sábado, 31 de março de 2007

Campeões

Os onze campeões Distritais A quatro jornadas do final do campeonato Distrital de Juvenis, o Sport Alenquer e Benfica sagrou-se hoje campeão ao derrotar no Pavilhão do Odivelas a equipa local por 5-2.
Numa prova onde a superioridade dos miúdos de Luis Garção foi inquestionável, cedo garantiram a presença na próxima época no campeonato Nacional.
Maior destaque merece este feito, considerando que a equipa é formada por nove juvenis de 1º ano e dois iniciados.
Para a história aqui fica o nome dos atletas, começando na foto de cima para baixo e da esquerda para a direita: Diogo Ribeiro, Alexandre Silva, Filipe Santos, André Garção, Pedro Roxo, João Vicente, Rui Correia, Rodrigo Figueiredo, André Valério, Ricardo Paulino e Ruben Martins.
Parabéns campeões.

sexta-feira, 30 de março de 2007

Crónica divertida

Uma selecção do outro mundo Um momento de boa disposição com o futebol como pano de fundo. Uma crónica bem humorada do Portugal-Bélgica.
Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.

0'- Moutinho acalma Ricardo, assegura que os assobios em Alvalade são mesmo para o hino belga.
1'- Quaresma finta meia equipa belga.
3'- Ronaldo finta a outra metade da equipa belga.
7'- Quaresma remata.
9'- Ronaldo remata.
14'- Quaresma remata de trivela para grande defesa do fala-barato.
20'- Ronaldo faz uma pedalada e remata para grande defesa do fala-barato.
27'- Quaresma finta a metade da equipa belga que ainda não tinha humilhado.
36'- Ronaldo vira-se para o banco e reclama com Scolari.
39'- João Moutinho faz andar o carrossel, os belgas já estão tontos.
41'- Ronaldo, zangado, continua a reclamar com o banco português.
42'- Scolari enche o saco e explica pela milésima vez a Cristiano que não vai nada atirar outra bola para o relvado, Ronaldo tem mesmo que partilhar aquela com Quaresma.
44'- Ronaldo sofre falta para grande penalidade. Nuno Gomes penteia-se, pensa que, finalmente, vai tocar na bola. Azar, o penalty não é assinalado. Ronaldo tenta explicar ao árbitro o que se sucedeu, mas da maneira que fala inglês o árbitro só tinha uma solução, a amostragem do cartão amarelo.
45'- Fim da primeira parte. Os jogadores recolhem aos balneários.

Passados 5' minutos alguém da Federação Portuguesa de Futebol volta ao campo porque deram pela falta de João Moutinho que ainda corria de um lado para o outro do campo. Tentam explicar-lhe que pode parar uns minutos para descansar. João Moutinho recusa e mantêm-se em campo.

46'- Início da 2ª parte. O árbitro apita e pára o jogo. Manda Cristiano chutar a bola para fora de campo, a que está em jogo é a que está nos pés de Quaresma.
46'- Ronaldo amua.
49' - Um tal de Tiago faz um cruzamento, Nuno Gomes, isolado, falha. A maior parte dos espectadores no estádio interroga-se sobre quem saiu ao intervalo para entrar Nuno Gomes, mas depois de algumas conversas apercebem-se que ele, afinal, entrou a titular.
53'- Grita-se golo nas bancadas! Ricardo, imediatamente começa a gritar com os seus companheiros da defesa dizendo que não pode fazer tudo sózinho e que a culpa não é dele. Jorge Andrade diz-lhe que o golo foi de Portugal e que estão a ganhar. Ricardo desculpa-se e diz que não sabia quem era o gajo de cabelo comprido que festejava, pensava que era um belga. Um a zero.
55'- Quaresma tira um coelho da cartola e faz uma chapelada ao guarda-redes belga. Ronaldo, ainda amuado, corre e encosta a bola para a baliza. Grita : "É meu, é meu". É golo de Portugal! Dois a zero.
58'- O jogo pára para a equipa médica assistir um jogador belga. Scolari grita com Moutinho, diz-lhe que pode parar de correr, Moutinho recusa e faz uma recuperação de bola ao apanha-bolas.
65'- Os belgas falham uma oportunidade de golo, de baliza aberta. Algures na frente de ataque de Portugal ouve-se uma voz : "Vêem, não sou só eu!".
67'- O treinador belga grita para dentro de campo : "Attention à la trivèle!". Os jogadores perguntam "Quoi?!"
68'- Goooooooooooooooooooooooooloooooooooooooooo de Quaresma. Três a zero.
69'- O árbitro apita 3 vezes e dá por encerrado o jogo. O público assobia, os belgas começam a sair acelerados em direcção ao balneário, as luzes do estádio apagam-se. A FPF queixa-se e pergunta o que se passa. O árbitro explica que depois do golo do cigano não suporta mais ver aquela humilhação, até ele - que é grego e viu a humilhação que passámos na final do Euro 2004 - diz que é desumano o que estão a fazer com os belgas. Scolari diz que se pode encontrar um compromisso. Promete deixar
Hugo Almeida no banco, Nuno Gomes os 90' que mete Fernando Meira a trinco e Hugo
Viana a número 10 para equilibrar o jogo. O árbitro diz que bastava deixar Nuno Gomes os 90' mas, realmente, assim até os belgas tinham hipótese de marcar. O jogo recomeça.
73'- Entretanto já tinha entrado Nani para o lugar de Quaresma. Os belgas perguntam que mal fizeram a Deus.
75'- Golo! Ronaldo faz o bailinho da madeira e diz ao fala-barato para ir buscá-la ao fundo das redes. Quatro a zero.
76'- O árbitro avisa que se não pararem com isso o jogo acaba mesmo.
77'- Scolari, assustado, mete Meira.
78'- Só para ter a certeza, de seguida entra o Hugo Viana.
81'- Como resposta a Meira, os belgas metem Van Damme, pelo menos na pancada não perdem.
90'- O jogo termina. Scolari pede a Petit para ir buscar o Moutinho que
continuava a correr atrás dos apanha-bolas.

