sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Isto é que é o futebol

Depois de confirmado o apuramento para o Mundial, à seleção portuguesa vais fazer dois jogos de preparação em novembro.
As seleções escolhidas foram a Arábia Saudita e os Estados Unidos da América, ficando, inicialmente marcados para Leiria e Algarve.
A Federação Portuguesa de Futebol (FPF), na sequência dos incêndios de outubro, resolveu, e bem, alterar o palco dos jogos para Viseu - o primeiro - mantendo Leiria, como forma de homenagear dois dos distritos mais fustigados por esta catástrofe.
Mas há mais.
A receita líquida será canalizada para "apoio às famílias das autarquias afetadas", informou o presidente da FPF, Fernando Gomes.
Esta sim, é a beleza do futebol!

Trabalho, almoço e gangs

Da primeira vez que estive na Sede - nesta fase final da minha carreira - já lá tinha ido algumas vezes.
Neste regresso à João XXI, foi lá que passei a almoçar, fruto da simpatia dos empregados e do dono da Camponesa das Beiras, o Senhor Ramos, um restaurante que está sempre cheio, na esmagadora maioria por colaboradores da Caixa.
A 20 de julho de 2015 chegou a minha pré-reforma.
E agora como fazer com os almoços?

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Trabalho, almoço e gangs

Já era um restaurante onde almoçava por vezes.
Situado na avenida da República, era um local onde comecei a ir quando algumas das colegas que almoçavam comigo mensalmente foram para a João XXI.
Chamava-se Varanda da República e digo chamava-se, pois da última vez que lá passei estava com aspeto de abandonado, não sei se para obras ou por ter encerrado.
Quando regressei em setembro de 2014 à Sede, este era o local onde me encontrava com quem se mantinha na 5 de outubro.
Ficava a meio caminho e dava jeito.
Por lá passaram quase todos os que partilhavam a mesa da Chafarica, antes e depois de mudar de local de trabalho.
Por esta altura chegámos a 2015 e a possibilidade de pré-reforma era uma séria hipótese.    

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Trabalho, almoço e gangs

O departamento que integrei em 2010, era, e é, uma agência à distância para os clientes estudantes universitários.
Enquanto lá estive - mais de quatro anos - mudou de nome duas vezes, terminando com o nome da foto,  com a sigla CXU.
Como disse anteriormente, o restaurante escolhido foi a Chafarica.
Durante muito tempo fui sozinho, mas a partir de uma determinada altura - não me recordo quando e porque motivo - comecei a ter companhia à hora de almoço, em duo ou individualmente.
Vamos ver se não me esqueço de ninguém.
Judite e Guida, Pedro, Kátia e Soraia, Patrícia, Céline, Zé Azevedo, Teresa e Isaura, Ana Rita, Marina, Zé Augusto, Vera, Vanessa e Filipa e a Maria, partilharam comigo os 60 minutos do almoço, que esticávamos sempre mais um bocadinho, com conversas bem divertidas, onde procurávamos sempre fugir ao tema trabalho.
Acrescentar que durante este período, mantive sempre a minha presença mensal com o Gang da Mealhada.
Até que chegou o verão de 2014. 

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Isto sim é o inferno

Não é fácil escrever sobre a tragédia que se abateu sob Portugal, nomedamente a norte do Tejo.
Em quatro meses morreram mais de 100 pessoas na sequência de incêndios florestais.
Muitas mais ficaram sem nada ou quase, perderam familiares e amigos e choram esta catástrofe.
É preciso apurar responsáveis?
Certamente!
Mas mais do que isso é preciso perceber o que fazer, e já, para que tal não se volte a repetir.
Antes de criticar - que fácil Assunção Cristas apresentar uma moção de censura, quando no governo anterior tem imensas responsabilidades neste área - vou esperar pela medidas prometidas por António Costa, na sequência do relatório da Comissão criada após Pedrogão Grande.
Uma coisa é certa.
Não há mais tempo a perder!

11 anos

O Tio Jorge nasceu há 11 anos!
Na Universidade Independente, criei este blog, com o nome a surgir da forma como a maoiria dos mais novos me tratava, para evitar o tratamento por você.
Depois de dois anos sabáticos, ele regressou há dois meses.
Vamos ver quanto tempo vai manter-se ativo.
Eu diria que é até que me apetecer!

