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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Boa Noite

Depois de um grande etapa - ontem - de Tiago Machado, hoje chegou a tristeza, antes do primeiro dia de descanso.
Uma queda atirou-o quase para fora da corrida e um trambolhão na geral.
Infelicidade também para Alberto Contador (Tinkoff) que caiu, fraturou a tíbia e viu-lhe fugir a hipótese de vencer o Tour.
Com os dois principais candidatos fora de prova, Vincenzo Nibali (Astana) tem a porta escancarada para a vitória.
Hoje venceu a etapa e recuperou a amarela.
Mas as notícias do lado português não foram todas más, com Rui Costa a subir dois lugares.
O Tour dos portugueses: 9º Rui Costa (Lampre) a 3'58''; 47º Tiago Machado (NetApp) a 44'12''; 73º Nélson Oliveira (Lampre) a 1h01''46''; 125º Sérgio Paulinho (Tinkoff) a 1h25'07''; 148º José Mendes (NetApp) a 1h41'15''. 

Apesar da derrota de ontem na final em Bastad - frente a Pablo Cuevas - João Sousa atingiu a melhor classificação de sempre de um português no ranking ATP, chegando ao 35º lugar.

Conforme prometido aqui está o balanço do Mundial feito pelo Tio Jorge, no formato A a Z.

Alemanha – Quando dias antes do início do Mundial me perguntaram qual era o meu palpite para o vencedor, apontei a mannschaft, não por ser aquela que eu mais gostasse, mas porque – pondo o coração de parte - me parecia a mais apetrechada.
Foi a campeã do Mundo pela quarta vez com inteira justiça, conseguido o que nenhuma seleção europeia tinha feito até ontem.
Vencer em território americano!

Brazuca - Foi a bola do Mundial, e contrariamente a outras irmãs suas, não mereceu críticas dos guarda-redes.
Mas lá que ela faz uns efeitos esquisitos, lá isso é verdade!

Cristiano Ronaldo – O Melhor do Mundo ficou aquém das espetativas?
Verdade!
Disse que este era o nosso Ano e o seu contrário dias depois?
Verdade!
Todos temos a noção que não estava nas melhores condições físicas, mas quis dar o seu contributo.
Se no jogo com o Gana tivesse marcado os golos suficientes para o apuramento, alguém o estava a esta hora a criticar?
Somos portugueses, amigos!

Dentada – Uma ideia inicial. Não sou fã do Suárez, mas reconheço que é um excelente jogador.
Sou daqueles que tenho dúvidas que tenha mordido no Chiellini – se há jogador que merece uma trinca é ele – mas que o uruguaio tem um desequilíbrio emocional, não tenho dúvidas.
Devia jogar sempre com um açaime!

Euros – Na nossa moeda foram 2,2 milhões de euros.
Três milhões de dólares que chegaram para sossegar os jogadores do Gana, antes do jogo com Portugal.
Até lhes deram beijinhos.
Nas notas, claro!

Faryd Mondragón – O keeper colombiano passou a ser o jogador mais velho a jogar num Mundial, depois de ter jogado no Brasil com 43 anos e três dias, destronando o camaronês Roger Milla que fez o jeito ao pé no Mundial de 1994 - nos Estados Unidos – com 42 anos, um mês e oito dias.
Por falar em guarda-redes, eles tiveram em grande destaque na prova.
Parece um paradoxo, mas numa prova que teve tantos golos, em muitos jogos foram eles que mais se destacaram, como por exemplo Keylor Navas (Costa Rica), Cláudio Bravo (Chile), David Ospina (Colômbia), Tim Howard (Estados Unidos), Guillermo Ochoa (México), Thibault Courtois (Bélgica), Hugo Lloris (França), Diego Benaglio (Suiça) ou Rais M´Bolhi (Argélia), mas para mim o melhor foi o germânico Manuel Neuer.
Enorme na baliza, muito bem a jogar fora de área e com uma eficiência tremenda, tornou fácil a arte de bem defender.

Golos – Foram muitos durante toda a competição, igualando o número (171) conseguido no França’1998, muito contribuindo os oito golos (1-7) na goleada história ocorrida nas meias-finais entre o Brasil e a Alemanha. 
Como nestas alturas todos querem eleger o melhor golo, mais difícil se torna fruto da quantidade, mas também da qualidade de muitos deles.
Depois de uma pequena hesitação, escolho o primeiro golo da Austrália frente à Holanda – na fase de grupos - da autoria de Tim Cahill.

Herrera - A seleção mexicana tinha dois.
Um que alinha no FC Porto – onde pouco jogou – sendo um dos melhores da sua seleção - e outro que é o treinador.
Miguel Herrera – que tem a alcunha do piolho – é um espetáculo no banco.
Levou o América a campeão mexicano, sendo chamado para conduzir a seleção azeteca ao Brasil.
Criticou Pedro Proença na hora da eliminação, mas o penalty decisivo demorou mais de uma hora.

Indi – É habitual dizermos que há portugueses um pouco por todo o lado.
Neste Mundial tivemos um internacional holandês que nasceu no Barreiro há 22 anos.
Diz-se que pode rumar a Portugal, mas o mais curioso é a diferença entre o seu nome desportivo e o registado.
Filho de mãe portuguesa e pai guineense, chama-se Rolando Maximiliano Martins Indi.
Para os fãs da bola, my name is Indi.
Bruno Martins Indi!