Injustiça

Os campeões Nacionais de Infantis Há quase dois anos o Ricardo foi campeão Nacional de hóquei em patins, no escalão de Infantis, ao serviço do Sporting CP, como já o referi por aqui uma vez.
No jogo da final, onde ganharam ao FC Porto por 3-2, disputado no Pavilhão Municipal do Entroncamento, o cinco inicial era composto, para além do Ricardo, pelo Diogo Dias, Alexandre Silva, Luis Reis e Pedro Delgado.
Por coincidência, quase dois anos depois, o Torneio Inter-Regiões de Iniciados, englobando 12 selecções regionais, realiza-se no mesmo local, decorrendo de 29 de Março a 1 de Abril. Na selecção de Lisboa voltaram a encontrar-se os campeões de então - agora a jogarem em clubes diferentes - excepto o Ricardo.
Apesar de opinião corrente ser de que ele também devia lá estar, os responsáveis entenderam de maneira diferente.
Foi uma grande injustiça.
Mas ele, ultrapassando com grande dignidade este facto, lá está no Entroncamento a apoiar e incentivar os seus colegas e amigos dum grupo onde ele deveria estar.
São estes pormenores, para mim, pormaiores que me enchem de orgulho.
Boa puto.

quinta-feira, 29 de março de 2007

Fim

O final pode estar perto Ontem por motivos pessoais não me desloquei à Universidadade Independente, para tentar ter aulas. Já perto do final da noite tive oportunidade de assistir, via TV, às degradantes imagens do arrombamento da porta da Reitoria, efectuada por um aluno.
Tenho dificuldade em classificá-lo assim, pois estou a ofender quem lá anda para tirar um Curso, com os naturais sacrifícios daí decorrentes. Aquele selvagem deveria ser expulso da UnI.
Mas é compreensível, só assim é que os incompetentes podem ter alguns segundos de fama televisiva.
Aliás o argumento para tal atitude, que seria uma forma de reivindicar a passagem de certificados de habilitações para possibilitar as transferências de alguns alunos, cai pela base, sabendo-se que o prazo para as inscrições já terminou há algum tempo, e apenas uma decisão governamental poderá, penso eu, desbloquear esta situação, caso se dê o encerramento da UnI.
Hoje quando me deslocava para o trabalho, dei por mim a ponderar sobre tudo isto que tem acontecido na minha Universidade. Deixei de acreditar.
É verdade, não acredito que possa haver futuro que sobreviva a tanta desonestidade e selvajaria.
Vou continuar a ir lá. Até quando não sei.
Mas nada vai ser como dantes.

quarta-feira, 28 de março de 2007

"Amor, Escárnio e Maldizer"

Quase três anos depois de "Re-Definições", os Da Weasel lançam no próximo dia 2 de Abril "Amor, Escárnio e Maldizer". Simultaneamente o site do grupo de Pac e Compª, "Da Weasel Sessions" dá lugar a um novo espaço oficial na Net.
Como aperitivo deixo o vídeo "Dialectos da Ternura", que entre 21 e 27 de Março passou em exclusivo na MTV.

terça-feira, 27 de março de 2007

À moda antiga

O palco do grande jogo Vou-me colocar na pele de adepto de futebol identificado com o Benfica, que tem um espaço para emitir opinião.
Assim, apesar de não escrever artigos no jornal A Bola, tento ficar em pé de igualdade com Miguel Sousa Tavares, que hoje reafirma, na sua crónica semanal que: "não sou isento clubísticamente".
Aqui já somos diferentes. Eu tento ser, se é que na nossa vida o conseguimos totalmente. Mas pelo menos tento.
Deixando já aqui bem claro, que é a última vez que vou utilizar os disparates do MST, para encontrar tema de conversa, leio e releio uma frase deste confesso e enviesado comentador azul-e-branco, referindo-se a Quaresma: "tenho um mau pressentimento que ele não vai acabar em jogo".
Qual Professor Chibanga do Gato Fedorento, ele já vai fazendo previsões para o Benfica-Porto do próximo domingo. Procurando condicionar adversários e árbitro, ao bom estilo de José Maria Pedroto, em vésperas de viagem à Luz, Tavares procura incendiar o ambiente que se quer e deseja de grande fair-play.
Se algum adepto, comentador ou dirigente do Benfica, afirmasse que estava com medo que o Simão não terminasse o jogo com os portistas, gostaria de saber o que diria o MST. Tombaria a Torre dos Clerígos, em confronto com o Carmo e a Trindade.
Apesar de referir constantemente que gosta muito de futebol, Tavares gosta é do seu umbigo e dos disparates que diz e escreve.
Ele merece que o Benfica ganhe com grande limpeza.