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Trabalho, almoço e gangs

Algum tempo tempo mais tarde o Gang da Mealhada deslocalizou-se da Ti Lurdes, fruto do excesso de confiança dos proprietários, que tratavam melhor os pontuais clientes, em detrimento dos residentes.
Fomos almoçando em locais diferentes, sem criar raízes, até que em julho de 2010 mudei-me para o edifício da avenida 5 de outubro.
Depois de algumas semanas a saltitar entre três locais, assentei no Restaurante Chafarica, situado na mesma artéria.
Por lá almocei mais de quatro anos, criando uma relação com os donos, ambos brasileiros, mas por cá há muitos anos, o senhor Cunha - já falecido - e o senhor Amadeu, além do Zé, o empregado.
Ainda lá volto quase todos os meses, vou encontrando clientes que por lá conheci e recordo os muitos almoços que partilhei com diversos colegas.
Vou explicar em breve.

domingo, 15 de outubro de 2017

Em direto

Em dia de Taça de Portugal não houve Desporto em Movimento, nome do programa da Rádio Voz Alenquer.
Acontece que hoje havia uma homenagem a Eugénia Lima, consagrada acordeonista portuguesa, programa que foi transmitido em direto.
Apesar de não haver relato, fui até ao Cevadeiro ver o Vilafranquense - Casa Pia, jogo da 3ª eliminatória.
Duas boas equipas, com dois treinadores que se conhecem muito bem - são amigos - só podia dar num jogo equilibrado.
Fui preciso prolongamento para os ribatejanos seguirem em frente na prova (2-1), com o golo decisivo a ser obtido por David, na transformação duma grande penalidade.
Por norma não faço referências ao árbitro, mas este é muito fraco e só contribuiu para a muita confusão que ocorreu.
À margem do jogo jogado, uma referência para o regresso de Nélson Pinhão a Vila Franca de Xira, ele que fez toda a formação na União, tendo saído à duas épocas para os casapianos.
Curiosamente, na outra baliza, estava Carlos Fernandes que também se iniciou para o futebol no Cevadeiro.
Até jogaram os dois da mesma cor!  

sábado, 14 de outubro de 2017

Até um Congresso ...

Quando temos tempo e paciência para algumas arrumações, aparece sempre algo interessante que nos faz regressar ao passado.
Este saco que estava na varanda traseira, continha - já desconfiávamos - alguns episódios curiosos, porque tinha vindo do sótão da Ângeloca, onde eu e a Princesa vivemos nos primeiros tempos.
Já o tenho dito e escrito, que em em rádio já fiz tudo.
Em maio de 1990 estávamos na Rádio Ateneu de Vila Franca de Xira.
À revelia do diretor de Informação, o nosso amigo João Maltêz, fomos acompanhar o IX Congresso do Partido Socialista, que decorreu no Coliseu do Porto.
Tudo aconteceu muito rapidamente.
O meu Citröen AX vermelho disponibilizou-se, arrumámos o material necessário e lá fomos com a Isabel Nunes - a nossa comadre - e o Rui Veloso, atual jornalista de economia da RTP.
Faltava onde dormir, mas a Isilda e o Josué - os tios da Célia - logo se disponibilizaram para nos arranjar camas, eles que moravam por perto.
Foram três dias intensos, com poucas horas de sono, onde me recordo da beleza do Café Majestic, perto do local do evento, ainda hoje um local incontornável de visita na cidade Invicta.
Todos gostámos muito deste trabalho radiofónico, exceto o João Maltêz que não achou piada nenhuma!