James Rodriguez – Não é normal o melhor jogador não ser da seleção vencedora, mas em minha opinião este colombiano foi o jogador em destaque neste Mundial.
Além de ter sido o melhor marcador – apesar de a sua seleção ter caído nos quartos – produziu futebol de enorme qualidade, mantendo sempre um nível elevado, sendo um dos principais responsáveis pela excelente campanha dos cafetones.
Para mim El Bandido foi o melhor!

Klose – Outro record batido no Brasil foi o de mais golos marcados em fases finais de Mundiais por um jogador.
O avançado germânico de 36 anos chegou aos 16 golos – ultrapassando o brasileiro Ronaldo, que tinha 15 – sendo que marcou cinco em 2002 e 2006, quatro em 2010 e mais dois este ano.
Fabuloso!

Lesões - Fazem parte do jogo, mas as que existiram – por entradas duras – deixaram marcas.
Neymar é o caso mais mediático, mas a entrada do francês Matuidi sobre o nigeriano Onazi - que lhe provocou fratura de tíbia e perónio – mostra como as arbitragens foram muitas condescendentes.
O suíço Massimo Buscacca – responsável máximo da arbitragem na FIFA – já veio desmentir que os árbitros tivessem qualquer indicação para serem brandos.
Mas para quem – como eu – viu quase todos os jogos, seguindo as regras do jogo, ficaram dezenas de cartões amarelos e alguns vermelhos por mostrar.
Se nos lembrarmos da expulsão de Pepe, seguindo o mesmo rigor, muitos jogos não terminariam onze contra onze, o que raramente aconteceu.
Num balanço rápido, quase sempre bem os árbitros auxiliares, mas muitos maus – disciplinarmente – a maioria dos homens do apito.
Como confirmou Rizzoli na final de ontem!

Messi – O pequeno génio esteve a anos-luz do que pode fazer.
É certo que a Argentina chegou à final, mas muito fruto do seu coletivo e de uma enorme segurança defensiva, onde se destacaram Romero, Garay e Mascherano.   
O jogador do Barcelona ainda tentou ontem dar um ar da sua graça, mas este não era o seu Mundial.
Escandalosamente, a FIFA elegeu-o como o melhor jogador da prova!
Como é possível?

Neymar – Estava a ser um dos melhores jogadores da prova – senão o melhor – quando o colombiano Zuñiga se atravessou no seu caminho com uma entrada, no mínimo, imprudente.
Este podia ser o seu Mundial, mas como é muito jovem – 22 anos - outras oportunidades surgirão certamente.
Sim, porque o azar não está sempre num joelho colombiano.

Operação Jules Rimet – Parece que andou uma rapaziada a fazer candonga de bilhetes, mas à grande.
Segundo rezam as crónicas o cabecilha da organização era um inglês, diretor executivo de uma empresa – a Match Services - que tem um contrato de serviços com a FIFA, sendo que os lucros da marosca são na ordem 70 milhões de euros.
A curiosidade é que esta empresa, pertencente a uma família mexicana, tem outra ramificação – a Match Hospitality – que tem como sócio minoritário Philippe Blater.
Diz-lhe alguma coisa o apelido?
O senhor é sobrinho do presidente da FIFA, mas dizem que não está envolvido neste esquema.
Deve ser só uma mera coincidência!

Paulo Bento – Tenho esta convicção!
Todos os selecionadores de equipas nacionais são teimosos.
O português não foge à regra, só que desta vez as coisas correram mal.
Nunca vai ser diferente, por isso acho que o Paulo deve continuar, até porque outro qualquer – lembrem-se de Scolari – não seria muito diferente.
Não nos podemos esquecer de repente das coisas boas para o qual contribuiu.

Que miséria! – Esta foi uma das expressões mais usadas pelos fãs da equipa das quinas enquanto assistiam às exibições da equipa de todos nós.
Uma das poucas que se podem reproduzir!

Robben – O holandês esteve em grande plano ficando na galeria dos melhores jogadores do torneio.
A lotaria dos penalties enviou a laranja mecânica para casa mais cedo – mereciam a final – e impossibilitou-o de se tornar no jogador do Mundial.

Sabella – Um treinador medroso – e pouco mais que medíocre - que só com muita sorte e talento de alguns dos seus jogadores conseguiu chegar à final.
Vai sair da seleção e os que gostam de bom futebol agradecem!

Treze horas – Do lado do espetador – principalmente do europeu – é uma maravilha.
Mas à uma da tarde, com temperaturas sempre perto ou acima dos 30 graus, é desumano.
A FIFA pensa em tudo menos nos atletas, exigindo grandes espetáculos, sem lhes proporcionar as condições para tal.
Agora que o Qatar de aproxima, espero que estes Velhos do Restelo tenham aprendido alguma coisa.
Ouviste Blater?
Ouviste Platini?

Uruguai – Depois de ter caído apenas nas meias em 2010 – batida pela Holanda – e vencido a Copa América no ano seguinte, todos aguardavam mais da Celeste, mas o espírito canino de Suárez também não ajudou.   