segunda-feira, 26 de março de 2007

Tubarões

Precisamos de uma mar assim... Eram 17h15 quando me sentei no café. Pedi um cerveja e uma sandes de queijo. À segunda-feira venho até ao Campo de Santana, alcunha para o Campo Mártires da Pátria.
Vou comendo e bebendo lentamente, recordando o que se passa na minha universidade...até onde pode chegar a ganância dos homens...
A ida ao Cenjor é como uma bóia de salvação, perante os graves problemas que se passam na Universidade Independente. O Professor Pardal tenta dar-nos ânimo, até na escolha da música com que sempre abre as aulas.
Por volta das 20h00, fazemos um pequeno intervalo e consultamos a Internet. Lá está, no site do Público a notícia: "Governo admite fecho da Universidade Independente se normalidade não for reposta". Olhamos uns para os outros, sem palavras.
A nossa tristeza aumenta, mas a aula tem que continuar. No final do trabalho de hoje, temos um tubarão a passear num mar azul e tranquilo.
Num mar que gostávamos fosse a UnI, mas sem tubarões.

Eu tenho vergonha

Uma foto do ditador Depois de dois grandes resultados no fim-de-semana, no futebol e no rugby, ontem ficámos a saber quem é para os portugueses o melhor de “Os grandes portugueses”, uma iniciativa da RTP.
Não tinha grandes expectativas em relação ao resultado final, nem estava preocupado com o vencedor, até considerando a forma como a escolha era efectuada.
Mas, confesso, não esperava que o vencedor fosse António Salazar.
Um ditador, que independentemente de alguns méritos que possa ter tido, mandou eliminar os que lhe faziam frente, fosse através da censura, da prisão ou pela morte, como fez com Humberto Delgado, não pode, NUNCA, ser considerado o melhor de todos nós.
Nestas alturas sinto vergonha de morar, lado a lado, com os que votaram em Salazar.

domingo, 25 de março de 2007

Bravos portugueses

O grito de incentivo antes dos jogos Há vários anos que não assistia a um jogo de rugby, na televisão. Ontem colei-me ao ecrã, torci e sofri pela selecção lusa, que em Montevideu geria sete pontos de vantagem, adquiridos duas semanas antes em Lisboa, no confronto com o Uruguai.
Perdemos por 18-12, mas um ponto mostrou-se suficiente para em Setembro marcarmos presença no Mundial que se vai disputar em França.
Agora que venham Nova Zelândia, Escócia, Itália e Roménia, que os nossos bravos lá estarão para dar o melhor de si.
Um título já ganhámos.
Seremos a única equipa amadora presente nessa prova.

sábado, 24 de março de 2007

Futuro negro

Está assim o futuro da UnI Tanto tempo calado e agora vejo-me obrigado a falar de novo da situação da Universidade Independente. No mínimo e cheio de boa vontade, uma vergonha.
Ontem foi convocado um plenário onde o Luíz Arouca tentou explicar a nova/velha situação. Além de não ter explicado nada, voltou à estafada conversa dos desvios de dinheiro, como se ele não tivesse a nada ver com isso.
Claro que os ânimos exaltados, principalmente de alguns professores, transformou o que deveria ser um esclarecimento, num aumentar da confusão actual.
Verificou-se que os docentes estão é preocupados em salvaguardar os seus horários, mesmo que isso provoque que as aulas não tenham o seu curso normal.
Só uma coisa ficou clara. O futuro da UnI é cada vez mais negro.
E preocupados com os alunos...só mesmo os alunos.

sexta-feira, 23 de março de 2007

Alerta

Stijn Stijnen, o provocador Amanhã a Bélgica defronta Portugal, no Estádio de Alvalade, para a fase de apuramento para o Europeu de 2008, organizado pela Áustria e Suiça.
Se para os portugueses este jogo é muito importante, os belgas jogam tudo nesta partida.
Talvez por esse motivo, Stijn Stijnen, guarda-redes do Club Brugge e titular da selecção visitante, resolveu dar uma entrevista a um jornal belga onde disse, referindo-se a Cristiano Ronaldo: "Se for necessário vamos bater forte e feio, nem que seja logo aos dois minutos."
As reacções não se fizeram esperar, A Federação Portuguesa de Futebol fez queixa para a UEFA. A sua homóloga belga, pela voz do seu presidente, procurou pôr água na fervura, dando uma no cravo, outra na ferradura. Até que surgiu Sá Pinto.
A antigo jogador e capitão do Sporting, actualmente a jogar no Standard Liège, que ontem esteve em Lisboa, afirmou, tentado descodificar as declarações de Stijnen: "Percebi o sentido que ele quis dar quando disse essas palavras e não houve tanta agressividade quanto isso. Ele queria dizer que sabe que o Cristiano Ronaldo é um jogador muito importante para Portugal e que é preciso ter muita atenção com ele. Foi mais uma ideia de alerta."
Ora aí está. Eles têm que ter muita atenção ao nº 7 português. Se possível por pouco tempo, dois minutos, por exemplo. Porque ele é importante!
Estas declarações do ex-jogador sportinguista, tiveram para mim o condão de perceber um enigma com dez anos.
Quando em 1997 ele agrediu o seleccionador nacional, Artur Jorge, não o fez por mal. Foi só para a alertar os adversários da qualidade do nosso treinador da altura.

