa condição revelou no Tribunal de Instrução Criminal que o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, tinha conhecimento da encenação montada para a recuperação do armamento roubado.
No dia seguinte, em Bruxelas, Azeredo Lopes chamou os jornalistas para "desmentir categoricamente" ter sido informado do plano idealizado pela PJM.
Esta semana foi conhecido que o Major Brazão subalugava um apartamento propriedade das Forças Armadas, numa plataforma de alojamento local, casa que estava arrendada pelo Instituto de Ação Social das Forças Armadas ao seu filho, Vasco Brazão.
O Major já reconheceu que, como o filho não utilizava o apartamento, alugava-o a amigos estrangeiros.
Se no primeiro caso é obvio que ainda muito está por saber, este segundo facto revela um lado pouco honesto do Major.
Será que também é mentiroso?
quinta-feira, 11 de outubro de 2018
Nação Valente
Mais uma vez sem Cristiano Ronaldo a formação lusa realizou uma boa exibição e venceu (2-3).
Marcou primeiro a Polónia, na sequência de um canto, com Portugal a marcar por André Silva e um auto-golo polaco, com metade do mesmo a pertencer a Rafa.
Na segunda parte Bernardo Silva chegou ao terceiro, os locais ainda reduziram, mas foram os portugueses a estarem mais perto do quatro golo.
Portugal está na liderança do grupo A3, sendo que se no domingo Polónia e Itália empatarem, a seleção nacional garante a presença nas meias-finais da prova.
Um olhar alentejano
Regresso a histórias do Alentejo.Um dia destes, por aqui, ainda pensam que só encontro problemas.
Nada disso.
Apenas por estar de chegada, o meu espírito está mais observador, reparando em coisas que os locais não dão importância.
Nas minhas caminhadas, que retomei após aqui chegar, vou dando conta de situações engraçadas.
A quatro quilómetros de Cabeça de Carneiro fica Montejuntos.
Tem sido um dos meus destinos, quando logo pela fresquinha me meto ao caminho.
Vou e venho.Quando vi a placa da aldeia vizinha pela primeira vez, fiquei com a sensação de que havia ali alguma coisa estranha.
É que já tinha visto o nome escrito de outra maneira, noutro local.
Na entrada da minha aldeia tem uma indicação da direção para Montes Juntos.
Montejuntos ou Montes Juntos?Fui averiguar no sítio do CTT, na zona dos códigos postais e a coisa complicou-se.
Lá surge Monte Juntos.
A mesma aldeia, três maneiras diferentes de a escrever.
Em que é que ficamos?
Lembrei-me logo daquela outra questão.
Porque é que separado se escreve tudo junto e tudo junto se escreve separado?
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
Um olhar alentejano
Uma das coisas que me irrita - e ainda são bastantes - é a facilidade com que utilizamos termos em língua estrangeira para designar situações em que podíamos perfeitamente usar a nossa língua, a quarta mais falada em todo o Mundo por 250 milhões de pessoas, como língua oficial.
São os chamados anglicismos
Querem alguns exemplos na área desportiva, daqueles que mais me aborrecem?
Flash-interview: não é mais bonito entrevista rápida?
Time-out: e se dissermos desconto de tempo, não é melhor?
Off-side: mesmo com VAR, fora de jogo é bem mais compreensível.
Ranking: porque não dizem classificação?
Vamos a outros, sem serem desportivos.
Performance: vá lá digam desempenho.
Mouse: mas quando o periférico não funciona o que dizemos? Este rato não trabalha!
Dizem os defensores destas estrangeirices, que há expressões que não devem ser traduzidas, pois podem desvirtuar a ideia.
Eu concordo.
Olhem esta.
Hoje foi anunciado que a Cimeira da Rede vai ser realizada em Lisboa até 2028.
Pronto, ok, Web Summit por mais 10 anos na capital lusa.
São os chamados anglicismos
Querem alguns exemplos na área desportiva, daqueles que mais me aborrecem?
Flash-interview: não é mais bonito entrevista rápida?
Time-out: e se dissermos desconto de tempo, não é melhor?
Off-side: mesmo com VAR, fora de jogo é bem mais compreensível.
Ranking: porque não dizem classificação?
Vamos a outros, sem serem desportivos.
Performance: vá lá digam desempenho.
Mouse: mas quando o periférico não funciona o que dizemos? Este rato não trabalha!
Dizem os defensores destas estrangeirices, que há expressões que não devem ser traduzidas, pois podem desvirtuar a ideia.
Eu concordo.
Olhem esta.
Hoje foi anunciado que a Cimeira da Rede vai ser realizada em Lisboa até 2028.
Pronto, ok, Web Summit por mais 10 anos na capital lusa.
terça-feira, 9 de outubro de 2018
Um olhar alentejano
Uma manhã destas nasceu um sinal de trânsito na Rua Nova, em Cabeça de Carneiro, precisamente naquela onde estou a morar.É verdade.
Fui beber um café ao Rui e lá estava ele.
Recordei-me que já uma vez escrevi e falei sobre sinais e alterações de trânsito.
Dessa vez foi em Alverca, num simulador de rádio, há quase
trinta anos.
Mas regressemos ao Alentejo.Como podem ver na foto, em cima à direita, trata-se de um sinal de perigo, mas falta-lhe o conteúdo, pois só temos um fundo branco.
Esmiuçando melhor a situação, o que aconteceu é que na montagem do mesmo, o triângulo ficou com um vértice para cima, em vez de para baixo, para ser uma indicação de cedência de prioridade, situação que se justifica visto tratar-se de um entroncamento.
