quinta-feira, 15 de março de 2007

Tuna sim, mau jornalismo, não

Uma actuação da TAUI em Loures, no passado mês de Março Já por várias vezes o afirmei que sou fã do Gato Fedorento, mas esta minha admiração pelo seu trabalho, não me tolda a visão, caso seja necessário fazer alguma crítica. Aliás, nem todos os sketches que eles produzem são do meu agrado.
Vem esta introdução a propósito do último “Diz que é uma espécie de Magazine”, exibido no domingo passado.
O momento musical com que sempre termina o programa foi esta semana dedicado à confusão reinante na minha UnI. Foi anunciada a presença da Tuna Académica da Universidade Independente (TAUI), para cantar a “Melhor gorda”, um clássico das tunas, interpretada com um texto adaptado, na maioria da letra, às graves acusações feitas, aquando do despoletar da crise interna.
A TAUI – que foi convidada para o programa, mas não aceitou – reagiu em comunicado, o presidente da Associação Académica ameaçou com um processo contra o programa e a RTP, estando também à espera de um pedido de desculpa por parte da Tuna Médica de Lisboa, que “se fez passar” pela da UnI, conforme foi referido no final do programa.
Em minha opinião não me parece haver motivo para tanto alarido. O texto da canção não tinha nenhum elemento que não tivesse sido do conhecimento público, repetido em todas as televisões pelo próprio Reitor, pelo que acho descabida tamanha altercação.
Mais curioso e demonstrativo da falta de qualidade do jornal 24 horas, é a peça produzida na terça-feira, da qual o comunicado acima citado também faz referência, lamentando a falta de rigor, onde é escrito que a TAUI nem sequer existe!?
Custava muito à Ana Meireles, jornalista que assina o artigo, ter feito um telefonema para confirmar que a Tuna existe, que está de boa saúde e que ainda este fim-de-semana participou no VIII El Açor - Festival Internacional de Tunas dos Açores, que decorreu em Ponta Delgada?
E quando esteve a ouvir o presidente da Associação Académica não lhe podia ter perguntado?
Mau jornalismo a que já nos habituou este diário sem qualidade.

quarta-feira, 14 de março de 2007

Pés de barro

As mudanças de camisola vão ser mais frequentes Segundo notícia do jornal A Bola de hoje, o Supremo Tribunal de Justiça considerou nulas três cláusulas do Contrato Colectivo de Trabalho celebrado entre a Liga de Clubes e o Sindicato dos Jogadores, em 1999.
Uma revolução pode suceder no futebol português, face a esta decisão.
Passemos à parte prática. Nos dias de hoje se um jogador rescindir sem justa causa o contrato que o liga a um clube, tem de avançar com uma choruda indemnização. A partir desta decisão o valor a pagar, nestas situações, é o correspondente ao valor que o atleta teria que receber até ao final do contrato. E mais, pode mudar-se para outro clube em Portugal, o mais tardar na época seguinte e não no final do contrato então rescindido.
Só como exemplo, se o sportinguista Nani pretendesse sair do seu clube para o FC Porto, já na próxima temporada, teria de indemnizar o seu clube em perto de 200 mil euros, apenas.
E as cláusulas milionárias de rescisão existentes nos contratos dos jogadores, também deverão sofrer profundas alterações, face a este novo enquadramento jurídico.
Se os jogadores já eram vistos, por uma grande parte da sociedade, como mercenários sem amor à camisola, a partir de agora, os artistas da bola, serão cada vez mais ídolos com pés de barro.

