sábado, 23 de setembro de 2017

Hóquei em patins

Estou no hóquei em patins.
Desde sexta-feira.
Depois explico.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Trabalho, almoço e gangs

Em janeiro de 2002 o euro entrou em Portugal.
Para contrariar, eu deixei Alenquer e fui até Torres Vedras.
Os anos seguintes foram de mudanças frequentes de local de trabalho.
Abrigada, Vialonga, de novo Torres, Cacém, hat-trick na cidade dos pasteis de feijão e Loures, tudo isto em pouco mais de dois anos.
Claro que neste espaço de tempo tão curto, não tive tempo para criar raizes em nenhum restaurante.
Recordo-me da Cervejaria Pacar em Torres Vedras, onde almocei muitas vezes, por dois motivos.
O primeiro deve-se ao facto de ter sido lá que vi Portugal ficar pelo caminho no Mundial de 2002 - na fase de grupos - depois de perder (1-0) com a Coreia do Sul.
A segunda foi devido a um empregado irritante que lá tinha.
Eu chegava, quase sempre, poucos minutos depois das 12 horas, sendo que a televisão estava na SIC.
Ele chegava pouco depois, já eu estava a almoçar.
E qual era a primeira coisa que ele fazia?
Mudar de canal, para a TVI.
Nunca lhe disse que detesto esse canal!

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Em direto

Acerto de calendário no campeonato de Portugal, com a deslocação do Vilafranquense a Guadalupe, uma das quatro freguesias de Santa Cruz da Graciosa, sendo que as outras são  São Mateus, Luz e Santa Cruz.
Apesar das previsões darem chuva à hora do jogo, teve um tempo excelente, um bocadinho de vento, nada de especial e uma temperatura ótima.
As condições para a narração não foram más, apesar de faltar uma superfície para colocar a capa, mas foram muito simpáticos, com destaque para o Jorge Picanço - diretor desportivo - e o treinador Bruno Álvares.
Sobre o jogo, o Vilafranquense venceu (0-3) do forma clara, nunca permitindo a reação ao Sporting Guadalupe.
Wagner marcou de cabeça o primeiro, após cruzamento de Luquinhas, o único na primeira metade.
Balu, também num cabeceamento, fez um segundo após livre marcado por David e Gonçalo Gregório fechou a contagem após passe de Luís Pinto, isolado na cara do guarda-redes.


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Graciosa

Esta era uma das quatro ilhas dos Açores que eu não conhecia.
Hoje, aproveitando algum tempo disponível, enquanto não chega a altura de pegar no microfone, aproveitei a boleia do Nuno Inácio - que está cá por motivos profissionais - para darmos uma pequena volta pela ilha Branca.
Não foi o tempo suficiente para vermos todos os pontos “importantes" da ilha, mas deu para perceber que belezas naturais não faltam por aqui.
Como já aqui escrevi, aquando da visita recente a São Miguel, há paisagens que por muito que fotografemos e expliquemos, não conseguimos esclarecer a beleza que estamos a usufruir.
Deixo aqui algumas fotos de Porto Afonso.





Agora falta-me visitar Santa Maria, Flores e Corvo.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Praia da Vitória

Ao princípio da noite cheguei aos Açores, neste caso à ilha Terceira.
De seguida fomos até Praia da Vitória onde tive oportunidade, mais uma vez, de apreciar a beleza da marginal e marina desta cidade açoreana.
Não me canso de enaltecer as belezas destas ilhas.
Amanhã vamos sair cedo para a Graciosa.

