domingo, 31 de dezembro de 2006

Dois mil e sete

Com o dois mil e seis já de malas feitas, vou aproveitar este meu espaço para desejar a todos os que lerem este post, um novo ano recheado de tudo o que mais gostarem e precisarem.
Um ano que vai ser emocionante...já viram...007...bem, era um trocadilho.
Gostava, sempre que passem pelo "Tio Jorge", que deixem o vosso comentário, a vossa crítica, a vossa sugestão, para melhorar a qualidade.
Agora...desculpem, estão a bater à porta...é o dois mil e sete que está a chegar.

sábado, 30 de dezembro de 2006

Reveillon em Greenwich

Um comboio da zona urbana de Lisboa Os apelos à utilização dos transportes públicos nas áreas urbanas das grandes cidades, multiplicam-se. Por vezes até surgem ameaças, que os automóveis vão ficar à porta, ou entram pagando uma portagem.
Eu, há bastante tempo que aderi à causa. De comboio e autocarro, faço o meu circuito diário, de casa para o trabalho, daí para a Universidade e o regresso à residência, no final do dia.
Além da possibilidade de ler durante os percursos, gosto especialmente das informações prestadas, daqueles quadros, supostamente electrónicos, que se encontram nos locais onde aguardamos a chegada dos nossos meios de transporte.
As coisas até têm corrido bem. Um atraso aqui, mais uns minutos ali, mas como sou bastante paciente, até encaro estas situações com normalidade.
Mas ontem as coisas não correram bem. Ao chegar a estação da CP em Entrecampos, deparei que os comboios circulavam com mais de trinta minutos de atraso. Aí, pensei: "A Cláudia é que tem razão, eles andam sempre atrasados". Bem, concerteza terá acontecido alguma coisa anormal.
Um autocarro dos mais modernos da Carris Derivei para uma paragem dos autocarros da Carris, tentando ultrapassar aquela dificuldade, tipo "vou tentar enganar os comboios". Lá chegado, entrei no primeiro, a caminho da Gare do Oriente. Como não era directo para lá, fiz um transbordo, ou seja, saí dum e esperei por outro.
Espectáculo. Na paragem onde fiquei, pois nem todas têm, lá estava aquele magnífico quadro, que nos diz quanto tempo demora a chegar o nosso meio de transporte. Quatorze minutos era o tempo que faltava. Eram 18:10 horas.
A contagem decrescente era lenta, muito lenta, mas finalmente entrou na contagem dos cinco minutos finais. Quatro...três...quatro...cinco! Bem, o que se estará a passar? Será que o meu autocarro se arrependeu?
Afinal não, chegou às 18:50 horas. Quatorze minutos que demoraram quarenta!?
Será que o meridiano de Greenwich já estava a preparar o reveillon?

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Pelas nossas crianças

Em cada dois dias, uma criança portuguesa é vítima de maus-tratos, que muitas vezes provocam a morte, segundo um estudo da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) Desde menino que oiço esta frase "as crianças são a melhor coisa do Mundo" e eu assino por baixo. Lamentavelmente, ainda há pessoas, se assim se podem considerar, que não concordam.
Ao passar os olhos pelo jornal, encontrei uma notícia, que já não sendo de hoje, vem mais pormenorizada. Trata-se do caso da Sara, a criança de Monção que morreu, vítima de espancamento efectuado pela própria mãe, que já terá confessado a autoria das selvagens agressões.
A Sara tinha dois anos e meio. Tinha mais três irmãos que estranhamente, ou talvez não, nunca apresentaram sinais de maus tratos. Segundo os mais próximos da família, ela era um caso à parte, completamente marginalizada.
Não me vou deter sobre os aspectos bárbaros deste caso. Espero que o Tribunal puna exemplarmente este caso, mais um de violência infantil.
O meu apelo vai para todos nós. Há mais de um mês que ela aparecia no infantário com nítidos sinais de violência. A comunicação às entidades competentes terá pecado por tardia. Provalvemente, podia-se ter salvado a Sara.
Vamos todos evitar que continuem a matar as nossas crianças, denunciando as situações que tivermos conhecimento.
Podemos ganhar um inimigo, mas salvaremos uma vida inocente.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Nascido à sexta-feira

