quinta-feira, 18 de outubro de 2018
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Um olhar alentejano
O jornal A Bola trazia há dias um texto bem curioso sobre as chicotadas psicológicas na 1ª Liga portuguesa.
Pela primeira vez nos últimos 16 anos, o campeonato chegou à sexta jornada sem nenhum despedimento.
A última vez que isso tinha acontecido foi na temporada de 2002/03, quando Manuel Cajuda foi despedido do Santa Clara apenas à 11ª jornada, um acontecimento difícil de bater.
Durante esses dezasseis anos os mais rápidos foram Manuel Cajuda (Marítimo, 2004/05) e Fernando Santos (Benfica, 2007/08) ambos na 1ª jornada.
Numa altura em que já ultrapassámos a jornada sete, aceitam-se apostas para o nome da primeira vítima.
Ainda sobre futebol, mas agora fora de portas, três colossos do futebol europeu estão muito aquém do que é habitual.
Bayern de Munique, Barcelona e Real Madrid estão a dececionar os seus adeptos e simpatizantes.
Nenhuma das equipas está fora da luta pelo título, mas não deixam de ser preocupantes os seus desempenhos.
Comecemos pelo hexacampeão germânico, que não ganha há três jornadas, vem de duas derrotas consecutivas, sendo que no ano passado consentiu apenas quatro derrotas em toda a prova.
Em Espanha os eternos candidatos ao título não estão melhor, decorridas oito jornadas.
O atual campeão, Barcelona, não vence há quatro jogos, três empates e uma derrota, quando em 2017/18 só perdeu uma vez.
O Real Madrid ainda vai pior.
Nos últimos cinco jogos só venceu uma vez, com duas derrotas e dois empates, tendo ficado sem marcar nas últimas três jornadas.
Niko Kovac, Ernesto Valverde e Julen Lopetegui devem ter pesadelos durante o sono!
Pela primeira vez nos últimos 16 anos, o campeonato chegou à sexta jornada sem nenhum despedimento.
A última vez que isso tinha acontecido foi na temporada de 2002/03, quando Manuel Cajuda foi despedido do Santa Clara apenas à 11ª jornada, um acontecimento difícil de bater.
Durante esses dezasseis anos os mais rápidos foram Manuel Cajuda (Marítimo, 2004/05) e Fernando Santos (Benfica, 2007/08) ambos na 1ª jornada.
Numa altura em que já ultrapassámos a jornada sete, aceitam-se apostas para o nome da primeira vítima.
Ainda sobre futebol, mas agora fora de portas, três colossos do futebol europeu estão muito aquém do que é habitual.
Bayern de Munique, Barcelona e Real Madrid estão a dececionar os seus adeptos e simpatizantes.
Nenhuma das equipas está fora da luta pelo título, mas não deixam de ser preocupantes os seus desempenhos.
Comecemos pelo hexacampeão germânico, que não ganha há três jornadas, vem de duas derrotas consecutivas, sendo que no ano passado consentiu apenas quatro derrotas em toda a prova.
Em Espanha os eternos candidatos ao título não estão melhor, decorridas oito jornadas.
O atual campeão, Barcelona, não vence há quatro jogos, três empates e uma derrota, quando em 2017/18 só perdeu uma vez.
O Real Madrid ainda vai pior.
Nos últimos cinco jogos só venceu uma vez, com duas derrotas e dois empates, tendo ficado sem marcar nas últimas três jornadas.
Niko Kovac, Ernesto Valverde e Julen Lopetegui devem ter pesadelos durante o sono!
Aniversário

Foi na Avenida Marechal Gomes da Costa, em Lisboa, na altura instalações da Universidade Independente, que nasceu o Tio Jorge há 12 anos.
Depois de um interregno de quase dois anos, regressei em setembro/2017, agora com a novidade de Um olhar alentejano ter honras de passagem na Rádio Voz de Alenquer, ao sábado.