Trabalho, almoço e gangs

Em maio de 1997 rumei até Alenquer, não por vontade própria, mas porque me obrigaram.
Por lá usei a mesma tática.
Perguntei aos colegas da casa onde se podia almoçar bem, sendo que nos primeiros meses - até agosto - fui a um que já não me recordo o nome e que já não existe.
Chegadas as férias de verão, fechou para descanso e tive que arranjar outro local.
Nessa altura escolhi a Arcada - que ficava em frente à Caixa, do outro lado do rio - e foi uma excelente opção.
O Abel e a Graça - os proprietários do espaço - trataram-me como se fosse da família, pelo que nunca deixei de lá ir - salvo em alguns períodos de férias - até deixar a Vila Presépio.
Mais tarde os donos da Arcada, deixaram o local e algum tempo depois o meu amigo André Valério - jogou com o Ricardo no Alenquer e Benfica - abriu O Valério no mesmo local e que aparece aqui retratado.

domingo, 17 de setembro de 2017

Em direto

Esta tarde, no último jogo às 17 horas até à primavera de 2018, fui até Sintra, mais o António Barbosa, para mais um relato na Rádio Voz de Alenquer (RVA).
Esta é uma cidade de que eu gosto.
Durante dois anos - intercalados - acompanhei o Ricardo enquanto jogou no Hóquei Clube de Sintra.
Diversas vezes jantei no restaurante colado ao estádio.
Para minha surpresa, um dos empregados - ou proprietários, não tenho a certeza - reconheceu-me depois de eu não ir lá há mais de 5 anos!
“Lembro-me de sim, o senhor vinha cá jantar muitas vezes, mas já não o via há tempos”.
Depois de lhe explicar o motivo da minha ausência, vamos ao jogo.
Esta foi uma partida bem rasgadinha, com muita entrega, por vezes em exagero.
O Vilafranquense venceu bem, conseguiu os primeiros três pontos, vencendo (1-2) com golos de Marocas e de Luís Pinto, a dar vitória com um golo espetacular, ele que foi vítima de uma entrada muito dura na primeira parte, mas resistiu até ao fim.
Esta semana o Em direto vai voltar a meio da semana.
Já amanhã parto para os Açores, porque o Vilafranquense vai acertar calendário na ilha Graciosa, com o Sporting Guadalupe, partida em atraso da 2ª jornada do Campeonato de Portugal.
Narração na RVA às 12 horas - continentais - de 20 de setembro.

Trabalho, almoços e gangs

A 2 de março de 1994 - nos dia de aniversário da Princesa - regressei a Vila Franca de Xira, praticamente 12 anos depois.
Neste flashback que estou a fazer, tenho ideia que quebrei a teoria que expliquei inicialmente: fidelidade a onde me tratam bem!
A existência de muita oferta e a companhia para almoçar, fizeram que diversificássemos os locais.
Esse grupo não tinha o número fixo de pessoas, mas o Ferreira, Rebelo - que já faleceu há anos - e o Américo, era presença quase diária.
Um dos restaurantes onde íamos, de vez em quanto, era numa tasca, com um corredor estreito na entrada - perto da estação da CP - que tinha uns coiratos espetaculares, que serviam sempre de aperitivo, a uns rins ou a um bife, que tinham um molho muito bom. O dono era um espanhol, com muitos anos por cá, que era uma jóia de homem.
A ementa era duas ou três opções e quando acabava já não havia mais nada. Recordo-me de ele telefonar para a Caixa a perguntar se íamos lá almoçar, porque ia às compras e trazia o que nos apetece-se para o almoço.
Atualmente chama-se A Tasca do Zé dos Coiratos.

sábado, 16 de setembro de 2017

Eleições e bola

Andamos sempre ao contrário!
Na última semana discutiu-se a possibilidade de serem proibidos jogos, das ligas profissionais de futebol, nos dias de eleições.
Então e as outras modalidades?
E outros tipo de espetáculos?
Andamos sempre entretidos com estes não assuntos.
Há dias ouvi um antigo dirigente da Comissão Nacional de Eleições referir que a obrigatoriedade de votar, já existiu em Portugal, mas depois não havia meios para penalizar os abstencionistas e deixou-se cair essa lei.
Em vez de andarem a brincar às proibições, criem meios para o voto ser eletrónico e, isso sim, ser obrigatório votar, penalizando quem não o faz.

