Jogo particular da selecção portuguesa em Glasgow, com Fernando Santos a repetir apenas Rúben Dias do onze que venceu a Polónia.
Primeiros 25 minutos cinzentos, mas depois Portugal começou a controlar o jogo, marcando perto do intervalo por Hélder Costa, no dia em que se estreou pela seleção A.
Na segunda metade a Escócia entrou mais forte, mas depois das primeiras mexidas na equipa, voltámos a controlar a partida, com Éder a marcar de cabeça e Bruma, perto do fim, a fazer o terceiro golo luso.
Vitória justa de Portugal - tempo ainda para as estreias de Pedro Mendes e Cláudio Ramos - com a Escócia a reduzir (1-3) já nos descontos.
domingo, 14 de outubro de 2018
Um olhar alentejano
Não estão já fartos de ouvir o Mário Nogueira falar nos 9 anos, 4 meses e 2 dias?
E o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, que veio agora promulgar uma lei que contabiliza para os professores 2 anos, 9 meses e 18 dias?
Vamos lá ver uma coisa.
Já percebemos que temos aqui dois lados que estão condenados a não se entenderem.
Dois lados que juram a sete pés que têm razão.
Os sindicatos dizem que a regra está no Orçamento de Estado para 2018.
O governo refere que o que está lá é para "negociar quanto tempo e de que forma vai ser reconhecido".
Como esta troca de argumentos vai continuar, tenho uma sugestão.
Vão variando nas unidades de tempo divulgadas para ser mais divertido.
Os professores podem reivindicar 482 semanas e o Governo oferece 48432 horas.
E o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, que veio agora promulgar uma lei que contabiliza para os professores 2 anos, 9 meses e 18 dias?
Vamos lá ver uma coisa.
Já percebemos que temos aqui dois lados que estão condenados a não se entenderem.
Dois lados que juram a sete pés que têm razão.
Os sindicatos dizem que a regra está no Orçamento de Estado para 2018.
O governo refere que o que está lá é para "negociar quanto tempo e de que forma vai ser reconhecido".
Como esta troca de argumentos vai continuar, tenho uma sugestão.
Vão variando nas unidades de tempo divulgadas para ser mais divertido.
Os professores podem reivindicar 482 semanas e o Governo oferece 48432 horas.
sábado, 13 de outubro de 2018
Um olhar alentejano
Em rigoroso exclusivo o Tio Jorge teve acesso à última reunião entre António Costa e Azeredo Lopes, antes deste apresentar a sua demissão de ministro da Defesa.
António Costa (AC): Então gostaste daquele banho que demos aos polacos?
Azeredo Lopes (AL): Foi bom, uma boa prenda para o Fernando Santos que tinha feito anos na véspera.
CS: Aqueles rapazes do meu Benfica são muitos bons. E aqueles dois que o Jesus não gostava?
AL: Mas o André Silva também fez um bom jogo.
AC: Lá estás tu a puxar por um que já jogou no clube da tua terra!
AL: E acho que o Pinto da Costa o vendeu barato. É cá um goleador. No outro dia fez um hat-trick pelo Sevilha.
AC: Já que falas no FC Porto, acho que um dia destes temos que emprestar-lhes o Centeno para ver se ele consegue por as contas dos Andrades na ordem.
AL: Boa ideia, quando ele acabar o Orçamento de Estado para 2019 vou-lhe pedir para falar com o Fernando Gomes.
AC: Não sei se o Centeno vai nisso, sabes que ele também é Lampião!
AL: O Domingos Soares Oliveira também é do Sporting e tem feito um excelente trabalho no Benfica.
AC: Olha lá, por falares no Sporting, quando apresentas a demissão?
AL: Vou agora escrever a carta e depois mando para a LUSA.
AC: Boa ideia Azeredo. Bom fim de semana.
AL: Igualmente para ti.
António Costa (AC): Então gostaste daquele banho que demos aos polacos?
Azeredo Lopes (AL): Foi bom, uma boa prenda para o Fernando Santos que tinha feito anos na véspera.