Vexame – Os brasileiros estão destroçados, sendo que este adjetivo é um dos muitos que se podem aplicar à derrota humilhante sofrida no Mineirão.
Vá lá que a coisa ainda podia ter sido mais dolorosa se os argentinos se sagrassem campeões em pleno Maracanã!
Todos atacaram Scolari!
O sargentão não é nem melhor, nem pior de que a esmagadora maioria dos treinadores de seleção.
Aliás, acho-o muito parecido com o Paulo Bento, teimoso que nem uma mula!
Só não percebo porque não se demitiu imediatamente após a prestação vergonhosa da canarinha.

William Carvalho – Para mim o maior erro de Paulo Bento.
Pelo que mostrou, sempre que foi chamado, era um dos jogadores em melhor forma, mas a sua titularidade obrigava a deixar no banco um dos indefetíveis do selecionador nacional.
Teimoso!

Xherdan Shaqiri – Este suíço de nome arrevesado – que até deu jeito para aqui – foi o motor da equipa helvética, contribuindo para a chegada aos oitavos, onde apenas caiu nos últimos segundos do prolongamento.
Uma curiosidade.
Nasceu no mesmo dia da Cláudia.

Yaya Toure – Foi o capitão da Costa do Marfim – com Drogba no banco – uma das seleções que desiludiram neste Mundial.
O médio do Manchester City bem tentou empurrar a equipa, mas este não era o ano dos elefantes.  
Zero – Foram os pontos que conquistaram Austrália, Camarões e Honduras na fase de grupos.
Surpresa só talvez os africanos.

Hora de começar a pensar no Rússia’2018.

domingo, 13 de julho de 2014

Boa Noite

Final do Mundial, com os onzes inicias a não surpreenderem e com o filme - escrito na hora - no Tio Jorge.
A única duvida era a utilização de Di Maria, mas joga Enzo Pérez, enquanto do lado germânico, Kramer - à última da hora - substitui Khedira.
A Alemanha disputa a sua oitava final, contra a quinta da Argentina.
Primeiros quinze minutos de grande equilíbrio, com as balizas sossegadas.
A primeira grande oportunidade foi desperdiçada por Higuaín (20') - brinde de Kroos - que falhou na cara de Neuer.
Em cima da meia-hora outra contrariedade para a mannschaft, com Kramer a ser substituído por Schürrle.
Mesmo nos últimos segundos da primeira parte Höwedes atirou ao poste na sequência de um canto.
Ao intervalo um empate justo, mas que merecia golos.
No reatamento Lavezzi saiu para entrar Aguero e Messi falhou um golo (47') que não costuma desperdiçar, mas para além deste lance, até aos sessenta minutos, a bola esteve longe das redes.
O cansaço foi marcando pontos e tirando um remate de Kroos ao lado, pouco mais aconteceu.
Os bancos mexeram, entrando Gago para o lugar de Enzo - antes Higuaín tinha dado o lugar a Palacio - na mesma altura que nos alemães Klose - despediu-se dos Mundiais - deu o seu lugar a Götze, mas nenhum deles conseguiu evitar o prolongamento.
O período extra agravou o que já se sentia no final do tempo regulamentar.
A Alemanha com mais posse de bola, procurado evitar os penalties, mas com Palacio quase a marcar.
Até que aos 113 minutos Schürrle assistiu Götze que fez um grande golo.
Özil ainda deu lugar a Mertesacker, mas confirmou-se que a tradição ainda é o que era.
O futebol são 11 contra 11 e no fim ganha a Alemanha.
Amanhã - no Boa Noite - chega o balanço deste Mundial no formato de A a Z.

A chuva sueca atrasou muito a final do Torneio de Bastad e João Sousa nunca entrou verdadeiramente no jogo.
Perdeu (2/6 e 1/6) para Pablo Cuevas que foi sempre melhor.

Dia feliz para o ciclismo português esta tarde no Tour, no dia dos Tony's.
Tiago Machado (NetApp) integrou a fuga do dia - onde também estava Sérgio Paulinho (Tinkoff) que foi 15º - terminou na 10ª posição e está em terceiro na geral.
A etapa foi ganha pelo alemão - mais um - Tony Martin (Omega), que chegou isolado, depois de ter deixado cedo o grupo inicial, com a amarela a mudar para o corpo do francês Tony Gallopin (Lotto), que também fazia parte desta escapada vitoriosa.
O Tour dos portugueses: 3º Tiago Machado (NetApp) a 2'40''; 11º Rui Costa (Lampre) a 4'26''; 85º Nélson Oliveira (Lampre) a 47'13''; 113º Sérgio Paulinho (Tinkoff) a 55'46''; 148º José Mendes (NetApp) a 1h12'22''. 

Terminou o Troféu Joaquim Agostinho com a vitória a sorrir ao espanhol Délio Fernandez da equipa portuguesa OFM-Quinta da Lixa, sendo que a derradeira etapa foi ganha pelo checo Karel Hnik (Ettix).
Nas outras classificações o espanhol Jordi Simon (Team Ecuador) ficou com a camisola dos pontos, o seu compatriota Alberto Gallego (Rádio Popular) foi o primeiro na montanha, Raul Alarcón (Louletano-Dunas Douradas) - outro espanhol - venceu as metas volantes e o russo Kirill Sveshnikov (Lokosphinx) venceu a classificação da juventude, sendo que a equipa 4-72 Colômbia ganhou coletivamente.

Bom Dia

Depois dos torneios das Alverquíadas, regressam as aulas na UJA.
Lá estarei às nove da manhã para bater nas cachopas amarelas.
Depois, com o Ricardo ainda por fora, vamos ter a Cláudia a almoçar no principado.

