quarta-feira, 21 de março de 2007

Outro Professor

Passando os olhos pela maioria dos jornais generalistas da nossa praça, gratuitos ou não, encontramos a secção dos classificados, onde, para além de uma exponencial zona de massagens, deparamos com as ofertas dos Professores A, B ou X.
Eles são a solução para todos os problemas.
O Gato Fedorento também tem um.
Chama-se Professor Chibanga.

terça-feira, 20 de março de 2007

Paris

Entrada principal do Moínho Vermelho Dei por mim esta manhã a pensar numa das viagens que fiz com a Célia, juntamente com os nossos amigos Tó e Teresa.
Foram quatro dias espectaculares na lindíssima Paris. Se tal for possível, gostaria de lá voltar, com mais tempo, talvez uma viagem para a reforma.
Os Campos Elísios, o Arco do Triunfo, a Bastilha, La Defense, o Sagrado Coração e, claro, a deslumbrante Torre Eifeel, são na verdade locais onde não se pode deixar de ir, numa visita à capital francesa, além de muitos outros pontos de interesse, todos eles com um encanto particular. Palmilhámos quilómetros e quilómetros, a pé, que nos cansaram as pernas, mas nos deliciaram a vista.
Um dos pontos altos da nossa "peregrinação", foi o espectáculo no Moulin Rouge, que apesar de já ter visto várias vezes na televisão, ao vivo é algo de inolvidável. Num reduzido espaço, juntam-se perto 900 pessoas, devidamente arrumadas, para assistirem a duas horas de perfeito glamour.
A única recordação negativa aconteceu quando o meu companheiro de mesa, que eu não conhecia de lado nenhum, resolveu entornar o copo do champagne por cima das minhas calças.
Um acidente que não manchou estes magníficos quatro dias passados na cidade-luz.
Prometo que um dia vou lá voltar.

segunda-feira, 19 de março de 2007

Privilégio

A ditadura do calendário provoca estas coincidências. Ainda ontem falava do aniversário do Ricardo, e já hoje volto a falar dele.
Hoje é o dia do Pai, que já o disse noutras ocasiões, trata-se essencialmente de mais uma data comercial.
No entanto, para mim este dia é muito importante.
Não que esteja à espera de receber prendas. Mas porque neste um trezentos e sessenta e cinco avos do ano encontro mais um motivo para falar deles por aqui.
Os filhos são dos acontecimentos mais sensacionais da vida de um ser. Os meus não são melhores nem piores que os outros, nem isso me preocupa. São os meus filhos.
A Cláudia e o Ricardo dão-me motivos para me achar o melhor progenitor do mundo e por isso sou um privilegiado pela felicidade de os ter a meu lado.
Continuem assim.

domingo, 18 de março de 2007

Orgulhosos

Ricardo Paulino Ainda não tinha três anos de idade. A Cândida mandou-nos chamar e disse, com um olhar de espanto: "O Ricardo sabe ler!".
Nós já desconfiávamos e a educadora do infantário que ele frequentava confirmou.
Desde de muito cedo que elegeu A Bola como uns dos seus brinquedos favoritos. Jornal aberto no chão, de joelhos com o traseiro espetado, lá passava atentamente as várias páginas, durante largos minutos. A sua preferência ia para os guarda-redes das equipas de futebol da Liga principal.
Um dia chegou perto de nós e disse, naquele seu dialecto espanholado: "O Baptista não jogou!?"
Olhámos um para o outro, sem perceber muito bem o que se passava. Corremos para o local onde estava a sua leitura preferida. Procuramos a notícia sobre a União de Leiria, equipa do Baptista, e lá estava a sua ausência na ficha do jogo.
Pois é, daí para frente foi sempre a evoluir, ao ponto de noutro infantário que frequentou terem criado um cantinho da leitura onde o Ricardo lia histórias para os seus amiguinhos. Isto muito antes do ensino escolar obrigatório.
Curioso era, também, ver os seus colegas do hóquei em patins que quando chegavam aos diversos pavilhões, iam chamá-lo para ele ler os resultados e as classificações que geralmente estavam afixadas e que eles ainda não conseguiam decifrar.
Estamos orgulhosos deste filho que hoje faz 15 anos.
Parabéns para ti, Célia.
Para o Ricardo além dos parabéns, o desejo de que nos tragas sempre motivos de orgulho.