Trabalho, almoços e gangs

Em maio de 1983 fui trabalhar para Agência de Alverca e passei a almoçar no melhor restaurante que há: a casa dos Pais!
Durante sete anos - numa altura é que as dependências bancária fechavam da 12 às 13 horas - lá fui provando todos os pesticos da mãezinha.
No dia 2 de janeiro de 1990 dei um novo rumo à minha carreira bancária, ingressando no Departamento de Auditoria e Inspecção (DAI).
O edifício situava-se na Rua Rodrigo da Fonseca, em Lisboa, onde, grosso modo, passávamos uma semana por mês, sendo o resto do tempo passado pelas agências do nosso País, Açores e Madeira incluídos.
Em Lisboa almocei em dois restaurantes situados na nossa rua - já não me recordo do nome de nenhum deles - quase sempre na companhia do Supico, Oliveira, Miranda e Romeu.
Nos 4 anos que tive na DAI conheci imensos por aí fora, mas para ilustrar este post de hoje, recordo O Fialho, em Évora.
Excelente e caro, para o meu bolso, claro!
A sorte foi que alguém pagou o almoço.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Trabalho, almoços e gangs

Durante os 33 anos que trabalhei na CGD e mais três meses e meio nas Finanças em Vila Franca de Xira, tive que almoçar muito tempo em restaurantes.
Cedo ganhei o hábito de escolher um local, onde se era bem tratado, porque razão ir à procura de outro?
Como expliquei ontem, esta é uma história com vários capítulos.
Em abril de 1982 cheguei à sede do meu concelho de sempre, para trabalhar na Repartição local.
Cedo escolhi A Canoa, do Zé Maria e onde conheci o Isaías - um dos empregados - amigo desde esses dias, que agora é o dono do Retiro, outro restaurante na mesma cidade.
A 19 de julho desse ano, mudei-me para Caixa, mas como era perto, muitas vezes regressei à Canoa, quase sempre com o Zé Queiroz e o José Silva, colegas de trabalho.
No ano seguinte - em maio - fui para a Alverca e aí as coisas mudaram.

As Autárquicas e os slogans

A criatividade das expressões promocionais, na campanha eleitoral autárquica têm coisas lindas.
À boleia de um sítio online, divirtam-se nesta viagem pelo País.

Lúcia Duarte é artesã, candidata à Câmara de Alcobaça (distrito de Leiria) pelo Partido Democrático Republicano (PDR), e, na fotografia oficial de campanha, aparece vestida de padeira de Aljubarrota, freguesia do mesmo concelho, com uma pá na mão.

Lúcia Duarte disse à Lusa que pretende “dar voz aos descontentes”, pelo que veste a personagem de padeira de Aljubarrota em eventos e dá “pazadas eleitorais” nas redes sociais, com críticas ao atual executivo e “denúncias de situações que muitas pessoas vão transmitindo” e que divulga “depois de confirmar a veracidade”.

Em Faro, o independente Humberto Correia, de 56 anos, candidata-se à liderança do município pelo movimento "Campanha do Amor", por si criado há um ano e meio.
Humberto Correia considera que Faro "tem um potencial turístico que não está a ser totalmente explorado" e propõe fazer da cidade o "destino do amor", sendo o seu ‘slogan’ de campanha "Com Humberto presidente, haverá amor para toda a gente.

 Mesão Frio, Vila Real, há um candidato que enviou aos eleitores convites para um enlace com a Câmara, que se realizará a 01 de outubro.
O traje do casamento será “informal” e as prendas “serão entregues pelo noivo ao longo de quatro anos de compromisso de acordo com os superiores interesses das populações”, lê-se no convite.

O médico Eduardo Miranda candidata-se como independente pelo PSD para lutar pela “liberdade e democracia” neste concelho do distrito de Vila Real, contou o próprio à Lusa.

Os cartazes distribuídos pelos candidatos de norte a sul contêm desde as promessas mais clássicas a outras mais originais.