Trabalho, almoço e gangs

Algum tempo depois chegaram à Avenida Óscar Monteiro Torres - onde fica a Ti Lurdes - o Rui Lopes - e a promessa das navalheiras - depois o Luís Ganito e o Paulo Garcia - que não é da Caixa - não me recordando de qual dos dois chegou primeiro.
Foram muitas horas de conversa, muitas discussões e opiniões divergentes, mas o grupo manteve-se sólido.
A idas à Bairrada mantiveram-se, com a novidade de irmos sempre de comboio.
Para norte de Intercidades, o regresso de Alfa, com o Regional a fazer o ligação de ida e volta entre Coimbra B e a Mealhada (na foto).
Muitas histórias destes diversos encontros gastronómicos - sempre a um sábado - que a partir de 2013, depois de uma paragem de mais de três anos - fruto da crise económica - estabilizou a data no final de outubro.
Telemóveis perdidos, outros recuperados, muita chuva a bloquear a linha do comboio, reclamações no livro da CP, são algumas das histórias deste Gang, cujas deslocações terminam, habitualmente, com um jogo da moeda na estação do Oriente - para as últimas bebidas do dia - onde a partida ocorre às 8 e 40 para um excelente dia, que este ano vai ocorrer a 4 de novembro.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Trabalho, almoço e gangs

Confirmada a minha presença diária na Ti Lurdes, à hora de almoço, integrei o grupo que na altura era composto pelo Hélder Lages, Madureira Santos e Luís Dinis Santos.
Penso que foi por essa altura, que aqui neste espaço, o batizei do Gang do Almoço.
Apreciadores de leitão, nasceu a ideia irmos à Mealhada dar cabo de um ou mais porquinhos pequeninos.
A primeira vez fomos de carro, reforçados pelo José Caçador, amigo do Lages.
A Churrasqueira Rocha foi o escolhido, a refeição foi excelente, com um Murganheira a dar, ainda mais, qualidade à degustação.
Foi assim que nasceu o Gang da Mealhada.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Tudo mentira?

O Ministério Público formalizou ontem a acusação da apelidada Operação Marquês.
Depois de quatro anos de investigações, vão-se conhecendo os elementos das diversas acusações.
As defesas de José Sócrates e Ricardo Salgado já vieram gritar aos quatro ventos que é tudo mentira.
Tudo?
Muitos anos vão passar até as decisões transitarem em julgado, mas alguém acredita que nada do que vai sendo noticiado seja verdade?

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Trabalho, almoço e gangs

Depois de lá ter passado algumas meses, entre novembro de 1993 e março de 94, regressei à João XXI.
Foram dois anos e pouco bem complicados, liderado por pessoas que não prestavam, apesar de não ter sido as únicas - longe disso - que encontrei neste meu trajeto profissional.
Mas vamos ao motivo que quero falar aqui, a gastronomia.
Nos primeiros tempos marquei presença no refeitório, diga-se de passagem, com excelente qualidade e barato.
Mas em 20/30 minutos estava de regresso, com o meu diretor direto a perguntar-me “Já almoçou? Vá dar uma volta por aí antes de voltar ao trabalho!”
Passadas uma semanas comecei a ir almoçar à Ti Lurdes, onde tinha marcado presença na anterior passagem pela Sede.
Inicialmente, a refeição era ao balcão - por ser mais em conta - e só à sexta-feira, mas alguns colegas com quem tinha estado no Departamento de Auditoria e Inspeção, desafiaram-me para me juntar a eles, numa mesa na sala inferior do restaurante.
Foi nessa altura que nasceu o primeiro Gang.
O da Mealhada!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Em direto

No dia em que terminou a Golden Cup, não pode estar presente, pois tinha que estar em Fátima para mais uma narração.
À boleia com o Pedro Castelo - também foi connosco o Luís -  chegámos cedo a uma cidade sempre inundada de gente.
Almoço no Zé Grande, onde comi um excelente bacalhau à casa, num restaurante pequeno e sempre com muito gente à espera.
Seguimos para o estádio Papa Francisco  - rebatizado a 12 de maio deste ano - onde fiz a narração da visita do Vilafranquense, num dia de outono bem quente.
Primeira parte de domínio total dos ribatejanos, com um empate (1-1) ao intervalo, com a estreia de João Freitas a marcar.
A segunda metade foi mais equilibrada, os visitantes adiantaram-se com um golo de Gonçalo Gregório, mas o locais empataram pouco depois, com Pio Júnior a bisar no jogo.
Excelentes as condições de trabalho no estádio e um empate que soube a pouco para a equipa de Filipe Coelho.