quinta-feira, 22 de março de 2007

Parte da solução

O edíficio da Universidade Independente Propositadamente, ainda não produzi qualquer informação sobre os problemas que têm ocorrido na Universidade Independente.
Eles são demasiados complexos, para se conseguir emitir opiniões devidamente fundamentadas, face ao desconhecimento da maioria dos elementos necessários à formação de uma opinião credível.
Uma das pessoas que têm dado a cara pela UnI, nesta fase de credibilização é o Director da Faculdade de Humanidades, João Carlos Santos. Foi meu professor de Economia no primeiro ano desta aventura universitária, em segundas núpcias.
Ele tem procurado transmitir uma mensagem de competência, preocupado com a qualidade do ensino, priveligiando o diálogo e reconhecendo aos alunos a importância que têm em todo o processo da partilha e aquisição de conhecimentos. Como rosto da estabilidade que se procura, tem tentado acorrer a todos os fogos, numa espécie de bombeiro voluntário.
Nesta fase complicada, o papel dos que lutam pela sua formação, o papel de todos nós, é participar na solução dos problemas, tentando não ser parte dos problemas.
Dar nas vistas, sim, mas com comportamentos dignos de estudantes universitários, que se esperam sejam bem diferentes de claques de clubes de futebol. Dentro e fora das salas de aulas.
Pela minha parte, João Carlos, pode contar comigo.

quarta-feira, 21 de março de 2007

Outro Professor

Passando os olhos pela maioria dos jornais generalistas da nossa praça, gratuitos ou não, encontramos a secção dos classificados, onde, para além de uma exponencial zona de massagens, deparamos com as ofertas dos Professores A, B ou X.
Eles são a solução para todos os problemas.
O Gato Fedorento também tem um.
Chama-se Professor Chibanga.

terça-feira, 20 de março de 2007

Paris

Entrada principal do Moínho Vermelho Dei por mim esta manhã a pensar numa das viagens que fiz com a Célia, juntamente com os nossos amigos Tó e Teresa.
Foram quatro dias espectaculares na lindíssima Paris. Se tal for possível, gostaria de lá voltar, com mais tempo, talvez uma viagem para a reforma.
Os Campos Elísios, o Arco do Triunfo, a Bastilha, La Defense, o Sagrado Coração e, claro, a deslumbrante Torre Eifeel, são na verdade locais onde não se pode deixar de ir, numa visita à capital francesa, além de muitos outros pontos de interesse, todos eles com um encanto particular. Palmilhámos quilómetros e quilómetros, a pé, que nos cansaram as pernas, mas nos deliciaram a vista.
Um dos pontos altos da nossa "peregrinação", foi o espectáculo no Moulin Rouge, que apesar de já ter visto várias vezes na televisão, ao vivo é algo de inolvidável. Num reduzido espaço, juntam-se perto 900 pessoas, devidamente arrumadas, para assistirem a duas horas de perfeito glamour.
A única recordação negativa aconteceu quando o meu companheiro de mesa, que eu não conhecia de lado nenhum, resolveu entornar o copo do champagne por cima das minhas calças.
Um acidente que não manchou estes magníficos quatro dias passados na cidade-luz.
Prometo que um dia vou lá voltar.

segunda-feira, 19 de março de 2007

Privilégio

A ditadura do calendário provoca estas coincidências. Ainda ontem falava do aniversário do Ricardo, e já hoje volto a falar dele.
Hoje é o dia do Pai, que já o disse noutras ocasiões, trata-se essencialmente de mais uma data comercial.
No entanto, para mim este dia é muito importante.
Não que esteja à espera de receber prendas. Mas porque neste um trezentos e sessenta e cinco avos do ano encontro mais um motivo para falar deles por aqui.
Os filhos são dos acontecimentos mais sensacionais da vida de um ser. Os meus não são melhores nem piores que os outros, nem isso me preocupa. São os meus filhos.
A Cláudia e o Ricardo dão-me motivos para me achar o melhor progenitor do mundo e por isso sou um privilegiado pela felicidade de os ter a meu lado.
Continuem assim.