Agostinho Santa é o candidato do PS à Câmara de Peso da Régua e nos ‘outdoor’ – em que figura acompanhado de outros correligionários masculinos - a frase principal anuncia “A nossa é maior que a deles”, o que aparentemente é descodificado no rodapé do cartaz com o ‘slogan’ “A nossa paixão”.

O Partido Nacional Renovador (PNR) acredita que a “Candidatura nacionalista [é] a melhor p’ALMADA”, referindo-se ao concelho com o mesmo nome, e nos cartazes do PSD e do CDS o candidato a Oeiras, Ângelo Pereira, é um boneco.

A campanha de Salomé Castanheira, candidata do CDS-PP à Junta da União de Freguesias de Águeda e Borralha (concelho de Águeda), tornou-se viral nas redes sociais por os seus ‘outdoor’ conterem não a imagem da candidata, mas a de outras pessoas da comunidade, com o ‘slogan’ “Sou o [nome próprio da pessoa retratada], mas podes chamar-me Salomé”.

Já José Couto, candidato socialista à junta de Sobrosa, no concelho de Paredes, promete “Honestidade, Dedicação e Trabalho”, mas também “Redução do preço das campas para metade”.


Há ainda os candidatos que recorrem às promessas mais clássicas. Fernando Costa, candidato do PSD à Câmara de Leiria, deixa duas: “Fatura da água? É para baixar” e “Mais rigor para baixar impostos”.

Em Pombal, Narciso Mota, antigo presidente desta Câmara, quer voltar por um movimento independente e promete um “Pombal Humano”, enquanto António Martins, candidato do CDS à Câmara de Águeda, assegura nos seus cartazes dar “4 anos de garantia” e Alano Gonçalves, candidato do PS à Ribeira Brava, garante: “Sou de Confiança”.


A candidatura de José Estevens à Câmara de Castro Marim tem para distribuir uma garrafa de vinho própria, cujo rótulo indica ser de uma “colheita de votos para as autárquicas 2017”.



Pelo seu lado, o candidato socialista a Montemor-o-Novo, Olímpio Galvão, escolheu para o seu cartaz a indignação: “Chiça, Porra que é demais”, considera o candidato, acrescentando “40 anos do mesmo?! É urgente mudar!”.

Mais intimistas, o Movimento Sesimbra Unida afirma “Vamos fazer parte da sua família” e em Vila Franca de Xira o atual presidente, Alberto Mesquita (PS), também diz a cada eleitor que estará “Consigo, todos os dias”.


Fonte: jornaloeste.pt

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Trabalho, almoços e gangs

Esta história precisa de tempo.
Hoje teve mais um episódio.
Vou tentar explicar, a motivação, nos próximos dias.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

E mais um candidato

Já sabia, mas não me lembrei quando escrevi sobre o Pedro e o Nélson.
Conheci o Joaquim Marcelino em 1990, na altura em que entrámos para o Departamento de Auditoria da CGD.
Ao longo de quatro anos fomos partilhando dificuldades, fruto de estarmos muito tempo fora do núcleo familiar.
Nesse período fizemos vários convívios ao fim de semana, que foram sempre momentos de boa disposição.
Algarve, Serra da Estrela, Tábua e Almerim, foram alguns dos locais onde nos reunimos com a família.
Aproveito para recordar esses outros colegas, que fizeram parte desse grupo de oito.
O Hugo Supico já nos deixou - meu padrinho de casamento - Luís Oliveira, Carlos Miranda, Romeu Joaquim, António Pedro - está em Macau - e o António Oliveira, são Amigos para toda a vida.
Voltando ao assunto eleitoral, lá vou estar a torcer no dia 1 de outubro pelo Quim-Chico, forma carinhosa como gosto de o tratar.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Arranca a Champions

Hoje começa mais uma edição da Liga dos Campeões.
Benfica e Sporting hoje, FC Porto amanhã, vão fazer-se ao caminho, numa prova cada vez mais vocacionada para os tubarões europeus.
Na próxima temporada só teremos, na melhor das hipóteses, duas equipas na prova, fruto dos resultados menos conseguidos no último ano nas competições europeias, mas também pelo maior poderio de equipas de outros países, reforçadas por dinheiro que chega a rodos.
As equipas portuguesas vão tentar fazer o seu melhor, até para recolherem o milhão e meio de euros que chega após cada vitória, mas se conseguirem passar a fase de grupos, já será uma boa prestação.
Vejam como está o ranking dos 10 melhores atualmente.