Em direto

E o Andrónico?
Primeiro vamos à minha participação, no sábado, na Golden Cup.
Mais quatro jogos bem disputados, os dois últimos já na fase a eliminar.
Um prazer enorme, com quatro excelentes companhias, que se transformaram em ótimas conversas, polvilhadas com grande momentos de hóquei dentro do campo.
Pela cadeira ao meu lado passaram o Quim-Zé (Grândola), Paulo Garrido (Oeiras), “Pipas” (adjunto Parede) e André Gil (Física), oportunidade para ficar a gostar, ainda mais, desta modalidade tão querida dos portugueses.
Mas voltemos ao Andrónico.
Um Amigo!
Simpático, bem disposto, com a sua esposa Alina, dá-nos de beber e comer no pavilhão Fernando Lopes Graça.
Ficou prometido um regresso para breve.
E para quem não acredita no nome, vejam a foto.

domingo, 8 de outubro de 2017

Em direto

Ao segundo dia da Golden Cup, uma descoberta extraordinária!
Já lá vou.
Os quatro jogos de sexta-feira tiveram todos a minha narração, com excelentes comentários de Ricardo Lopes (jogador do Parede), que fez a primeira parte do jogo inaugural, Nuno Domingues (Sporting de Tomar), no segundo tempo, Nuno Lopes (Sporting), Diogo Ganchas (Alenquer) e Luís Duarte (Paço Arcos).
Saí do pavilhão Fernando Lopes Graça com a sensação do dever cumprido.
Mas voltemos ao início da conversa.
Conhecem alguém que se chame Andrónico?
Eu também não ... até ao dia 6 de outubro.
Fica aqui a fotografia.
Ainda vou voltar a falar dele!

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Em direto

Ontem começou a Golden Cup, no Pavilhão Fernando Lopes Graça, na Parede.
Foi um previlégio ter sido convidado para a narração de alguns jogos desta competição que está, apenas, na 2ª edição, mas já é uma prova em destaque no calendário de pré-época do hóquei em patins nacional.
Dois jogos no primeiro dia, com os comentários de Hugo Lourenço “Caleta"- treinador dos sub 20 e equipa B do SL Benfica - e de José Gago, capitão do Parede FC.
Foi um excelente arranque da prova, onde anotei uma frase do Caleta “esta Golden Cup é Elite Cup dos pequenos”, referindo-se à competição que também arrancou ontem em Coimbra, onde estão os principais candidatos ao título de campeão nacional.
Já agora, um esclarecimento ao que disse em direto.
O Grândola não foi a primeira equipa alentejana no escalão principal.
Nos anos de 1970, 73, 74 e 77 o FC Estremoz já por lá andou.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Cavaco e os noivos

Ontem, Cavaco Silva confrontado com um pedido de jornalistas para comentar os resultados eleitorais, à margem da apresentação de um livro, confessou “que não votou, porque estava num casamento”.
Além de ninguém lhe ter perguntado se ele tinha votado, fica muito mal a quem foi Presidente da República e Primeiro Ministro ter-se abstido.
Só me faz confusão como conseguimos aturar esta personagem tantos anos.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Trabalho, almoço e gangs

Depois de um período conturbado, com diversas e rápidas mudanças, assentei em Loures, onde estive dois anos.
Não foram tempos fáceis, mas mantive a ideia de almoçar sempre no mesmo local.
O restaurante Ímpar foi o eleito e recordo-me que tinha um empregado simpático, a quem uma vez disse “há muito tempo que não como rim com ovo” e dias depois lá estava o prato na ementa.
Esta passagem por Loures ficou marcada na minha vida por dois motivos: a morte do meu Pai a 17 de novembro de 2005 e a minha entrada na Universidade Independente, um ano antes, em simultâneo com a Cláudia.
Foi por esta altura que nasceu o primeiro Gang, na altura ainda sem nome.
Mensalmente, eu, Custódio Pinto, Tavares Sousa e António Barros, todos colegas da Caixa, fazíamos esta reunião gastronómica, no tal restaurante que falei acima.
Foi numa delas que surgiu a hipótese de eu ir até à Sede, na avenida João XXI.
E para lá me mudei, algures em 2007.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Golden Cup 2017

O meu amigo Pedro Gonçalves - treinador do Parede e jornalista da Bola TV - ligou-me ao início da tarde.
Pediu-me para fazer a narração de alguns jogos deste torneio.
Claro que sim, Pedro!
Quinta, sexta e sábado lá estarei.