CS: Aqueles rapazes do meu Benfica são muitos bons. E aqueles dois que o Jesus não gostava?
AL: Mas o André Silva também fez um bom jogo.
AC: Lá estás tu a puxar por um que já jogou no clube da tua terra!
AL: E acho que o Pinto da Costa o vendeu barato. É cá um goleador. No outro dia fez um hat-trick pelo Sevilha.
AC: Já que falas no FC Porto, acho que um dia destes temos que emprestar-lhes o Centeno para ver se ele consegue por as contas dos Andrades na ordem.
AL: Boa ideia, quando ele acabar o Orçamento de Estado para 2019 vou-lhe pedir para falar com o Fernando Gomes.
AC: Não sei se o Centeno vai nisso, sabes que ele também é Lampião!
AL: O Domingos Soares Oliveira também é do Sporting e tem feito um excelente trabalho no Benfica.
AC: Olha lá, por falares no Sporting, quando apresentas a demissão?
AL: Vou agora escrever a carta e depois mando para a LUSA.
AC: Boa ideia Azeredo. Bom fim de semana.
AL: Igualmente para ti.
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Um olhar alentejano
Por estes dias o nome do Major Vasco Brazão, antigo porta-voz da polícia Judiciária Militar (PJM) anda na berlinda.
Como chefe da equipa da PJM que investigou o furto de Tancos, foi constituído arguido e nessa condição revelou no Tribunal de Instrução Criminal que o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, tinha conhecimento da encenação montada para a recuperação do armamento roubado.
No dia seguinte, em Bruxelas, Azeredo Lopes chamou os jornalistas para "desmentir categoricamente" ter sido informado do plano idealizado pela PJM.
Esta semana foi conhecido que o Major Brazão subalugava um apartamento propriedade das Forças Armadas, numa plataforma de alojamento local, casa que estava arrendada pelo Instituto de Ação Social das Forças Armadas ao seu filho, Vasco Brazão.
O Major já reconheceu que, como o filho não utilizava o apartamento, alugava-o a amigos estrangeiros.
Se no primeiro caso é obvio que ainda muito está por saber, este segundo facto revela um lado pouco honesto do Major.
Será que também é mentiroso?
Como chefe da equipa da PJM que investigou o furto de Tancos, foi constituído arguido e nessa condição revelou no Tribunal de Instrução Criminal que o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, tinha conhecimento da encenação montada para a recuperação do armamento roubado.
No dia seguinte, em Bruxelas, Azeredo Lopes chamou os jornalistas para "desmentir categoricamente" ter sido informado do plano idealizado pela PJM.
Esta semana foi conhecido que o Major Brazão subalugava um apartamento propriedade das Forças Armadas, numa plataforma de alojamento local, casa que estava arrendada pelo Instituto de Ação Social das Forças Armadas ao seu filho, Vasco Brazão.
O Major já reconheceu que, como o filho não utilizava o apartamento, alugava-o a amigos estrangeiros.
Se no primeiro caso é obvio que ainda muito está por saber, este segundo facto revela um lado pouco honesto do Major.
Será que também é mentiroso?
quinta-feira, 11 de outubro de 2018
Nação Valente
Mais uma vez sem Cristiano Ronaldo a formação lusa realizou uma boa exibição e venceu (2-3).
Marcou primeiro a Polónia, na sequência de um canto, com Portugal a marcar por André Silva e um auto-golo polaco, com metade do mesmo a pertencer a Rafa.
Na segunda parte Bernardo Silva chegou ao terceiro, os locais ainda reduziram, mas foram os portugueses a estarem mais perto do quatro golo.
Portugal está na liderança do grupo A3, sendo que se no domingo Polónia e Itália empatarem, a seleção nacional garante a presença nas meias-finais da prova.
Um olhar alentejano
Regresso a histórias do Alentejo.Um dia destes, por aqui, ainda pensam que só encontro problemas.
Nada disso.
Apenas por estar de chegada, o meu espírito está mais observador, reparando em coisas que os locais não dão importância.
Nas minhas caminhadas, que retomei após aqui chegar, vou dando conta de situações engraçadas.