E chegou o dia da grande final!
No Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (20:00), Alemanha e Argentina vão lutar pelo mais cobiçado troféu.
Temos os germânicos à procura do tetra e argentinos a quererem fazer o tri.
Acredito que no fim os alemães vão ser a primeira seleção europeia a vencer na América.

A nona etapa do Tour vai fazer a primeira grande seleção.
Seis contagens de montanha - uma de primeira, duas de segunda e três de terceira categoria - para os cento e setenta quilómetros que vão ligar Gérardmer a Mulhouse, com Vincenzo Nibali (Astana), confortavelmente, de amarelo.

Última etapa do Troféu Joaquim Agostinho - a etapa rainha da prova - que vai ter início em São Martinho do Porto e termina, cento e sessenta e quatro quilómetros depois, no Parque Eólico da Carvoeira, uma contagem de segunda categoria.
Délio Fernandez (OFM-Quinta da Lixa) vai tentar manter a amarela.

À uma da tarde João Sousa vai tentar conquistar o seu segundo troféu da carreira.
Para isso tem que bater o uruguaio Pablo Cuevas na final do Torneio de Bastad, na Suécia.

Descobri este rodapé de domingo, ontem na Comercial, quando vinha do ténis.
o britânico Sam Smith esteve presente no NOS Alive e tem esta tema espetacular, aqui em dueto com a norte-americana Mary J. Blije.
Stay With Me.

sábado, 12 de julho de 2014

Bom Dia

Digamos que é aquele jogo que ninguém quer jogar.
Esta noite (21:00) Brasil e Holanda vão discutir quem será o terceiro classificado do Mundial.
Os holandeses já disseram que este jogo não devia existir, mas estou convencido que vão vencer a partida que se joga no Estádio Nacional em Brasília.

Logo à tarde (18:00) tenho mais um jogo do campeonato do CAD, que com o calor que está hoje vai ser bem complicado.

Começam a surgir mais dificuldades no Tour.
Ligação entre Tomblaine e Gérardmer La Mouseleine, cento e sessenta e um quilómetros onde nos últimos vinte vão surgir duas contagens de segunda e uma terceira, esta coincidente com a meta final.
Vincenzo Nibali (Astana) continua na frente.

No Troféu Joaquim Agostinho, com Délio Fernandez (OFM-Quinta da Lixa) de amarelo, corre-se a segunda etapa entre Atouguia da Baleia e Torres Vedras, com os ciclistas a percorrerem por sete vezes o tradicional circuito torriense.

Regressam os Coldplay a este rodapé de fim de semana.
Mais um tema do último trabalho Ghost Stories, desta vez Magic.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Bom Dia

O sono e a pressa de ir para a cama faz destas coisas.
Ainda por cima eu tinha pedido, expressamente, antes do jogo começar que não houvesse prolongamento, ao que o Ricardo contrapôs: "Vai até aos penalties" e acertou.
Eu é que não!
Ontem eu escrevi que no domingo se vai repetir a final do Itália'1990 - e é verdade - mas também vamos ter a mesma final que tinha ocorrido quatro anos antes no México'1986.
Esse jogo decisivo teve muitos golos ao contrário do de ontem à noite.
A Argentina adiantou-se com golos de Brown e Valdano, mas a Alemanha chegou ao empate com tentos de Rummenigge e Völler.
Quando o prolongamento parecia estar eminente, Maradona inventou um passe para Burruchaga marcar o golo da vitória e dar pela segunda vez o título aos sul-americanos.
No domingo vamos ver quem desempata!

Depois do inferno de ontem, hoje - tudo indica - que vai ser um etapa mais tranquila na despedida do norte de França.
Cento e noventa e quatro quilómetros tem esta sexta etapa, ligação entre Arras e Reims, com duas contagens de quarta categoria e uma previsível chegada ao sprint.
Vincenzo Nibali (Astana) continua de amarelo.

Regresso ao trabalho de estreia - Blown (1999) - dos Hands on Approach.
Para hoje temos My Wonder Moon que foi o single de lançamento deste álbum.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Boa Noite

Holandeses e argentinos ainda tinham na memória o jogo de ontem.
Na primeira parte nenhuma das seleções quis correr riscos.
Um jogo interessante taticamente, mas sem oportunidades de golo, apesar de ser disputado com enorme intensidade.
A segunda metade não foi muito diferente - mas surgiu a chuva - com as duas equipas a arriscarem pouco, com os setores defensivos - guarda-redes excluídos - a mostrarem-se exemplares.
Sem golos chegou o prolongamento, onde os sul-americanos estiveram - um bocadinho - mais perto da alegria, mas nada, pelo que fomos para a lotaria.
Aí a Argentina contou com um Romero enorme e venceu (4-2), pelo vamos ter a repetição da final de 1990, onde a Alemanha venceu com um golo solitário de Brehme, curiosamente de penalty.
Jogo decisivo no domingo às 20 horas no Estádio do Maracanã no Rio de Janeiro, enquanto que no dia anterior - às 21 horas - Brasil e Holanda vão ver quem ficará no terceiro lugar no Estádio Nacional em Brasília.