terça-feira, 13 de março de 2007

Professor Pardal

O verdadeiro Professor Pardal Neste reinício atribulado de aulas na UnI - pouco a pouco a estabilidade vai regressando - as segundas-feiras são, como já o referi anteriormente, no Cenjor, sendo neste semestre leccionada a cadeira de Atelier Multimédia.
O Professor, perdão o Formador, como ele gosta de dizer é o Pardal. Exactamente. Para mim é o Professor Pardal, até porque eu gostava dessa figura da BD.
O homem é uma "pedra", fazendo com que as horas que ali passamos se transformem em poucos minutos, tal é a intensidade e a facilidade de transmissão de conhecimentos.
Até aqui tudo bem. O pior é o Photoshop, ferramenta que estamos a aprender a utilizar.
Ontem fui completamente bombardeado com informação acerca deste excelente programa, que faz maravilhas, mas que também me deixou com a cabeça às voltas.
Ao fim de três horas de intensa injecção de novas funções do Photoshop, fiquei com a sensação de que não percebi nada daquilo. E o pior é que não é só sensação.
Mas eu não sou de desistir, por isso só me resta uma coisa.
Gritar.
Professor Pardal ajude-me!

segunda-feira, 12 de março de 2007

Segunda angustiante

Os horários também contribuem para a angústia Por muito que eu tente, as segundas-feiras são para mim um doloroso início de semana.
Eu bem procuro encontrar um antídoto para combater este dificuldade, mas nada resulta. É claro que se não tivesse que vir trabalhar, com horários a cumprir, gravata ao pescoço e outras obrigações...obrigatórias, nem dava pelo dia da semana.
O futuro dos mais novos, fruto da globalização e da incerteza do mercado do trabalho, vai fazer com que poucos consigam uma colocação para toda a vida.
Apesar da pouca estabilidade que esta situação vai provocar, a possibilidade de em determinada altura da vida mudar de emprego, para uma área totalmente diferente, vai trazer novos desafios, que aliados a um constante estado de estudo, criam responsabilidades acrescidas e desafios que vão manter o interesse no mundo do trabalho.
Para mim já vem tarde.
Espero que o meus filhos possam aproveitar, para não sentirem a angústia de 2ª feira.

domingo, 11 de março de 2007

Pimba

Sabrina, a vitoriosa Ontem à noite quando me lembrei que era dia de Festival da Canção, já este estava perto do fim.
Decorria a votação, também ela já escravizada pelo lado comercial. Todo o povo pode votar, 60 cêntimos, mais IVA...vote, vote muitas vezes, que maior é a receita.
Cheguei nesta altura, quando apresentavam um pequeno excerto de cada canção, indicando também cada número de telefone para o televoto.
A canção número quatro chamou-me a atenção, pelos piores motivos e comentei "Podia ser uma foleirada do Emanuel".
Juro que não sabia que o tema cantado pela Sabrina - com um nome a condizer - era do rei da música pimba. Produção, música e letra. É obra! E com um nome extremamente original "Dança comigo (Vem ser feliz)".
Este ano em Helsínquia, no certame homólogo da Eurovisão, vamos ter uma música à altura do nosso nível cultural.

Pronto...ok...não quero que fique sem ouvir esta pérola da música nacional. Cá vai ela.

11 M

Uma imagem do desespero Portugueses e espanhóis recordam o dia de hoje de formas bem antagónicas.
Nós lembramo-nos, velho de 32 anos, como a data em que António de Spínola tentou um golpe de Estado, procurando derrubar as forças de esquerda lideradas por Vasco Gonçalves, que na altura governavam em Portugal.
Nuestros hermanos relembram com dor os perto de 200 mortos, vítimas de várias bombas que explodiram em comboios e estações, bem no centro da capital espanhola.
De formas diferentes, as motivações tiveram a mesma origem: a ganância pelo poder, que tudo tenta ultrapassar e derrubar, sem olhar a meios, para atingir os fins.
No mundo de hoje, o tal da globalização, sentimos que o ódio se sobrepõe à solidariedade.
A morte ganha pontos à vida.
A estupidez lidera em detrimento da inteligência.
Se queremos o mundo melhor, não podemos esperar que os outros começem a trabalhar por nós.
Não queremos mais dias negros.