Que raio de Geringonça!

Tenho estado atento às reações, políticas e jornalísticas, sobre os resultados das eleições autárquicas.
Os líderes dos partidos que ficaram abaixo das expetativas, cedo - logo no domingo - reconheceram os maus resultados.
Passos Coelho, Catarina Martins e Jerónimo de Sousa - não me recordo do PCP alguma vez ter reconhecido que perdeu umas eleições - explicaram que os resultados foram muito abaixo das expetativas.
Mais curiosa é análise dos comentadores.
Segundo estes especialistas, as quedas dos parceiros do Partido Socialista no governo, é prejudicial para a coligação existente na Assembleia da República.
Então mas este não foi o pior resultado de sempre do PSD? Não se trata do maior partido da oposição?
Então a Gerigonça é que sai prejudicada?
Estes analistas devem ser amigos do Diabo de Passos Coelho!

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

E as eleições são já no domingo IV ...

Olhando para os resultados dos amigos por quem puxei à distância, congratulo-me com a vitória do António Nicolau, em Olhalvo.
O Pedro Castelo (Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras) e a Ofélia Janeiro (Areeiro), ficaram muito perto da vitória, já o Joaquim Marcelino (Marmeleira e Assentiz) e o Nélson Lopes (Samora Correia) ficaram longe, apesar do seu empenhamento.
Tristeza pela enorme abstenção (quase 45 %), mas somos mesmo assim.
Agora chegou a altura dos que não foram às urnas começarem a dizer mal de tudo.

domingo, 1 de outubro de 2017

E as eleições são já no domingo III ...

A Princesa acabou de me dizer que temos mais um amigo - neste caso uma amiga - que também se candidata hoje.
Vou ficar a torcer pela Ofélia Janeiro, que tenta ganhar a Junta de Freguesia do Areeiro.

sábado, 30 de setembro de 2017

E as eleições são já no domingo II ...

Aos poucos vou sabendo de mais amigos que vão a votos amanhã.
Descobri há pouco que o António Nicolau - com quem trabalhei em Alenquer - concorre à Junta de Freguesia de Olhalvo.
Mais um que vai contar com o meu apoio moral!

Em direto

Antes de escrever sobre o jogo e a narração de hoje, uma confissão.
Quando chego ao campo, vou com a ideia de fazer umas fotografias para este espaço, mas depois fico-me pelas intenções.
Isto para dizer que a foto que aqui surge, foi retirada do jogo com o Penafiel, para a Taça de Portugal.
Vamos então à partida de hoje.
Depois de três vitórias consecutivas, faltava a primeira - no campeonato de Portugal - no Cevadeiro.
Não foi fácil - já não há vitórias grátis - mas foi justa, por aquilo que os ribatejanos fizeram.
Luís Pinto - na foto - voltou a estar em destaque.
Marcou os dois golos da vitória (2-1) sobre o Sacavenenense, mostrando mais uma vez a sua classe.
Já marcou por cinco vezes neste início de temporada, este experiente jogador de 35 anos.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

E as eleições são já no domingo ...

Não é preciso dizer muito.
Vão votar!
Não deixem que outros decidam por si.
Depois de votar, vou ficar a torcer por três amigos, candidatos nestas eleições.
Pedro Castelo, Nélson Lopes e Joaquim Marcelino, espero que consigam o vosso objetivo.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Isaltino e a vergonha

Leiam isto com atenção.
3 de agosto de 2009.
Uma pessoa foi condenada a sete anos de prisão e a perda de mandato por fraude fiscal, abuso de poder, corrupção passiva para ato ilícito e branqueamento de capitais.
Esta cidadão chama-se Isaltino Morais.
Como é possível este senhor voltar a candidatar-se ao cargo, o mesmo onde cometeu os crimes pelos quais foi condenado.
Como muitos dizem - e eu subscrevo - um dos principais problemas do nosso País é o nosso sistema jurídico.
Na maior parte das situações, criam-se leis para beneficiar quem as faz ou para o seu lote de amigos.
Mais grave, ainda, é que parece que as sondagens lhe dão a vitória.
Será por causa do buraco do ozono ou está tudo louco no concelho de Oeiras?