Já era previsível que esta etapa podia deixar marcas.
Ontem tinha caído uma vez, hoje regressou ao asfalto mais duas vezes e abandonou o Tour.
O britânico Christhoper Froome (Sky) - vencedor em 2013 - não resistiu e reduziu o número de candidatos à vitória.
O holandês Lars Boom (Belkin) venceu isolado, com Vincenzo Nibali (Astana) a manter a amarela, tendo ganho algum tempo para os principais candidatos, nomeadamente Contador e Valverde.
Rui Costa subiu dois lugares - mais perdeu tempo - enquanto que Tiago Machado desceu treze posições.
O Tour dos portugueses: 13º Rui Costa (Lampre) a 2'11''; 26º Tiago Machado (NetApp) a 3'59''; 69º Nélson Oliveira (Lampre) a 18'22''; 165º Sérgio Paulinho (Tinkoff) a 39'04''; 173º José Mendes (NetApp) a 40'22''.

Bom Dia

Com os alemães a preparem-se para a final, os brasileiros ainda estão a tentar perceber o que lhes aconteceu.
Antes do jogo quase toda a gente concordava que esta mannschaft é superior à canarinha.
O ninguém que conseguiu prever foi a dimensão dos números deste massacre futebolístico.
Desde 1920 - perdeu 6-0 com o Uruguai - que o Brasil não sofria um resultado tão pesado.
Nada vai ser igual no futebol brasileiro a partir de ontem à noite.
Vinte e quatro horas depois Holanda e Argentina vão jogar na Arena de São Paulo à procura do lugar em falta na final, que pelo meu palpite vai para os holandeses.

Podia-se dizer dos cento e cinquenta e seis quilómetros de hoje no Tour que seriam tranquilos e sem grandes dificuldades, não fossem os últimos sessenta serem corridos no empedrado - o pavé francês onde se corre a clássica Paris/Roubaix - que vai obrigar os ciclistas a usar bicicletas diferentes.
Para juntar as estas dificuldades na ligação entre Ypres e Arenberg Port du Hainaut, as previsões meteorológicas prevém chuva para hoje, o que ainda vem criar mais apreensão em todas as equipas.
Para este inferno parte de amarelo Vincenzo Nibali (Astana). 

Continuamos no mesmo álbum de ontem dos Hands on Approach.
Hoje ficamos com If You Give Up.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Boa Noite

No decorrer da nossa vida vamos encontrando diversos amigos.
Hoje tivemos no jantar surpresa dos 25 anos dos Loures.
Conhecemos o António e a Rosa, por causa do hóquei e dos nossos filhos, há dezasseis anos.
Foi um redobrado prazer perceber que nós estávamos ali - além da família - como pessoas que sempre estiveram próximo deles quando foi preciso.
Um grande beijo para os dois!

Nem há palavras para este resultado!
A Alemanha esmagou (7-1) o Brasil no primeiro jogo das meias-finais.
Não estive a ver o jogo - por causa do que expliquei acima - mas, sem recorrer às cábulas na internet, deve ter sido a maior derrota de sempre da canarinha em mundiais.
Os golos dos germânicos foram marcados por Kroos (2), Schürrle (2), Müller, Khedira e Klose, com o veterano alemão a tornar-se no melhor marcador de sempre em mundiais - 16 golos - ultrapassando Ronaldo, o Fenómeno, com Oscar a reduzir quase ao cair do pano.
Uma noite negra - para os brasileiros - em Belo Horizonte.

Mais uma vitória para Marcel Kittel (Giant) - a terceira em quatro etapas - que já se está a criar numa rotina.
Neste dia em grande para os alemães - futebol incluído - Vincenzo Nibali (Astana) continua de amarelo.
O Tour dos portugueses: 13º Tiago Machado (NetApp) a 2''; 15º Rui Costa (Lampre) a 2''; 78º Nélson Oliveira (Lampre) a 10'31''; 124º Sérgio Paulinho (Tinkoff) a 16'43''; 171º José Mendes (NetApp) a 22'38''.

Bom Dia

Não estão fáceis a coisas por aqui.
Quando tudo parece estar no bom caminho, acontece sempre qualquer coisa que impede a mudança.
Não sou de desanimar com grande facilidade, mas a demora deixa-me, pelo menos, preocupado.
Além de que a solução não parece estar à vista.
Será assim tão difícil?

Começam a chegar as horas decisivas do Mundial.
Primeira meia-final entre dois colossos do futebol que juntos têm oito títulos.
Os brasileiros à procura do hexa têm que superar a vontade dos germânicos em chegarem ao tetra.
O meu palpite vai para a vitória dos alemães.
Às nove da noite no Estádio Mineirão em Belo Horizonte.

Quarta etapa do Tour - a primeira em França - quase cento e sessenta e quatro quilómetros que vão ligar Le Touquet-Paris-Plage a Lille Métropole, com duas contagens de quarta categoria, mas que pode ter mais uma chegada ao sprint, com o italiano Vincenzo Nibali (Astana) a continuar de amarelo.

Em 2005 os Hands on Approach lançam o seu terceiro álbum com um nome no mínimo original.
Chamava-se Groovin’on Monster’s Eye-Balls e de lá saiu como primeiro single este A Change.

sábado, 5 de julho de 2014

Boa Noite

Estes casamentos têm o condão de vermos a família que está mais distante.
Podem dizer que não era necessário estas ocasiões para nos juntarmos.
É verdade!
Mas o ritmo dos dias de hoje, com toda a atividade que temos à nossa volta, faz com que nos encontremos - quase - só nas boas e más ocasiões.
Neste caso um bom divertimento!