Vou continuar por aqui até me apetecer e obrigado por me lerem.
terça-feira, 16 de outubro de 2018
Um olhar alentejano
Em Cabeça de Carneiro não há parquímetros, nem dificuldade em estacionar.
Aliás, até há poucos automóveis, vendo-se mais tratores e veículos agrícolas.
Se nos deslocarmos ao Alandroal ou a Reguengos de Monsaraz, há alguns locais onde não é fácil estacionar, mas não vi por lá parquímetros.
Serve esta introdução para vos dizer que a EMEL se lembrou de mim, talvez porque não sabe que eu estou longe de Lisboa.
Não era grande cliente deles - praticamente só usava transportes públicos - mas como tinha a aplicação lá recebi a sms de que tantos falam.
Obrigado pelo aviso sobre os perigos do Leslie, mas só recebi a mensagem às 11:40 de domingo.
Aliás há uma rapaziada que ficou zangada e fez queixa da EMEL à Comissão Nacional de Proteção de Dados, não por ter chegado atrasada a sms, mas por a terem recebido.
Parece que foram só três queixas, provavelmente daqueles que não colocam as moedas nos parquímetros e depois são multados.
Uma espécie de vingança do chinês!
Aliás, até há poucos automóveis, vendo-se mais tratores e veículos agrícolas.
Se nos deslocarmos ao Alandroal ou a Reguengos de Monsaraz, há alguns locais onde não é fácil estacionar, mas não vi por lá parquímetros.
Serve esta introdução para vos dizer que a EMEL se lembrou de mim, talvez porque não sabe que eu estou longe de Lisboa.
Não era grande cliente deles - praticamente só usava transportes públicos - mas como tinha a aplicação lá recebi a sms de que tantos falam.
Obrigado pelo aviso sobre os perigos do Leslie, mas só recebi a mensagem às 11:40 de domingo.
Aliás há uma rapaziada que ficou zangada e fez queixa da EMEL à Comissão Nacional de Proteção de Dados, não por ter chegado atrasada a sms, mas por a terem recebido.
Parece que foram só três queixas, provavelmente daqueles que não colocam as moedas nos parquímetros e depois são multados.
Uma espécie de vingança do chinês!
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Um olhar alentejano
Votar no Brasil não é fácil e é obrigatório.
Se não forem e não justificarem a ausência, pagam uma multa que pode ir de 23 a 78 cêntimos por volta.
A 7 de outubro cada brasileiro votou para escolher um deputado federal, um deputado estadual ou distrital, dois senadores, um governador e o Presidente da República.
Os eleitores votam em urnas electrónicas e os candidatos são identificados por números que os votantes têm que decorar.
Desde dois dígitos para o presidente e senadores, passando por três para os senadores, quatro para o deputado federal, até aos cinco dígitos para deputado estadual.
Já sei em que estão a pensar.
Como é que eles fixam esses números todos?
Dado que não é possível levar o telemóvel para a zona de votação, a Justiça Eleitoral - equivalente à nossa Comissão Nacional de Eleições - disponibiliza a denominada cola eleitoral, que é nem mais nem menos que uma cábula, onde colocam o número dos seus preferidos e levam para a cabine de voto.
A segunda volta - que também acontece para os governadores - vai realizar-se a 28 de outubro com a luta pela chegada ao Palácio do Planalto a ser discutida entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).
Se não forem e não justificarem a ausência, pagam uma multa que pode ir de 23 a 78 cêntimos por volta.
A 7 de outubro cada brasileiro votou para escolher um deputado federal, um deputado estadual ou distrital, dois senadores, um governador e o Presidente da República.
Os eleitores votam em urnas electrónicas e os candidatos são identificados por números que os votantes têm que decorar.
Desde dois dígitos para o presidente e senadores, passando por três para os senadores, quatro para o deputado federal, até aos cinco dígitos para deputado estadual.Já sei em que estão a pensar.
Como é que eles fixam esses números todos?
Dado que não é possível levar o telemóvel para a zona de votação, a Justiça Eleitoral - equivalente à nossa Comissão Nacional de Eleições - disponibiliza a denominada cola eleitoral, que é nem mais nem menos que uma cábula, onde colocam o número dos seus preferidos e levam para a cabine de voto.