sábado, 17 de março de 2007

3, 2, 1, Go

Ora aí está outro desporto de que eu gosto particularmente. Fórmula 1.
Apesar de este ano não contar com nenhum português - Tiago Monteiro vai dedicar-se a outras corridas - vou estar atento às transmissões, que esta temporada são na Sportv.
Amanhã, às três horas da madrugada, lá estarei em frente ao televisor para o início da época 2007, que começa na Austrália e termina a 21 de Outubro, no Brasil.
Como aperitivo deixo-lhe um resumo do Grande Prémio australiano do ano passado.

sexta-feira, 16 de março de 2007

Sex day

Habitualmente neste dia, quando chegava ao trabalho, olhava o relógio, que também tinha o dia da semana. E lá estava ele, apresentando além das horas, em letras grandes e vermelhas, três letras atrevidas: “SEX”. A partir desta visão erótica, este dia da semana passou a ser para mim o Sex Day. Boa inspiração, não?
Quem anda a precisar de inspiração, é o 24 horas. Volto ao tema de ontem para ver se consigo esclarecer as cabeças iluminadas daquele exemplo de mau jornal.
Bastava terem perdido poucos minutos para descobrir. Um verdadeiro ovo de Colombo. A UnI não tem uma, mas duas tunas.
A Tuna Académica da Universidade Independente (TAUI), composta pelo lado masculino, com presenças assíduas em diversos certames do género. Para saber mais sobre a TAUI, veja o seu site aqui.
Depois temos a vertente feminina, de seu nome Indepedentuna. Perceberam pessoal do 24 Horas?
Mas fui mais longe para não restarem dúvidas. Descobri uma pequena actuação da TAUI, no bar da Universidade, que apesar da deficiente condição do som, prova que sempre temos tuna. E até podemos ver as nossas moças da Independetuna, aplaudindo os seus colegas.
Vamos lá ver o vídeo.
Ainda bem que hoje é Sex Day. Assim, já não penso mais no 24 Horas.

quinta-feira, 15 de março de 2007

Tuna sim, mau jornalismo, não

Uma actuação da TAUI em Loures, no passado mês de Março Já por várias vezes o afirmei que sou fã do Gato Fedorento, mas esta minha admiração pelo seu trabalho, não me tolda a visão, caso seja necessário fazer alguma crítica. Aliás, nem todos os sketches que eles produzem são do meu agrado.
Vem esta introdução a propósito do último “Diz que é uma espécie de Magazine”, exibido no domingo passado.
O momento musical com que sempre termina o programa foi esta semana dedicado à confusão reinante na minha UnI. Foi anunciada a presença da Tuna Académica da Universidade Independente (TAUI), para cantar a “Melhor gorda”, um clássico das tunas, interpretada com um texto adaptado, na maioria da letra, às graves acusações feitas, aquando do despoletar da crise interna.
A TAUI – que foi convidada para o programa, mas não aceitou – reagiu em comunicado, o presidente da Associação Académica ameaçou com um processo contra o programa e a RTP, estando também à espera de um pedido de desculpa por parte da Tuna Médica de Lisboa, que “se fez passar” pela da UnI, conforme foi referido no final do programa.
Em minha opinião não me parece haver motivo para tanto alarido. O texto da canção não tinha nenhum elemento que não tivesse sido do conhecimento público, repetido em todas as televisões pelo próprio Reitor, pelo que acho descabida tamanha altercação.
Mais curioso e demonstrativo da falta de qualidade do jornal 24 horas, é a peça produzida na terça-feira, da qual o comunicado acima citado também faz referência, lamentando a falta de rigor, onde é escrito que a TAUI nem sequer existe!?
Custava muito à Ana Meireles, jornalista que assina o artigo, ter feito um telefonema para confirmar que a Tuna existe, que está de boa saúde e que ainda este fim-de-semana participou no VIII El Açor - Festival Internacional de Tunas dos Açores, que decorreu em Ponta Delgada?
E quando esteve a ouvir o presidente da Associação Académica não lhe podia ter perguntado?
Mau jornalismo a que já nos habituou este diário sem qualidade.