Escolha a sua federação
13/1414/1515/1616/1717/18PtsClubes
1EspanhaEspanha23.00020.21423.92820.1423.00090.2847/7
2AlemanhaAlemanha14.71415.85716.42814.5711.85763.4276/7
3InglaterraInglaterra16.78513.57114.25014.9283.64263.1767/7
4ItáliaItália14.16619.00011.50014.2503.00061.9166/6
5FrançaFrança8.50010.91611.08314.4162.16647.0815/6
6RússiaRússia10.4169.66611.5009.2003.40044.1824/5
7PortugalPortugal9.9169.08310.5008.0833.16640.7485/6
8BélgicaBélgica6.4009.6007.40012.5001.20037.1002/5
9UcrâniaUcrânia7.83310.0009.8005.5001.80034.9333/5
10TurquiaTurquia6.7006.0006.6009.7001.60030.6003/5

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

E voltou a repescagem ...

Na época passada o Vilafranquense perdeu em Loures (2-1) e foi eliminado na 1ª eliminatória da Taça de Portugal.
Os sortilégios do sorteio da 2ª eliminatória - vários clubes que perderam podiam ser repescados - deram uma segunda oportunidade aos ribatejanos que a aproveitaram ... e de que maneira.
Venceram o Vilaverdense (1-0), o Vitória Sernache (0-1), o Paços de Ferreira (1-0) e só caíram (1-0) a 15 de dezembro em Guimarães, nos oitavos de final.
Este ano a história repetiu-se, até agora.
Eliminado (1-2) pelo Mafra no Cevadeiro, o Vilafranquense voltou a ser bafejado pela sorte das bolinhas.
De novo repescado no sorteio realizado hoje, vai encontrar uma equipa da 2ª Liga, o Penafiel, dia 24 de setembro em Vila Franca de Xira.
Será que vai ter um percurso brilhante como na época passada?

domingo, 10 de setembro de 2017

Em direto

Não está fácil a caminhada inicial do Vilafranquense, no seu segundo Campeonato de Portugal!
Duas jornadas no Cevadeiro, dois confrontos com os primodivisionários de Lisboa e Santarém.
Depois do nulo no arranque, hoje tinha o Coruchense pela frente.
Para complicar, sofrer um golo aos 2 minutos, não ajudou nada.
A equipa ficou intranquila, empatou, mas antes do descanso sofreu o segundo golo.
A segunda metade foi de sentido único, com o antigo quartel da Marinha em fundo.
Uma bomba de David - ele que já tinha marcado de penalty - concretizou o resultado final.
No final Filipe Coelho estava zangado.
Cáustico, explicou que empataram porque “fomos incompetentes”.
Não vai ser fácil a semana de trabalho que aí vem!

Adeus Alberto

Hoje é o dia da despedida de Alberto Contador.
Tratava-se de um ciclista inconformado.
Na sua última Vuelta, ele atacou em todas a etapas de montanha, depois de ter tido um problema de saúde, logo no início da prova, que o afastou da possibilidade de ganhar a sua derradeira competição.
Ontem conseguiu vencer no alto do l’Angliru, uma das subidas mais difíceis do Mundo.
Venceu o Tour em 2007 e 2009, o Giro em 2008 e 2015 e a Vuelta em 2008, 2012 e 2014.
Com Alberto as provas tinham outro encanto.
Vamos ter saudades dele!