Kofi Annan, dez à frente da ONU Confesso que tinha uma simpatia por ele. Postura elegante, pose calma, discurso tranquilo, eram atributos que me faziam admirar Kofi Annan, o ainda secretário-geral da Organização das Nações Unidas, cargo que vai deixar em um de Janeiro, sendo substituído pelo sul-coreano, Ban Ki-Moon.
Foi indigitado para o cargo, há dez anos, com o total apoio dos Estados Unidos, que agoram, na despedida o atacam duramente, fruto das críticas à postura dos americanos na guerra do Iraque. Críticas que só pecaram por tardias. Ao longo do seu mandato, fica a sensação de tentar fazer muito, mas pouco ou nada concretizar.
Mas o seu principal pecado foi deixar-se envolver, no tristemente célebre caso do programa "Petróleo por alimentos", que em traços gerais - criado em 1994 após o final da primeira guerra no Iraque - vendia licenças de exportação de petróleo iraquiano a companhias internacionais e usava as receitas para comprar alimentos para os iraquianos e para compensar o Kuwait.
Até aqui tudo bem. O pior foram a irregularidades surgidas, conforme descreve em pormenor o artigo do Diário Económico, tudo com o beneplácito de Kofi Annan.
Este ganês, nascido há sessenta oito anos, cujo nome na sua terra natal, significa "nascido à sexta-feira", desiludiu-me. Sim porque foi desilusão o que eu senti ao perceber que o senhor simpático, que eu gostava de ver e ouvir, também estava envolvido em estratagemas sujos.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

Pobreza dos ricos

Um dos muitos sem abrigo de Lisboa Todos os dias de trabalho o encontro. Ao fundo das escadas da estação ferroviária, cabelo branco desgrenhado, chapéu-de-chuva a imitar uma bengala, com a mão esticada. Mais tarde na deslocação para o almoço, outra cara familiar. Corpo curvado sobre um pau, barba por fazer, voz rouca, implorando numa ladainha imperceptível, uma moeda.
Dois exemplos que espelham a pobreza em que vive grande parte da nossa população.
Relanço os olhos por uma banca de jornais, onde alcanço a manchete do dia “Portugueses gastaram na quadra natalícia mais 11 milhões por dia, do que em 2005”.
Detenho o passo, olho para os que vão passando em passo acelerado, pouco preocupados com a minha incredulidade. Recordo o meu professor de Economia que dizia, mais ou menos isto “é inevitável com a globalização, os ricos vão ficar cada vez mais ricos e os pobres cada mais pobres “
Que raio de inevitabilidade. Que País insensível, perante os milhares de pessoas que vivem abaixo do limiar da pobreza. Que País desprezível, que sabe disso e não faz quase nada para o evitar.
Que pobreza moral têm os ricos.

terça-feira, 26 de dezembro de 2006

A extinção dos dinossauros

Uma das várias especies de dinossauros conhecida Este regresso ao trabalho, após a Consoada, é penoso, digamos que é uma terça pior que uma segunda. Habituados ao stress diário, até dele sentimos falta, num dia em que mais de meio país parou. Lojas fechadas, ruas semi-desertas, transportes colectivos vazios, enfim, o habitual em ressaca de festa, complementada por uma tolerância de ponto para os funcionários públicos, menos para os da Câmara Municipal do Porto. Uma forma de dar nas vistas.
Hoje de manhã lia sobre o boxing day, onde no Reino Unido, se realiza mais uma jornada da Liga de futebol, depois de terem jogado a vinte e três, de jogarem de novo a trinta e repetirem a dose no primeiro dia de 2007, sempre com os estádios cheios. Por cá temos o oposto, perto de um mês sem futebol, num negócio que vai de mal a pior, nomeadamente nas assistências aos jogos.
Também não sou defensor do esquema inglês, mas o nosso...Ainda há poucos anos discutiamos o facto de quase não se parar na quadra natalícia, mas rapidamente fomos do oito ao oitenta.
Vitor Serpa, director do jornal A Bola no seu editorial de hoje, faz uma análise perfeita do estado do nosso futebol. É preciso derrubar tudo e começar de novo, para recuperar a credibilidade. Mas para isso as figuras têm que mudar, como ele bem assinala: "Só não tenho a certeza de que não seja necessário que os dinossauros excelentíssimos se extingam para que o futebol português recupere a sua vitalidade".
Numa altura em que, na Batalha, descobriram mais um esqueleto de dinossauro, com mais de 150 milhões de anos, desejo que não seja preciso tanto tempo para extingir com os que estão a mais no nosso futebol.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