domingo, 18 de março de 2007

Orgulhosos

Ricardo Paulino Ainda não tinha três anos de idade. A Cândida mandou-nos chamar e disse, com um olhar de espanto: "O Ricardo sabe ler!".
Nós já desconfiávamos e a educadora do infantário que ele frequentava confirmou.
Desde de muito cedo que elegeu A Bola como uns dos seus brinquedos favoritos. Jornal aberto no chão, de joelhos com o traseiro espetado, lá passava atentamente as várias páginas, durante largos minutos. A sua preferência ia para os guarda-redes das equipas de futebol da Liga principal.
Um dia chegou perto de nós e disse, naquele seu dialecto espanholado: "O Baptista não jogou!?"
Olhámos um para o outro, sem perceber muito bem o que se passava. Corremos para o local onde estava a sua leitura preferida. Procuramos a notícia sobre a União de Leiria, equipa do Baptista, e lá estava a sua ausência na ficha do jogo.
Pois é, daí para frente foi sempre a evoluir, ao ponto de noutro infantário que frequentou terem criado um cantinho da leitura onde o Ricardo lia histórias para os seus amiguinhos. Isto muito antes do ensino escolar obrigatório.
Curioso era, também, ver os seus colegas do hóquei em patins que quando chegavam aos diversos pavilhões, iam chamá-lo para ele ler os resultados e as classificações que geralmente estavam afixadas e que eles ainda não conseguiam decifrar.
Estamos orgulhosos deste filho que hoje faz 15 anos.
Parabéns para ti, Célia.
Para o Ricardo além dos parabéns, o desejo de que nos tragas sempre motivos de orgulho.

sábado, 17 de março de 2007

3, 2, 1, Go

Ora aí está outro desporto de que eu gosto particularmente. Fórmula 1.
Apesar de este ano não contar com nenhum português - Tiago Monteiro vai dedicar-se a outras corridas - vou estar atento às transmissões, que esta temporada são na Sportv.
Amanhã, às três horas da madrugada, lá estarei em frente ao televisor para o início da época 2007, que começa na Austrália e termina a 21 de Outubro, no Brasil.
Como aperitivo deixo-lhe um resumo do Grande Prémio australiano do ano passado.

sexta-feira, 16 de março de 2007

Sex day

Habitualmente neste dia, quando chegava ao trabalho, olhava o relógio, que também tinha o dia da semana. E lá estava ele, apresentando além das horas, em letras grandes e vermelhas, três letras atrevidas: “SEX”. A partir desta visão erótica, este dia da semana passou a ser para mim o Sex Day. Boa inspiração, não?
Quem anda a precisar de inspiração, é o 24 horas. Volto ao tema de ontem para ver se consigo esclarecer as cabeças iluminadas daquele exemplo de mau jornal.
Bastava terem perdido poucos minutos para descobrir. Um verdadeiro ovo de Colombo. A UnI não tem uma, mas duas tunas.
A Tuna Académica da Universidade Independente (TAUI), composta pelo lado masculino, com presenças assíduas em diversos certames do género. Para saber mais sobre a TAUI, veja o seu site aqui.
Depois temos a vertente feminina, de seu nome Indepedentuna. Perceberam pessoal do 24 Horas?
Mas fui mais longe para não restarem dúvidas. Descobri uma pequena actuação da TAUI, no bar da Universidade, que apesar da deficiente condição do som, prova que sempre temos tuna. E até podemos ver as nossas moças da Independetuna, aplaudindo os seus colegas.
Vamos lá ver o vídeo.
Ainda bem que hoje é Sex Day. Assim, já não penso mais no 24 Horas.

quinta-feira, 15 de março de 2007

Tuna sim, mau jornalismo, não

Uma actuação da TAUI em Loures, no passado mês de Março Já por várias vezes o afirmei que sou fã do Gato Fedorento, mas esta minha admiração pelo seu trabalho, não me tolda a visão, caso seja necessário fazer alguma crítica. Aliás, nem todos os sketches que eles produzem são do meu agrado.
Vem esta introdução a propósito do último “Diz que é uma espécie de Magazine”, exibido no domingo passado.
O momento musical com que sempre termina o programa foi esta semana dedicado à confusão reinante na minha UnI. Foi anunciada a presença da Tuna Académica da Universidade Independente (TAUI), para cantar a “Melhor gorda”, um clássico das tunas, interpretada com um texto adaptado, na maioria da letra, às graves acusações feitas, aquando do despoletar da crise interna.
A TAUI – que foi convidada para o programa, mas não aceitou – reagiu em comunicado, o presidente da Associação Académica ameaçou com um processo contra o programa e a RTP, estando também à espera de um pedido de desculpa por parte da Tuna Médica de Lisboa, que “se fez passar” pela da UnI, conforme foi referido no final do programa.
Em minha opinião não me parece haver motivo para tanto alarido. O texto da canção não tinha nenhum elemento que não tivesse sido do conhecimento público, repetido em todas as televisões pelo próprio Reitor, pelo que acho descabida tamanha altercação.
Mais curioso e demonstrativo da falta de qualidade do jornal 24 horas, é a peça produzida na terça-feira, da qual o comunicado acima citado também faz referência, lamentando a falta de rigor, onde é escrito que a TAUI nem sequer existe!?
Custava muito à Ana Meireles, jornalista que assina o artigo, ter feito um telefonema para confirmar que a Tuna existe, que está de boa saúde e que ainda este fim-de-semana participou no VIII El Açor - Festival Internacional de Tunas dos Açores, que decorreu em Ponta Delgada?
E quando esteve a ouvir o presidente da Associação Académica não lhe podia ter perguntado?
Mau jornalismo a que já nos habituou este diário sem qualidade.