A segunda volta - que também acontece para os governadores - vai realizar-se a 28 de outubro com a luta pela chegada ao Palácio do Planalto a ser discutida entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).
domingo, 14 de outubro de 2018
Nação Valente
Jogo particular da selecção portuguesa em Glasgow, com Fernando Santos a repetir apenas Rúben Dias do onze que venceu a Polónia.
Primeiros 25 minutos cinzentos, mas depois Portugal começou a controlar o jogo, marcando perto do intervalo por Hélder Costa, no dia em que se estreou pela seleção A.
Na segunda metade a Escócia entrou mais forte, mas depois das primeiras mexidas na equipa, voltámos a controlar a partida, com Éder a marcar de cabeça e Bruma, perto do fim, a fazer o terceiro golo luso.
Vitória justa de Portugal - tempo ainda para as estreias de Pedro Mendes e Cláudio Ramos - com a Escócia a reduzir (1-3) já nos descontos.
Primeiros 25 minutos cinzentos, mas depois Portugal começou a controlar o jogo, marcando perto do intervalo por Hélder Costa, no dia em que se estreou pela seleção A.
Na segunda metade a Escócia entrou mais forte, mas depois das primeiras mexidas na equipa, voltámos a controlar a partida, com Éder a marcar de cabeça e Bruma, perto do fim, a fazer o terceiro golo luso.
Vitória justa de Portugal - tempo ainda para as estreias de Pedro Mendes e Cláudio Ramos - com a Escócia a reduzir (1-3) já nos descontos.
Um olhar alentejano
Não estão já fartos de ouvir o Mário Nogueira falar nos 9 anos, 4 meses e 2 dias?
E o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, que veio agora promulgar uma lei que contabiliza para os professores 2 anos, 9 meses e 18 dias?
Vamos lá ver uma coisa.
Já percebemos que temos aqui dois lados que estão condenados a não se entenderem.
Dois lados que juram a sete pés que têm razão.
Os sindicatos dizem que a regra está no Orçamento de Estado para 2018.
O governo refere que o que está lá é para "negociar quanto tempo e de que forma vai ser reconhecido".
Como esta troca de argumentos vai continuar, tenho uma sugestão.
Vão variando nas unidades de tempo divulgadas para ser mais divertido.
Os professores podem reivindicar 482 semanas e o Governo oferece 48432 horas.
E o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, que veio agora promulgar uma lei que contabiliza para os professores 2 anos, 9 meses e 18 dias?
Vamos lá ver uma coisa.
Já percebemos que temos aqui dois lados que estão condenados a não se entenderem.
Dois lados que juram a sete pés que têm razão.
Os sindicatos dizem que a regra está no Orçamento de Estado para 2018.
O governo refere que o que está lá é para "negociar quanto tempo e de que forma vai ser reconhecido".
Como esta troca de argumentos vai continuar, tenho uma sugestão.
Vão variando nas unidades de tempo divulgadas para ser mais divertido.
Os professores podem reivindicar 482 semanas e o Governo oferece 48432 horas.
sábado, 13 de outubro de 2018
Um olhar alentejano
Em rigoroso exclusivo o Tio Jorge teve acesso à última reunião entre António Costa e Azeredo Lopes, antes deste apresentar a sua demissão de ministro da Defesa.
António Costa (AC): Então gostaste daquele banho que demos aos polacos?
Azeredo Lopes (AL): Foi bom, uma boa prenda para o Fernando Santos que tinha feito anos na véspera.
CS: Aqueles rapazes do meu Benfica são muitos bons. E aqueles dois que o Jesus não gostava?
AL: Mas o André Silva também fez um bom jogo.
AC: Lá estás tu a puxar por um que já jogou no clube da tua terra!
AL: E acho que o Pinto da Costa o vendeu barato. É cá um goleador. No outro dia fez um hat-trick pelo Sevilha.