Carta atrasada

Nos primeiros anos de idade sempre acreditei no Pai Natal. E gostava. Mas nunca lhe escrevi nenhuma carta.
Hoje a febre consumista, transformou esta época num delírio. Compra-se quase tudo, mesmo que não se goste, mesmo que os que a vão receber não gostem.
Apesar de já ir atrasada, este tema do Boss AC, é uma carta dirigida ao Pai Natal, em estilo crítico, revelando algumas das falhas da nossa sociedade.
Quer gostem ou não do tema, eu vou continuar a gostar do Pai Natal.

domingo, 24 de dezembro de 2006

Sem blog

a imagem da dificuldade Por muito que tentemos ser originais, esta é a época das trivialidades. Por mais que rebusquemos na nossa criatividade, chega-nos sempre uma frase feita.
É verdade que, nesta quadra, pensamos mais nos que têm vidas complicadas, mas porquê só nesta data?
Um grande Natal para todos os que nunca vão saber o que é um blog.
A mensagem há-de lhes chegar.

sábado, 23 de dezembro de 2006

Dos amigos

Eram muitos os teus amigos. Foram à tua despedida, dizer-te um até breve, seja onde for o lugar do reencontro. Fernando Alves, seu colega, seu amigo, no seu sinais da TSF, bem ao seu jeito, bem à sua maneira, muita vezes metafórica, mas sempre bela, deixou que as palavras homenageassem a nossa Leonor.



Tentei encontrar uma forma de me despedir de ti. Fui encontrar esta fotografia, onde o teu belo sorriso, sereno e calmo se destaca. Tu atiravas-me arroz, hoje envio-te um beijo.
Até sempre Leonor. Leonor Colaço (1967-2006)

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Testemunhos

Linda, como sempre Continuo olhar para ti, Leonor. Ontem à noite, foi à procura das fotos do meu casamento, onde estiveste presente. Lá estavas, ora atirando arroz para cima de mim e da Célia, ora compenetrada, durante o repasto.
Fechei o álbum e foi ao VeloLuso do Manuel José Madeira. Lá estava a Leonor, numa bela fotografia, que não resisto a publicar, assim como as lembranças do Paulo Cintrão, colega da Leonor durante muitos anos.
Logo vou à tua despedida, para te puder dizer...até já.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Em busca da Leonor

uma rosa na despedida Nestes momentos de saudade, procuro algo na Net. Vou encontrar um post no irreal tv.
Uma uma visão de Rui Cádima, com uma citação do Fernando Alves, como só ele sabe. Mais alguns cliques, descubro um de Nuno Markl no seu blog.
Continuo neste desvario de busca, como se estivesse à procura da Leonor, descobrindo o MZM. Passamos tantos momentos juntos, na nossa rádio. As lágrimas não resistem, rolando pela minha face, revoltada.
Leonor, os teus amigos de sempre estão contigo.

Com...laço

Uma paisagem como a Leonor, bela e tranquila Era assim que eu gostava de lhe chamar. Leonor Com...laço.
Tudo começou na aventura da rádio em Alverca. Era o tempo das piratas. O entusiasmo era enorme.
A Leonor Colaço (assim, sem a minha autoria), sempre foi reservada, introvertida até. Mas uma grande amiga.
No final dos anos oitenta, a 2000, que era a nossa rádio, a menina dos nossos olhos, acabou. Coisas da legislação da altura.
A Leonor continuou. Correio da Manhã Rádio, Rádio Comercial, e há meia dúzia anos a TSF, a telefonia sem fios.
Não nos víamos muitas vezes. Mas também não era preciso, pois a nossa amizade era muito superior à possibilidade de nos encontrarmos amiúde.
Ontem ela partiu. Sem avisar.
Uma coisa eu tenho a certeza. Quando nos voltarmos a encontrar, para fazer aquilo que gostamos, vai ser na Rádio Paraíso.
Um beijo para ti Leonor.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Sabor a passado