quarta-feira, 14 de março de 2007

Pés de barro

As mudanças de camisola vão ser mais frequentes Segundo notícia do jornal A Bola de hoje, o Supremo Tribunal de Justiça considerou nulas três cláusulas do Contrato Colectivo de Trabalho celebrado entre a Liga de Clubes e o Sindicato dos Jogadores, em 1999.
Uma revolução pode suceder no futebol português, face a esta decisão.
Passemos à parte prática. Nos dias de hoje se um jogador rescindir sem justa causa o contrato que o liga a um clube, tem de avançar com uma choruda indemnização. A partir desta decisão o valor a pagar, nestas situações, é o correspondente ao valor que o atleta teria que receber até ao final do contrato. E mais, pode mudar-se para outro clube em Portugal, o mais tardar na época seguinte e não no final do contrato então rescindido.
Só como exemplo, se o sportinguista Nani pretendesse sair do seu clube para o FC Porto, já na próxima temporada, teria de indemnizar o seu clube em perto de 200 mil euros, apenas.
E as cláusulas milionárias de rescisão existentes nos contratos dos jogadores, também deverão sofrer profundas alterações, face a este novo enquadramento jurídico.
Se os jogadores já eram vistos, por uma grande parte da sociedade, como mercenários sem amor à camisola, a partir de agora, os artistas da bola, serão cada vez mais ídolos com pés de barro.

terça-feira, 13 de março de 2007

Professor Pardal

O verdadeiro Professor Pardal Neste reinício atribulado de aulas na UnI - pouco a pouco a estabilidade vai regressando - as segundas-feiras são, como já o referi anteriormente, no Cenjor, sendo neste semestre leccionada a cadeira de Atelier Multimédia.
O Professor, perdão o Formador, como ele gosta de dizer é o Pardal. Exactamente. Para mim é o Professor Pardal, até porque eu gostava dessa figura da BD.
O homem é uma "pedra", fazendo com que as horas que ali passamos se transformem em poucos minutos, tal é a intensidade e a facilidade de transmissão de conhecimentos.
Até aqui tudo bem. O pior é o Photoshop, ferramenta que estamos a aprender a utilizar.
Ontem fui completamente bombardeado com informação acerca deste excelente programa, que faz maravilhas, mas que também me deixou com a cabeça às voltas.
Ao fim de três horas de intensa injecção de novas funções do Photoshop, fiquei com a sensação de que não percebi nada daquilo. E o pior é que não é só sensação.
Mas eu não sou de desistir, por isso só me resta uma coisa.
Gritar.
Professor Pardal ajude-me!

segunda-feira, 12 de março de 2007

Segunda angustiante

Os horários também contribuem para a angústia Por muito que eu tente, as segundas-feiras são para mim um doloroso início de semana.
Eu bem procuro encontrar um antídoto para combater este dificuldade, mas nada resulta. É claro que se não tivesse que vir trabalhar, com horários a cumprir, gravata ao pescoço e outras obrigações...obrigatórias, nem dava pelo dia da semana.
O futuro dos mais novos, fruto da globalização e da incerteza do mercado do trabalho, vai fazer com que poucos consigam uma colocação para toda a vida.
Apesar da pouca estabilidade que esta situação vai provocar, a possibilidade de em determinada altura da vida mudar de emprego, para uma área totalmente diferente, vai trazer novos desafios, que aliados a um constante estado de estudo, criam responsabilidades acrescidas e desafios que vão manter o interesse no mundo do trabalho.
Para mim já vem tarde.
Espero que o meus filhos possam aproveitar, para não sentirem a angústia de 2ª feira.

domingo, 11 de março de 2007

Pimba

Sabrina, a vitoriosa Ontem à noite quando me lembrei que era dia de Festival da Canção, já este estava perto do fim.
Decorria a votação, também ela já escravizada pelo lado comercial. Todo o povo pode votar, 60 cêntimos, mais IVA...vote, vote muitas vezes, que maior é a receita.
Cheguei nesta altura, quando apresentavam um pequeno excerto de cada canção, indicando também cada número de telefone para o televoto.
A canção número quatro chamou-me a atenção, pelos piores motivos e comentei "Podia ser uma foleirada do Emanuel".
Juro que não sabia que o tema cantado pela Sabrina - com um nome a condizer - era do rei da música pimba. Produção, música e letra. É obra! E com um nome extremamente original "Dança comigo (Vem ser feliz)".
Este ano em Helsínquia, no certame homólogo da Eurovisão, vamos ter uma música à altura do nosso nível cultural.

Pronto...ok...não quero que fique sem ouvir esta pérola da música nacional. Cá vai ela.