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Jesus Correia e o hóquei

Pela terceira vez colaborei com o Pedro Jorge Cabral e a vertente televisiva do sítio - www.hoqueipatins.pt - que é só o maior espaço de divulgação, a nível mundial, do hóquei em patins.
Depois de dois Interregiões, um em Ponta Delgada (2016) e outro na Mealhada (2017), desta vez foi a cobertura do I Troféu Jesus Correia, uma organização da Associação de Patinagem de Lisboa.
Foram três dias passados no pavilhão Guilherme Pinto Basto, em Cascais, na sexta ajudando na montagem de todo o material necessário à transmissão - oito câmaras - e no fim de semana na narração dos 12 jogos.
No sábado passaram pelos comentários cinco treinadores, a saber, Luís Moreira (Sintra), Pedro Nifo (Alverca), Bruno Carvalho (Cascais), Nuno Lopes (Sporting) e Pedro Gonçalves (Parede), além dos comentários sábios do José Carlos Gaspar, com as entrevistas a ficarem a meu cargo.
No domingo, eu e o Zé fomos conduzindo a emissão, que segundo as reações escutadas foi do agrado de todos.
Uma equipa espetacular, comandada pelo Pedro Jorge, realização do Bruno Soares - simplesmente fabuloso - David Veiga e Mário Duarte
Quem quiser ver os vídeos dos jogos, pode ir à pagina do sítio - já referi no início - escolhe o Torneio e estão lá todos.
Para a história fica a vitória do Sporting - venceu (5-4) na final a Física - numa organização que veio para ficar.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Browsers e a CP

Com esta idade, ainda consigo ficar surpreendido com alguns dos serviços que são prestados no nosso País.
Entre os vários grupos que tenho, para almoçaradas - vão merecer um texto em breve - um deles tem agendada, anualmente, uma ida à Mealhada.
Habitualmente, sou eu que compro os bilhetes, desde do ultimo ano, através da internet, no site da CP.
Hoje era dia de fazer a aquisição dos títulos de transporte, para chegarmos ao magnífico leitão.
Comecei por ficar contente!
O site já permitia adquirir mais de quatro bilhetes de cada vez.
Inseri os nomes e números dos documentos de identificação, segui em frente, mas ... deu erro.
Insisti, uma, duas, três vezes e nada.
Na identificação do problema, tinha um número para se ligar.
Atendeu-me uma Isabel: “estou a tentar comprar bilhetes no site da CP, mas dá sempre erro”.
Do lado de lá chegou uma pergunta “Está a usar que browser?”
Expliquei que não havia nenhuma indicação de indisponibilidade na página inicial para qualquer browser, mas a Isabel insistiu” tente com outro, talvez dê com o Google Chrome”.
“E com o Firefox?”, questionei, e a resposta foi esclarecedora “por vezes dá”.
Além de ter pago uma chamada, sem possibilidade de reembolso, acham normal que isto aconteça num site com a responsabilidade dos Comboios de Portugal?

sábado, 23 de setembro de 2017

Hóquei em patins

Estou no hóquei em patins.
Desde sexta-feira.
Depois explico.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Trabalho, almoço e gangs

Em janeiro de 2002 o euro entrou em Portugal.
Para contrariar, eu deixei Alenquer e fui até Torres Vedras.
Os anos seguintes foram de mudanças frequentes de local de trabalho.
Abrigada, Vialonga, de novo Torres, Cacém, hat-trick na cidade dos pasteis de feijão e Loures, tudo isto em pouco mais de dois anos.
Claro que neste espaço de tempo tão curto, não tive tempo para criar raizes em nenhum restaurante.
Recordo-me da Cervejaria Pacar em Torres Vedras, onde almocei muitas vezes, por dois motivos.
O primeiro deve-se ao facto de ter sido lá que vi Portugal ficar pelo caminho no Mundial de 2002 - na fase de grupos - depois de perder (1-0) com a Coreia do Sul.
A segunda foi devido a um empregado irritante que lá tinha.
Eu chegava, quase sempre, poucos minutos depois das 12 horas, sendo que a televisão estava na SIC.
Ele chegava pouco depois, já eu estava a almoçar.
E qual era a primeira coisa que ele fazia?
Mudar de canal, para a TVI.
Nunca lhe disse que detesto esse canal!