Na sombra o reencontro com o passado Depois de mais de vinte e cinco anos passados, dos dois lados da alegria, sabe sempre bem regressar, mesmo que por pouco tempo, ao convívio dos nossos. Daqueles que gostamos, mesmo não sendo família.
No início, estou reservado, vou tímido, encontrando um abraço aqui, um beijo acolá. Enquanto espero pelo jantar, fico impaciente. Como é habitual, a pontualidade é coisa que não existe pelas bandas da nossa margem, direita ou esquerda.
Começamos o repasto. Na minha mesa, vamos descobrindo, pouco a pouco, o lado de lá de cada um de nós, escondido, dado a conhecer com o passar dos minutos. Algumas garfadas volvidas, entretidas entre os vapores brancos e tintos, chegam os discursos. Habituais, de circunstância, sem nada de novo.
Perto do fim, o tempo de deambular entre as mesas. Agora sim, os abraços são mais fraternos, os beijos transbordam de saudade, o encontro sabe a passado.
Há quanto tempo não nos encontrava-mos.

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Divisão pontual

Ora aqui está um desporto onde este problema não se põe Não há muitos anos atrás, as pontuações dos campeonatos de futebol, entregavam os pontos de forma crescente e consecutiva. Zero pontos para a derrota, um para o empate e dois para o vencedor. Aliás, foi assim, praticamente, desde o início dos pontapés na chincha.
Mas, em determinada altura, os estudiosos da matéria, tentando combater o denominado anti-jogo, resolveram alterar a forma de pontuar os resultados dos jogos de futebol, passando a vitória a atribuir três pontos.
A medida até agradou, de tal forma que outros desportos passaram, pouco tempo depois, a utilizar a mesma matemática classificativa.
Até aqui tudo bem. O pior foi que os jornalistas, habituados aos lugares comuns, muito vezes sem tempo para pensarem no que escrevem e dizem, continuam, passados largos anos desde a alteração, a escrever e a dizer, coisas do género, quando o jogo acaba empatado: “justa divisão pontual”, “partilha dos pontos foi injusta” ou “repartição dos pontos em disputa aceita-se”, quando se referem à justiça ou injustiça do resultado final.
Ora bolas. Vamos lá entendermo-nos.
Em caso de vitória, os pontos a atribuir são três. Se as equipas empatam, como é que se faz essa divisão? Então não é apenas um ponto para cada um? Onde é que está a divisão pontual?
É verdade que a língua portuguesa é muita traiçoeira, mas a ignorância dos que têm obrigação de a conhecer, é bem pior.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

Porque hoje é segunda

Esta é a tradicional Oxford-Cambridge As segundas feiras são, para mim, dias complicados, principalmente, nos primeiros minutos de trabalho. Talvez por isso, hoje veio-me à ideia uma anedota que há dias me contaram, que retrata, de forma excelente, as nossas grandes empresas.

Uma empresa portuguesa e outra japonesa, decidiram enfrentar-se todos os anos, numa corrida de canoa, com oito homens cada. As duas equipas treinaram duramente e no dia da corrida estavam, ambas, na sua melhor forma. No entanto, os japoneses venceram por mais de um quilómetro de vantagem.
Depois da derrota, a equipa ficou desanimada. O Administrador criou um grupo de trabalho para examinar a questão. Após vários estudos, o grupo descobriu que os japoneses tinham sete remadores e um capitão, enquanto a equipa portuguesa tinha um remador e sete capitães.
Perante esta conclusão, o Administrador teve a brilhante ideia de contratar uma empresa de consultadoria para analisar a estrutura da equipa.
Depois de longos meses de trabalho, os especialistas chegaram à conclusão que a equipa tinha capitães a mais e remadores a menos.
Com base nesse relatório, a empresa decidiu mudar a estrutura da equipa, passando a ser composta por quatro comandantes, dois supervisores, um chefe dos supervisores e um remador.
Especial atenção seria dada ao remador. Ele teria que ser melhor qualificado, motivado e consciencializado das suas responsabilidades.
No ano seguinte, os japoneses venceram com dois quilómetros de vantagem.
Os dirigentes da empresa despediram o remador, por causa do seu mau desempenho e deram um prémio aos demais membros, como recompensa pelo desempenho e pela forte motivação que tentaram incutir na equipa.
O Administrador preparou um relatório da situação, no qual ficou demonstrado que foi escolhida a melhor táctica, a motivação era boa e o material deveria ser melhorado.
Neste momento estão a pensar substituir a canoa.