sábado, 10 de março de 2007

Sol

Bonito e gostoso Este fim-de-semana oferece-nos um acontecimento que estava ausente há algum tempo. Sol nos dois dias e temperatura muito agradável.
Não sou fã de praia, muito antes pelo contrário, mas este tempo tem o condão de nos produzir um sorriso nos lábios, contribuindo para um estado de espírito mais alegre.
É claro que a chuva faz falta para o equilíbrio da natureza, mas como eu habitualmente digo, em jeito de brincadeira "podia chover só de noite".
Viva o Sol.

sexta-feira, 9 de março de 2007

PP

Duas letras que podem ter vários significados. Pode ser a Patricia, minha colega da UnI ou pronto pagamento, termo muito utilizado nas transacções comerciais.
Mas neste caso é Paulo Portas e Partido Popular.
Mais uma excelente caricatura do Gato Fedorento.

quinta-feira, 8 de março de 2007

Uma flor

Uma rosa para todas as mulheres Hoje assinala-se o dia Internacional da Mulher. Apesar de achar que estas datas são meramente simbólicas e apenas servirão apenas para despertar algumas mentes mais distraídas, além, é claro, da sua vertente comercial, não quero perder a oportunidade de oferecer, simbolicamente, uma flor para todas as mulheres do planeta, com especial enfoque para as que fazem o favor de serem minhas amigas.
Para as três mulheres da minha vida, Isilda, Cláudia e Célia, por ordem de entrada em cena, um beijo muito especial.

quarta-feira, 7 de março de 2007

Haja justiça

Esperemos que a justiça não seja cega Ontem ficou-se a saber que o processo Apito Dourado vai mesmo a julgamento. Acho que todos devemos estar satisfeitos com isso.
Há cerca de um mês atrás escrevi aqui - pode recordar lendo de novo - que o Major Valentim Loureiro, com o seu ar de justiceiro da nação, queria ir a tribunal para provar a sua inocência, enquanto o seu advogado fazia tudo e umas botas para que tal não acontecesse.
Ora com o anúncio de que vai haver julgamento, o Major deve ter ficado satisfeito. Ou será que não?
Só espero que, de uma vez por todas, se faça justiça.

terça-feira, 6 de março de 2007

Campo na cidade

Nada como a vida na campo Hoje estive hesitante entre escrever sobre o Apito Dourado, pois vai saber-se se há ou não julgamento, ou sobre as coisas espectaculares que Miguel Sousa Tavares escreve, como por exemplo, pedindo bom senso nas coisas que são ditas sobre o futebol, quando ele vê tudo de esguelha e pintado de azul-e-branco.
Não... deixo estes assuntos para outras núpcias e vou falar do campo! Sim, do campo, qual é o espanto?
Há uns anos atrás andei com a pancada de ir morar para o campo, longe do rebuliço da cidade, onde a vida corre mais devagar, os dias são maiores e os valores são outros.
Não se proporcionou, na altura, mas ainda não desisti da ideia...talvez quando me reformar, se lá chegar.
Mas voltemos ao campo. Ontem quando me desloquei para a primeira aula deste 4º semestre - a começar tão atribulado - que se realiza no Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas (CENJOR), atravessei o jardim do Campo Mártires da Pátria, em Lisboa.
Fiquei surpreendido...no meio do jardim, ali ao nosso lado, circulam patos, gansos, pombos, galos e galinhas, misturados com outros pássaros mais pequenos, todos em amena cavaqueira, perfeitamente indiferentes aos transeuntes que passam por perto. Esta imagem ficou-me na retina, ao ponto de ter voltado atrás e ter calcorreado de novo o jardim.
Viva o campo na cidade.