A quatro quilómetros de Cabeça de Carneiro fica Montejuntos.
Tem sido um dos meus destinos, quando logo pela fresquinha me meto ao caminho.
Vou e venho.Quando vi a placa da aldeia vizinha pela primeira vez, fiquei com a sensação de que havia ali alguma coisa estranha.
É que já tinha visto o nome escrito de outra maneira, noutro local.
Na entrada da minha aldeia tem uma indicação da direção para Montes Juntos.
Montejuntos ou Montes Juntos?Fui averiguar no sítio do CTT, na zona dos códigos postais e a coisa complicou-se.
Lá surge Monte Juntos.
A mesma aldeia, três maneiras diferentes de a escrever.
Em que é que ficamos?
Lembrei-me logo daquela outra questão.
Porque é que separado se escreve tudo junto e tudo junto se escreve separado?
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
Um olhar alentejano
Uma das coisas que me irrita - e ainda são bastantes - é a facilidade com que utilizamos termos em língua estrangeira para designar situações em que podíamos perfeitamente usar a nossa língua, a quarta mais falada em todo o Mundo por 250 milhões de pessoas, como língua oficial.
São os chamados anglicismos
Querem alguns exemplos na área desportiva, daqueles que mais me aborrecem?
Flash-interview: não é mais bonito entrevista rápida?
Time-out: e se dissermos desconto de tempo, não é melhor?
Off-side: mesmo com VAR, fora de jogo é bem mais compreensível.
Ranking: porque não dizem classificação?
Vamos a outros, sem serem desportivos.
Performance: vá lá digam desempenho.
Mouse: mas quando o periférico não funciona o que dizemos? Este rato não trabalha!
Dizem os defensores destas estrangeirices, que há expressões que não devem ser traduzidas, pois podem desvirtuar a ideia.
Eu concordo.
Olhem esta.
Hoje foi anunciado que a Cimeira da Rede vai ser realizada em Lisboa até 2028.
Pronto, ok, Web Summit por mais 10 anos na capital lusa.
São os chamados anglicismos
Querem alguns exemplos na área desportiva, daqueles que mais me aborrecem?
Flash-interview: não é mais bonito entrevista rápida?
Time-out: e se dissermos desconto de tempo, não é melhor?
Off-side: mesmo com VAR, fora de jogo é bem mais compreensível.
Ranking: porque não dizem classificação?
Vamos a outros, sem serem desportivos.
Performance: vá lá digam desempenho.
Mouse: mas quando o periférico não funciona o que dizemos? Este rato não trabalha!
Dizem os defensores destas estrangeirices, que há expressões que não devem ser traduzidas, pois podem desvirtuar a ideia.
Eu concordo.
Olhem esta.
Hoje foi anunciado que a Cimeira da Rede vai ser realizada em Lisboa até 2028.
Pronto, ok, Web Summit por mais 10 anos na capital lusa.
terça-feira, 9 de outubro de 2018
Um olhar alentejano
Uma manhã destas nasceu um sinal de trânsito na Rua Nova, em Cabeça de Carneiro, precisamente naquela onde estou a morar.É verdade.
Fui beber um café ao Rui e lá estava ele.
Recordei-me que já uma vez escrevi e falei sobre sinais e alterações de trânsito.
Dessa vez foi em Alverca, num simulador de rádio, há quase
trinta anos.
Mas regressemos ao Alentejo.Como podem ver na foto, em cima à direita, trata-se de um sinal de perigo, mas falta-lhe o conteúdo, pois só temos um fundo branco.
Esmiuçando melhor a situação, o que aconteceu é que na montagem do mesmo, o triângulo ficou com um vértice para cima, em vez de para baixo, para ser uma indicação de cedência de prioridade, situação que se justifica visto tratar-se de um entroncamento.
Uma coisa parece certa.
O empregado camarário que fez a instalação do sinal não deve ter carta de condução.
Mas tudo fica bem quando acaba bem.
No final do dia o sinal já foi dormir na sua posição normal, explicando que aqui é preciso ceder passagem a quem lá vem.
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