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Em direto

Acerto de calendário no campeonato de Portugal, com a deslocação do Vilafranquense a Guadalupe, uma das quatro freguesias de Santa Cruz da Graciosa, sendo que as outras são  São Mateus, Luz e Santa Cruz.
Apesar das previsões darem chuva à hora do jogo, teve um tempo excelente, um bocadinho de vento, nada de especial e uma temperatura ótima.
As condições para a narração não foram más, apesar de faltar uma superfície para colocar a capa, mas foram muito simpáticos, com destaque para o Jorge Picanço - diretor desportivo - e o treinador Bruno Álvares.
Sobre o jogo, o Vilafranquense venceu (0-3) do forma clara, nunca permitindo a reação ao Sporting Guadalupe.
Ragner marcou de cabeça o primeiro, após cruzamento de Luquinhas, o único na primeira metade.
Balu, também num cabeceamento, fez um segundo após livre marcado por David e Gonçalo Gregório fechou a contagem após passe de Luís Pinto, isolado na cara do guarda-redes.


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Graciosa

Esta era uma das quatro ilhas dos Açores que eu não conhecia.
Hoje, aproveitando algum tempo disponível, enquanto não chega a altura de pegar no microfone, aproveitei a boleia do Nuno Inácio - que está cá por motivos profissionais - para darmos uma pequena volta pela ilha Branca.
Não foi o tempo suficiente para vermos todos os pontos “importantes" da ilha, mas deu para perceber que belezas naturais não faltam por aqui.
Como já aqui escrevi, aquando da visita recente a São Miguel, há paisagens que por muito que fotografemos e expliquemos, não conseguimos esclarecer a beleza que estamos a usufruir.
Deixo aqui algumas fotos de Porto Afonso.





Agora falta-me visitar Santa Maria, Flores e Corvo.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Praia da Vitória

Ao princípio da noite cheguei aos Açores, neste caso à ilha Terceira.
De seguida fomos até Praia da Vitória onde tive oportunidade, mais uma vez, de apreciar a beleza da marginal e marina desta cidade açoreana.
Não me canso de enaltecer as belezas destas ilhas.
Amanhã vamos sair cedo para a Graciosa.

Trabalho, almoço e gangs

Em maio de 1997 rumei até Alenquer, não por vontade própria, mas porque me obrigaram.
Por lá usei a mesma tática.
Perguntei aos colegas da casa onde se podia almoçar bem, sendo que nos primeiros meses - até agosto - fui a um que já não me recordo o nome e que já não existe.
Chegadas as férias de verão, fechou para descanso e tive que arranjar outro local.
Nessa altura escolhi a Arcada - que ficava em frente à Caixa, do outro lado do rio - e foi uma excelente opção.
O Abel e a Graça - os proprietários do espaço - trataram-me como se fosse da família, pelo que nunca deixei de lá ir - salvo em alguns períodos de férias - até deixar a Vila Presépio.
Mais tarde os donos da Arcada, deixaram o local e algum tempo depois o meu amigo André Valério - jogou com o Ricardo no Alenquer e Benfica - abriu O Valério no mesmo local e que aparece aqui retratado.