Marcel Kittel (Giant) venceu ao sprint a primeira etapa do Tour - ligação (190, 5 kms) entre Leeds e Harrogate - com o germânico a vestir a primeira amarela.  
O Tour dos portugueses: 23º Tiago Machado (NetApp) a 0''; 31º Rui Costa (Lampre) a 0''; 63º Nélson Oliveira (Lampre) a 0''; 136º Sérgio Paulinho (Tinkoff) a 0''; 139º José Mendes (NetApp) a 0''.

Petra Kvitova [6] venceu com clareza (6/3 e 6/0) a final feminina frente a Eugenie Bouchard [13], conquistando o seu segundo título do Grand Slam, repetindo a vitória britânica de 2011.
Na final de pares femininos a dupla Sara Errani / Roberta Vinci venceu (6/1 e 6/3) o par formado por Timea Babos e Kristina Mladenovic.
Na última final do dia - pares masculinos - os manos Bob Bryan / Mike Bryan foram derrotados (6/7, 7/6, 4/6, 6/3 e 5/7) frente ao formado por Vasek Pospisil e Jack Sock, mais uma surpresa neste torneio.

Com o casamento pela frente, o Mundial ficou para segundo plano - não havia televisão no casório - que só acompanhei pela net do telemóvel.
Contrariamente à minha previsão matinal, a Argentina venceu a Bélgica com um golo solitário e madrugador de Higuaín.
À semelhança do que aconteceu ontem com o afastamento de Neymar por lesão, também Di Maria - substituído ainda na primeira parte - pode estar fora do Mundial.
No último jogo dos quartos tivemos mais uma decisão nos penalties, depois de um nulo nos cento e vinte minutos.
A Costa Rica já tinha sido feliz neste edição, mas desta vez foram os holandeses a festejar.
Quarta-feira em São Paulo vamos à procura do segundo finalista entre Argentina e Holanda.

Bom Dia

Acho que já expliquei uma vez que naquela zona centro do país tenho uma inflação de primos e primas.
Apesar de estar em desuso, alguns ainda se vão casando.
Desta vez trata-se da Marisa que vai dar o nó com o Cláudio.
Se a internet móvel funcionar por aquelas bandas - só regressamos amanhã - o Tio Jorge mantém a sua cadência normal.
Pussos, aí vamos nós!

Os outros dois jogos dos quartos-de-final do Brasil'2014 realizam-se hoje.
Em Brasília no Estádio Nacional encontram-se Argentina e Bélgica (17:00), enquanto que na Arena Fonte Nova em Salvador vão defrontar-se Holanda e Costa Rica (21:00).
Se Sabella continuar a ser teimoso, acredito que a Bélgica pode vencer os argentinos e estragar a final que todos brasileiros querem.
Na outra partida os holandeses são favoritos, mas atenção aos centro-americanos que são a grande surpresa da prova.
A minha previsão vai para a vitória das equipas europeias.

Em Wimbledon hoje é o dia da final feminina a partir das duas da tarde.
Vão defrontar-se a canadiana Eugenie Bouchard [13] e a checa Petra Kvitova [6].
Mas há mais nos courts do All England Club.
Vamos ter também as finais de pares masculinos e femininos.
A húngara Timea Babos e a francesa Kristina Mladenovic joga com as italianas Sara Errani / Robrta Vinci, enquanto que do lado dos homens os gémeos norte-americanos Bob Bryan / Mike Bryan encontram o canadiano Vasek Pospisil e o britânico Jack Sock.

Mais uma edição da Volta a França começa este sábado, desta vez com o início marcado para a Inglaterra, onde vão decorrer as três primeiras etapas.
Este ano no pelotão do Tour vão estar cinco portugueses, Rui Costa - o atual campeão do Mundo e de quem muito se espera - e Nélson Oliveira (Lampre), Sérgio Paulinho (Tinkoff), Tiago Machado e José Mendes (NetApp).
Três mil seiscentos e sessenta e quatro quilómetros para serem percorridos até 27 de julho.

Na semana em que se soube que Carlos do Carmo ganhou um Grammy - a primeira vez que um português recebe esta distinção - deixo a minha pequena homenagem trazendo Os Putos.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Boa Noite

Percebemos que falta qualquer coisa, algo que não sentíamos há dezoito meses.
Além do som da televisão e das nossas conversas, faltam as suas patas a bater no chão, as suas brincadeiras, os seus mimos, a necessidade de se deitar em cima de um de nós.
O Pablo ficou tranquilamente na Quinta do Sol, despedindo-se de nós com o seu - sempre - triste olhar.
Domingo volta ao principado!

Digamos que a normalidade ocorreu em Wimbledon.
Novak Djokovic [1] venceu (6/4, 3/6, 7/6 e 7/6) Grigor Dimitrov [11], enquanto que Roger Federer [4] derrotou (triplo 6/4) Milos Raonic [8].
No próximo domingo vamos ter um enorme duelo entre dois grandes tenistas.