quarta-feira, 14 de março de 2007

Pés de barro

As mudanças de camisola vão ser mais frequentes Segundo notícia do jornal A Bola de hoje, o Supremo Tribunal de Justiça considerou nulas três cláusulas do Contrato Colectivo de Trabalho celebrado entre a Liga de Clubes e o Sindicato dos Jogadores, em 1999.
Uma revolução pode suceder no futebol português, face a esta decisão.
Passemos à parte prática. Nos dias de hoje se um jogador rescindir sem justa causa o contrato que o liga a um clube, tem de avançar com uma choruda indemnização. A partir desta decisão o valor a pagar, nestas situações, é o correspondente ao valor que o atleta teria que receber até ao final do contrato. E mais, pode mudar-se para outro clube em Portugal, o mais tardar na época seguinte e não no final do contrato então rescindido.
Só como exemplo, se o sportinguista Nani pretendesse sair do seu clube para o FC Porto, já na próxima temporada, teria de indemnizar o seu clube em perto de 200 mil euros, apenas.
E as cláusulas milionárias de rescisão existentes nos contratos dos jogadores, também deverão sofrer profundas alterações, face a este novo enquadramento jurídico.
Se os jogadores já eram vistos, por uma grande parte da sociedade, como mercenários sem amor à camisola, a partir de agora, os artistas da bola, serão cada vez mais ídolos com pés de barro.

terça-feira, 13 de março de 2007

Professor Pardal

O verdadeiro Professor Pardal Neste reinício atribulado de aulas na UnI - pouco a pouco a estabilidade vai regressando - as segundas-feiras são, como já o referi anteriormente, no Cenjor, sendo neste semestre leccionada a cadeira de Atelier Multimédia.
O Professor, perdão o Formador, como ele gosta de dizer é o Pardal. Exactamente. Para mim é o Professor Pardal, até porque eu gostava dessa figura da BD.
O homem é uma "pedra", fazendo com que as horas que ali passamos se transformem em poucos minutos, tal é a intensidade e a facilidade de transmissão de conhecimentos.
Até aqui tudo bem. O pior é o Photoshop, ferramenta que estamos a aprender a utilizar.
Ontem fui completamente bombardeado com informação acerca deste excelente programa, que faz maravilhas, mas que também me deixou com a cabeça às voltas.
Ao fim de três horas de intensa injecção de novas funções do Photoshop, fiquei com a sensação de que não percebi nada daquilo. E o pior é que não é só sensação.
Mas eu não sou de desistir, por isso só me resta uma coisa.
Gritar.
Professor Pardal ajude-me!

segunda-feira, 12 de março de 2007

Segunda angustiante

Os horários também contribuem para a angústia Por muito que eu tente, as segundas-feiras são para mim um doloroso início de semana.
Eu bem procuro encontrar um antídoto para combater este dificuldade, mas nada resulta. É claro que se não tivesse que vir trabalhar, com horários a cumprir, gravata ao pescoço e outras obrigações...obrigatórias, nem dava pelo dia da semana.
O futuro dos mais novos, fruto da globalização e da incerteza do mercado do trabalho, vai fazer com que poucos consigam uma colocação para toda a vida.
Apesar da pouca estabilidade que esta situação vai provocar, a possibilidade de em determinada altura da vida mudar de emprego, para uma área totalmente diferente, vai trazer novos desafios, que aliados a um constante estado de estudo, criam responsabilidades acrescidas e desafios que vão manter o interesse no mundo do trabalho.
Para mim já vem tarde.
Espero que o meus filhos possam aproveitar, para não sentirem a angústia de 2ª feira.

domingo, 11 de março de 2007

Pimba

Sabrina, a vitoriosa Ontem à noite quando me lembrei que era dia de Festival da Canção, já este estava perto do fim.
Decorria a votação, também ela já escravizada pelo lado comercial. Todo o povo pode votar, 60 cêntimos, mais IVA...vote, vote muitas vezes, que maior é a receita.
Cheguei nesta altura, quando apresentavam um pequeno excerto de cada canção, indicando também cada número de telefone para o televoto.
A canção número quatro chamou-me a atenção, pelos piores motivos e comentei "Podia ser uma foleirada do Emanuel".
Juro que não sabia que o tema cantado pela Sabrina - com um nome a condizer - era do rei da música pimba. Produção, música e letra. É obra! E com um nome extremamente original "Dança comigo (Vem ser feliz)".
Este ano em Helsínquia, no certame homólogo da Eurovisão, vamos ter uma música à altura do nosso nível cultural.