11 M

Uma imagem do desespero Portugueses e espanhóis recordam o dia de hoje de formas bem antagónicas.
Nós lembramo-nos, velho de 32 anos, como a data em que António de Spínola tentou um golpe de Estado, procurando derrubar as forças de esquerda lideradas por Vasco Gonçalves, que na altura governavam em Portugal.
Nuestros hermanos relembram com dor os perto de 200 mortos, vítimas de várias bombas que explodiram em comboios e estações, bem no centro da capital espanhola.
De formas diferentes, as motivações tiveram a mesma origem: a ganância pelo poder, que tudo tenta ultrapassar e derrubar, sem olhar a meios, para atingir os fins.
No mundo de hoje, o tal da globalização, sentimos que o ódio se sobrepõe à solidariedade.
A morte ganha pontos à vida.
A estupidez lidera em detrimento da inteligência.
Se queremos o mundo melhor, não podemos esperar que os outros começem a trabalhar por nós.
Não queremos mais dias negros.

sábado, 10 de março de 2007

Sol

Bonito e gostoso Este fim-de-semana oferece-nos um acontecimento que estava ausente há algum tempo. Sol nos dois dias e temperatura muito agradável.
Não sou fã de praia, muito antes pelo contrário, mas este tempo tem o condão de nos produzir um sorriso nos lábios, contribuindo para um estado de espírito mais alegre.
É claro que a chuva faz falta para o equilíbrio da natureza, mas como eu habitualmente digo, em jeito de brincadeira "podia chover só de noite".
Viva o Sol.

sexta-feira, 9 de março de 2007

PP

Duas letras que podem ter vários significados. Pode ser a Patricia, minha colega da UnI ou pronto pagamento, termo muito utilizado nas transacções comerciais.
Mas neste caso é Paulo Portas e Partido Popular.
Mais uma excelente caricatura do Gato Fedorento.

quinta-feira, 8 de março de 2007

Uma flor

Uma rosa para todas as mulheres Hoje assinala-se o dia Internacional da Mulher. Apesar de achar que estas datas são meramente simbólicas e apenas servirão apenas para despertar algumas mentes mais distraídas, além, é claro, da sua vertente comercial, não quero perder a oportunidade de oferecer, simbolicamente, uma flor para todas as mulheres do planeta, com especial enfoque para as que fazem o favor de serem minhas amigas.
Para as três mulheres da minha vida, Isilda, Cláudia e Célia, por ordem de entrada em cena, um beijo muito especial.

quarta-feira, 7 de março de 2007

Haja justiça

Esperemos que a justiça não seja cega Ontem ficou-se a saber que o processo Apito Dourado vai mesmo a julgamento. Acho que todos devemos estar satisfeitos com isso.
Há cerca de um mês atrás escrevi aqui - pode recordar lendo de novo - que o Major Valentim Loureiro, com o seu ar de justiceiro da nação, queria ir a tribunal para provar a sua inocência, enquanto o seu advogado fazia tudo e umas botas para que tal não acontecesse.
Ora com o anúncio de que vai haver julgamento, o Major deve ter ficado satisfeito. Ou será que não?
Só espero que, de uma vez por todas, se faça justiça.

terça-feira, 6 de março de 2007

Campo na cidade

Nada como a vida na campo Hoje estive hesitante entre escrever sobre o Apito Dourado, pois vai saber-se se há ou não julgamento, ou sobre as coisas espectaculares que Miguel Sousa Tavares escreve, como por exemplo, pedindo bom senso nas coisas que são ditas sobre o futebol, quando ele vê tudo de esguelha e pintado de azul-e-branco.
Não... deixo estes assuntos para outras núpcias e vou falar do campo! Sim, do campo, qual é o espanto?
Há uns anos atrás andei com a pancada de ir morar para o campo, longe do rebuliço da cidade, onde a vida corre mais devagar, os dias são maiores e os valores são outros.
Não se proporcionou, na altura, mas ainda não desisti da ideia...talvez quando me reformar, se lá chegar.
Mas voltemos ao campo. Ontem quando me desloquei para a primeira aula deste 4º semestre - a começar tão atribulado - que se realiza no Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas (CENJOR), atravessei o jardim do Campo Mártires da Pátria, em Lisboa.
Fiquei surpreendido...no meio do jardim, ali ao nosso lado, circulam patos, gansos, pombos, galos e galinhas, misturados com outros pássaros mais pequenos, todos em amena cavaqueira, perfeitamente indiferentes aos transeuntes que passam por perto. Esta imagem ficou-me na retina, ao ponto de ter voltado atrás e ter calcorreado de novo o jardim.
Viva o campo na cidade.

segunda-feira, 5 de março de 2007

Fair-play

Carlos Resense, no seu tempo de jogador Já algumas vezes abordei esta tema, o da arbitragem e dos erros da mesma. Defendo, aliás sempre defendi, que só quem aborda o casos do jogo, quer ache que foi beneficiado ou prejudicado, tem moral para falar.
Ontem o Sporting empatou em Leiria, Liedson foi expulso e logo vieram a terreiro Paulo Bento e Soares Franco queixarem-se do juíz da partida e seus auxiliares, fazendo, inclusive, intenção de protestar o jogo.
Não vou fazer aqui a análise dos lances, nem atribuir responsabilidades a ninguém.
Por acaso, no mesmo dia, o FC Porto defrontou o Belenenses, para o nacional de Andebol, num jogo que os azuis-e-brancos perderam, depois de perto do fim terem cinco golos de vantagem. Segundo rezam as críticas, a arbitragem foi desastrosa, prejudicando o espectáculo, que por acaso até foi televisionado.
No final do jogo, Carlos Resende, técnico dos nortenhos, afirmou: "Se os jogadores, que são os que tanto treinam, falham tanto, então os árbitros têm que falhar mais".
Um exemplo de fair-play, que infelizmente é a excepção.