Talvez, nesta história, apesar de ficcionada, esteja parte dos problemas da nossa economia.

domingo, 17 de dezembro de 2006

Grande caçada


A caça nunca fez parte das minhas distracções. Aliás, nunca peguei numa arma, até porque fiquei dispensado do serviço militar. Em tempos passados ainda fiz umas incursões pela pesca. Gostava especialmente, pela calmaria. Dias de grande relax, divertidos, mesmo quando chegávamos a casa com o saco, que seria para os peixes, vazio.
Mais uma vez, recorro ao Gato Fedorento. Sei que há algumas pessoas que não gostam, mas talvez seja porque nunca ouviram com atenção.
Ora vejam lá este...

sábado, 16 de dezembro de 2006

A importância de ser o primeiro

Tal como Rossi, é importante andar na frente Nem em época natalícia conseguimos ter descanso. Desta vez vamos investir no conhecimento da Search Engine Optimization, ou seja a optimização para motores de busca, que se trata de uma técnica usada para melhorar a posição dos sites nos resultados da pesquisa natural, não paga, dos motores de busca como o Google, Yahoo ou MSN.
Um estudo recente mostrou que cerca de 40 % das escolhas dos utilizadores, que fazem pesquisas, escolhem o primeiro site que lhes aparece como resultado da busca efectuada, daí a importância deste serviço.
Aproveitando uma analogia interessante, este processo é como passar a nossa loja física de uma rua desconhecida, para a baixa de Lisboa ou Porto. Contudo, esta transformação é longa e demora algum tempo, normalmente alguns meses, devido ao facto de ser necessária uma reindexação de toda a informação, a ser efectuada pelos motores de busca.
Esta optimização consiste em diversas acções, sendo as principais a escolha adequada de palavras-chave, uma correcta indexação do site nos motores de busca e o aumento da visibilidade e links para o seu sítio na Internet.
É caso para dizer, usando um ditado popular “candeia que vai à frente, alumia duas vezes”.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Viver com alegria

Mais uma incursão pela publicidade, de novo com crianças, o que a torna sempre muito agradável. Aproveitem o exemplo e vivam com alegria, principalmente nos piores momentos.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Eu, Jorge

A capa do polémico livro Há diversos dias que ando a ser pressionado, das mais diversas formas, perseguido por todo o lado, até me dão elogios, num blog vizinho, para verem se me desconcentram. Mas como disse o Major "não li o livro, não faço comentários".
Deixo apenas esta pergunta. Se toda a gente pode escrever livros (até o Macaco dos Superdragões escreveu um) porque é que a Carolina Salgado não pode?
Ela puder... podia, mas se falasse de culinária. Agora dizer mal do Pinto da Costa?
Que maldade.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

Parabéns Fernando

Fernando Correia Já não é a primeira vez, que aqui, refiro a minha paixão pela rádio. Durante perto de vinte anos, agora interrompidos pela minha incursão académica, foram muitas as horas de relatos de futebol e não só, estúdio e outras dentro do métier.
Desde miúdo, que me habituei a ouvir o futebol na rádio. E desculpem-me os puristas, mas aí, o jogo tem outro encanto, a imaginação toma-nos conta dos sentidos.
De dentro do pequeno rádio, cedo me habituei àquela voz. A voz de Fernando Correia. Durante cinquenta anos, festejados este mês, a sua voz tem-nos transportado para os estádios, connosco sentados no sofá.
Há quatro anos, durante um curso de Jornalismo Desportivo, tive o privilégio de o ter como professor. Pude verificar que, em conjunto com a sua competência e facilidade na transmissão dos seus conhecimentos, transmitiu-me, também, a sua amizade. A amizade de um grande senhor da comunicação.
Obrigado, amigo (deixe-me tratá-lo assim) Fernando.
Vamos-nos vendo por aí, num estádio qualquer.