sábado, 9 de setembro de 2017

VAR

Eu fui daqueles que coloquei muitas dúvidas sobre a utilização do vídeo árbitro (VAR).
Concordo que em várias situações ajuda a corrigir erros da arbitragem, mas o problema é que essas decisões são efetuados por seres humanos.
Vejam o exemplo do jogo de ontem.
Como o Benfica venceu, fruto de uma decisão do VAR, de imediato os diretores de comunicação de Sporting e FC Porto vieram criticar de forma veemente, pondo em causa tudo e todos.
Já se percebeu que o VAR é excelente quando nos beneficia, mas não é útil quando isso acontece a terceiros.
Não há paciência!
Há semanas, Luís Filipe Vieira disse que ia valer tudo para o Benfica não ser campeão.
Leiam o post que publiquei sobre o Veiga Trigo há dias.
Duas premonições certeiras.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

E vão três!

Em 1997 fiz a minha primeira Volta a Portugal em bicicleta, na altura pela Rádio Iris.
Foi por acaso.
Uma doença do Hélio Justino - que regressou nos últimos dias - fez-me entrar na corrida ao terceiro dia em Abrantes, juntamente com o “Chefe” Nélson Lopes.
Em 24 horas tive que convencer a Princesa e o meu Gerente na CGD!
Por ter sido a primeira, foi a mais marcante.
Recordo-me de jogar matraquilhos com o atual patrão da W52, Adriano Quintanilha, sendo que no final da etapa da Senhora da Graça, regressámos a Mondim - eu e Nélson - no carro da Mapei, junto com o polaco Zenon Jaskula que venceu essa edição.
A boleia não foi fácil, pois, inicialmente, pensavam que queríamos uma lembrança - e chegaram dois bonés - mas depois perceberam que só precisávamos de transporte.

Dezanove anos depois regressei à Portuguesa, desta vez trabalhando para a ARIC.
Uma diferença enorme na maneira de trabalhar!
Se em 1997 tínhamos que andar sempre na cabeça da corrida, para podermos recolher toda a informação, o que nos obrigava a grandes correrias - logo eu que não gosto de velocidades - atualmente tudo mudou.
A net mudou o paradigma e a forma de trabalhar.
Em 2016 levámos duas viaturas, o Nuno Inácio seguia para a chegada, onde estava o estúdio na linha da meta, no camião da Comunicação Social, enquanto que eu e o António Barbio trabalhávamos na partida e depois juntavam-nos ao Nuno, onde eu fazia a chegada, junto aos ciclistas, o trabalho que me dá mais gozo.
Este edição ficou marcada pelo facto de eu ter embirrado que o apelido do António era Bárbio e não Barbio.
Tudo esclarecido, foram dias bem passados, onde em conjunto com a Rádio Gilão - o Luís Santos e o Jorge Nunes - fizemos belos convívios, nomeadamente ao jantar, num ano em que venceu Rui Vinhas (W52/FC Porto).

Este ano regressei pela ARIC.
Um ano com apenas um carro - na companhia do Miguel Guarda - o que nos obrigou a falhar chegadas.
Fiquei fechado no estúdio mais tempo do que gosto, mas o mais importante é que o trabalho decorreu bem e fizemos uma excelente equipa.
Destaque para os excelentes momentos gastronómicos, onde várias vezes tivemos a companhia do Jorge Nunes, que este ano esteve a solo.
O trabalho foi semelhante ao ano anterior, com um excelente convívio dentro do nosso camião/estúdio, com destaque para a equipa da Antena 1, composta pelo Pedro Ribeiro, Horácio Antunes e Juventino Ferreira.
Destaque, também, para a simpatia dos elementos da equipa de segurança, que sempre procuraram facilitar o nosso trabalho.
Como eu foi dizendo nos dias finais da prova “já estou farto disto”, mas duas semanas depois de terminar a Volta, já estamos a suspirar “ainda falta tanto para regressarmos à Portuguesa”.

Deixo algumas fotos destes últimos dois anos.