domingo, 4 de março de 2007

Salto que valeu ouro

Após a conquista de há dois anos Não é nada habitual arrecadarmos uma melhalha de ouro em competições desportivas internacionais. Por isso, quando acontece, ficamos ainda mais entusiasmados.
Desta vez foi a atleta do Sporting, Naide Gomes, a proporcionar-nos esta alegria, por nós poucas vezes sentida.
O feito ocorreu nos campeonatos Europeus de Atletismo em pista coberta, na prova de salto em comprimento. Seis metros e oitenta e nove centímetros, é só a melhor marca mundial do ano e novo record nacional.
Mas não pensem que foi por acaso, pois esta medalha ganha em Birmingham, é a repetição de igual conquista efectuada há dois anos atrás em Madrid.
Foi com emoção que há pouco assisti à entrega do galardão, à subida da nossa bandeira e ao som da "Portuguesa".
Parabéns Naide.

sábado, 3 de março de 2007

Basquetebol na relva

Dez jogos, dez vitórias, no Diswtrital de Lisboa Hoje fui acompanhar o Ricardo em mais um jogo de hóquei em patins, desta feita no Pavilhão da Escola Secundária Stuart Carvalhais, em Massamá, defrontado a equipa local.
Não é habitual uma escola ter equipas desta modalidade, mas fruto do trabalho do Prof. João Campelo, antigo praticante, já há alguns anos que esta simpática equipa vai disputando os diversos campeonatos, em vários escalões etários.
O pior é que o piso do pavilhão da Escola não foi concebido para se jogar hóquei em patins, por isso as dificuldades de todos os praticantes são gritantes.
Para terem um ideia do quanto complicado é jogar ali, imaginem um jogo de basquetebol num campo relvado. Dificilmente se conseguiria jogar qualquer coisa parecida com um jogo da bola ao cesto.
Mas pronto é o que se pode arranjar pelas bandas de Massamá.
Já agora para isto parecer uma crónica desportiva, o Alenquer venceu por 3-1 e continua isolado no comando do Campeonato Distrital de Lisboa, caminhando a passos largos para a subida ao Campeonato Nacional.

sexta-feira, 2 de março de 2007

Para a minha Princesa

Célia Paulino Dezoito anos de vida adicionados a outros tantos de paixão, na minha companhia, resulta na bonita idade de trinta e seis primaveras.
Mais do que minha mulher, tu és a minha melhor amiga desde o dia em que os nossos olhares se cruzaram, contigo postada em cima daquele muro dos amores. Fiquei com a sensação que nessa altura, a minha estrela que está lá no alto, brilhou intensamente, sinalizando a certeza da minha escolha.
Gozas estas datas com grande intensidade e alegria, sempre pronta para mais uma gargalhada, um carinho, uma meiguice.
Tu gostas do teu aniversário e eu gosto muito de ti.
Parabéns Princesa.

quinta-feira, 1 de março de 2007

Exemplo

Com a camisola do seu clube de sempre Todos os pais gostam de dar bons exemplos aos filhos, quer através de actos próprios, quer na pele de outros protagonistas. Cedo comecei a referir ao Ricardo as qualidades desse grande goleiro, como dizem os brasileiros, que foi Manuel Galrinho Bento, atleta do Benfica durante 20 anos.
Muitas vezes o meu filho diz, o que muitas vezes me ouviu repetir durante muitos jogos de futebol: "Com o Bento aquela bola não tinha entrado".
Ao longo dos mais de 40 anos que vejo o desporto-rei, recordo com emoção as imagens de classe deste número um de sempre, com actuações tão ou mais decisivas de que muitos golos marcados, mas nunca tão faladas. Para mim ele foi o melhor guarda-redes português que vi jogar.
Hoje não conseguiu fazer a defesa mais importante da sua vida.

O Futuro

Será assim o futuro?

Vou-lhe pedindo: "Então Ricardo, para quando mais uma poesia?". Ele gosta de escrever desta forma, eu nem por isso.
Mas acho graça às coisas que ele escreve. Vai mais um exemplo.



O Futuro

O futuro
entrelaçado
com o presente.
Desligado
do passado.
Oh! meu Futuro
como irás ser?
Será que me deixas ter
o que espero
realmente obter?

Não sejas assim,
não te faço mal,
porque tentar ver o impossível
é banal, é surreal!

Deixei-me sentir!
Deixei-me olhar!
Quero sentir
abraçar, tocar, beijar
tudo o que não vejo,
mas sinto,
nesse teu
misterioso amar...