Pronto...ok...não quero que fique sem ouvir esta pérola da música nacional. Cá vai ela.

11 M

Uma imagem do desespero Portugueses e espanhóis recordam o dia de hoje de formas bem antagónicas.
Nós lembramo-nos, velho de 32 anos, como a data em que António de Spínola tentou um golpe de Estado, procurando derrubar as forças de esquerda lideradas por Vasco Gonçalves, que na altura governavam em Portugal.
Nuestros hermanos relembram com dor os perto de 200 mortos, vítimas de várias bombas que explodiram em comboios e estações, bem no centro da capital espanhola.
De formas diferentes, as motivações tiveram a mesma origem: a ganância pelo poder, que tudo tenta ultrapassar e derrubar, sem olhar a meios, para atingir os fins.
No mundo de hoje, o tal da globalização, sentimos que o ódio se sobrepõe à solidariedade.
A morte ganha pontos à vida.
A estupidez lidera em detrimento da inteligência.
Se queremos o mundo melhor, não podemos esperar que os outros começem a trabalhar por nós.
Não queremos mais dias negros.

sábado, 10 de março de 2007

Sol

Bonito e gostoso Este fim-de-semana oferece-nos um acontecimento que estava ausente há algum tempo. Sol nos dois dias e temperatura muito agradável.
Não sou fã de praia, muito antes pelo contrário, mas este tempo tem o condão de nos produzir um sorriso nos lábios, contribuindo para um estado de espírito mais alegre.
É claro que a chuva faz falta para o equilíbrio da natureza, mas como eu habitualmente digo, em jeito de brincadeira "podia chover só de noite".
Viva o Sol.

sexta-feira, 9 de março de 2007

PP

Duas letras que podem ter vários significados. Pode ser a Patricia, minha colega da UnI ou pronto pagamento, termo muito utilizado nas transacções comerciais.
Mas neste caso é Paulo Portas e Partido Popular.
Mais uma excelente caricatura do Gato Fedorento.

quinta-feira, 8 de março de 2007

Uma flor

Uma rosa para todas as mulheres Hoje assinala-se o dia Internacional da Mulher. Apesar de achar que estas datas são meramente simbólicas e apenas servirão apenas para despertar algumas mentes mais distraídas, além, é claro, da sua vertente comercial, não quero perder a oportunidade de oferecer, simbolicamente, uma flor para todas as mulheres do planeta, com especial enfoque para as que fazem o favor de serem minhas amigas.
Para as três mulheres da minha vida, Isilda, Cláudia e Célia, por ordem de entrada em cena, um beijo muito especial.

quarta-feira, 7 de março de 2007

Haja justiça

Esperemos que a justiça não seja cega Ontem ficou-se a saber que o processo Apito Dourado vai mesmo a julgamento. Acho que todos devemos estar satisfeitos com isso.
Há cerca de um mês atrás escrevi aqui - pode recordar lendo de novo - que o Major Valentim Loureiro, com o seu ar de justiceiro da nação, queria ir a tribunal para provar a sua inocência, enquanto o seu advogado fazia tudo e umas botas para que tal não acontecesse.
Ora com o anúncio de que vai haver julgamento, o Major deve ter ficado satisfeito. Ou será que não?
Só espero que, de uma vez por todas, se faça justiça.