segunda-feira, 5 de março de 2007

Fair-play

Carlos Resense, no seu tempo de jogador Já algumas vezes abordei esta tema, o da arbitragem e dos erros da mesma. Defendo, aliás sempre defendi, que só quem aborda o casos do jogo, quer ache que foi beneficiado ou prejudicado, tem moral para falar.
Ontem o Sporting empatou em Leiria, Liedson foi expulso e logo vieram a terreiro Paulo Bento e Soares Franco queixarem-se do juíz da partida e seus auxiliares, fazendo, inclusive, intenção de protestar o jogo.
Não vou fazer aqui a análise dos lances, nem atribuir responsabilidades a ninguém.
Por acaso, no mesmo dia, o FC Porto defrontou o Belenenses, para o nacional de Andebol, num jogo que os azuis-e-brancos perderam, depois de perto do fim terem cinco golos de vantagem. Segundo rezam as críticas, a arbitragem foi desastrosa, prejudicando o espectáculo, que por acaso até foi televisionado.
No final do jogo, Carlos Resende, técnico dos nortenhos, afirmou: "Se os jogadores, que são os que tanto treinam, falham tanto, então os árbitros têm que falhar mais".
Um exemplo de fair-play, que infelizmente é a excepção.

domingo, 4 de março de 2007

Salto que valeu ouro

Após a conquista de há dois anos Não é nada habitual arrecadarmos uma melhalha de ouro em competições desportivas internacionais. Por isso, quando acontece, ficamos ainda mais entusiasmados.
Desta vez foi a atleta do Sporting, Naide Gomes, a proporcionar-nos esta alegria, por nós poucas vezes sentida.
O feito ocorreu nos campeonatos Europeus de Atletismo em pista coberta, na prova de salto em comprimento. Seis metros e oitenta e nove centímetros, é só a melhor marca mundial do ano e novo record nacional.
Mas não pensem que foi por acaso, pois esta medalha ganha em Birmingham, é a repetição de igual conquista efectuada há dois anos atrás em Madrid.
Foi com emoção que há pouco assisti à entrega do galardão, à subida da nossa bandeira e ao som da "Portuguesa".
Parabéns Naide.

sexta-feira, 2 de março de 2007

Para a minha Princesa

Célia Paulino Dezoito anos de vida adicionados a outros tantos de paixão, na minha companhia, resulta na bonita idade de trinta e seis primaveras.
Mais do que minha mulher, tu és a minha melhor amiga desde o dia em que os nossos olhares se cruzaram, contigo postada em cima daquele muro dos amores. Fiquei com a sensação que nessa altura, a minha estrela que está lá no alto, brilhou intensamente, sinalizando a certeza da minha escolha.
Gozas estas datas com grande intensidade e alegria, sempre pronta para mais uma gargalhada, um carinho, uma meiguice.
Tu gostas do teu aniversário e eu gosto muito de ti.
Parabéns Princesa.

quinta-feira, 1 de março de 2007

Exemplo

Com a camisola do seu clube de sempre Todos os pais gostam de dar bons exemplos aos filhos, quer através de actos próprios, quer na pele de outros protagonistas. Cedo comecei a referir ao Ricardo as qualidades desse grande goleiro, como dizem os brasileiros, que foi Manuel Galrinho Bento, atleta do Benfica durante 20 anos.
Muitas vezes o meu filho diz, o que muitas vezes me ouviu repetir durante muitos jogos de futebol: "Com o Bento aquela bola não tinha entrado".
Ao longo dos mais de 40 anos que vejo o desporto-rei, recordo com emoção as imagens de classe deste número um de sempre, com actuações tão ou mais decisivas de que muitos golos marcados, mas nunca tão faladas. Para mim ele foi o melhor guarda-redes português que vi jogar.
Hoje não conseguiu fazer a defesa mais importante da sua vida.

O Futuro

Será assim o futuro?

Vou-lhe pedindo: "Então Ricardo, para quando mais uma poesia?". Ele gosta de escrever desta forma, eu nem por isso.
Mas acho graça às coisas que ele escreve. Vai mais um exemplo.