domingo, 17 de setembro de 2017

Em direto

Esta tarde, no último jogo às 17 horas até à primavera de 2018, fui até Sintra, mais o António Barbosa, para mais um relato na Rádio Voz de Alenquer (RVA).
Esta é uma cidade de que eu gosto.
Durante dois anos - intercalados - acompanhei o Ricardo enquanto jogou no Hóquei Clube de Sintra.
Diversas vezes jantei no restaurante colado ao estádio.
Para minha surpresa, um dos empregados - ou proprietários, não tenho a certeza - reconheceu-me depois de eu não ir lá há mais de 5 anos!
“Lembro-me de sim, o senhor vinha cá jantar muitas vezes, mas já não o via há tempos”.
Depois de lhe explicar o motivo da minha ausência, vamos ao jogo.
Esta foi uma partida bem rasgadinha, com muita entrega, por vezes em exagero.
O Vilafranquense venceu bem, conseguiu os primeiros três pontos, vencendo (1-2) com golos de Marocas e de Luís Pinto, a dar vitória com um golo espetacular, ele que foi vítima de uma entrada muito dura na primeira parte, mas resistiu até ao fim.
Esta semana o Em direto vai voltar a meio da semana.
Já amanhã parto para os Açores, porque o Vilafranquense vai acertar calendário na ilha Graciosa, com o Sporting Guadalupe, partida em atraso da 2ª jornada do Campeonato de Portugal.
Narração na RVA às 12 horas - continentais - de 20 de setembro.

Trabalho, almoços e gangs

A 2 de março de 1994 - nos dia de aniversário da Princesa - regressei a Vila Franca de Xira, praticamente 12 anos depois.
Neste flashback que estou a fazer, tenho ideia que quebrei a teoria que expliquei inicialmente: fidelidade a onde me tratam bem!
A existência de muita oferta e a companhia para almoçar, fizeram que diversificássemos os locais.
Esse grupo não tinha o número fixo de pessoas, mas o Ferreira, Rebelo - que já faleceu há anos - e o Américo, era presença quase diária.
Um dos restaurantes onde íamos, de vez em quanto, era numa tasca, com um corredor estreito na entrada - perto da estação da CP - que tinha uns coiratos espetaculares, que serviam sempre de aperitivo, a uns rins ou a um bife, que tinham um molho muito bom. O dono era um espanhol, com muitos anos por cá, que era uma jóia de homem.
A ementa era duas ou três opções e quando acabava já não havia mais nada. Recordo-me de ele telefonar para a Caixa a perguntar se íamos lá almoçar, porque ia às compras e trazia o que nos apetece-se para o almoço.
Atualmente chama-se A Tasca do Zé dos Coiratos.

sábado, 16 de setembro de 2017

Eleições e bola

Andamos sempre ao contrário!
Na última semana discutiu-se a possibilidade de serem proibidos jogos, das ligas profissionais de futebol, nos dias de eleições.
Então e as outras modalidades?
E outros tipo de espetáculos?
Andamos sempre entretidos com estes não assuntos.
Há dias ouvi um antigo dirigente da Comissão Nacional de Eleições referir que a obrigatoriedade de votar, já existiu em Portugal, mas depois não havia meios para penalizar os abstencionistas e deixou-se cair essa lei.
Em vez de andarem a brincar às proibições, criem meios para o voto ser eletrónico e, isso sim, ser obrigatório votar, penalizando quem não o faz.

Trabalho, almoços e gangs

Em maio de 1983 fui trabalhar para Agência de Alverca e passei a almoçar no melhor restaurante que há: a casa dos Pais!
Durante sete anos - numa altura é que as dependências bancária fechavam da 12 às 13 horas - lá fui provando todos os pesticos da mãezinha.
No dia 2 de janeiro de 1990 dei um novo rumo à minha carreira bancária, ingressando no Departamento de Auditoria e Inspecção (DAI).
O edifício situava-se na Rua Rodrigo da Fonseca, em Lisboa, onde, grosso modo, passávamos uma semana por mês, sendo o resto do tempo passado pelas agências do nosso País, Açores e Madeira incluídos.
Em Lisboa almocei em dois restaurantes situados na nossa rua - já não me recordo do nome de nenhum deles - quase sempre na companhia do Supico, Oliveira, Miranda e Romeu.
Nos 4 anos que tive na DAI conheci imensos por aí fora, mas para ilustrar este post de hoje, recordo O Fialho, em Évora.
Excelente e caro, para o meu bolso, claro!
A sorte foi que alguém pagou o almoço.