AC: Já que falas no FC Porto, acho que um dia destes temos que emprestar-lhes o Centeno para ver se ele consegue por as contas dos Andrades na ordem.
AL: Boa ideia, quando ele acabar o Orçamento de Estado para 2019 vou-lhe pedir para falar com o Fernando Gomes.
AC: Não sei se o Centeno vai nisso, sabes que ele também é Lampião!
AL: O Domingos Soares Oliveira também é do Sporting e tem feito um excelente trabalho no Benfica.
AC: Olha lá, por falares no Sporting, quando apresentas a demissão?
AL: Vou agora escrever a carta e depois mando para a LUSA.
AC: Boa ideia Azeredo. Bom fim de semana.
AL: Igualmente para ti.
António Costa (AC): Então gostaste daquele banho que demos aos polacos?
Azeredo Lopes (AL): Foi bom, uma boa prenda para o Fernando Santos que tinha feito anos na véspera.
CS: Aqueles rapazes do meu Benfica são muitos bons. E aqueles dois que o Jesus não gostava?
AL: Mas o André Silva também fez um bom jogo.
AC: Lá estás tu a puxar por um que já jogou no clube da tua terra!
AL: E acho que o Pinto da Costa o vendeu barato. É cá um goleador. No outro dia fez um hat-trick pelo Sevilha.
AC: Já que falas no FC Porto, acho que um dia destes temos que emprestar-lhes o Centeno para ver se ele consegue por as contas dos Andrades na ordem.
AL: Boa ideia, quando ele acabar o Orçamento de Estado para 2019 vou-lhe pedir para falar com o Fernando Gomes.
AC: Não sei se o Centeno vai nisso, sabes que ele também é Lampião!
AL: O Domingos Soares Oliveira também é do Sporting e tem feito um excelente trabalho no Benfica.
AC: Olha lá, por falares no Sporting, quando apresentas a demissão?
AL: Vou agora escrever a carta e depois mando para a LUSA.
AC: Boa ideia Azeredo. Bom fim de semana.
AL: Igualmente para ti.
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Um olhar alentejano
Por estes dias o nome do Major Vasco Brazão, antigo porta-voz da polícia Judiciária Militar (PJM) anda na berlinda.
Como chefe da equipa da PJM que investigou o furto de Tancos, foi constituído arguido e nessa condição revelou no Tribunal de Instrução Criminal que o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, tinha conhecimento da encenação montada para a recuperação do armamento roubado.
No dia seguinte, em Bruxelas, Azeredo Lopes chamou os jornalistas para "desmentir categoricamente" ter sido informado do plano idealizado pela PJM.
Esta semana foi conhecido que o Major Brazão subalugava um apartamento propriedade das Forças Armadas, numa plataforma de alojamento local, casa que estava arrendada pelo Instituto de Ação Social das Forças Armadas ao seu filho, Vasco Brazão.
O Major já reconheceu que, como o filho não utilizava o apartamento, alugava-o a amigos estrangeiros.
Se no primeiro caso é obvio que ainda muito está por saber, este segundo facto revela um lado pouco honesto do Major.
Será que também é mentiroso?
Como chefe da equipa da PJM que investigou o furto de Tancos, foi constituído arguido e nessa condição revelou no Tribunal de Instrução Criminal que o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, tinha conhecimento da encenação montada para a recuperação do armamento roubado.
No dia seguinte, em Bruxelas, Azeredo Lopes chamou os jornalistas para "desmentir categoricamente" ter sido informado do plano idealizado pela PJM.
Esta semana foi conhecido que o Major Brazão subalugava um apartamento propriedade das Forças Armadas, numa plataforma de alojamento local, casa que estava arrendada pelo Instituto de Ação Social das Forças Armadas ao seu filho, Vasco Brazão.
O Major já reconheceu que, como o filho não utilizava o apartamento, alugava-o a amigos estrangeiros.
Se no primeiro caso é obvio que ainda muito está por saber, este segundo facto revela um lado pouco honesto do Major.
Será que também é mentiroso?
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