No primeiro jogo dos quartos houve sempre Alemanha a mais para esta França.
O golo marcado cedo por Hummels, potenciou ainda mais o domínio do meio campo germânico.
Percebeu-se que a vitória dos alemães dificilmente fugiria, sendo que quando os gauleses tentaram a sua sorte, depararam com um Neuer intransponível.
No segundo jogo do dia tivemos um Brasil muito forte na primeira metade, o melhor deste Mundial.
Marcou cedo por Thiago Silva, dominando totalmente a primeira parte, criando muitos problemas aos colombianos que raramente conseguiram sair a jogar.
Na segunda parte a qualidade baixou - mas sempre com um enorme empenhamento - com a canarinha a procurar controlar o jogo, até que David Luiz marcou - uma bomba - de livre direto.
Com dois tentos de vantagem, a equipa de Scolari correu o erro de pensar que estava tudo resolvido.
Chegou o golo de James Rodriguez - de penalty - e os brasileiros sofreram muito até ao fim.
Uma palavra para a arbitragem do espanhol: Vergonhosa.
Terça-feira vamos ter um Alemanha - Brasil, em Belo Horizonte, às nove da noite.

Bom Dia

Hoje foi dia do Chico Picasso me trazer até Lisboa, pois mais logo preciso de chegar mais cedo ao principado para levarmos o Pablo ao hotel.
Vamos estar ausentes no fim de semana - vem aí casório - pelo que primeira vez neste ano e meio ele vai ficar dois dias longe dos três.
Vamos lá ver como ele se porta.

Regressa o Mundial com os primeiros jogos dos quartos.
França e Alemanha (17:00) encontram-se no Estádio do Maracanã no Rio de Janeiro, enquanto Brasil e
Colômbia defrontam-se em Fortaleza no Estádio Castelão.
Complicados os palpites.
O Brasil - com a pressão do hexa - não tem praticado um futebol de qualidade, mas Neymar tem resolvido.
Pelo contrário os colombianos têm estado a nível elevado, mas acredito numa vitória sofrida da canarinha.
No duelo entre dois antigos campeões europeus e mundiais, acredito que a mannschaft vai vencer.

Depois de ontem termos conhecido as finalistas femininas, hoje é dia de ficarmos a saber que disputará a final masculina.
À uma da tarde o sérvio Novak Djokovic [1] defronta o búlgaro Grigor Dimitrov [11], sendo que de seguida o suíço Roger Federer [4] joga com o canadiano Milos Raonic [8].

Numa semana de trabalho mais curta, temos as despedidas de Gabriel o Pensador.
Um tema do seu trabalho Quebra-Cabeça de 1997.
Cachimbo da Paz, aqui numa versão ao vivo.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Bom Dia

Poucos palavras para definir este dia de regresso ao trabalho.
Muito difícil!

Agora que vamos ter dois dias de descanso no Mundial, duas curiosidades que li à pouco no jornal A Bola.
Nunca nos oitavos-de-final tinham havido cinco prolongamentos, da mesma forma que foi a primeira vez que todos os vencedores da fase de grupo seguiram para os quartos, que vão ter o seguinte calendário.
Na sexta-feira jogam França e Alemanha (17:00) no Rio de Janeiro e Brasil - Colômbia (21:00) em Fortaleza, sendo que sábado encontram-se Argentina e Bélgica (17:00) em Brasília e Holanda - Costa Rica (21:00) em Salvador.

Para recuperar o atraso motivado pela chuva, temos hoje alguns tenistas a jogarem em dias consecutivos na relva de Wimbledon.
Vamos aos quartos-de-final, começando pelas senhoras - naturalmente - onde temos a romena Simona Halep [3] frente à alemã Sabine Lisicki [19], enquanto que a canadiana Eugenie Bouchard [13] defronta a a alemã Angelique Kerber [9].
Do lado masculino - quatro partidas - o britânico Andy Murray [3] joga com o búlgaro Grigor Dimitrov [11], temos o duelo suíço entre Roger Federer [4] e Stan Wawrinka [5], o sérvio Novak Djokovic [1] defronta o croata Mario Cilic [26], sendo que o canadiano Milos Raonic [8] vai encontrar o australiano Nick Kyrgios, a grande surpresa da prova.

Por coincidência, nesta semana do G, continuamos com a música vinda do Brasil.
Um rapper de que eu gosto muito.
Gabriel o Pensador e um tema de 2012 do álbum Sem Crise.
Surfista Solitário, com a participação de Jorge Ben Jor.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Boa Noite

Com o corpo a dar - pequenos - sinais de recuperação, este foi um último dia de férias agitado.
O Pablo começou ontem à noite com um problema intestinal, que obrigou a uma visita não prevista à Drª Silvina.
Aparentemente nada de grave, saindo de lá com a medicação adequada.

No último dia dos oitavos, Argentina e Suiça não entraram bem
no jogo.
Duas equipa sem surpresas - Sabella sempre à espera que Messi resolva o problema - mais preocupadas em defender do que atacar.
O intervalo chegou a zero, com os helvéticos por duas vezes muito perto de marcar.
Na segunda metade os sul-americanos estiveram sempre mais por cima, mas Benaglio foi chegando para encomendas e o jogo foi para prolongamento.
Quando os penalties já pairavam em São Paulo, Di Maria marcou de forma irrepreensível, depois de um grande passe de Messi.
Com os argentinos já a festejar, Dzemailli enviou uma bola ao poste com Romero já batido, um castigo que Sabella merecia por ser um treinador medíocre.
Olhando para o jogo da noite, os belgas entraram melhor, mas os norte-americanos foram respondendo, sempre com os diabos vermelhos mais perigosos e mais perto do golo, mas o intervalo chegou a zero.
A segunda parte foi um banho permanente dos belgas sobre a equipa dos Estados Unidos, mas chegou mais um prolongamento, totalmente por culpa de Tim Howard.
O golo da Bélgica chegou com muito atraso - marcado por De Bruyne - logo no início do tempo regulamentar.
O jogo abriu - finalmente - com Lukaku a marcar o segundo dos belgas, mas quando parecia que tudo estava resolvido, Green reduziu a diferença.
Grande jogo, com os belgas a serem uns justos vencedores, encontrando a Argentina, dia 5 em Brasília.