Uma coisa parece certa.
O empregado camarário que fez a instalação do sinal não deve ter carta de condução.
Mas tudo fica bem quando acaba bem.
No final do dia o sinal já foi dormir na sua posição normal, explicando que aqui é preciso ceder passagem a quem lá vem.
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
Um olhar alentejano
Porque motivo se juntaram no dia 5 de outubro o Jubas, Billas, Super Afonso, Castor, Vermelhinho e Pantera, em Santa Maria da Feira?
Esta ação de solidariedade das mascotes do Feirense, Vitória de Guimarães, Paços de Ferreira, Aves e Boavista surgiu na sequência do castigo aplicado ao Jubas, a mascote do Sporting, por este motivo, relatado na lista de castigos da Federação Portuguesa de Futebol.
"No final do jogo, a mascote do SC Portugal, aquando do directo do superflash, entrou no relvado, colocou-se primeiro atrás do backdrop, depois na frente e abraçou o jogador do SC Portugal na entrevista, perturbando a normal realização do superflash".
Além de não gostar dos estrangeirismos utilizados no texto, mas isso agora não interessa nada, esta brincadeira do Jubas custou 479 € ao seu clube, dado que os zelosos delegados da Liga escreveram no relatório esta gravíssima situação.
Parece uma anedota mas não é.
Por este andar qualquer dia ainda multam o Emplastro!
Esta ação de solidariedade das mascotes do Feirense, Vitória de Guimarães, Paços de Ferreira, Aves e Boavista surgiu na sequência do castigo aplicado ao Jubas, a mascote do Sporting, por este motivo, relatado na lista de castigos da Federação Portuguesa de Futebol.
"No final do jogo, a mascote do SC Portugal, aquando do directo do superflash, entrou no relvado, colocou-se primeiro atrás do backdrop, depois na frente e abraçou o jogador do SC Portugal na entrevista, perturbando a normal realização do superflash".
Além de não gostar dos estrangeirismos utilizados no texto, mas isso agora não interessa nada, esta brincadeira do Jubas custou 479 € ao seu clube, dado que os zelosos delegados da Liga escreveram no relatório esta gravíssima situação.
Parece uma anedota mas não é.
Por este andar qualquer dia ainda multam o Emplastro!
domingo, 7 de outubro de 2018
No Reino da Águia
Dia de clássico na Catedral com a receção ao FC Porto.
Primeira parte muito morna, sem oportunidades de golo.
Na segunda metade um Benfica bem melhor, dominou o jogo e chegou à vitória com um golo de Seferovic, tendo sofrido nos últimos minutos, quando estava reduzido a 10 unidades.
Três pontos justos para os encarnados, num jogo dirigido por Fábio Veríssimo.
O jovem árbitro de Leiria esteve péssimo no aspeto disciplinar.
Perdoou a expulsão a Otávio - ainda na primeira parte - e mostrou o segundo amarelo a Lema, num lance em que há muitas dúvidas se foi falta, quanto mais para cartão.
Mostrou que ainda não tem estofo para arbitrar estes jogos.
No mínimo!
Um olhar alentejano
Volto a falar de Cristiano Ronaldo e não pelos melhores motivos.
Um acontecimento de 2009 colocou-o nas bocas do mundo, como se ele precisasse disso para ser falado.
Um enquadramento muito rápido do caso.
O internacional português ter-se-á embrulhado com Kathryn Mayorga num hotel de Las Vegas.
Na sequência do acontecimento Ronaldo terá pago à professora americana 375 mil dólares para ela ficar em silêncio.
Um caso que vai fazer correr muito tinta, mas que me permite deixar três perguntas.
Se o sexo foi consentido, porque motivo a necessidade do silêncio da mulher?
Se existiu violação, porque Kathryn aceitou o dinheiro, em vez de fazer queixa à polícia?
E porquê, só nove anos passados, vir fazer a denúncia?
Sou totalmente contra ao assédio sexual, de todas as formas, mas deixa-me sempre intrigado quando tal vem a acontecer dezenas de anos depois, como aconteceu agora com as acusações ao juiz americano Brett Kavanaugh.
Vamos deixar o tribunal fazer o seu papel, não esquecendo o que Ronaldo já fez pelo País, mas que seja penalizado se vier a ser provada a sua culpa.
Sem contemplações!
Mas por favor, não esqueçam a presunção de inocência.
Um acontecimento de 2009 colocou-o nas bocas do mundo, como se ele precisasse disso para ser falado.
Um enquadramento muito rápido do caso.
O internacional português ter-se-á embrulhado com Kathryn Mayorga num hotel de Las Vegas.
Na sequência do acontecimento Ronaldo terá pago à professora americana 375 mil dólares para ela ficar em silêncio.
Um caso que vai fazer correr muito tinta, mas que me permite deixar três perguntas.
Se o sexo foi consentido, porque motivo a necessidade do silêncio da mulher?
Se existiu violação, porque Kathryn aceitou o dinheiro, em vez de fazer queixa à polícia?
E porquê, só nove anos passados, vir fazer a denúncia?
Sou totalmente contra ao assédio sexual, de todas as formas, mas deixa-me sempre intrigado quando tal vem a acontecer dezenas de anos depois, como aconteceu agora com as acusações ao juiz americano Brett Kavanaugh.
Vamos deixar o tribunal fazer o seu papel, não esquecendo o que Ronaldo já fez pelo País, mas que seja penalizado se vier a ser provada a sua culpa.
Sem contemplações!
Mas por favor, não esqueçam a presunção de inocência.
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