terça-feira, 6 de março de 2007

Campo na cidade

Nada como a vida na campo Hoje estive hesitante entre escrever sobre o Apito Dourado, pois vai saber-se se há ou não julgamento, ou sobre as coisas espectaculares que Miguel Sousa Tavares escreve, como por exemplo, pedindo bom senso nas coisas que são ditas sobre o futebol, quando ele vê tudo de esguelha e pintado de azul-e-branco.
Não... deixo estes assuntos para outras núpcias e vou falar do campo! Sim, do campo, qual é o espanto?
Há uns anos atrás andei com a pancada de ir morar para o campo, longe do rebuliço da cidade, onde a vida corre mais devagar, os dias são maiores e os valores são outros.
Não se proporcionou, na altura, mas ainda não desisti da ideia...talvez quando me reformar, se lá chegar.
Mas voltemos ao campo. Ontem quando me desloquei para a primeira aula deste 4º semestre - a começar tão atribulado - que se realiza no Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas (CENJOR), atravessei o jardim do Campo Mártires da Pátria, em Lisboa.
Fiquei surpreendido...no meio do jardim, ali ao nosso lado, circulam patos, gansos, pombos, galos e galinhas, misturados com outros pássaros mais pequenos, todos em amena cavaqueira, perfeitamente indiferentes aos transeuntes que passam por perto. Esta imagem ficou-me na retina, ao ponto de ter voltado atrás e ter calcorreado de novo o jardim.
Viva o campo na cidade.

segunda-feira, 5 de março de 2007

Fair-play

Carlos Resense, no seu tempo de jogador Já algumas vezes abordei esta tema, o da arbitragem e dos erros da mesma. Defendo, aliás sempre defendi, que só quem aborda o casos do jogo, quer ache que foi beneficiado ou prejudicado, tem moral para falar.
Ontem o Sporting empatou em Leiria, Liedson foi expulso e logo vieram a terreiro Paulo Bento e Soares Franco queixarem-se do juíz da partida e seus auxiliares, fazendo, inclusive, intenção de protestar o jogo.
Não vou fazer aqui a análise dos lances, nem atribuir responsabilidades a ninguém.
Por acaso, no mesmo dia, o FC Porto defrontou o Belenenses, para o nacional de Andebol, num jogo que os azuis-e-brancos perderam, depois de perto do fim terem cinco golos de vantagem. Segundo rezam as críticas, a arbitragem foi desastrosa, prejudicando o espectáculo, que por acaso até foi televisionado.
No final do jogo, Carlos Resende, técnico dos nortenhos, afirmou: "Se os jogadores, que são os que tanto treinam, falham tanto, então os árbitros têm que falhar mais".
Um exemplo de fair-play, que infelizmente é a excepção.

domingo, 4 de março de 2007

Salto que valeu ouro

Após a conquista de há dois anos Não é nada habitual arrecadarmos uma melhalha de ouro em competições desportivas internacionais. Por isso, quando acontece, ficamos ainda mais entusiasmados.
Desta vez foi a atleta do Sporting, Naide Gomes, a proporcionar-nos esta alegria, por nós poucas vezes sentida.
O feito ocorreu nos campeonatos Europeus de Atletismo em pista coberta, na prova de salto em comprimento. Seis metros e oitenta e nove centímetros, é só a melhor marca mundial do ano e novo record nacional.
Mas não pensem que foi por acaso, pois esta medalha ganha em Birmingham, é a repetição de igual conquista efectuada há dois anos atrás em Madrid.
Foi com emoção que há pouco assisti à entrega do galardão, à subida da nossa bandeira e ao som da "Portuguesa".
Parabéns Naide.

sexta-feira, 2 de março de 2007

Para a minha Princesa

Célia Paulino Dezoito anos de vida adicionados a outros tantos de paixão, na minha companhia, resulta na bonita idade de trinta e seis primaveras.
Mais do que minha mulher, tu és a minha melhor amiga desde o dia em que os nossos olhares se cruzaram, contigo postada em cima daquele muro dos amores. Fiquei com a sensação que nessa altura, a minha estrela que está lá no alto, brilhou intensamente, sinalizando a certeza da minha escolha.
Gozas estas datas com grande intensidade e alegria, sempre pronta para mais uma gargalhada, um carinho, uma meiguice.
Tu gostas do teu aniversário e eu gosto muito de ti.
Parabéns Princesa.