Que enorme surpresa em Wimbledon.
Um australiano de 19 anos, Nick Kyrgios - 144º do ranking ATP - venceu (3-1) Rafael Nadal [2], perante a estupefação do mundo do ténis.
Também no setor feminino, Maria Sharapova [5] - que eu tinha previsto ser a principal favorita, fruto da eliminação precoce de Li e Williams - foi batida (1-2) pela germânica Angelique Kerber [9].
Nos jogos hoje realizados dos quartos-de-final, Lucie Safarova [23] venceu (6/3 e 6/1) Ekaterina Makarova e Petra Kvitova derrotou (6/1 e 7/5) Barbora Strycova, ficando garantida  a presença de uma tenista checa na final do Grand Slam britânico.

Bom Dia

No derradeiro dia de férias deste período - em setembro há mais uns dias - o esqueleto ainda se queixa.
Mas pior do que as dores, é ter que voltar ao trabalho.
Para o mesmo sítio.
Por enquanto!

Último dia dos oitavos-de-final do Mundial com o Argentina - Suiça (17:00) na Arena de São Paulo e o Bélgica - Estados Unidos (21:00) na Arena Fonte Nova em Salvador.
Nítido favoritismo para os argentinos que os helvéticos vão tentar contrariar, assim como os belgas partem como favoritos, mas os norte-americanos vão ser um osso duro de roer.
Depois de ter voltado a acertar no dia ontem, hoje aposto numa Argentina - Bélgica nos quartos.

Com atraso - por causa da teimosia britânica - começam hoje alguns jogos dos quartos-de-final, do lado feminino.
A checa Petra Kvitova [6] defronta a sua conterrânea Barbora Strycova - uma das surpresas do torneio - enquanto que a também checa Lucie Safarova [23] encontra a russa Ekaterina Makarova [22].

No último rodapé musical destas férias chega mais uma figura polémica da música brasileira.
Ney Matogrosso e Homem Com H.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Boa Noite

Eu bem estava a ver se me baldava, mas não deu.
No final do dia regressei ao Luís, facto que já se vai tornando vulgar.
Uma tareia de qualidade deixou-me mais aliviado.

Durante cinco semanas o Ricardo vai estar fora, como monitor desportivo.
Duas nas Férias Desportivas em Vila Franca de Xira e depois mais três nas Clínicas de Verão na Parede.
Força puto!

Na primeira partida do dia no Mundial, França e a Nigéria entraram bem no jogo, colocando
velocidade na execução.
Mais perigosos os gauleses, mas as super águias a procurarem sempre o contra-ataque, numa primeira parte que não foi bem jogada - por isso terminou a zero - muito por culpa de um relvado em más condições.
Na segunda metade os franceses foram sempre mais fortes e acabaram por chegar ao golo por Pogba - à beira dos últimos dez minutos - confirmando a vitória (2-0) no auto-golo de Yobo.
Em Porto Alegre a Argélia entrou de forma surpreendente no jogo, deixando os alemães atrapalhados.
Os africanos foram quase sempre mais fortes na primeira meia-hora, mas os germânicos reagiram e tiveram perto do golo, que acabou por não surgir até ao intervalo.
O jogo continuou bom na segunda parte.
Uma Alemanha sempre mais pressionante, mas com os argelinos a chegarem - poucas vezes - sempre com perigo à baliza de Neuer.
Depois chegou o prolongamento e cedo o golo germânico, num chouriço de Schürrle - após cruzamento de Müller - que complicou a vida à Argélia.
No último minuto do período suplementar, Özil fez o segundo golo, com Djabou a reduzir nos segundos finais.
Nos quartos-de final vamos ter no Rio de Janeiro um França - Alemanha, dia 4 de julho.

Eu acho que nem o São Pedro gosta da teimosia deles!
A chuva chegou cedo a Wimbledon, complicando - ainda mais - a realização dos jogos que se fazem fora do court central, ficando muitos deles cancelados.
Do que se jogou, destaque para a eliminação da polaca Agnieszka Radwanska [4], derrotada (0-2) pela russa Ekaterina Makarova [22].

Numa altura em que a pré-época dos clubes nacionais de aproxima - o Rio Ave foi a primeiro a começar - o Benfica inicia na próxima quinta-feira os trabalhos.
Enquanto todas as dúvidas se mantêm sobre o plantel, já estão definidos - segundo A Bola - os jogos de preparação.
Dia 12 de junho dão o pontapé de saída com o Sion, e a 13 jogam com o Shakthar Donetsk - jogos da Valais Cup - seguido-se a Taça de Honra com o Estoril a 18, sendo que dois dias depois encontram Belenenses ou Sporting.
Depois segue-se a participação na Emirates Cup em Londres, defrontando o Sunderland a 30, Arsenal a 2 de agosto e Valência no dia seguinte.