O Futuro

O futuro
entrelaçado
com o presente.
Desligado
do passado.
Oh! meu Futuro
como irás ser?
Será que me deixas ter
o que espero
realmente obter?

Não sejas assim,
não te faço mal,
porque tentar ver o impossível
é banal, é surreal!

Deixei-me sentir!
Deixei-me olhar!
Quero sentir
abraçar, tocar, beijar
tudo o que não vejo,
mas sinto,
nesse teu
misterioso amar...

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Apenas um sorriso

Vale mais que mil palavras... O poeta Fernando Pessoa escreveu no final da década de vinte a frase "Primeiro estranha-se, depois entranha-se".
Constitui-me na obrigação, desde Dezembro do ano passado, de todos os dias por aqui deixar algo.
Nem sempre é fácil, pelos mais diversos motivos. Por falta de tempo, inspiração, motivação e outras desculpas mais ou menos aceitáveis.
Como escreveu o poeta, descodificando à minha maneira, no início somos obrigados, depois lutamos para não falharmos a postagem.
Por hoje mais nada, apenas um largo e entusiasmante sorriso.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Dois homens-bomba

Será que são mesmo precisos? Nunca vi nenhum homem-bomba e se vir algum, será provavelmente a última coisa que farei. Mas ontem, depois de completamente armadilhado para fazer o já por aqui badalado, registo poligráfico do sono, deveria parecer um suicida, mas mais moderno.
Sobravam fios de todo o lado, ligados à cabeça, pernas e peito, presos com adesivos e chegando a uma pequena caixa a tiracolo, que transportava debaixo do casaco. No autocarro e comboio em que viajei, todos me olhavam de soslaio. Se fosse em Telavive não tinha escapado. Pelo menos não explodi.
Quem não teve igual sorte foi a minha Universidade Independente. A bomba estoirou no final do dia pela voz do reitor, Dr. Luíz Arouca que depois de uma Assembleia-Geral extraordinária da SIDES, sociedade que gere a UnI, demitiu todos os elementos dos Conselhos Científicos e Pedagógicos.
Há muito tempo que se falavam de problemas e irregularidades. Agora sucedem as acusações de parte a parte, como já várias vezes aconteceu, quase sempre com os mesmos protagonistas.
Com as aulas suspensas até seis de Março, pelo menos, esperemos que tudo se resolva com bom senso e que todos nós, os alunos da UnI, não venhamos a sofrer com a ganância humana e os verdadeiros culpados sejam, de uma vez por todos, desmascarados.
Esperemos que não nos rebente nenhuma bomba nas mãos.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Acreditar

O horizonte não está tão longe como parece Esta segunda-feira promete ser agitada. Primeiro a resolução de voltar a pôr a casa à venda. Logo à tarde o início do tal exame poligráfico do sono. À noite reunião de condomínio e... joga o Benfica.
Além disto tudo, começa mais um semestre na Universidade, o quarto.
Se há dois anos atrás me tivessem disto que isto me ia acontecer, eu chamava-lhe maluco. Cá vou, com boas notas, satisfeito com o curso e com saudades dos colegas.
Não quero servir de exemplo para ninguém, até porque tenho defeitos demais para servir como espelho.
Mas para aqueles que por vezes nem tentam, deixo-lhes um concelho: Acreditem que são capazes.

domingo, 25 de fevereiro de 2007

Vende-se

Tem piscina e tudo. Reconheço que não é uma forma muito original de passar uma tarde de domingo, mas também precisamos de conhecer as novidades do imobiliário.
Umas horitas a ver uns apartamentos, cada um melhor que o outro, deixa-me a pensar que cada vez ganho menos. Mas pronto, vamos puxar da calculadora e pode ser que a coisa se componha.
As novidades giram em torno das casas inteligentes, a chamada domótica, só em algumas, mas quase todas elas têm aquelas comodidades que já não dispensamos.
Não há por alguém que queira comprar o meu apartamento?